Realizado nesta quinta-feira (6), no Tribunal de Contas da União (TCU), o Pensar Brasil chegou à sua terceira edição consolidado como um importante fórum de diálogo sobre o Estado brasileiro e suas políticas públicas. Com o tema “Orçamento e desenvolvimento: caminhos para a justiça social”, o evento foi promovido pelo Sindilegis, Sindifisco Nacional e Instituto Servir Brasil.
A mesa de abertura contou com a presença do presidente do TCU, ministro Vital do Rêgo; do presidente do Sindilegis, Alison Souza; do presidente do Sindifisco, Dão Real; e do presidente do Sindjus, Costa Neto. O ministro Vital do Rêgo deu as boas-vindas aos participantes e abriu oficialmente o evento, destacando a importância do diálogo qualificado entre o setor público, especialistas e sociedade civil para o aprimoramento da gestão do Estado. Ele também destacou o papel do Sindicato como elo de comunicação com os servidores do Tribunal, especialmente por sua contribuição à formação e à qualificação do corpo técnico.
Veja cliques do evento no Flickr do Sindilegis.
Em seguida, o presidente do Sindilegis e do Instituto Servir Brasil, Alison Souza, reforçou em seu discurso o papel do Pensar Brasil como espaço de reflexão técnica e democrática sobre os rumos do país. Ele lembrou que o evento nasceu em 2022 com o propósito de construir pontes entre o conhecimento técnico e a cidadania, e destacou que discutir orçamento é discutir o próprio projeto de nação. “O orçamento público é, antes de tudo, uma ferramenta política e social. É nele que se expressam as escolhas da nação, escolhas que definem quem somos e quem queremos ser”, afirmou.
Alison também ressaltou a importância de fortalecer a transparência, a qualificação do gasto público e a participação social no processo orçamentário. Para ele, o orçamento precisa ser compreendido como instrumento de transformação coletiva, capaz de promover desenvolvimento humano e reduzir desigualdades. “Um orçamento construído com transparência, técnica e participação é um instrumento poderoso de desenvolvimento e de justiça social. Nosso desafio é transformar o orçamento em um motor de desenvolvimento sustentável e inclusivo”, defendeu.
Encerrando sua fala, o presidente do Sindilegis reafirmou o compromisso das entidades organizadoras em manter o Pensar Brasil como um espaço plural de debates e aprendizado. “Que este Pensar Brasil 2025 nos inspire a continuar avançando em direção a um país em que o orçamento público seja sinônimo de eficiência, transparência, equidade e justiça”, concluiu.
Confira o debate completo e todos os painéis do fórum.





