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Parcela compensatória/TCU: filiados têm até esta sexta-feira (25) para ingressar na ação

Filiados que não constam nas primeiras ações do Sindicato poderão participar de novo pleito mediante envio de documentação ao e-mail [email protected]; veja se seu nome já está na lista das ações

Atenção, filiados! O prazo para para os filiados do Tribunal de Contas da União ingressarem na terceira ação do Sindilegis da parcela compensatória se encerra nesta sexta-feira (25). Essa é a oportunidade para aqueles que não conseguiram entrar nas primeiras ações patrocinadas pelo Sindicato, mas que têm direito à rubrica.

Caso restem dúvidas se você tem direito ou não à parcela compensatória é só enviar a ficha financeira ou contracheques, conforme detalhado abaixo, para que o Núcleo Jurídico do Sindilegis verifique seu caso. Qualquer dúvida é só ligar para a Consulegis nos números (61) 99964-9591 ou (61) 99148-5498.

Saiba se você já está na ação – Filiados que já se encontram nas primeiras ações do Sindicato não precisam enviar mais nenhuma documentação. Para conferir se seu nome consta no processo é só acessar as listas aqui.

Documentação – A documentação poderá ser entregue pessoalmente ou de maneira virtual ao Núcleo Jurídico do Sindilegis no e-mail [email protected]. Atenção: a documentação não será recebida por WhatsApp ou qualquer outro e-mail que não seja o oficial da Consulegis. ENTREGA ATÉ O DIA 20/02/2022.

Veja as listas: primeira ação clique aqui. Segunda ação clique aqui.

Veja abaixo o que é preciso reunir:

1 – Autorização (clique aqui para ver modelo)

2 – Procuração (clique aqui para ver modelo)

3 – Documento pessoal com foto e identificação do CPF

4 – Comprovante de residência

5 – Fichas financeiras de 2002-2009 e/ou contracheques de 2002 à 2009 – a serem obtidas junto ao TCU

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Governo divulga agenda prioritária para 2022; reforma administrativa não está na lista

Privatização dos Correios, bem como reforma tributária e do Imposto de Renda, estão entre os projetos que serão encampados pelo Governo neste ano de eleição

 

Na última quarta-feira (9), a Casa Civil divulgou a agenda legislativa com a lista de projetos prioritários do Governo Federal para 2022. Ao todo, serão 45 propostas no radar – 39 delas já estão em tramitação no Legislativo e seis ainda estão em formulação.

Ano de eleição presidencial – que ocorrerá em outubro deste ano, diversas pautas com foco nos servidores públicos foram deixadas de lado pelos atuais governantes, entre elas, a Reforma Administrativa (PEC 32/20), duramente combatida pelo Sindilegis em 2021.

Na agenda legislativa, o Governo separou dez eixos que estarão no radar: econômico; custo Brasil; social; ambiental; segurança e defesa; agricultura; mineração; educação; infraestrutura; e saúde. No eixo econômico, são listados seis projetos, dentre eles a reforma tributária (PEC 110/19) e a do Imposto de Renda (PL 2337/21), bem como a privatização dos Correios (PL 591/21). Já no eixo social, está prevista também a votação do Contrato Verde e Amarelo (PL 6160/2019) e a ampliação extra do benefício Auxílio Brasil (MP 1076/21).

Na área da saúde, as prioridades legislativas são o PLS 589/21, que aperfeiçoa o controle de qualidade de medicamentos já registrados; o PL 2552/21, que moderniza o rastreamento da produção e do consumo de medicamentos; e o PL 1613/21, que facilita a incorporação de tecnologias ao Sistema Único de Saúde (SUS). Já na área de educação, o PL 2401/19, que regulamenta o direito à educação domiciliar (home schooling), também é prioritário.

Outros projetos na área de segurança seguem no foco de discussão do Governo, como o PL 6438/19, que trata do porte de armas; e a PEC 115/15, que trata da maioridade penal (de 18 para 16 anos).

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Filiados votaram e aprovaram regulamento do Conlegis em assembleia geral

*Matéria atualizada em 18 de fevereiro.

Na última quinta-feira, 17 de fevereiro, o Sindilegis realizou assembleia geral para deliberar sobre a convocação e aprovação do regulamento do VII Congresso Nacional dos Servidores da Câmara dos Deputados, do Senado Federal e do Tribunal de Contas da União filiados ao Sindilegis (Conlegis).

Realizada durante o 12º Encontro de Coordenadores Regionais e Representantes Estaduais do Sindilegis (Encore) e com transmissão pelo canal oficial do Sindicato no YouTube, a convocação do evento para os dias 28 e 29 de maio, em Brasília, e o regulamento foram aprovados por unanimidade entre os filiados que participaram virtual e presencialmente.

Antes de acontecer a assembleia, a minuta do regulamento foi divulgada nos canais de comunicação da entidade com o objetivo de dar transparência ao documento e tempo hábil para que os servidores pudessem lê-lo e discuti-lo durante a assembleia.

Confira o regulamento na íntegra aqui.

 

 

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Nota pública em defesa do Controle Externo

As entidades signatárias desta Nota Pública vêm a público trazer algumas ponderações sobre os episódios envolvendo recentes notícias acerca de alegada influência sobre Auditores de Controle Externo do Tribunal de Contas da União e sobre o suposto sumiço de mídias digitais em processo da Corte de Contas.

De pronto, cabe rechaçar qualquer ideia de influência ou ingerência indevida na atuação das Unidades Técnicas do Tribunal, que têm se pautado sempre no respeito à legalidade e às normas processuais. A influência insinuada simplesmente não ocorreu. Manter postura de independência, serenidade e imparcialidade são obrigações funcionais que a Lei Orgânica do TCU e o Código de Ética (Resolução TCU 330/2021) impõem ao servidor que exerce funções de controle externo (art. 86), e cuja eventual alegação de ofensa não pode prescindir da apresentação de provas contundentes para sustentá-la.

Quanto ao sumiço de mídias digitais (CDs ou DVDs), cabe esclarecer que a Unidade Técnica encarregada da instrução processual do caso agiu no estrito cumprimento do seu dever de propor melhorias em procedimentos administrativos internos, tomando a iniciativa de, por meio de seu Diretor, agindo com diligência e ciente do seu dever funcional, tão logo detectado o problema, em 05/04/2021, dar o devido conhecimento do ocorrido ao Ministro Relator (que também é Ministro Corregedor) em processo administrativo sigiloso. Nota pública do TCU esclarece as medidas que vêm sendo adotadas, reconhecendo oportunidades de melhoria nos sistemas corporativos mantidos pela Instituição.

Registre-se também a preocupação com o fato de que o referido processo administrativo, sigiloso por imperativo legal, teve duas de suas peças posteriormente divulgadas para a imprensa, sendo uma delas o pronunciamento da Subunidade Técnica e a outra o Despacho do Ministro Relator. A partir das informações dos documentos divulgados em desacordo com os preceitos legais, extraem- se como relevantes os seguintes esclarecimentos:

a. Cuida-se de seis mídias digitais produzidas e classificadas como sigilosas por uma empresa e entregues ao TCU entre julho e outubro de 2018 a título de “proposta de colaboração” com o Tribunal. Não há elementos públicos que possibilitem inferir se tratar do acordo de leniência negociado pelo MPF em 2015 e homologado em 2016 pela Justiça Federal;

b. Dessas seis mídias digitais, cinco deram entrada por meio da Subunidade responsável pela recepção e guarda dessas informações e a outra (o sexto e último CD/DVD) foi recebida pelo próprio Gabinete do Ministro Relator;

c. Inicialmente, foram encontradas 3 mídias digitais, sob a guarda da Secretaria que atualmente centraliza a gestão processual. Posteriormente, já em 2021, o Gabinete do Ministro Relator informou à Unidade Técnica Instrutora ter encontrado a mídia digital que ali havia sido recebida;

d. Ausentes duas mídias digitais e esgotadas todas as medidas cabíveis para encontrá-las, a Unidade Técnica deu conhecimento dessa ocorrência ao Ministro Relator;

e. O processo de controle externo correspondente em que a matéria era examinada (TC 047.244/2020-8) foi instruído pela Unidade Técnica em 31/3/2021 e apreciado conclusivamente pelo Tribunal em 27/10/2021, havendo sido decidido seu arquivamento definitivo (Acórdão 2.554/2021- TCU-Plenário);

f. Embora o Ministro Relator/Corregedor já houvesse sido cientificado da ocorrência, considerou-se que os autos se encontravam aptos a serem deliberados mesmo nessa situação. Consoante o documento divulgado pela imprensa, foram colocados fundamentos pelos quais a referida documentação não seria essencial para o julgamento do Tribunal acerca da matéria;

g. Posteriormente, o Ministro Relator proferiu, em 4/2/2022, despacho relacionado ao ocorrido, igualmente confidencial e divulgado pela imprensa.

Cabe pontuar que os normativos do Tribunal preveem que, em casos dessa natureza, a documentação pode ser reconstituída a pedido da autoridade competente.

Por outro lado, chama a atenção que o caso vem despertando correlações entre o episódio acima relatado e a posição da Unidade Técnica em um outro processo de controle externo envolvendo um pré-candidato à Presidência da República. Contudo, não há evidências de que exista qualquer relação, sendo temas de controle externo diferentes, instruídos e despachados por Auditores diferentes. Tais alegações, sem as devidas provas que as sustentem, podem constituir ilegalidade e afronta a prerrogativas e valores imprescindíveis ao exercício da atividade de controle externo, que as entidades signatárias atuam para defender.

Essa situação é extremamente preocupante, na medida em que a normalização dessas práticas pode vir a minar a credibilidade das instituições de controle, por questões alheias ao conteúdo estrito dos processos, inclusive com vazamento de documentos sigilosos para a imprensa. Parafraseando o ex-Auditor e eminente Ministro Benjamin Zymler, na Sessão Plenária de ontem (9/2/2022): “existe um movimento que faz chegar ao TCU questões políticas não resolvidas e é preciso que se saiba lidar com essas questões e ter clareza sobre o limite entre a política e o controle administrativo”.

Dessa maneira, as entidades signatárias conclamam todos os Ministros do TCU, os Técnicos e Auditores de Controle Externo do Brasil, os membros do Ministério Público de Contas e demais servidores dos Tribunais de Contas, assim como os veículos de imprensa que praticam o jornalismo responsável e a sociedade civil a repudiarem, com veemência, as acusações indevidas e medidas com verniz intimidatório contra as Unidades Técnicas e os Servidores do TCU.

Assinam essa nota:

Confira a nota na íntegra clicando aqui.

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Sindilegis realizará novo encontro de coordenadores regionais e representantes estaduais

Última vez que servidores se encontraram para o debate foi em 2019 devido à pandemia

*Texto atualizado em 11/02/22, às 19h15

Na próxima semana, nos dias 17 e 18 de fevereiro, o Sindilegis irá receber representantes e coordenadores de todo o Brasil para participarem do Encore – Encontro de Coordenadores Regionais e Representantes Estaduais do Sindilegis. A reunião marca a primeira vez que os servidores que moram em outros estados se encontrarão após quase dois anos de pandemia.

O Encore é um espaço para que os servidores filiados ao Sindilegis que residem fora de Brasília (em especial os que atuam nas secretarias estaduais do TCU) possam estreitar laços com a administração do sindicato e das três Casas que integram o Poder Legislativo Federal. Um dos principais objetivos do encontro é engajar esses servidores nas lutas lideradas pelo sindicato, bem como municiar os representantes de informações importantes para que elas sejam repassadas aos filiados fora do DF.

Durante o evento, serão apresentados os projetos desenvolvidos pela entidade em diversas áreas, os benefícios oferecidos aos filiados, as ações judiciais em curso e o trabalho de articulação política realizado em prol de pautas de interesse da categoria.

A alta administração do Tribunal de Contas, formada por Segedam, Segepress e Segecex, estão confirmados para participar do debate. Na pauta, estão previstas as seguintes discussões: novo modelo; terceirização; saúde (Pro-TCU); situação das Sec’s, especialmente dos técnicos lotados nas regionais; nível superior para técnico; adicional de fronteira/ elaboração de documento para entregar à Administração; resolução nova; e transição 2022.

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Fevereiro Laranja: Sindilegis reforça a importância do tratamento da leucemia e doação de medula óssea

Campanha visa sensibilizar a população acerca de um dos tipos mais comuns de câncer

 

O segundo mês do ano traz consigo a campanha “Fevereiro Laranja” com o objetivo de conscientizar a população sobre o tratamento da leucemia e doação de medula óssea. No Brasil, a doença ocupa a nona posição nos tipos de câncer mais incidentes em homens e a décima primeira em mulheres. Segundo dados do INCA (Instituto Nacional de Câncer), mais de 10.000 casos serão diagnosticados por ano no triênio 2020-2022, sendo cerca de 5.900 em homens e 4.800 em mulheres.

A leucemia é uma doença dos glóbulos brancos e, geralmente, de origem desconhecida. Sua principal característica é o acúmulo de células doentes na medula óssea, um órgão que ocupa a cavidade dos ossos e é o local de fabricação das células do sistema sanguíneo: glóbulos brancos (leucócitos – atuam na defesa do organismo), glóbulos vermelhos (hemácias – distribuem oxigênio aos tecidos do corpo) e plaquetas (atuam na coagulação do sangue).

Na leucemia, uma célula sanguínea que não atingiu a maturidade sofre uma mutação genética que a transforma em uma célula cancerígena e não funciona de forma adequada, multiplicando-se rapidamente e substituindo as células saudáveis do sistema sanguíneo.

O câncer é mais recorrente em adultos e idosos, mas existem alguns casos onde crianças e adolescentes também desenvolvem a doença. Infelizmente, na maioria das vezes não há como evitar a leucemia por se tratar de um câncer que ainda não possui causas definidas pelos especialistas. Entretanto, estudos apontam que tabagismo, idade, exposição à radiação e agrotóxicos e presença da doença no histórico familiar são fatores que aumentam o risco de aparição da leucemia.

A redução dos leucócitos acaba resultando em baixa imunidade, deixando o organismo mais vulnerável a infecções. Já a diminuição das hemácias ocasiona anemia e consequentemente em fadiga, falta de ar, dor de cabeça, tontura entre outros sintomas. Constantes sangramentos, sendo os mais comuns das gengivas e nariz, também podem indicar um cenário de leucemia, uma vez que há redução também no número de plaquetas.

Outros sintomas também podem sugerir leucemia como: aparições de gânglios linfáticos inchados na região do pescoço e axilas; febre ou suores noturnos; perda de peso sem motivo aparente; dores nos ossos e articulações. Em alguns casos, a doença também pode afetar o sistema nervoso central e causar dores de cabeça constantes, náuseas, vômitos, visão dupla e desorientação.

Com a aparição dos sintomas, o paciente deve imediatamente realizar exames de sangue e consultar um hematologista. O principal exame de sangue diante da suspeita de leucemia é o hemograma, mas para o diagnóstico é preciso fazer um mielograma, em que é retirada uma pequena amostra de sangue do material esponjoso de dentro da medula óssea.

Após diagnosticado, recomenda-se começar a tratar o mais rápido possível, pois as chances de cura são proporcionais à precocidade do tratamento que pode variar de acordo com o tipo de leucemia e o estado avançado da doença. Mas o procedimento geralmente se baseia em destruir as células cancerígenas a partir de quimioterapia, para que a medula óssea volte a produzir células saudáveis novamente. Para muitos casos, é indicado o transplante de medula óssea.

 

Doação de medula óssea

A campanha Fevereiro Laranja também alerta sobre a importância da doação de medula óssea, uma ação capaz de salvar muitas vidas acometidas pela leucemia. Geralmente, médicos optam por verificar se existem doadores na mesma família, mas se não houver, recorrem ao banco de dados do Redome (Registro de Doadores de Medula Óssea).

Atualmente, existem cerca de cinco milhões de pessoas cadastradas no Redome. Os doadores primeiramente doam uma amostra de sangue para realizar exames e identificar as características como proteínas e histocompatibilidade. O resultado fica na ficha do doador que é acionado quando mostra-se 100% compatível ao enfermo. O procedimento é feito em centros cirúrgicos com o paciente sob efeito de anestesia peridural ou geral e requer internação de 24 horas. As células são coletadas através de punções na região pélvica posterior que duram cerca de 90 minutos.

Para ser um doador de medula e se cadastrar no banco de dados do Redome, é necessário ter idade entre 18 e 55 anos, boa saúde e realizar a doação de uma ampola de sangue.

 

SERVIÇO

Redome – http://redome.inca.gov.br/

INCA – https://www.inca.gov.br/

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Sindilegis convoca servidores para protesto em defesa da recomposição salarial

Mais de 30 entidades estarão presentes em ato de 18/01, que ocorrerá na frente do Banco Central e do Ministério da Economia. Participe!

Texto atualizado em 12/01/2022 às 15h45*

O Sindilegis uniu forças a 37 entidades representativas de classe e participará, no dia 18 de janeiro (terça-feira), de ato público pela recomposição salarial dos servidores. A mobilização acontecerá em dois momentos: pela manhã, às 10h, as entidades estarão em frente ao Banco Central, e à tarde, às 14h, em frente ao Ministério da Economia (bloco P).

Confira o recado do presidente Alison Souza:

A ação conjunta tem por objetivo obter uma resposta do Governo Federal em relação à recomposição salarial dos servidores, cujas remunerações sofreram defasagem de quase 30% desde o último plano de carreira, aprovado em 2016. Caso não haja correção neste ano, a recomposição só poderá ocorrer em 2024, devido à legislação aprovada em 2020, que proíbe a reavaliação de salários em anos de transição de mandatos de governadores e presidentes.

O presidente do Sindilegis, Alison Souza, convida os servidores a participarem do ato público e reforça a importância da presença dos filiados neste momento. “Todos os diretores do Sindicato estarão no ato para protestar contra a ausência de uma política salarial que valorize os nossos servidores. É ruim para o filiado, para o órgão e para a sociedade. Considero especialmente importante a participação da nossa categoria”, ponderou.

Saiu na midia

Sindilegis é destaque no Correio Braziliense ao repudiar Orçamento que concede reajuste apenas a policiais federais

 O Sindilegis foi destaque no jornal Correio Braziliense, nesta quarta-feira (22), ao repudiar o Orçamento do Governo que contempla apenas reajuste para policiais federais.

Confira a matéria a seguir, na íntegra, juntamente com a posição do Sindicato sobre o tema.

Sindilegis repudia Orçamento que contempla apenas reajuste para policiais federais

Os servidores do legislativo repudiam e consideram uma “falácia” não ter verbas orçamentárias para distribuir o reajuste às carreiras que “tiveram seus vencimentos corrigidos pela última vez ainda em 2016”

A aprovação do Orçamento de 2022 com destinação de R$ 1,7 bilhões para reajuste de policiais federais, moveu diversos outros grupos de servidores nesta terça-feira (21/12). O Sindicato dos Servidores do Poder Legislativo Federal e do Tribunal de Contas da União (Sindilegis) assinou uma carta de repúdio na qual consideram “perplexa” a decisão de conceder reajuste à apenas uma parte dos servidores e ignorar outros mais de “um milhão”.

“Em que pese a importância e merecimento dos colegas da Polícia Federal (PF), da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e do Departamento Penitenciário Nacional (Depen), causa perplexidade a decisão do relator, chancelada pela CMO e pela Câmara, de conceder reajuste apenas aos membros dessas carreiras, ignorando completamente mais de 1 milhão de servidores públicos que tiveram seus salários corroídos pelo aumento galopante da inflação desde a última recomposição, há cinco anos”, diz a nota publicada.

Os servidores do legislativo repudiam e consideram uma “falácia” não ter verbas orçamentárias para distribuir o reajuste às carreiras que “tiveram seus vencimentos corrigidos pela última vez ainda em 2016”. A categoria destaca que todos “estão na mesma situação os profissionais da saúde e educação”. O sindilegis ainda questiona: “o que justifica, portanto, esta injusta e insensível escolha do Governo, avalizada pelos deputados, de destinar R$ 1,74 bilhão para reajustar o salário de apenas 45 mil policiais em detrimento dos demais trabalhadores do serviço público?”.

O presidente do sindicato, Alison Souza ainda destaca que o parecer aprovado pela Câmara deixa claro as prioridades da Casa legislativa. “O financiamento de campanhas eleitorais com dinheiro público em 2022, bem como as negociações para dar sustentação política ao Governo, são infinitamente mais importantes do que recompor o salário de servidores públicos que já estão há meia década sem reajuste – três anos apenas no Governo Bolsonaro, diga-se de passagem”, afirmou.

Confira a matéria na íntegra aqui.

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Sindilegis protocola novo ofício com pedido para que comissionados tenham direito ao FGTS

Nessa segunda-feira (20), o vice-presidente do Sindilegis Paulo Cezar Alves e o secretário parlamentar Roberto Holanda protocolaram mais um ofício buscando pleitear o FGTS para os servidores ocupantes de cargo especial (CNE’s) e Secretários Parlamentares da Câmara, do Senado e do TCU no orçamento de 2022.

Desta vez, o protocolo foi feito diretamente na Comissão Mista de Planos, Orçamentos Públicos e Fiscalização da Câmara. Essa é uma pauta antiga do Sindilegis, que já vem trabalhando para garantir a incorporação de direitos básicos aos comissionados.

O Fundo de Garantia por Tempo de Serviço, por exemplo, é uma das reivindicações mais antigas, tendo em vista que, quando são exonerados, não recebem qualquer benefício, devido a um limbo jurídico.

O ofício protocolado pelo Sindilegis é uma resposta aos comissionados oriunda de assembleia realizada com a categoria, em agosto deste ano, onde servidores em comissão expuseram suas principais angústias e anseios. Outros encaminhamentos já estão na pauta do Sindicato para abarcar os pedidos coletados ao final da assembleia, para minimizar as perdas sofridas pelos comissionados.

Dezembro Vermelho Destaque

Dezembro Vermelho: Sindilegis reforça a importância da prevenção às ISTs

A iniciativa Dezembro Vermelho visa sensibilizar a população acerca da prevenção de infecções sexualmente transmissíveis

 

O último mês do ano traz consigo a campanha “Dezembro Vermelho”, de conscientização em relação aos problemas da AIDS e outras infecções sexualmente transmissíveis, conhecidas popularmente como ISTs. A campanha nacional foi criada diante a Lei 13.504, publicada no Diário Oficial em novembro de 2017, dando sequência às ações do Dia Mundial contra a AIDS, celebrado em 1º de dezembro em todo o mundo desde 1988. Neste mês, profissionais de saúde reforçam a importância de se prevenir e tratar a doença e demais ISTs.

Dados do Ministério da Saúde revelam que cerca de 920 mil brasileiros vivem com o vírus HIV e podem sofrer com o estágio mais avançado da infecção, esse chamado de AIDS (Síndrome da Imunodeficiência Adquirida). O vírus ataca o sistema imunológico, responsável por defender o organismo de eventuais doenças. Cerca de 10.000 óbitos pela doença são registrados anualmente no Brasil.

As ISTs podem ser causadas por mais de 30 agentes como vírus, bactérias, fungos e protozoários que são transmitidos durante relações sexuais sem proteção e em alguns casos, por transfusão de sangue. Os principais sintomas das ISTs são a aparição de feridas pelo corpo, principalmente nos órgãos genitais, lesões na pele e dores ao urinar e praticar o ato sexual.

A forma mais eficiente de prevenir as infecções e fortemente repercutida pelos profissionais de saúde é usando preservativos durante o ato sexual. Camisinhas, tanto as masculinas quanto as femininas, são de extrema importância para evitar a contaminação e até mesmo uma gravidez inesperada.

Também é recomendado evitar compartilhar instrumentos perfurocortantes, tomar cuidados com transfusões de sangue que pode estar contaminado, realizar vacinações e exames periódicos para tratá-las o mais rápido possível se diagnosticadas. Uma vez identificadas por um médico, o tratamento inicia-se logo em seguida com o uso de medicamentos antirretrovirais.

 

O Serviço Único de Saúde (SUS) disponibiliza gratuitamente o teste de HIV, sífilis e das hepatites B e C. Procure uma unidade básica de saúde da rede pública ou os Centros de Testagem e Aconselhamento (CTA). Também é possível saber onde fazer o teste pelo Disque Saúde (136).

Além da rede de serviços de saúde, você também pode fazer o teste de HIV por meio de uma Organização da Sociedade Civil, pelo Programa Viva Melhor Sabendo. Procure um profissional de saúde e informe-se sobre os testes.

Fachada TRF1

Justiça concede liminar a pedido do Sindilegis para manter pagamento da Vantagem Opção a servidores do TCU

Nesta quarta-feira (24), o desembargador federal Wilson Alves de Souza, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, concedeu liminar favorável ao Sindilegis no Processo nº 073385-46.2021.4.01.3400 e determinou que o TCU suspenda o corte da Função Opção do contracheque dos servidores do Tribunal de Contas da União.

O Sindilegis não concordou com o novo entendimento do TCU trazido pelo Acórdão 2.988/2018 – Plenário TCU, que determinou que os servidores não poderiam mais carrear ou manter na sua aposentadoria a gratificação assegurada no art. 193 da Lei n° 8.112/90. Trata-se de uma decisão que, a exemplo de outras, mais uma vez traria prejuízo econômico para os nossos filiados. Proposta a ação inicial, o juiz de primeiro grau negou a concessão de liminar.

Diante do fato e inconformados com a decisão negativa, o Sindilegis, por meio de seus advogados, ingressou com agravo de instrumento na tentativa de reverter a decisão proferida e obter a suspensão da aplicação dos efeitos do Acórdão por meio da liminar pretendida.

Depois de muita dificuldade os advogados que cuidam do processo conseguiram despachar com o desembargador e, como resultado, houve a concessão da liminar pleiteada. Foi determinado ao TCU que se abstenha de excluir a parcela intitulada “Opção” dos proventos de aposentadoria e pensão dos servidores.

O diretor jurídico do Sindicato, Fábio Fernandez, comemorou a decisão: “Trata-se de uma vitória muito significativa em razão da dificuldade que existe em se obter liminares em casos como este, notadamente em uma época de pandemia onde o acesso aos magistrados é muito difícil”.

Fernandez continuou: “É mais do que justo que sejam resguardados os direitos adquiridos dos servidores. O corte remuneratório que vinha ocorrendo, ainda mais em um período crítico como este, estava prejudicando toda a dinâmica familiar de nossos filiados. Nosso Núcleo Jurídico, em parceria com advogados contratados, trabalhou diuturnamente para garantir esta liminar. Agora ficaremos atentos para que a lei seja cumprida”, completou.

O advogado Maximiliano Telesca, cujo escritório contratado pelo Sindicato está responsável por patrocinar a ação, explica os efeitos da decisão do desembargador. “Os servidores do TCU que se aposentaram tendo como garantia a incorporação da Vantagem Opção e Quintos estão resguardados pelas Lei n° 8.112/1990 e n° 8.911/1994. Ainda, também cumpriram todos os requisitos temporais previstos no art. 193 da Lei n° 8.112/90, que vigorou até 19/01/1995. Portanto, não é razoável que agora haja novo entendimento, mudando uma decisão ratificada no passado, sem nenhum embasamento jurídico e legal, e que afete tão drasticamente esse grupo de servidores”.

Confira a decisão na íntegra clicando aqui.

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Live sobre quintos, parcela compensatória e outras demandas é adiada para 9 de dezembro

Atenção, filiados: a live que seria realizada no dia 25 de novembro para discutir as novidades sobre Quintos, Parcela compensatória para servidores do Senado Federal e Vantagem Opção para as três Casas, além de outros assuntos do Núcleo Jurídico, será alterada para o dia 9 de dezembro, às 10h00.

O encontro será on-line, devido à pandemia de coronavírus, e contará com a presença do diretor jurídico do Sindicato, Fábio Fernandez, o gerente jurídico Marcos de Lara e os advogados que representam os escritórios em ações individuais e coletivas.

A live será transmitida pelo YouTube do Sindilegis, no link YouTube.com/sindicatosindilegis. Participe!