Sindilegis foi um dos signatários do documento que questiona diversos pontos da reforma da Previdência

Na terça-feira (14), representantes do Sindilegis e de outras 160 entidades se encontraram na sede da Ordem dos Advogados do Brasil Nacional (OAB) e caminharam rumo ao Congresso Nacional. Eles entregaram uma carta aberta conjunta contra a reforma da Previdência, que foi passada às mãos dos integrantes da Comissão Especial da PEC 287/2016, no plenário 2 da Câmara dos Deputados.

“Não dá para aceitar que uma reforma dessa magnitude seja aprovada. Um projeto que tem pontos polêmicos como 49 anos de trabalho ininterrupto e a idade de 65 anos para homens e mulheres, atingirá milhões de brasileiros. Ela não pode ser feita de forma tão acelerada e sem diálogo. Esperamos que recebam nossas manifestações como uma crítica construtiva”, disse o presidente do Sindilegis, Petrus Elesbão. Ele foi acompanhado pelo vice-presidente do Sindilegis, Paulo Cezar Alves, e pelo diretor Ogib Teixeira.

O presidente da Comissão, Deputado Carlos Marun (PMDB/RS), recebeu o documento e em seguida repassou-o para o Presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia.

Para o vice-presidente do Sindilegis, Paulo Martins, a realidade é outra: “Vamos juntos barrar essa reforma. Ao contrário de nós, o Governo sabe que não tem força para avançar”.

O presidente da OAB, Claudio Lamachia, entregou a carta nas mãos do presidente da Comissão, representando as entidades que assinaram o manifesto. “Estamos aqui para dizer que queremos debater uma reforma justa, digna e que não traga nenhum retrocesso social para os trabalhadores brasileiros”.


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