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Sindilegis esclarece dúvidas sobre migração de regime celetista para estatutário, Vantagem Opção e outros assuntos jurídicos

Em nova live, Núcleo Jurídico do Sindicato trouxe corpo de advogados para apresentar andamento de ações judiciais dos filiados e esclarecer dúvidas

Nesta quarta-feira (9), o Sindilegis realizou nova live para esclarecer o andamento jurídico das demandas Função Opção, Parcela Compensatória, migração de celetistas para estatutários, regra de transição da Previdência para a aposentadoria e sobre a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que limitou ao teto constitucional o acúmulo de pensões e aposentadorias.

A reunião foi transmitida pelo YouTube do Sindicato e contou com o diretor jurídico, Fábio Fernandez; o gerente jurídico, Marcos de Lara; e os advogados Luís Maximiliano Telesca e Alexandre Gazineo, que apresentaram o andamento dos processos judiciais. No total, mais de 110 pessoas assistiram simultaneamente a live e puderam esclarecer suas dúvidas. Para rever a reunião na íntegra acesse aqui.

Migração de celetistas para estatutários

Segundo Alexandre Gazineo, o Supremo Tribunal Federal votou, no final de 2020, uma decisão que incide sobre os servidores que faziam parte do regime de celetistas nas décadas de 1980 a 1990, ou sejam, estavam submetidos às normas gerais da CLT, e que migraram para o sistema estatutário, com o advento da Lei 8.112/90. O advogado explicou que o STF reconheceu o direito a uma diferença de remuneração decorrente da operação de regime para esses servidores; contudo, limitou o direito apenas aqueles que fazem parte do Poder Executivo.

“Dentro de um regime celetista não se pode imputar diferenças entre servidores que se encontram na mesma base jurídica. A decisão reconheceu um direito para celetistas e menciona apenas o Poder Executivo, criando uma distinção que fere o princípio da equidade”, explicou. Segundo ele, essa é uma questão muito difícil a ser enfrentada, mas o escritório está estudando uma possível ação para tentar também incluir os servidores do Legislativo que se encontram na mesma situação.

Regra de transição para aposentadorias com nova reforma da Previdência

O escritório Kalil & Gazineo Advogados Associados apresentou petição inicial referente à regra de transição para aposentadoria decorrente da reforma da Previdência, objetivando buscar a preservação de uma regra de direito adquirida ao longo do tempo e impedir que servidores que sigam uma determinada regra por muito tempo não sejam prejudicados em casos de eventuais mudanças.

“Estamos aguardando os desdobramentos da petição para, então, ingressarmos com uma ação em nome daqueles servidores filiados ao Sindilegis que se encontrem nessa situação”, explicou Gazineo.

Decisão do STF de limitar ao teto constitucional o acúmulo de pensões e aposentadorias

Em 2020, os ministros do STF decidiram que somente é possível aos servidores acumularem valores de pensão por morte e aposentadoria até o limite do teto constitucional do funcionalismo, atualmente em R$ 39,2 mil. Com isso, muitos filiados foram atingidos pelo acórdão e vêm tendo descontos em seus contracheques desde abril deste ano.

Buscando mitigar os efeitos do acórdão que autoriza o desconto em folha, o Sindilegis, por meio do escritório Kalil & Gazineo, estuda entrar com uma ação judicial para impedir o corte. Contudo, por se tratar de uma decisão do Plenário da Corte com repercussão geral, Gazineo ressaltou que essa é uma matéria bastante complexa, delicada e de difícil combate. Até o momento não existe qualquer procedimento administrativo ou judicial que possa suspender a aplicação dos efeitos da decisão.

Parcela compensatória para servidores do Senado Federal

Conforme já apresentado anteriormente em outras lives do Sindilegis, o escritório do advogado Luís Maximiliano Telesca ingressou com duas ações sobre a demanda: um mandado de segurança para o STF, que foi indeferido, e uma ação ordinária na 5ª Vara Federal de Brasília, cujo processo está em vias de ir para o Tribunal Regional Federal em razão do recurso de apelação protocolado pela União. Nele, há uma execução provisória onde o Sindilegis busca fazer com que o Senado Federal cumpra com a determinação da 5ª Vara, que impede o desconto do valor da Parcela Compensatória nos contracheques. Contudo, a decisão não está sendo seguida, conforme explica Telesca.

“A decisão do juiz de 1º grau que concedeu a tutela antecipada em sentença em relação à Parcela Compensatória está sendo descumprida. Já fizemos três petições encaminhadas a este juiz para notificá-lo de que a liminar não está sendo cumprida – estou inclusive com o telefone do juiz para solicitar uma audiência para expor os problemas sobre este caso”, afirmou.

Vantagem Opção

Em 2005, Telesca relembrou que houve um acórdão do Tribunal de Contas da União com o entendimento que a Vantagem Opção era devida e que poderia ser paga para aqueles que tivessem o direito adquirido. Contudo, em 2019, o TCU reviu o entendimento e apresentou uma nova interpretação sobre a rubrica em relação às três Casas, afirmando que o direito seria, desta vez, ilegal.

“Entramos com uma ação na 21ª Vara Federal e a juíza, não tendo se aprofundado sobre o caso, julgou de maneira rápida e indeferiu o pedido. Em razão da decisão, interpusemos agravo de instrumento. Ao analisar o referido recurso, o desembargador Wilson Alves de Souza reviu a decisão proferida e concedeu tutela de urgência determinando que as Casas Legislativas conservassem, dentro dos contracheques, a Vantagem Opção. Isso ocorreu no final do ano passado e a decisão tem sido cumprida”.

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Prazo para receber créditos em dinheiro do Nota Legal vai até 30 de junho

Consumidores que não tiverem utilizado o valor disponível para abater no IPVA ou no IPTU podem indicar conta corrente para receberem em pecúnia

Atenção, brasilienses: se você não utilizou o seu saldo do Nota Legal para abater os valores referentes ao IPVA ou IPTU de 2021 será possível receber o dinheiro em pecúnia. Entre os dias 1o e 30 de junho, os contribuintes que participam do Nota Legal no Distrito Federal (DF) podem pedir o resgate dos créditos.

É necessário ter ao menos R$ 25,00 de saldo no programa e não possuir nenhum débito com a Receita para ter direito a receber o crédito. Caso esteja em débito, é possível regularizar a situação durante todo o mês de junho – até o dia 30 – para realizar o resgate. Mas atenção: cuidado para não perder o prazo. Não deixe para última hora!

Só podem ser indicadas contas bancárias no nome do titular, tanto conta poupança ou conta corrente. Não são permitidas contas-salários nem contas digitais. O procedimento de indicação é feito na área restrita do site, com acesso exclusivo com CPF e senha cadastrada. Mais de 1,3 milhão de consumidores estão cadastrados no Nota Legal, segundo a Secretaria de Economia do DF. Nos últimos 12 meses, 70 mil novos consumidores se cadastraram no programa, sendo 28 mil nos primeiros meses de 2021.

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Criação da comissão especial da Reforma Administrativa está no radar do Sindilegis

Nesta quarta-feira (2), o presidente da Câmara dos Deputados, deputado Arthur Lira (PP-AL) anunciou a criação da comissão mista que discutirá o mérito, ou seja, o teor, da PEC 32/20, popularmente chamada Reforma Administrativa. A admissibilidade da proposta já foi aprovada pelos parlamentares na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados (CCJC).

Segundo Lira, a comissão será composta por 34 membros titulares e 34 suplentes. Ainda de acordo com o presidente da Câmara, reuniões com os parlamentares sobre a PEC 32 estão agendadas para a próxima semana.

Tão logo sejam definidos o presidente e o relator da proposta na comissão, o Sindilegis irá solicitar participação nas audiências públicas para apontar, mais uma vez, os riscos que eventual aprovação da PEC 32 representará ao bom funcionamento do serviço público, sobretudo em desfavor dos brasileiros mais vulneráveis.

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Secretaria da Mulher lança cartilha para facilitar o acolhimento às vítimas de violência doméstica

A partir de agora, vítimas de violência doméstica contarão com uma cartilha elaborada pela Secretaria da Mulher do Distrito Federal (SMDF), que contém todas as informações dos serviços de acolhimento oferecidos no DF às vítimas e aos seus familiares. O documento pode ser lido por código em QR Code ou clicando aqui.

Na cartilha é possível encontrar informações sobre os Centros Especializados de Atendimento às Mulheres (CEAMs), como funcionamento, equipes, endereços e contatos. Esses locais são responsáveis por dar atendimento e acompanhamento multidisciplinar às mulheres em situações de violência de gênero. Além disso, o documento também explica que fornece o acompanhamento psicossocial dado às pessoas em situação de violência doméstica e familiar contra as mulheres.

O Sindilegis, atualmente, faz parte da suplência do Conselho da Secretaria da Mulher e tem atuado junto ao órgão para fortalecer a luta contra a violência doméstica. Para a diretora Fátima Mosqueira, a cartilha é um instrumento orientador. “Muitas mulheres não sabem como proceder em casos de violência, não têm informações e não sabem por onde começar. Esta cartilha é um excelente material de apoio”.

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Convidada do Café com Política do Sindilegis será ouvida na CPI da Covid

Microbiologista Natalia Pasternark está confirmada em audiência e falará sobre tratamento precoce no combate ao coronavírus

A convidada do último Café com Política do Sindilegis Natalia Pasternak está confirmada para participar de audiência pública da CPI da Covid. Com o objetivo de debater tratamentos ineficazes no combate à Covid-19, a microbiologista será ouvida pelos senadores em conjunto com o médico Dráuzio Varella, o pesquisador Atila Iamarino, o sanitarista Gonzalo Vecina Neto, o coordenador do maior estudo epidemiológico de Covid-19 do Brasil, Pedro Hallal, entre outros convidados. A data, contudo, do encontro na CPI na qual participarão ainda não foi divulgada.

O time de peso da saúde será ouvido pelos senadores da CPI, que buscam avaliações de especialistas tanto contra quanto a favor ao uso de medicamentos como cloroquina e hidroxicloroquina para tratar casos de infecção pelo novo coronavírus. Os remédios são contraindicados por órgãos como a Organização Mundial da Saúde (OMS).

Natalia Pasternak foi uma das convidadas do último Café com Política do Sindilegis, cujo debate girou em torno do tema “Novas perspectivas sanitárias e econômicas da Covid-19 para 2021”. Na ocasião, a professora e microbiologista expôs as sequelas que vêm sendo sentidas por aqueles que contraíram a doença, suas particularidades e o que esperar para os próximos meses em relação à doença. Para rever a participação de Natália clique aqui.

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Sicoob Legislativo lança promoção imperdível de consórcio

Com o mote “Vem que tem desconto de verdade”, a ação vai somente até o dia 31/05

O Sicoob Legislativo oferece 25% de desconto sobre taxa de administração em todos os segmentos do produto consórcio para cooperados e não cooperados com a campanha “Vem que tem desconto de verdade”. A ação relâmpago vai somente até o dia 31 de maio e visa proporcionar taxas ainda menores para os consorciados. Com essa iniciativa o Sicoob quer se posicionar como a melhor taxa de administração do país, oferencendo para as comunidades em que atua um produto com alta aceitação com preço imbatível.

Durante a campanha, a taxa de administração para não cooperados será de 7,13% no consórcio para a compra de motocicletas em até 60 meses e automóveis em até 86 meses; já para quem tem conta no Sicoob, a mesma compra terá a taxa de 5,63% – em outros players do setor, costuma ser facilmente superior a 15%.

Para quem pretende investir em imóveis com pagamento em até 240 meses, a semana de descontos do Sicoob também é a melhor opção: o percentual – que gira em torno de 14% a 25% em outras instituições –estará apenas 6,75% para cooperados e 10,13% para não cooperados.

O Sicoob também oferece a solução para produtores rurais ou frotistas que queiram realizar a compra de implementos agricolas ou caminhões em até 144 meses com taxa de 6,38% para cooperados e 8,63% para não cooperados. Já no segmento de Bens duráveis pode ser feita a aquisição de equipamentos fotovoltalticos, eletrônicos, patinetes e bicicletas elétricas, entre outros. Em até 60 meses com taxa de 9% para cooperados e 11,25% para não cooperados.

Segundo Itamar Filho, gerente de consórcios do Sicoob, trata-se também de uma oportunidade para prospectar novos cooperados para a instituição. “Por ter grande aderência ao mercado, os consumidores acabam adquirindo o produto em outras instituições pagando taxas mais altas, enquanto, no Sicoob, temos as melhores taxas disponíveis. Percebemos que cada vez mais o consumidor faz conta e considera a solidez da instituição na sua escolha, sendo assim, o consórcio se torna um cartão de visita para a adesão ao Sicoob. Em ações comerciais com essa reforçamos nossa preocupação em atender e permitir que as pessoas realizem seus sonhos seja da motocicleta até a casa própria.”, afirma.

Aproveite esta oportunidade única para você realizar seu sonho. Contrate pelo APP SICOOB ou direto pelo Sicoob Legislativo: ligue (61) 3225-2007 ou pelo WhatsApp (61) 99145-0167.

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Sindilegis debate PEC 32 com ministro Jorge Oliveira

Nesta quinta-feira (27), o Sindilegis esteve reunido com o ministro do TCU Jorge Oliveira para tratar de pautas de interesse do servidor. Além de parabenizá-lo pelo novo cargo no Tribunal de Contas – Oliveira foi empossado em 31 de dezembro de 2020 – o Sindicato também debateu com o ministro a PEC 32/20, também conhecida como Reforma Administrativa, além de outros temas.

Próximos passos – O Sindilegis estuda, em parceria com a Frente Servir Brasil e o Fonacate, representar ao TCU para que este se manifeste acerca dos prejuízos que eventual aprovação da PEC 32/20 poderá causar ao país. As referidas entidades entendem que há altíssimo risco de aumento da corrupção e dano aos cofres públicos.

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Aplicativo “Proteja-se” surge para facilitar denúncias de violações de direitos humanos

A partir desta segunda-feira (24) violações de direitos humanos contra mulheres, idosos, crianças e demais indivíduos em situação de vulnerabilidade social poderão ser denunciadas por meio do aplicativo Proteja-se. Criado por meio de uma parceria do Governo do Distrito Federal com o Disque 100 e o Ligue 180 – canais de denúncias do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH), o app vem para acelerar o encaminhamento e o atendimento daqueles que vivem em situação de risco e de violação de direitos básicos.

O aplicativo foi anunciado em evento ocorrido também nesta segunda-feira e contou com a presença do governador do DF, Ibaneis Rocha, e da ministra do MMFDH, Damares Alves. O aplicativo Proteja-se está disponível em Android e, de acordo com a Secretaria da Mulher, a versão para IOS será lançada ainda nesta semana.

O governador Ibaneis afirmou que o lançamento do aplicativo buscará zerar os números de violência doméstica na capital. “Quando protegemos as mulheres e as pessoas em vulnerabilidade, nós estamos protegendo todas as famílias do DF. Quando cuido da defesa das pessoas, é a hora em que realmente estou governando. Estaremos de portas abertas para desenvolver tudo o que for melhor para as famílias da nossa cidade”.

Para a diretora interinstitucional do Sindilegis, Fátima Mosqueira, que faz parte do conselho da Secretaria de Estado da Mulher do Governo do Distrito Federal, como suplente, o aplicativo será uma ferramenta poderosa para a preservação da dignidade humana. “Chega de impunidade para aqueles que violam os direitos humanos. E é importante aqui enfatizar que direitos humanos são para todos, não importando gênero, classe ou cor”.

Como o aplicativo funcionará?

As denúncias de violência contra a mulher feitas por meio do aplicativo Proteja-se, quando ocorridas no Distrito Federal, serão encaminhadas à Polícia Civil do DF para apuração das informações. Paralelamente, a equipe da Ouvidoria da Secretaria da Mulher (SMDF) terá acesso a todas as denúncias feitas pelo Ligue 180 e irá encaminhá-las à Coordenação de Equipamentos da Subsecretaria de Enfrentamento à Violência Contra as Mulheres (Subev).

A partir daí, os casos serão monitorados para que a mulher tenha acesso aos serviços de acolhimento, capacitação e atendimento psicossocial, oferecidos pelos Centros Especializados de Atendimento à Mulher (Ceam), pela Casa da Mulher Brasileira e pelo Espaço Empreende Mais Mulher, todos da Secretaria da Mulher do DF.

Para rever o evento de lançamento clique aqui.

*Com informações do G1.

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Auditoria Cidadã, com apoio do Sindilegis, lança cartilha contra a PEC 32

A Auditoria Cidadã lançou nesta quarta-feira (19) a cartilha popular “Diga não ao fim dos serviços públicos! Diga não à PEC 32 da Contrarreforma Administrativa”, que visa desmistificar os principais pontos da proposta, em vias de ter o mérito apreciado na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados (CCJC).

No documento é possível ler a origem das contrarreformas, a estratégia do Governo e a falta de documentos e dados para a criação da proposta, a situação da dívida pública no Brasil, e o sucateamento dos serviços públicos, caso a proposta seja aprovada.

O Sindilegis foi um dos apoiadores da cartilha, junto a diversas outras entidades, que formaram uma verdadeira frente de coalizão para barrar a reforma administrativa.

Para conferir a cartilha na íntegra clique aqui.

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Senado Federal entrevista presidente da Magazine Luiza

A empresária Luiza Trajano participará de roda de debates em evento transmitido ao vivo pelo YouTube

Nesta sexta-feira (21), a partir das 11h, o Senado Federal promove uma conversa virtual com a empresária Luiza Helena Trajano, presidente do Conselho de Administração do Magazine Luiza e do Grupo Mulheres do Brasil, para discutir sua trajetória profissional e liderança.

A convidada será entrevistada por um grupo de servidores do Senado e o bate-papo, aberto ao público, será transmitido pelo YouTube da TV Senado.

Mediado pela diretora-geral do Senado, Ilana Trombka, o debate contará também com a jornalista e diretora da Secom, Erica Ceolin; com o consultor e coordenador do Grupo de Afinidade de Raça, Henrique Salles; a coordenadora-geral da TV Senado, Glauciane Diniz; e a consultora na área de Direitos Humanos e Cidadania, Roberta Viegas.

Participe deste debate!

SERVIÇO

A liderança de Luiza Trajano

Quando: 21 de maio de 2021

Horário: a partir das 11h

Local: https://www.youtube.com/c/tvsenado/

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A quem interessa a reforma administrativa? Sindilegis e Sinal/RS debatem a PEC 32 e respondem a essa pergunta

Debate online ocorreu no mesmo dia que o relatório foi lido pelo deputado Darci de Matos; previsão é que votação do mérito da proposta ocorra dia 20 de maio

O Sindilegis participou, nesta segunda-feira (17), do debate online “A quem interessa a reforma administrativa?”, organizado pelo Sindicato Nacional dos Funcionários do Banco Central do Rio Grande do Sul (Sinal/RS), para debater a PEC 32/20, também conhecida como PEC da Rachadinha ou Reforma Administrativa.

A reunião foi uma resposta à leitura do relatório pelo deputado Darci de Matos (PSD-SC) pela admissibilidade da PEC 32 na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados (CCJC). Na semana passada, a deputada Bia Kicis (PSL-DF) quebrou acordo e antecipou a votação do projeto para esta semana, antes de concluir as audiências públicas relativas à reforma administrativa.

Participaram da discussão o presidente do Sindicato, Alison Souza, o deputado federal Professor Israel Batista (PV-DF), o assessor sindical Vladimir Nepomuceno e o ex-presidente do Sinal Paulo Lino Gonçalves, responsável pela mediação do debate.

O professor Israel explicou que a oposição, formada por parlamentares contrários à aprovação da reforma, está buscando todas as formas possíveis de obstrução. “Conseguimos adiar a votação do parecer para quinta-feira (20). Todos os partidos irão apresentar voto em separado, cada um por sua vez, justamente para tentar atrasar a votação para terça que vem. Enquanto isso, organizamos as mobilizações das entidades”, afirmou.

Além disso, comentou sobre a realidade da PEC 32 na CCJ: “O relator apresentou o relatório antes mesmo do encerramento das audiências públicas, o que demonstra que as sessões foram meramente proformas. Ele não pretendia escutar o que as audiências tinham a dizer, pretendia apenas cumprir tabela. Parece-me que o relatório já estava pronto e traz apenas uma mudança, que impede o presidente de extinguir órgãos autárquicos por decretos e autoriza os servidores a terem outro trabalho. Ou seja, a lealdade do servidor, que deveria ser ao Estado nacional, não é mais exigida e isso é muito ruim”, finalizou.

O presidente do Sindilegis, Alison Souza, discorreu sobre a fala do ministro da Economia, Paulo Guedes, que afirmou haver dois grandes objetivos com a PEC 32: a redução de custos e o aperfeiçoamento do serviço público. “O Brasil é um país que vive um momento muito dramático e o futuro aponta o pior. Existe um conluio entre grupos políticos e econômicos no sentido de saquear o orçamento público”.

Transmitido pelo canal do YouTube do Sinal/RS, o debate pode ser revisto clicando aqui.

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Documentos para nova ação do FGTS poderão ser enviados até 31 de maio

*Atenção: matéria atualizada em 18/05/2021, às 11h14.

Prazo foi prorrogado tendo em vista que o STF retirou a matéria de pauta, que estava prevista para ser julgada dia 13 de maio

Atenção, filiados! Os servidores que trabalharam com carteira assinada a partir de 1999 e tiveram o devido recolhimento de Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) terão até o dia 31 de maio para enviarem a documentação para participação da ação patrocinada pelo Sindilegis. O prazo foi prorrogado tendo em vista que o Supremo Tribunal Federal (STF) retirou de pauta o julgamento da matéria, previsto para o dia 13 de maio.

A decisão poderá ser proveitosa para aqueles que trabalharam de carteira assinada a partir de 1999. Isso porque, nesse período, o FGTS era corrigido pela TR (taxa referencial) mais 3% de juros ao ano, de modo que não recompunha a inflação do período. Os depósitos administrados pela Caixa, portanto, estavam sendo corrigidos aquém do devido, gerando uma perda do poder de compra dos trabalhadores.

Caso o Supremo seja favorável ao trabalhador, existirá a chance de restituição de perdas devido à atualização dos valores abaixo do índice de inflação nos últimos 22 anos.

No entanto, também existe a possibilidade de a Corte determinar a correção monetária retroativa somente para pessoas que já entraram com processo na Justiça em relação à questão.

Interessados em ingressar com a ação é só clicar aqui e ver o passo a passo. O link também está disponível em https://sindilegisfgts.a2f.adv.br/