nota-logo-sindilegis

Resposta à matéria veiculada pelo Blog do Servidor em 13/11

Sobre a matéria publicada na sexta-feira (13) pelo Blog do Servidor do jornal Correio Braziliense, o Sindilegis informa que desconhece qualquer investigação sobre sua gestão no âmbito do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) e considera extremamente temerária a veiculação de suposta denúncia anônima sem a devida apuração dos fatos, não informando sequer qual é o eventual inquérito civil público ou ação civil pública instaurada para apurar as hipotéticas irregularidades, a fim de assegurar a veracidade da informação. O anonimato e, especialmente, o teor da suposta denúncia a que tivemos acesso pela matéria do Blog do Servidor diz muito sobre o caráter e as intenções do “denunciante”.

O Sindilegis não recebe recursos públicos e sua receita é constituída por contribuições associativas voluntárias de seus sindicalizados, razão pela qual não está incluído entre as instituições fiscalizadas pelo MPDFT. De toda forma, em respeito ao princípio da TRANSPARÊNCIA que rege a gestão do Sindicato, o Sindilegis se coloca à disposição do Ministério Público para esclarecer estes e quaisquer fatos e informa que, na segunda-feira (16), sua Diretoria irá pessoalmente ao MPDFT veriricar se, de fato, existe alguma investigação e, em caso positivo, colaborar compartilhando as informações e documentos que se façam necessários.

Em paralelo, o Sindilegis vem a público, mais uma vez, reforçar as informações já publicizadas em live realizada no dia 16 de outubro (disponível em: https://youtu.be/MD4BBra3RHs) e matéria publicada em seu site (disponível em: http://sindilegis.org.br/presidente-do-sindilegis-rechaca-fake-news-sobre-contratos-do-sindicato-a-transparencia-sempre-foi-uma-meta-da-nossa-gestao/) amplamente divulgada em suas redes sociais, e informa que na próxima quinta-feira (19), às 10h, o Sindicato realizará uma nova live para, novamente, combater as fake news propagadas e sanar eventuais dúvidas de seus filiados.

– Imóvel da Ascade onde funciona atualmente a Sede do Sindilegis:

Sobre a alegação de que parte do imóvel da Ascade, cedido pelo GDF, alugada pelo Sindilegis não poderia ser locada, já há decisão judicial favorável à Ascade confirmando a legalidade da locação. O processo NÃO está concluso para sentença na 3ª Turma do TJDFT, conforme informado equivocadamente pela matéria. Já existe sentença e o juiz da causa entendeu que não existe nenhuma forma de prejuízo ou irregularidade, como também há um lado positivo na manutenção do imóvel e no auxílio financeiro à Ascade nesse momento em que os clubes passam por uma situação financeira delicada. Além disso, a Ascade continua explorando o espaço com outras atividades esportivas e recreativas e seus associados usufruem de desconto e preferência. Ou seja: está devidamente provado que não há qualquer irregularidade no contrato, nem risco ao investimento feito pelo Sindilegis na reforma do espaço onde agora funciona a sua sede, com todos os serviços prestados pelo Sindicato aos seus filiados no mesmo lugar.

A medida foi extremamente positiva para o Sindilegis e os seus filiados sob diversos aspectos. Na gestão anterior o Sindilegis possuía duas sedes: uma no Setor de Autarquias, própria, com custo de R$ 9 mil mensal em taxas de condomínio, onde funcionavam as estruturas administrativas do Sindicato, e outra na 610 sul, em espaço da Ascade alugado pelo Sindilegis ainda em 2011, com custo aproximado de R$ 32 mil mensal, onde funcionam os serviços de atendimento jurídico, contábil e odontológico prestados pelo Sindicato aos filiados, totalizando o custo de R$ 41 mil mensal. Somam-se a isso os custos dobrados com impostos, água, luz, manutenção, logística e funcionários necessários para o funcionamento das duas sedes.

Com a mudança feita por essa Gestão, o Sindilegis reduziu para R$ 26 mil o valor do aluguel pelo espaço da Ascade, em contrato com duração de 12 anos; reduziu em mais de 40% o número de funcionários (de 63 para 37) e em 23% a folha de pagamento; passou a receber R$ 19 mil  por mês com a locação das salas que possui no Setor de Autarquias e deixou de pagar R$ 9 mil referente às taxas de condomínio, totalizando R$ 28 mil. Ou seja: com a mudança, o Sindilegis não só deixou de pagar R$ 41 mil por mês, como passou a ter um ganho mensal de R$ 2 mil reais, sem contar a economia expressiva com a redução da folha de pagamento e outras despesas. Nos doze anos de vigência do contrato, a mudança representará uma economia de mais de R$ 15 milhões de reais aos cofres do Sindilegis, além de mais conforto, comodidade, segurança e qualidade no atendimento prestado aos filiados.

 

– Odontolegis – rescisão com a Previni e contratação da Porto Seguro Odonto:

Em relação ao atendimento odontológico, o Sindilegis reestruturou o modelo do serviço prestado para atender a uma reivindicação dos filiados de oferecer atendimento nacional e conseguir alcançar quem mora fora de Brasília (cerca de 17% dos filiados). Na gestão anterior se pagava R$ 155 mil para a Previni pelo atendimento de 1.080 filiados/mês, de segunda a sexta-feira em horário comercial. O Sindilegis apresentou à Previni sua necessidade de expandir o atendimento a outros estados e diante da impossibilidade apresentada pela empresa de atender essa demanda, o Sindicato encerrou o contrato, tendo cumprido todos os prazos e determinações contratuais.

O novo modelo de serviço odontológico prestado pelo Sindilegis alcança a totalidade de seus filiados, em todos os estados brasileiros, com uma rede referenciada com mais de 20 mil opções, entre dentistas, clínicas, hospitais e laboratórios – a um custo médio mensal de R$ 135 mil. Além de mais de 200 procedimentos gratuitos, que já eram oferecidos anteriormente, agora os filiados também contam com atendimento de emergência 24h, cobertura para exames radiológicos e possibilidade de reembolso, além da comodidade de encontrar atendimento em uma clínica próxima a sua residência. Para isso, o Sindilegis contratou uma das maiores e melhores seguradoras de saúde do país: primeiro a Hapvida e agora a Porto Seguro, com mais de 70 anos de experiência no mercado e um dos menores índices de reclamação na ANS. A Odontolegis, clínica do Sindicato, também saiu fortalecida: com a economia, as instalações foram reformadas e modernizadas e a gestão foi entregue ao dentista mais bem avaliado em Brasília da rede da Porto Seguro. Ou seja: o Sindilegis está economizando R$ 20 mil reais por mês para oferecer atendimento ilimitado e assistência 24h, gratuidade para exames radiológicos e possiblidade de reembolso, para TODOS OS FILIADOS em TODOS OS ESTADOS e TAMBÉM na sua sede, sob uma nova administração, respeitada e bem avaliada, conforme já demonstram as pesquisas de satisfação realizadas pelo Sindilegis junto aos filiados. Só nos estados mais de 1.700 servidores e 3.400 dependentes foram beneficiados.

Sobre o processo movido pela empresa Previni contra o Sindilegis, o Sindicato esclarece que o contrato pactuado com a PREVINI previa que, após 24 meses contados da assinatura do contrato, poderia ocorrer a rescisão por mútuo consentimento ou por denúncia – o que ocorreu -, devendo a parte interessada comunicar a outra com 120 dias de antecedência. O Sindilegis notificou a Previni da intenção do distrato ainda no dia 3 de janeiro de 2019, tendo a prestação do serviço se encerrado no dia 30 de setembro. Ou seja: a empresa foi comunicada com a antecedência de 266 dias – quase CINCO MESES ALÉM dos quatro determinados pelo contrato. A ação movida de má fé pela empresa contra o Sindilegis é, portanto, infundada, motivo pelo qual o Sindicato, ao apresentar a sua contestação, protocolou ação de reconvenção requerendo: valores contratualmente devidos pela Previni e não pagos ao Sindilegis (referentes a 10% dos valores cobrados por serviços prestados aos filiados do Sindicato não cobertos pelo contrato); além de atendimentos não prestados (o contrato estabelecia 1.080 atendimentos por mês, mas esse número só foi prestado em 2 dos 63 meses pagos pelo Sindicato conforme comprovam os próprios relatórios mensais apresentados pela Previni). Diante destes fatos, ao final do processo, quem deverá sair com uma dívida milionária é a Previni, visto que a conduta do Sindilegis está em total consonância com os termos do contrato pactuado.

 

– Hapvida:

Sobre as ilações em relação a empresa Hapvida os fatos são bastante objetivos: após a rescisão com a Previni o Sindilegis firmou contrato com a Hapvida, terceira maior operadora de saúde do país, com ampla rede credenciada em todos os estados. Jamais ocorreu venda de base cadastral e o Sindicato já seguia o que determina a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais. A rescisão com a Hapvida ocorreu porque o Sindicato verificou um desnivelamento entre os estabelecimentos credenciados e recebeu diversas reclamações de filiados. Diante da impossibilidade da empresa atender as reivindicações, o Sindilegis buscou outras seguradoras, firmando contrato posteriormente com a Porto Seguro Odonto. A multa rescisória, cláusula comum em qualquer contrato, foi de R$ 274.442.03 (valor aproximado de três mensalidades). Desse total, o Sindilegis efetivamente pagou R$ 174.442,03 e a Porto Seguro, em coparticipação solidária, arcou com R$ 100 mil.

 

– Subsede no Rio de Janeiro:

Já em relação à Subsede do Sindilegis no Rio de Janeiro (RJ), onde se concentra o maior número de filiados ao Sindicato fora de Brasília, o Sindilegis buscou um espaço maior para comportar o atendimento odontológico e a Pública – Central do Servidor, com quem o Sindicato atuava em parceria. O espaço, no entanto, foi devolvido porque: o novo modelo de atendimento odontológico dispensa uma estrutura própria fora de Brasília; o Sindilegis se desfiliou da Pública; e a diretriz era reduzir custos administrativos. A Subsede agora funciona em uma pequena sala, com apenas uma funcionária para auxiliar os filiados que residem no Rio, resultando em uma nova fonte expressiva de economia: R$ 130 mil por ano. Houve, de fato, uma obra de reforma na antiga sala no RJ. No entanto, havia acordo com o proprietário e não houve pagamento de aluguel nesse período. Ou seja: houve uma permuta entre reforma e aluguel, apenas isso.

 

– Investimento em comunicação:

Sobre os gastos do Sindilegis com comunicação, é flagrante a falta de nexo entre os “fatos” elencados, tornando tarefa difícil até mesmo compreender as ilações. Objetivamente, os fatos são: o Sindilegis produziu bastante material impresso nos anos de 2017 e 2018 em sua atuação sindical contra a reforma da Previdência proposta pelo Governo Temer e esse investimento em comunicação, inclusive, é superior a R$ 270 mil; o Sindilegis sempre se comunicou com seus filiados por meio de diversos canais de comunicação, virtuais e impressos, e distribui semanalmente na Câmara, no Senado e TCU um informativo impresso com as principais notícias da semana para manter os filiados atualizados; o Sindilegis produziu e distribuiu um único impresso apresentando as candidaturas de servidores da Câmara, do Senado e do TCU durante a campanha eleitoral realizada em 2018, tendo em vista seu notório e legítimo interesse em eleger servidores públicos para representar a categoria no Congresso; a partir de 2020, em decorrência da pandemia, o Sindilegis adotou a realização de lives para se comunicar com seus filiados, tendo realizado dezenas delas sobre os mais diversos assuntos e lançado inclusive uma programação permanente, como os programas “Café com Política” e “Transforma”. Todas essas ações atendem à finalidade do Sindilegis estabelecida em seu Estatuto e contam com ampla participação de seus filiados.

 

– Fundo de reserva:

A criação do fundo de reserva mencionado, com aporte mensal de 5% do montante arrecadado com a contribuição dos filiados, é fruto de sugestão do próprio presidente Petrus Elesbão feita ao Conlegis realizado no início de seu mandato. Além disso, em que pese que o novo sistema de gestão financeira desenvolvido pelo Sindicato permite que o Conselho Fiscal acompanhe, em tempo real e com acesso irrestrito, a gestão de seus recursos, as contas do Sindilegis referentes aos anos de 2017, 2018 e 2019 tiveram parecer favorável do Conselho Fiscal e foram aprovadas em Assembleia.

 

– Legis Club Brasil:

O atual presidente do Sindilegis, senhor Petrus Elesbão, cujo mandato termina em fevereiro de 2021, foi eleito recentemente presidente do Legis Club Brasil. Assim como no Sindilegis, no Legis Club Brasil os diretores não são remurados: trata-se de trabalho voluntário em prol da categoria. Diretores do Sindilegis também integram e sempre integraram a Diretoria de diversas entidades, como Ascade, Assefe, ASTCU e Auditar, entre tantas outras. Não são muitos os servidores engajados na luta sindical e os que voluntariamente se dedicam a essa missão acabam sendo sobrecarregados atuando em diversas entidades. Não há qualquer irregularidade nisso. Pelo contrário: contribui com uma atuação unificada em favor dos interesses dos servidores do Legislativo. O Legis Club Brasil é o clube de benefícios criado e remunerado pelo Sindilegis para oferecer benefícios e vantagens aos seus filiados, como descontos em milhares de estabelecimentos em todo o país, eventos como o “Feirão de Oportunidades”, promoções como a “Tanque Cheio” e benefícios como a “UTI Vida”. Entre 2017 a 2019, o Legis Club Brasil proporcionou mais de R$ 6,5 milhões em economia aos servidores filiados ao Sindicato. O Sindilegis paga R$ 37.500 por mês ao Legis Club para a realização dessas atividades, além de R$ 54.750 para custeio da “UTI Vida” a todos os filiados e subsídio de gasolina para a promoção “Tanque Cheio”, totalizando um investimento mensal de R$ 92.250 em benefícios aos seus filiados.

 

– Eleição Sindilegis 2020:

Sobre o processo eleitoral vigente, o Sindilegis esclarece que foi eleita em votação histórica uma Comissão Eleitoral responsável pelo pleito, a quem cabe se pronunciar por eventuais pedidos de impugnação de chapas. Todas as informações são públicas e estão disponibilizadas no site do Sindilegis, no endereço: https://sindilegis.org.br/eleicoes2020/. Já há, inclusive, decisão da Comissão Eleitoral sobre os pedidos de impugnação apresentados (disponível na íntegra em: https://sindilegis.org.br/wp-content/uploads/2020/11/Ata-da-Nona-Reunia%CC%83o-da-Comissa%CC%83o-Eleitoral-Sindilegis.pdf). “A Comissão entendeu que o Estatuto atual entrou em vigor em 2017, não podendo pressupor que a norma venha retroagir para disciplinar fatos pretéritos em detrimento de terceiros, salvo se houvesse disposição expressa nesse sentido”, diz a decisão.

É importante ressaltar, inclusive, que ambas as chapas inscritas para disputar a eleição possuem candidatos que integraram a Diretoria Executiva nas duas últimas gestões do Sindicato. Caso o critério para impugnação apresentado fosse considerado válido pela Comissão Eleitoral, as únicas duas chapas inscritas seriam impugnadas, inviabilizando o pleito. Também vale destacar que foi realizado pela atual gestão o Conlegis que alterou o Estatuto, ampliando a participação democrática ao retirar todos os entraves estatutários que dificultavam a criação de chapas nas eleições para Diretoria.

 

– Fake news:

O que chamam de denúncia são grandes feitos dessa Gestão, motivo de orgulho para a Diretoria e os filiados ao Sindilegis. É lamentável que durante o processo eleitoral – um momento tão importante para a organização – pessoas irresponsáveis busquem atacar levianamente, com acusações sem qualquer respaldo nos fatos, uma instituição que luta para ser reconhecida e espelhar a grandeza dos servidores que representa. É ainda mais triste que, sem qualquer apuração, esses ataques gratuitos encontrem alguma ressonância na imprensa, sempre respeitada, exaltada e defendida pelo Sindilegis.

Seguimos à disposição de todos e todas para sanar quaisquer dúvidas que ainda persistam sobre a atuação do Sindilegis na defesa intransigente de seus filiados e filiadas, reafirmando nossa fé no processo democrático e na prevalência da verdade dos fatos sobre o império das fake news.

Diretoria do Sindilegis
2017/2021

 

 

quintos-15-10

QUINTOS: tire suas dúvidas em live promovida sobre o processo

Os advogados responsáveis pelo processo farão atualização do status da causa e responderão perguntas dos filiados ao vivo

Nesta quinta-feira, 15/10, às 10, o vice-presidente para o TCU, Alison Souza e o gerente jurídico do Sindilegis, Marcos Lara, recebem o Dr. Johann Homonnai Junior, advogado responsável pela ação dos Quintos e Laércio Rodrigues da Silva, o contador responsável pelos cálculos. O time vai atualizar os filiados a respeito do assunto e tirar eventuais dúvidas. A live será transmitida pelo YouTube do Sindicato. Participe!

logo_site

Sindilegis participa de reunião com diretoria da FIA, responsável por reforma administrativa do Senado

O presidente Petrus Elesbão, a diretora-geral Ilana Trombka e o diretor-executivo de Gestão Marcio Tancredi discutiram a metodologia e os eixos do projeto de modernização organizacional encomendado pelo Senado. Participação do Sindilegis foi assegurada, conforme afirmado pelo presidente Davi Alcolumbre na última semana

O presidente do Sindilegis, Petrus Elesbão, participou, nesta terça-feira (29), ao lado da diretora-geral do Senado, Ilana Trombka, e do diretor-executivo de Gestão, Marcio Tancredi, entre outros diretores e coordenadores da Casa, de reunião com a diretoria da Fundação Instituto de Administração (FIA), contratada pelo Senado para elaborar uma proposta de modernização organizacional para o órgão.

“A reunião de hoje reforça o que nos disse o presidente Davi Alcolumbre no encontro que tivemos na semana passada para tratar da reforma administrativa, no sentido de assegurar a participação dos servidores do Senado, seja por meio da administração da Casa, seja por meio do Sindilegis, na construção de uma proposta justa e equilibrada, que de fato possa aprimorar o trabalho prestado pelo Senado ao país”, disse Petrus.

Segundo o diretor-executivo de Gestão do Senado, Marcio Tancredi, o projeto está amparado em três eixos: modernização organizacional; política de gestão de pessoas; e modelagem de sistema de monitoramento e avaliação da gestão institucional. O objetivo, segundo ele, é preparar a Casa para continuar operando, com cada vez mais qualidade, apesar das atuais restrições orçamentárias, estruturais e de recursos humanos.

“O Senado está perdendo pessoal com muita velocidade e não há perspectiva de repor nossos quadros com a mesma celeridade. Há três anos tínhamos cerca de 3.450 servidores efetivos. Hoje temos menos de dois mil. Precisamos nos modernizar para ter um melhor controle do desempenho da Casa e ferramentas que nos permitam prestar contas à sociedade dos nossos resultados organizacionais”, defendeu Tancredi.

Estiveram presentes à reunião o professor titular e chefe do departamento de Administração da FEA-USP Moacir Miranda, coordenador-geral do projeto pela FIA; o professor do Departamento de Administração da FEA-USP e coordenador do Programa de Estudos de Gestão de Pessoas – PROGEP/FIA Joel Dutra, coordenador-executivo do projeto; e o professor e coordenador de projetos de direção e gestão estratégica da FIA Aristogiton Moura, coordenador-técnico do projeto. Segundo eles, o cronograma inicial para a formulação e implementação da proposta de modernização organizacional é de seis meses.

“Estamos muito honrados em participar desse projeto. A FIA é uma das mais de 30 fundações criadas por professores da USP, com 40 anos de história e mais de 8 mil projetos implementados em todas as esferas do poder público e também no setor privado. Respeitamos muito todas as partes envolvidas e sabemos que o Sindilegis é um stakeholder legítimo e relevante, que deve ser considerado no desenvolvimento do projeto”, afirmou Moacir Miranda.

sindilegis-alcolumbre.001

“Sindilegis tem nosso apoio, protegendo servidores e dando tranquilidade para a sociedade”, diz Alcolumbre sobre Reformas Administrativas

Em audiência com dirigentes do Sindilegis nesta terça, presidente do Senado atendeu ao pedido do sindicato para participar do processo de discussão das reformas administrativas do Senado e do Governo Federal

Em audiência com o presidente Petrus Elesbão e os vices Alison Souza e Paulo Cezar nesta terça-feira (22), o presidente do Senado, senador Davi Alcolumbre (DEM-AP), atendeu ao pedido do Sindilegis para participar das discussões e contribuir na construção das reformas administrativas do Senado e do Governo Federal. “Tem o nosso apoio e a gente espera contar muito com o apoio do Sindilegis nesse longo debate, na construção dessa matéria importante para o Brasil, protegendo os servidores e dando tranquilidade para a sociedade brasileira”, afirmou Alcolumbre.

Na reunião, que contou ainda com a participação do senador Weverton Rocha (PDT-MA), dirigentes do sindicato apresentaram aos parlamentares as preocupações com a proposta que muda as regras da Administração Pública, bem como com a recém-anunciada intenção de propor uma nova reforma administrativa para o Senado.

Entre os pontos de alerta apresentados pelo Sindilegis durante o encontro estão a flexibilização da estabilidade, o que pode causar o enfraquecimento das instituições públicas e o aumento da corrupção; o excesso de poder concedido ao presidente da República para extinguir cargos e órgãos públicos, em detrimento das competências do Legislativo; a manipulação dos números do serviço público brasileiro; e a inclusão do princípio da subsidiariedade, que submete o Estado à iniciativa privada, contrariando o espírito original da Constituição Federal.

“Nada é tão bom que não possa ser aperfeiçoado. Temos que caminhar sempre em direção à excelência. Mas não é isso o que está sendo posto pelo Governo no texto apresentado. Nada do que foi proposto contribuirá com o aperfeiçoamento do Estado. Pelo contrário. Precisamos impedir que os serviços públicos prestados à população sejam deliberadamente precarizados”, afirmou Petrus.

O presidente Davi Alcolumbre se comprometeu a abrir um diálogo franco e aberto com os servidores em relação a reforma administrativa e, endossado pelo senador Weverton Rocha, defendeu a participação do Sindilegis nas discussões e disse que espera contar com o apoio do sindicato dos servidores do Poder Legislativo.

“Obtivemos do presidente do Senado o compromisso de incluir o Sindilegis no debate como representantes dos servidores efetivos e comissionados. Estamos prontos para colaborar no que for necessário para que as reformas administrativas que estão sendo propostas possam, de fato, transformar para melhor o Estado Brasileiro e os serviços públicos prestados à população. Para isso, precisamos de um texto honesto, justo e inteligente”, defendeu Alison Souza.

Banner Vantagem Opção

Sindilegis entra com pedido de agravo em ação de Vantagem Opção

O pedido de liminar havia sido negado no final de agosto

 

A equipe jurídica do Sindilegis protocolou na última terça-feira, 15/09, recurso de agravo no processo n° 1048357-13.2020.4.01.3400, que discute a rubrica “Vantagem Opção”, objetivando reformar a decisão de primeiro grau que negou a liminar pleiteada na petição inicial e que objetivava a suspensão da aplicabilidade do entendimento do TCU sobre o tema. O requerimento foi distribuído para o Desembargador Federal Wilson Alves de Souza.

O Sindilegis manterá os interessados atualizados sobre a ação.

Alison Souza print

Vice-presidente do Sindilegis destaca relevância da tecnologia para desenvolvimento da democracia em tempos de pandemia

Alison Souza participou de evento digital global ao lado de representantes de 23 países que compartilharam vivências sobre a manutenção do processo legislativo diante da Covid-19

Em comemoração ao Dia Internacional da Democracia, celebrado nessa terça-feira, 15/09, o evento LegisTech For Democracy reuniu representantes de mais de 20 parlamentos do mundo para discutir a transformação digital das Casas Legislativas durante a pandemia de coronavírus. A conferência global trouxe experiências do trabalho de países como Brasil, África do Sul, Canadá, Chile, Espanha, Estados Unidos, Equador, Israel, México, Reino Unido e Ucrânia, entre outros, que tiveram que se reinventar para manter os Parlamentos funcionando e cumprir as normas sanitárias.

O vice-presidente do Sindilegis Alison Souza participou do fórum e ressaltou a importância dos valores democráticos para a construção de uma sociedade mais justa e solidária. “Um evento como esse, que nos brindou com tantos debates interessantes e riquíssimos, é uma grande contribuição no sentido de reforçar essa mensagem da importância e da responsabilidade da tecnologia diante da manutenção e do desenvolvimento da democracia”, destacou.

O Congresso Nacional brasileiro esteve representado no evento: o secretário-geral da Mesa Diretora do Senado Federal, Luiz Fernando Bandeira; o diretor da Secretaria de Tecnologia da Informação do Senado – Prodasen, Alessandro Albuquerque; e a diretora da Coordenação de Inovação e Estratégia Digital da Câmara dos Deputados, Patricia Almeida. Os servidores apresentaram as soluções tecnológicas adotadas frente aos desafios impostos pelo distanciamento social, como o Sistema de Deliberação Remota (SDR).

O LegisTech For Democracy é uma iniciativa da Bússola Tech e conta com o apoio do Sindilegis. O evento continua nesta sexta-feira, 18/09, a partir das 9h. O encontro é gratuito e terá tradução simultânea dos mais diversos idiomas para o português.

As inscrições podem ser feitas por meio deste link

Destaque01---PORTO-SEGURO

Cuide do seu sorriso com o novo plano odontológico oferecido pelo Sindilegis

Os filiados já podem procurar a clínica credenciada da Porto Seguro mais próxima

Desde o dia 23 de agosto, o Sindilegis oferece um novo plano odontológico aos filiados. A empresa escolhida para fornecer o benefício foi a Porto Seguro, pela qualidade dos serviços e experiência nos atendimentos. O Sindicato se juntou a Porto Seguro Odontológico para garantir o sorriso e a saúde bucal dos filiados e seus dependentes. Desde agosto, os filiados estão automaticamente inclusos no sistema da nova operadora e, para serem atendidos, basta ir à clínica mais próxima. As clínicas credenciadas estão espalhadas por todo o território nacional.

Com mais de 70 anos no mercado, a Porto Seguro está entre as maiores seguradoras do país e o plano odontológico é um dos serviços oferecidos com presteza e responsabilidade. A rede credenciada é ampla e tem diversas opções, entre dentistas, clínicas e laboratórios, e oferece atendimentos em diversas especialidades, como periodontia, endodontia, diagnóstico, urgência e emergência, entre outros.

“A parceria com a Porto Seguro representa a nossa busca incansável para entregar sempre o que há de melhor aos nossos filiados. Estamos entregando um novo serviço em que os nossos filiados poderão ter amplo acesso em todo canto do país. E, em breve, voltaremos com os atendimentos na nossa clínica exclusiva – Odontolegis -, que irá retornar totalmente modernizada”, disse o presidente do Sindilegis, Petrus Elesbão.

Os servidores já filiados e seus dependentes não precisam se preocupar em realizar cadastro ou cumprir prazo de carência. Pelo contrário, podem começar a utilizar os serviços da nova operadora imediatamente. Contudo, aqueles que vierem a se filiar deverão passar por um prazo de carência de 30 dias.

COMO UTILIZAR O BENEFÍCIO

Hoje, caso necessite de atendimento odontológico, os filiados deverão procurar uma das clínicas credenciadas pela Porto Seguro, que estão espalhadas por todo o Brasil.

Para levar mais facilidade aos usuários, a Porto Seguro conta com o site e aplicativo de celular onde é possível pesquisar dentistas da Rede Referenciada, clínicas, carteirinha virtual e outros serviços.

Para encontrar a clínica mais próxima, basta acessar o site da operadora  ou baixar o aplicativo “Saúde e Odonto” no celular, disponível para Android ou IOS. Ao pesquisar a rede credenciada, é só entrar em contato com a clínica para agendar o atendimento, fornecendo o número do CPF. Caso deseje receber a carteirinha, é possível fazer o pedido utilizando os mesmos meios.

 

Caso tenha dúvidas, entre em contato com o Sindilegis pelo número do Núcleo de Benefícios (61) 99882-3632, pelo e-mail benefí[email protected] ou ainda por nossos canais de atendimento:

Liliane – (61) 99601-0397 – 9h às 17h

Eneida – (61) 99965-6207 – 9h às 17h

Liana – (61) 99640-3501- 13h às 18h

Suely – (61) 99932-9245 – 09h às 17h

Valéria – (61) 99832-0456 – 13h às 18h

Sub-sede Rio de Janeiro – Adriane: (21) 99690-8277

 

D---CAFÉ-COM-POLÍTICA---SISTEMA-NACIONAL-DE-INFORMAÇÕES-OFICIAIS_twitter

Sistema Nacional de Informações Oficiais: desafios da Estatística e da Geoinformação é tema do próximo Café com Política

Time de especialistas vai abordar dificuldades e soluções na integração dos dados estatísticos oficiais

As informações estatísticas e geocientíficas são fontes fundamentais para o conhecimento da realidade de um país. No Brasil, esses dados oficiais estão organizados no Sistema Nacional de Informações Oficiais (SNIO), coordenado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A partir das pesquisas do IBGE é possível obter informações sobre a população brasileira, a economia, as condições de vida, o mercado de trabalho, o meio ambiente, entre outros aspectos. Esses dados são essenciais para a atuação do Estado e a formulação de políticas públicas. Quais são os desafios da Estatística e da Geoinformação? Esse será o mote da próxima edição do Café com Política, dia 21 de setembro. O fórum será transmitido ao vivo pelo canal do Sindilegis no YouTube, às 18h.

O palestrante convidado é o Dr. Roberto Olinto, pesquisador associado do IBRE/FGV e ex-presidente e diretor de Pesquisas do IBGE. Segundo ele, há a necessidade de modernização no sistema nacional de estatísticas pois a legislação que trata dos serviços oficiais é do século passado. “No século XXI aumentou a demanda por dados estatísticos oficiais. Presenciamos uma rápida evolução das geotecnologias, como sensoriamento remoto, imagens de satélite e georreferenciamento, e das tecnologias de informação e comunicação”, afirmou. “Temos que modernizar nossa legislação, avançar no uso de registros administrativos e nas fontes alternativas de dados, reduzir a carga dos informantes e atualizar o processo de produção de estatísticas e geoinformação”, completou.

Conforme destacou, entre os desafios está a integração dos diversos sistemas de informação, registros e cadastros oficiais, a fim de poupar recursos públicos na coleta de dados estatísticos e geográficos, no tratamento, armazenamento e compartilhamento dos dados, e facilitar o acesso pela sociedade.

Os debatedores são Marcus Peixoto, consultor legislativo do Senado e Presidente da Alesfe; Luiz Ugeda, advogado, geógrafo, e presidente da Comissão de Geodireito da OAB-SP; e Renata Passos, auditora do TCU e mestra em Gestão do Conhecimento e da Tecnologia da Informação. O fórum será conduzido por Fabiana de Menezes Soares, professora da Faculdade de Direito da UFMG e coordenadora do Observatório para a Qualidade da Lei.

O evento é organizado pelo Sindilegis em parceria com a Associação dos Consultores e Advogados do Senado Federal (Alesfe), o Observatório para a Qualidade da Lei, da Faculdade de Direito da UFMG, e a Comissão de GeoDireito da OAB/SP. “As informações oficiais produzidas pelo IBGE oferecem subsídios para que possamos conhecer em maiores detalhes as características do País, dos estados ou municípios. Os dados são utilizados pelo setor público, pelo setor privado, pela sociedade civil, pela comunidade científica, pelos estudantes e por qualquer cidadão. Portanto, esse é um assunto de extrema relevância e não poderia ficar de fora da série de debates promovida pelo Café com Política”, destacou o presidente do Sindicato, Petrus Elesbão.

 

Serviço
Café com Política
Tema: Sistema Nacional de Informações Oficiais: desafios da Estatística e da Geoinformação
Data: 21/09/2020
Horário: 18h
Onde assistir: Canal do Sindilegis no YouTube

 

transforma.001

Benefícios trazidos pela tecnologia transformaram serviços prestados pelas Casas, afirmam diretores de TI

 

Durante a segunda live do Transforma discutiram-se os caminhos para a construção do serviço público digital; painelistas destacaram ferramentas adotadas pelo Congresso e pela Corte de Contas

 

Os impactos da transformação digital no dia a dia da Câmara, do Senado e do TCU nortearam o debate da segunda edição do projeto Transforma que foi ao ar nesta quinta-feira, 10/09. Os investimentos das Casas em tecnologia de informação, as ferramentas de inovação desenvolvidas pelos órgãos, as soluções tecnológicas adotadas e os desafios enfrentados para adaptar as rotinas de trabalho durante a pandemia foram alguns dos pontos abordados. Os painelistas convidados para a discussão foram Rodrigo Felisdório, secretário de Soluções de Tecnologia da Informação do TCU; Alessandro Albuquerque, diretor da Secretaria de Tecnologia da Informação do Senado – Prodasen; e Sebastião Neiva, da Diretoria de Inovação e Tecnologia da Informação da Câmara (DITEC). Na avaliação deles, a tecnologia contribui para a produtividade das Casas, otimiza a rotina de trabalho, traz transparência ao processo e impulsiona os resultados.

 

Para assistir a íntegra da transmissão acesse aqui.

 

Rodrigo Felisdório acredita que a tecnologia é um ativo estratégico para transformar as instituições e alavancar os resultados do TCU. Ele destacou que o tribunal comemora este ano a implantação do processo eletrônico, que foi um marco na instituição. “A partir daí surgiram várias oportunidades de evolução não só na questão de processualística, mas o tribunal começou a entender com profundidade quais são as suas áreas de atuação, de fiscalização para poder cumprir melhor a sua missão que é aprimorar a administração pública em benefício da sociedade”, destacou.

 

O secretário de Soluções de TI ressaltou que o TCU tem investido em plataformas tecnológicas para organizar e otimizar o fluxo de informação entre diversos órgão públicos. “Um exemplo dessa plataforma que está sendo implantada em toda a Administração Pública é o Conecta TCU. Hoje não há mais comunicação processual com outros órgãos por meio de expedição de comunicação pelos Correios. Hoje, com um clique, essa comunicação é expedida em tempo real e já está disponível aos órgãos para poderem interagirem junto com o tribunal”, disse.

 

Sebastião Neiva falou sobre o desafio da Câmara de tornar os serviços digitais mais acessíveis para o cidadão e para os servidores. “Nós temos um público gigante que precisa de trabalhos mais ágeis, com qualidade e precisão e que façam frente ao anseio de participação do cidadão”, exemplificou.

 

A Casa está em fase de digitalização do processo legislativo, de acordo com o servidor. A previsão é que a primeira etapa esteja em operação em fevereiro de 2021. “O objetivo, além da facilitação, é torná-lo mais transparente para os cidadãos, os deputados, as lideranças e os órgãos interessados. A informação fica mais organizada, o cidadão pode acompanhar toda a evolução da lei por meio de canais de participação e manifestar a concordância ou não com as propostas apresentadas”, explicou. “A partir do momento que as proposições são acatadas pela Secretaria Geral da Mesa é criada uma enquete que todos os cidadãos podem comentar. Outro canal é o E-democracia, que permite uma interação maior em que o cidadão pode fazer sugestões a algumas proposições”, completou.

 

Alessandro Albuquerque afirmou que o Prodasen ampliou o acesso a serviços como a Extranet e a VPN (Virtual Private Network) para viabilizar o teletrabalho dos servidores em razão da pandemia. “O objetivo foi abranger o maior número de colegas e permitir que eles acessassem os computadores de mesa que estão lá no Senado. Essa foi uma solução bem legal”, afirmou. “Além de flexibilizar esses acessos, nós fornecemos certificados digitais internos com tecnologias nossas e aceleramos um projeto de colaboração online com o uso de ferramentas como vídeo chamadas e edição simultânea de documentos”, acrescentou.

 

Para Sebastião e Alessandro, as atividades do Legislativo não foram prejudicadas e a produtividade das Casas está a pleno vapor.

 

 

 

Live Pasep +

Equipe jurídica esclarece filiados sobre ação do PASEP em transmissão ao vivo

 

Mudança de regime dos servidores e validação de tempo de serviço em atividades especiais também foram tema da apresentação

 

Durante live realizada na manhã desta quarta-feira, 09/09, a equipe jurídica do Sindilegis esclareceu dúvidas dos filiados a respeito da ação do PASEP. A mudança do regime dos servidores celetistas para estatutários e a validação de tempo de serviço em atividades especiais também foram tema da transmissão ao vivo. Participaram do encontro o vice-presidente do sindicato para o TCU, Alison Souza; o gerente jurídico, Marcos de Lara; e o advogado Dr. Thiago Leon, que atualizaram os servidores a respeito das decisões judiciais e responderam perguntas enviadas pelo chat.

 

PASEP

 

A ação do PASEP proposta em maio de 2019 busca a correção do saldo da conta individual do Fundo.  “Isso vai repercutir em um ganho financeiro para todos os servidores que preencham os requisitos”, afirmou Marcos de Lara.

 

Qual é a situação atual? O juiz solicitou que todos os interessados na ação apresentem o extrato analítico da conta no PASEP, que pode ser requerido em qualquer agência do Banco do Brasil. *A entidade trabalha com prazo de até 60 dias para a disponibilização deste documento.* O extrato analítico  deve ser digitalizado, salvo no formato PDF e encaminhado para o e-mail: [email protected] , IMPRETERIVELMENTE ATÉ O DIA 15/11/2020. Não serão aceitos extratos em micro filme.

 

Quem é alcançado pela ação:

 

Filiados do Sindilegis na data da propositura da ação (15/05/2019) que:

 

1 – Tenham ingressado no serviço público antes de 5 de outubro de 1988, seja ele submetido ao Regime Jurídico único ou contratado com base na CLT;

2 – A remuneração seja considerável (ao menos três salários mínimos quando do ingresso do serviço público);

3 – Esteja cadastrado no PASEP, ao menos, desde 1983;

4 – Não tenha realizado a retirada anual dos rendimentos há menos de 5 (cinco) anos;

5 – Aposentado há menos de 5 (cinco) anos e que não tenham efetuado o saque total do saldo da conta PASEP em momento anterior a aposentadoria;

6 – Servidores ativos que não sacaram a integralidade dos saldos do PASEP há mais de 5 anos, em razão do prazo prescricional.

 

Em caso de dúvidas, os filiados podem entrar em contato com a Consultoria Jurídica do Sindilegis pelos telefones (61) 3214-7339/ (61)3214-7342/ (61) 99964-9591

 

 

Mudança do Regime (CLT – Estatutário)

 

A live abordou também uma decisão recente do STF sobre os servidores que migraram da CLT para o regime estatutário. Marcos de Lara Ramos explicou que alguns servidores não receberam o reajuste devido de 47,11% quando migraram do regime celetista para o regime estatutário. O reajuste é fruto da criação do primeiro plano de cargos e salários estabelecido pela Lei 8.112. Conforme ressaltou, o Sindicato aguarda a decisão final do Supremo Tribunal Federal (STF) para saber se o percentual será pago e qual valor será percebido pelos servidores.

 

“Embora os votos que tivemos acesso sejam convergentes em razão de os servidores receberem esses 47,11% existem algumas divergências e somente o acórdão vai trazer a modulação dos efeitos. Então até lá nós não podemos afirmar com certeza quem tem direito e qual percentual será aplicado. Por exemplo: servidores que foram alçados ao status de servidores estatutários em 1989 talvez tenham recebido um percentual integral. Quem foi alçado em 1990 talvez não tenha tido o mesmo percentual. Provavelmente terá que ser analisado caso a caso”, afirmou ao destacar que a equipe jurídica do Sindilegis está acompanhando a questão de perto. A equipe vai fazer um estudo aprofundado do assunto e elaborar uma cartilha para orientar os filiados.

 

Validação de tempo de serviço em atividades especiais

 

Outra decisão recente do STF a respeito da possibilidade de transformar o tempo especial de insalubridade em tempo comum para cálculo do tempo de aposentadoria também foi tratada durante a transmissão. O Dr. Thiago Leon disse que a maioria dos ministros do Supremo é favorável à conversão do tempo especial para fins de aposentadoria. “O placar para essa conversão é de 9 X 1. Uma vez convertido esse tempo especial, a pessoa vai conseguir ter um tempo maior de contribuição, alguns casos em 10, 15 anos. Isso terá que ser analisado caso a caso porque pode ter uma revisão de aposentadoria que pode influir em um possível retroativo a título de abono de permanência. No caso de uma aposentadoria proporcional pode vir a aumentar o valor dos rendimentos e há casos também em que a pessoa poderá se aposentar de imediato”, esclareceu.

 

Dr. Thiago enfatizou que os servidores precisarão apresentar laudos e documentos do exercício do cargo com agentes nocivos à saúde ou perigosos para comprovar o tempo de insalubridade.

 

Confira os principais esclarecimentos a respeito das ações:

 

Quem se aposentou e sacou todo o valor do Pasep pode ter direito a algum resíduo?

Os servidores que se aposentaram de 2014 para cá podem ter. É preciso analisar caso a caso.

 

Os filiados têm que encaminhar o extrato analítico do PASEP?

Sim, é necessário. O ideal é encaminhar o extrato analítico digitalizado e em PDF para o e-mail [email protected]. Quem não puder digitalizar o documento pode procurar a Consultoria Jurídica na sede do Sindilegis no SGAS 610 Sul para que seja feito o procedimento.

 

Qual o prazo para a entrega do extrato tendo em vista que o banco demora um tempo para disponibilizá-lo?

O prazo é até o dia 15 de novembro de 2020.

 

Recebi o extrato do saldo do PASEP em micro filme. O juiz aceita?
Não. É necessário que seja fornecido o extrato analítico.

 

Pensionistas são alcançados pela ação de conversão do tempo especial de insalubridade?

Cada caso deve ser analisado de forma única. Pode haver uma majoração dos proventos de aposentadoria ou algum retroativo a título de abono de permanência.

 

Servidores que vieram de outras áreas ou da iniciativa privada com atividades insalubres vão poder aproveitar esse tempo?

 

Sim, todos os servidores que se encaixam nos requisitos vão poder aproveitar esse tempo uma vez que ele seja reconhecido. Caso o período não seja reconhecido, a equipe jurídica vai ter que se valer para reconhecê-lo.

 

 

 

 

D---TRANSFORMALIVE_2_-BANNER

Segunda edição do Transforma traz a tecnologia nas Casas para o centro do debate

Sindilegis recebe os responsáveis por inovação tecnológica das Casas para falar sobre perspectivas para a construção do serviço público digital

A segunda live da série Transforma acontece na próxima quinta-feira, 10/09, às 17h. Desta vez o enfoque será o uso de ferramentas tecnológicas na Câmara dos Deputados, no Senado Federal e no Tribunal de Contas da União e as perspectivas para a existência de um serviço público digital. Com o isolamento social imposto pela pandemia de coronavírus, as Casas tiveram que se adaptar rapidamente aos novos modelos de trabalho, mas já contavam com soluções de ponta, desenvolvidas pelas próprias equipes, empregadas em diversas áreas. Quais ferramentas tecnológicas os órgãos adotaram para dar implementar novas rotinas de trabalho? Que tipo de adaptação foi necessária para a transição para novos modelos de tarefas? Quais os benefícios trazidos pela tecnologia transformaram o serviço dentro das Casas? Já podemos pensar em um serviço público digital em breve? Essas são algumas questões que serão discutidas com os diretores das áreas de tecnologia dos três órgãos. A transmissão ao vivo acontecerá pelo canal do Sindilegis no YouTube.

Os convidados do debate são:

– Rodrigo Felisdório, secretário de Soluções de TI do TCU, com 22 anos de experiência em gestão e governança de TI em diversas organizações públicas e privadas. O servidor é pós-Graduado em Governança de TI e Comunicação aplicada ao Setor Público pela UnB.

– Alessandro Albuquerque, diretor da Secretaria de Tecnologia da Informação do Senado – Prodasen, com experiência de quase 30 anos em eletrônica, informática e tecnologia da informação. O servidor é graduado em Ciência da Computação e Sistemas de Informação, e pós-graduado em Engenharia de Projetos de Sistemas de Informação.

– Sebastião Neiva, da Diretoria de Inovação e Tecnologia da Informação da Câmara dos Deputados (DITEC) – Sebastião Neiva Filhos, 28 anos de Câmara dos Deputados, 26 na TI, graduado em Administração, com especialização em Gestão de TI pela Católica e Desenvolvimento Gerencial pela UnB.

O fórum virtual será conduzido pelo vice-presidente do Sindilegis para o TCU, Alison Souza. “O TCU acumula uma experiência de 10 anos de uso de ferramentas para implementar trabalho remoto de controle externo, por exemplo. A Câmara e o Senado já desenvolveram ferramentas baseadas em Inteligência Artificial para ampliar a transparência das atividades nas Casas. Nesse debate vamos conversar sobre as soluções de tecnologia e inovação que os servidores estão utilizando diante dos desafios impostos pela pandemia e os projetos para implementar novas frentes de trabalho”, afirmou Alison.

Transforma
O projeto Transforma foi idealizado pelo Sindilegis como um espaço permanente de estudo, discussão e produção de conhecimento sobre assuntos de interesse dos servidores e da sociedade. A iniciativa prevê a constituição de grupos de trabalho multidisciplinares que acompanham projetos de leis, matérias, processos e estudos que possam afetar a vida do servidor ou da população em geral.

Serviço
Transforma
Tema: Caminhos para a construção do serviço público digital
Data: 10/09
Horário: 17h

PASEP

Sindilegis promove live para atualizar filiados sobre questões jurídicas

Advogados trarão um panorama sobre questões relacionadas ao PASEP, a migração do regime celetista para o estatutário e averbação do tempo especial para fins de aposentadoria

Na quarta-feira, dia 09/09, às 11h, o vice-presidente do Sindilegis, Alison Souza e o gerente jurídico Marcos Lara vão receber durante uma live os consultores jurídicos Dra. Elaine Cristina Gomes e Dr. Sávio Caram Zuquim, ambos advogados que estão acompanhando os respectivos temas, para atualizar a base sobre os assuntos em discussão e sanar dúvidas a respeito. Serão abordados os assuntos relativos ao PASEP, migração do regime celetista para o estatutário e validação de tempo de serviço em atividades especiais para efeito de aposentadoria. Os dois últimos temas foram objeto de recentes decisões do STF.

A transmissão acontecerá pelo canal do Youtube do Sindilegis (Youtube.com/sindicatosindilegis )