Sindicato realiza pesquisa para ouvir as necessidades de seus filiados

O Sindilegis começou esta semana a realizar a primeira etapa da pesquisa qualitativa, com intuito de ouvir dúvidas, críticas e sugestões de seus filiados e não filiados. Para tanto, buscou um dos profissionais mais renomados nesta área: o economista, mestre em Ciências Políticas e doutor em Relações Internacionais, professor Ricardo Wahrendorff Caldas, que encabeça o levantamento de opiniões no qual servirá de subsídio para o Sindicato, sobre possíveis mudanças de rumo e estratégias. O objetivo maior é valorizar cada vez mais o servidor.

Essa pesquisa faz parte das estratégias adotadas para a campanha de filiação permanente, coordenada pelo Secretário-Geral do Sindilegis, Márcio Costa, que acontecerá até o fim de abril de 2017. “Como é uma campanha de longo prazo, nada mais alvissareiro do que começar por uma pesquisa, para que possamos saber como o universo dos servidores das três Casas pensam sobre o Sindicato, sua representação, os benefícios para sua categoria, os problemas que a diretoria enfrenta e qual a sua real representatividade” relatou Márcio.

Na primeira etapa do projeto, o professor Ricardo Caldas realiza o levantamento de dados com grupos focais, ou seja, grupos de discussão. Nesta fase serão ouvidos servidores filiados (ativos e aposentados) e não filiados para que digam o pensam do Sindicato, o que os levou a se filiar ou desfiliar.

O resultado deste trabalho se transforma em relatórios, que serão entregues para análise minuciosa à diretoria do Sindilegis e ao coordenador da campanha, Márcio Costa. Todas as reuniões são gravadas, documentadas e o resultado delas é passado através de dados na pesquisa.

De acordo com o professor Ricardo, a campanha terá uma série de ações. “Os trabalhos serão guiados por intermédio inicial de análises e diagnósticos. E um dos instrumentos mais poderosos para este diagnóstico é a pesquisa qualitativa e quantitativa”, afirmou.

Desta forma, o Sindilegis sai do campo do “achismo”, da análise individual e passa para o patamar de proposta coletiva, que não engloba determinado segmento, mas norteia a campanha de filiação e todos os servidores que são atingidos pelo Sindicato. Segundo Márcio Costa, não cabe à pesquisa apontar quais são os problemas e sim identificar as soluções. “Os problemas já estão aí! Esta pesquisa já aponta que as principais falhas irão aparecer. Dentro delas é que devemos traçar as soluções de melhoria”, comentou.

A preocupação da atual diretoria com seus filiados é tamanha, que encomendou uma pesquisa qualitativa e quantitativa, para ouvi-los. “Não só ouvi-los, mas considerar o que foi ouvido e ter disposição para implantar políticas corretivas. O Sindilegis é de todos, e também de cada um dos servidores”, finalizou Márcio.


Etapas iniciais da pesquisa
No primeiro momento, o condutor tem a função de obter o máximo possível de informações com qualidade. Segundo Ricardo, “as reações das pessoas é naturalmente o recolhimento. Ficam calados no canto, com sentimento de retração, mas com a dinâmica certa, acabam se soltando”, disse.

Neste processo, o professor atua na condução dos entrevistados do seu mundo externo e os traz para a reunião, “mesmo que ela dure 50 minutos, mas que neste tempo, as pessoas tenham qualidade, com foco na reunião e trazendo subsídios para que a instituição possa melhorar sua atuação”, afirmou o professor.


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