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Em apoio ao Sindilegis e entidades, PDT apresenta destaque sobre transição

A Liderança do PDT, por meio do deputado André Figueiredo (CE), apresentou, nesta quarta-feira (26), um destaque de bancada à PEC 6/19, defendendo as regras de transição e manutenção das atuais regras de cálculo para os servidores. O texto, apresentado em decorrência da articulação do Sindilegis e do Fonacate com o partido, prevê pedágio de 50% sobre o tempo de contribuição restante.

O bloco formado pelos partidos PP, MDB e PDB também apresentou o destaque 23, que trata do cálculo do valor de benefícios previdenciários e prevê a votação em separado do art. 27 do substitutivo apresentado pelo relator. O dispositivo discorre sobre a regra de cálculo e propõe que a média para se obter a aposentadoria será calculada sobre todas (100%) das contribuições ao longo da vida laboral, mediante 40 anos de trabalho. O Sindilegis e o Fonacate agora trabalharão para garantir o apoiamento dos parlamentares da Comissão Especial a esse destaque.

As entidades estão mobilizadas desde segunda-feira (24) na Câmara dos Deputados conversando com os parlamentares e pedindo apoio para a votação de destaques que tratam também da desconstitucionalização relacionada aos requisitos de acesso, como a fórmula de cálculo e o reajuste dos benefícios; regras de pensão por morte e a exigência de idade mínima para aposentadorias especiais; e a contribuição progressiva com aumento de alíquotas.

O presidente do Sindilegis, Petrus Elesbão, ressalta que o substitutivo do deputado Samuel Moreira (PSDB/SP) trouxe alguns avanços, mas manteve medidas cruéis contra todos os trabalhadores do serviço público e da iniciativa privada: “Os pontos alarmantes foram mantidos, mas estamos trabalhando intensamente para mudar esse cenário”. Para o presidente do Fonacate, Rudinei Marques, “o substitutivo do relator Samuel Moreira ainda está muito ruim. Precisamos trabalhar e cobrar mais debate sobre essa reforma”

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Rádio Metrópoles entrevista vice-presidente do Sindilegis sobre a reforma da Previdência

Programa “Cabeças da notícia” tem realizado uma série de entrevistas sobre o tema para sanar dúvidas da população

Como forma de antecipar as discussões que ocorrerão no seminário Reforma da Previdência: Um debate para ajudar a construir o futuro do Brasil, o vice-presidente do Sindilegis Alison Souza participou nesta semana do programa “Cabeças da notícia”, da Rádio Metrópoles FM. Conduzida pelo radialista Bruno Bob, a entrevista teve como foco os principais pontos da reforma da Previdência que afetam não só o servidor público, mas todos os brasileiros.

“Sabemos que, de tempo em tempo, existem alguns fatores que influenciam o sistema, como aumento da expectativa de vida, o desemprego, a taxa de fertilidade, entre outros. Entendemos que o problema não é revisitar as regras, mas, sim, discutir como elas atingem todos os brasileiros – das classes mais pobres até as mais ricas”, defendeu Alison.

O vice-presidente do Sindilegis esclareceu que o Governo realiza uma campanha “muito bonita” para mascarar a verdadeira face da proposta: “O Governo vende a reforma da Previdência como uma guerra entre os menos favorecidos e os mais riscos. Mas é uma propaganda. Todos nós pagaremos mais. O único beneficiado é aquele que ganha um salário mínimo, que vai ter uma redução de R$ 4,95 na sua contribuição mensal, mas lembrando que vai trabalhar 5 anos a mais por isso”, elucidou.

Durante o bate-papo com o apresentador, também foram destacados os pontos mais preocupantes para a população, como a pensão por morte e o cálculo do benefício: “A reforma atinge o aposentado, o cobrador de ônibus, o servidor público, a empregada doméstica, sem distinção nenhuma. A pensão por morte, por exemplo, é uma das medidas mais duras do Governo: o beneficiado só terá direito a 60% do valor que o cônjuge ganhava, mais 10% por dependente”.

Alison evidenciou que a reforma cria um problema muito sério no cálculo do benefício, que exige 40 anos de contribuição pra ter 100% da média de todos os salários: “Normalmente as pessoas começam a trabalhar cedo e ganham salários muito baixos. Ao longo da vida, ela vai progredindo e ganhando proventos mais altos. No entanto, com a reforma, quando chegar no final da vida laboral e pedir o benefício, aquele salário do início da carreira, de apenas um salário mínimo, será computado na conta”. Atualmente, o cálculo leva em conta os 80% maiores salários de contribuição. Estima-se que, utilizando a média de 100%, a redução das aposentadorias seja em torno de 20% a 30%.

Seminário Reforma da Previdência: Um debate para ajudar a construir o futuro do Brasil

O Sindilegis e o Fonacate, em parceria com o grupo de Comunicação Metrópoles, promoverão, nesta quinta-feira (27), das 18h às 20h, no Teatro dos Bancários (314/315 sul), o seminário Reforma da Previdência: Um debate para ajudar a construir o futuro do Brasil. O evento contará com quatro debatedores e um mediador, que será o editor de Brasil do Portal Metrópoles.

O doutor em Ciência Econômica pela Universidade Estadual de Campinas professor do Instituto de Economia da Unicamp, Eduardo Fagnani, e a doutora em Economia para UFRJ, Denise Gentil, já confirmaram presença. Há expectativa de que o deputado Marcelo Ramos, presidente da Comissão Especial da PEC 6/2019, também participe.

Serviço

Evento: Reforma da Previdência: Um debate para ajudar a construir o futuro do Brasil

Data: 27/06/2019

Horário: 18h às 20h

Local: Teatro dos Bancários (314/315 sul)

Entrada gratuita

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Em parceria com o jornal Metrópoles, Sindilegis e Fonacate promovem debate sobre reforma da Previdência nesta quinta (27)

O economista Eduardo Fagnani e doutorada em Economia Denise Gentil serão alguns dos palestrantes

O Sindilegis e o Fonacate, em parceria com o grupo de Comunicação Metrópoles, promoverão, nesta quinta-feira (27), das 18h às 20h, no Teatro dos Bancários (314/315 sul), o seminário Reforma da Previdência: Um debate para ajudar a construir o futuro do Brasil. O evento contará com quatro debatedores e um mediador, que será o editor de Brasil do Portal Metrópoles.

O doutor em Ciência Econômica pela Universidade Estadual de Campinas professor do Instituto de Economia da Unicamp, Eduardo Fagnani, e a doutora em Economia para UFRJ, Denise Gentil, já confirmaram presença. Há expectativa de que o deputado Marcelo Ramos, presidente da Comissão Especial da PEC 6/2019, também participe.

Além dos especialistas, que debaterão os principais pontos da proposta do Governo, o evento reunirá representantes do Poder Legislativo e outras autoridades, com intuito de ajudar a construir um debate de qualidade sobre o tema, que atinge diretamente a aposentadoria de milhões de trabalhadores brasileiros.

O evento é gratuito e não há necessidade de fazer inscrição. Participe!

Serviço

Evento: Reforma da Previdência: Um debate para ajudar a construir o futuro do Brasil

Data: 27/06/2019

Horário: 18h às 20h

Local: Teatro dos Bancários (314/315 sul)

Entrada gratuita

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Apenas 84 deputados se declararam a favor da reforma antes da apresentação do texto substitutivo

Instituto Dataplan constatou ainda que dos 513 deputados, 145 se declararam a favor da reforma com ressalvas; 135 contra e 45 disseram estar indecisos. Restante não respondeu

Qual era o voto de cada deputado antes da apresentação do substitutivo do relator em relação à PEC 6/2019, que trata da reforma da Previdência? Qual a possibilidade de mudança de cenário? É possível prever o resultado da tramitação da PEC 6/19? Essas e outras perguntas, que permeiam a cabeça de muitos trabalhadores brasileiros, já têm respostas. Isso porque o Sindilegis encomendou uma pesquisa exclusiva realizada pelo Instituto Dataplan (entre 14 e 29 de maio) que mostra o posicionamento dos parlamentares frente ao texto original da PEC 6/19 – antes da apresentação do substitutivo, ocorrida no dia 13 de junho. Clique aqui para acessar a pesquisa 

Dos 513 deputados, 145 (28,3%) se declararam a favor da reforma, mas com ressalvas; 135 (26,3%) contra; 84 (16,4%) integralmente a favor e 45 (8,8%) disseram estar indecisos. Em complemento, 104 deputados não responderam a pesquisa.

Além de aferir o voto dos deputados, o principal objetivo da pesquisa é subsidiar o Sindilegis, bem como a todos os trabalhadores brasileiros, com informações críveis para fortalecer a atuação política contra os pontos críticos da reforma: “Estávamos sentindo a necessidade de mensurar esse cenário para traçar planos mais concretos para combater a reforma da Previdência nos pontos mais críticos”, afirmou.

A atual pesquisa indica que 42,3% dos parlamentares que participaram da mostra informaram que o posicionamento sobre o voto para a reforma é definitivo, 14,6% afirmaram que ainda pode mudar; 30,6% não souberam responder e 12,5% não sabem. A possibilidade de mudança de voto de cada deputado também foi mensurada pela pesquisa. Entre os entrevistados do PT, 98,28% afirmaram que o voto é definitivo e 57,14% do PHS disseram que ainda pode mudar.

Mas, afinal, independentemente do posicionamento do parlamentar, qual será o resultado da reforma da previdência? De acordo com a pesquisa do Instituto Dataplan, grande parte dos partidos políticos ainda se mostrou indeciso quanto ao futuro da PEC 6/19 – 51,5% ainda não conseguem opinar sobre o trâmite da proposta. No entanto, a pesquisa aponta que 26,9% dos partidos acreditam que a reforma da Previdência não vai passar, contra 21,6%.

Além de tornar público os votos dos parlamentares, a pesquisa também segmentou os dados por Estado, gênero e partido político. Entre os entrevistados de Santa Catarina, por exemplo, 37,5% são favoráveis à reforma da previdência, enquanto 59% dos parlamentares do Ceará são contra a PEC 6/19. 

METODOLOGIA

Os dados foram obtidos a partir da realização de entrevistas pessoais via CATI (Entrevista Telefônica Assistida por Computador), com aplicação de questionário digitalizado junto aos 513 (quinhentos e treze) Deputados Federais ou por intermédio de seus assessores. Foram executadas entrevistas pessoais, ora de gabinete em gabinete, ora em pontos de fluxo de grande circulação ou pronunciamento dos parlamentares. Também foram realizadas pesquisas e buscas de dados via internet.

O Sindilegis informa que serão feitas outras pesquisas ao longo de todo o trâmite da PEC. “Esperamos esclarecer para os servidores e a sociedade sobre o que pensam nossos representantes de acordo com as mudanças no texto”, complementou o presidente.

 

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Em seminário, presidente do Sindilegis relata ameaças pelo trabalho contra a reforma da Previdência

 

De autoria do deputado professor Israel, o evento contou com a presença do presidente da Comissão Especial da PEC, Marcelo Ramos, e de entidades de vários segmentos

O presidente do Sindilegis, Petrus Elesbão, revelou que os dirigentes e funcionários do Sindicato vêm sofrendo ameaças devido à atuação do Sindicato contra o texto da reforma da Previdência (PEC 6/2019). Citou ainda que, das 10 emendas apresentadas pelo Fonacate, quatro foram parcialmente acatadas. A declaração foi proferida no debate sobre os impactos da reforma da Previdência Social que ocorreu nesta segunda-feira (17), em auditório da Câmara Legislativa do DF.

De iniciativa do deputado federal professor Israel (PV-DF), o encontro contou com a presença do presidente da Comissão Especial da PEC 06/19, deputado Marcelo Ramos (PR-AM), e do presidente da Câmara Legislativa do DF, deputado Rafael Prudente (MDB), além de representantes da sociedade civil e dirigentes de entidades dos mais variados segmentos.

Na ocasião, o professor Israel elogiou a retirada da capitalização e do BPC do texto substitutivo da reforma da Previdência, apresentado na última semana. O parlamentar também parabenizou o Sindilegis por sua atuação e repudiou as ameaças sofridas pela entidade: “As redes sociais vivem em guerra e esquecem o significado do que é uma democracia. Vivemos um momento onde atitudes como essa são banalizadas, mas repudio com veemência esses grupos extremistas. Queria parabenizar o Sindilegis pelo trabalho e dizer que é preciso continuar nesse caminho, independente dos obstáculos”, falou.

O presidente da Comissão Especial da PEC 06, deputado Marcelo Ramos, falou que é preciso combater o desequilíbrio fiscal, e que a reforma é apenas um dos mecanismos para garantir um equilíbrio nas contas públicas. Também sinalizou que os servidores públicos não podem ser vilanizados, tendo em vista que as regras atuais – duramente combatidas pelo Governo – já existiam no momento em que prestaram serviço público. “Todo mundo precisa fazer sua cota de sacrifício, mas não é razoável você demonizar o servidor por algo que já estava pronto quando ele entrou”, explicou.

O presidente do Sindilegis, Petrus Elesbão, compôs a mesa do debate com dirigentes do Fonacate, Sindjus, Anfip e outras entidades parceiras em busca de discutir o texto da reforma da Previdência. As diretoras do Sindilegis Magda Helena e Fátima Mosqueira também prestigiaram a discussão. “Estamos sofrendo ameaças pelo nosso trabalho e isso não vai nos parar. Nosso compromisso é com a sociedade, com o servidor. O ministro Paulo Guedes atribuiu algumas derrotas sofridas ao ‘lobby dos funcionários do Legislativo’”, afirmou.

Petrus complementou ainda que as principais mudanças no texto original da reforma não atingem os servidores: “É necessário lembrar que as emendas que apresentamos não passaram conforme queríamos. Somente quatro foram parcialmente levadas em consideração. Há muito que precisa ser feito”.

Foto: Agência Câmara

Em texto substitutivo da PEC 6/2019, relator mantém crueldade com os servidores

Foto: Agência Câmara

Alíquotas progressivas, pensão por morte foram mantidas conforme texto original. Regra de transição é confusa. No entanto, capitalização ficou de fora

Em discussão acalorada, o relator da PEC 06/2019, deputado Samuel Moreira (PSDB/SP), apresentou o seu parecer na Comissão Especial nesta quinta-feira (13). Após a leitura do relatório, foi concedida a chamada “vista coletiva”, ou seja, um tempo – duas sessões no Plenário – para que os integrantes da Comissão possam analisar o texto substitutivo.

Algumas questões consideradas mais críticas aos servidores foram ignoradas pelo relator, que manteve o texto da proposta original do Governo: a idade mínima para se aposentar (62 para mulheres e 65 para homens); e as alíquotas progressivas (que variam de 7,5% a 22%). O novo texto, porém, não é claro em relação à regra de transição e gera algumas dúvidas quanto ao pedágio de 100% do tempo de contribuição que faltar na promulgação futura emenda constitucional.

Por outro lado, três itens foram suprimidos: novas regras para a aposentadoria rural e o Benefício de Prestação Continuada (BPC) pago a idosos em situação de miserabilidade; a exclusão de estados e municípios da reforma; e o sistema de capitalização – esta, inclusive, era uma das dez emendas apresentadas pelo Sindilegis em conjunto com o Fonacate (Fórum Nacional das Carreiras Típicas de Estado).

Luta do Sindilegis

O presidente do Sindilegis, Petrus Elesbão, disse que vai procurar novamente os parlamentares para nova negociação. “Vamos intensificar o diálogo com os Líderes e os deputados integrantes da Comissão, para que os servidores não sejam tão massacrados por essa reforma. Manteremos a luta por um pedágio mais justo, pelo acúmulo de aposentadoria e pensão por morte, além de tentar minimizar o confisco causado pelas alíquotas progressivas”, disse Elesbão.

Histórico

O Sindilegis tem batalhado por uma reforma justa para todos os brasileiros: participou mais de 35 reuniões e audiências públicas nas Comissões da Câmara e do Senado desde fevereiro; apresentou 10 emendas com o Fonacate, que necessitam de no mínimo 171 assinaturas dos deputados cada para aprimorar o texto da reforma da Previdência; e encontrou com o relator da Comissão Especial da PEC 6/2019 e com os principais Líderes partidários.

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Fique esperto: Sindilegis lança nova campanha para informar servidores sobre proposições legislativas de interesse

Foi lançada, nesta segunda-feira (10), uma nova ferramenta para afinar ainda mais a comunicação entre o Sindilegis e seus filiados: é o programa “Fique Esperto”. A campanha, voltada para redes sociais – Whatsapp, Facebook, Twitter e Instagram – irá alertar toda vez que um projeto de lei, PEC, MP, Ato da Mesa ou decreto possam afetar a categoria de alguma forma.

Para tornar a comunicação mais divertida, o servidor poderá saber o impacto do projeto de acordo com os personagens; baseado no “Geleia”, o fantasminha verde e gosmento mascote dos Caça-Fantasmas do filme Ghostbuster, o bonequinho reage de três maneiras diferentes: feliz, para projetos que impactam positivamente os filiados; atento, para projetos que é preciso ter atenção; e zangado, que mostram ações perigosas e que exigem atenção extrema do Sindilegis.

O presidente do Sindilegis, Petrus Elesbão, explica que o projeto nasceu de uma necessidade percebida pelos funcionários que lidam diariamente com os servidores. “Percebemos que são tantas proposições legislativas e tantas alterações que muitos filiados não conhecem de perto o mérito e o que está tramitando no Congresso e pode afetá-los. Nosso objetivo é, de forma lúdica e moderna, informá-los sobre os projetos que podem causar algum impacto tanto nele quanto em seus dependentes”, explica.

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Mudança na Previdência Social ganha agenda central na Câmara

Três comissões promoveram audiências públicas sobre a PEC 6/19 e o impacto que a proposta traz em diversas categorias

Com relatório previsto para ser apresentado nessa quinta-feira (13) em Comissão Especial, a PEC 6/2019 continua sendo foco dos trabalhos na Câmara dos Deputados. Nesta terça-feira (11), o Sindilegis acompanhou três audiências públicas na Casa que abordaram o impacto da proposta em diversas categorias profissionais.

Carreiras socioeducativas

Logo no início da manhã, a Comissão de Legislação Participativa (CLP) promoveu audiência com o tema: Reforma da Previdência nas Carreiras Socieoeducativas e Assistência Social. O requerimento para sessão foi encaminhado pela deputada Érika Kokay (PT-DF) e os debates contaram com a presença de especialistas e entidades das carreiras socioeducativas.

A deputada Erika Kokay defendeu a aposentadoria especial para determinadas categorias que enfrentam uma realidade laboral de sofrimento: “Quando estamos falando de assistência social, estamos falando de profissões que asseguram direitos”.

Os discursos giraram em torno dos prejuízos que podem ser ocasionados caso a reforma da Previdência seja aprovada. De acordo com a coordenadora da auditoria cidadã da dívida, Maria Lúcia Fatorelli, se a PEC 6 passar, o Brasil irá quebrar.

“O que está produzindo déficit não é a previdência, nunca foi. O dinheiro pago pela previdência chega nas mãos da pessoas e movimenta a economia, parte disso volta para os cofres públicos em forma de tributos. Se a reforma passar, o R$ 1 trilhão que eles querem economizar vai ser retirado da economia”, disse Fattorelli.

Aposentadoria dos professores

Ainda pela manhã aconteceu audiência na Comissão de Educação, que focou os trabalhos na aposentadoria dos professores de carteira assinada. Os debatedores apontaram que, em virtude da condição de trabalho dos docentes, faz-se necessário uma condição especial de aposentaria e o melhor modelo é a atual regra disposta na Constituição de 1988.

“Estamos falando de condições de trabalho que têm uma exigência psicológica, social e física que vão para além de sala de aula. O trabalho do professor não começa quando ele entra na sala, e não termina quando sai da escola”, apontou o perito médico federal Sérgio Antônio Martins Carneiro.

O pesquisador e coordenador da Universidade de Brasília (UnB) Wanderley Codo fez um alerta para os rumos que a educação pode tomar, caso se concretizem as políticas impostas pelo governo.

“Estamos diante da tentativa de acabar com a educação brasileira, principalmente a pública. Ou a gente reage para manter o mínimo de direitos que conquistamos até agora, e entre eles, um dos mais importantes, a aposentadoria especial, ou não vamos ter um processo educacional civilizado no Brasil daqui a dois ou três anos”, lamentou.

Audiência conjunta

No período da tarde, três comissões da Câmara dos Deputados se reuniram para debater a reforma da Previdência: Defesa dos Direito da Pessoa Idosa (Cidoso), Direitos Humanos e Minoria (CDHM) e Integração Nacional e Desenvolvimento Regional e Amazônia (CINDRA).

A reunião avaliou a PEC 6/2019 sob o olhar das populações tradicionais da Amazônia. Para o deputado Camilo Capiberibe (PSB-AP), são realidades que também precisam de atenção. Ele cita, por exemplo, o pescador que pelas regras propostas pelo governo deverá recolher INSS sobre a sua produção.

“Um pescador que mora numa comunidade que fica a mais 20 horas de um posto do INSS, como é que essas pessoas que trabalham de sol a sol para se sustentar, muitas vezes em regime de subsistência, vão conseguir reunir R$ 600 por ano e recolher o INSS?”, indagou.

Joaquim Belo, do Conselho Nacional das Populações Extrativistas, fez um apelo aos parlamentares para que levem em conta as diferenças da população. “Se essa Casa não tiver a capacidade de enxergar esses diversos brasis, muita gente vai ficar abandonada, sem amparo do Estado”, destacou.

A audiência também contou com a participação do secretário de Previdência do Ministério da Economia, Leonardo Rolim.

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Sindilegis se une ao Movimento Acorda Sociedade – MAS – em manifesto contra a reforma da Previdência

Durante a reunião foi apresentado o novo site da entidade, que tem sido uma ferramenta de mobilização em favor dos direitos dos trabalhadores

O Sindilegis reafirmou apoio ao Movimento Acorda Sociedade (MAS) em manifesto contra a reforma da Previdência (PEC 06/2019). Em reunião nesta terça-feira (11) entre o coordenador do MAS, Nery Júnior, e o presidente do Sindicato, Petrus Elesbão, a entidade se uniu ao Movimento, que congrega 147 instituições de diversas carreiras públicas  e privadas.

Durante a reunião, Nery Júnior informou que o MAS conta agora com mais uma ferramenta de mobilização. Trata-se de um site exclusivo do Movimento, que vai facilitar a mobilização em favor da manutenção dos direitos dos trabalhadores.

Dentre os recursos disponíveis na página (http://naoaodesmontedaprevidencia.com.br/), é possível enviar manifesto aos parlamentares contra a reforma da Previdência e em favor da preservação de direitos “que garantem ao povo uma vida minimamente digna”.

O site ainda possui a opção de escolha dos parlamentares por partido e estados para o envio do protesto; e conta com vídeos, depoimentos e hashtags, além de informações sobre o MAS.

O Movimento

O Movimento Acorda Sociedade nasceu da necessidade de alertar, denunciar os retrocessos e, ao mesmo tempo, mobilizar a sociedade brasileira para o debate nacional.

 

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Por combate à reforma da Previdência, Sindilegis sofre ameaças anônimas e site é alvo de ataques de hackers

Em e-mail anônimo, diretores e funcionários foram ofendidos e ameaçados por combater pontos da reforma que atacam trabalhadores do serviço público e da iniciativa privada. Site também tem sido constantemente derrubado por hackers

A atuação do Sindilegis contra pontos da PEC 6/2019, que trata da reforma da Previdência, tem incomodado grupos obscuros e antidemocráticos da sociedade. Na última quinta-feira (30), o Sindilegis entrou com uma representação criminal na Delegacia de Crimes Cibernéticos do DF em virtude do recebimento de um e-mail anônimo com ameaças ao presidente do Sindicato, Petrus Elesbão, bem como a diretores e funcionários da entidade.

O remetente da mensagem, que se intitula “nobody” [ninguém em inglês], afirma que o Sindilegis está sabotando a reforma da Previdência e chantageia os dirigentes com uma possível campanha na internet.

As intimidações tiveram continuidade com ataques de hackers ao site do Sindilegis. Nesta terça-feira (4), o portal da entidade ficou inativo após tentativa de invasão. A equipe de tecnologia da informação (TI) responsável pelo site afirmou que os ataques se intensificaram desde que o Sindilegis acirrou a luta contra trechos da PEC 6.

O presidente do Sindilegis, Petrus Elesbão, assegura, todavia, que a entidade não se abalou com as ameaças e que a atuação se intensificará contra pontos da reforma da Previdência que prejudicam os trabalhadores do serviço púbico e da iniciativa privada, bem como o conjunto da sociedade brasileira. Segundo ele, as chantagens demostram que a entidade está no caminho certo em defesa dos servidores públicos e da população brasileira.

“Esse tipo de atitude é um retrocesso à democracia e vem de segmentos radicais da sociedade. Mas nada disso nos abalou, pelo contrário, serviu de combustível para que continuemos nosso trabalho de proteger os nossos filiados e os cidadãos brasileiros”, assegurou.

Vice-presidente do Sindilegis para o TCU, Alison Souza, destacou ainda o caráter antidemocrático das ameaças. “É alarmante que instituições representativas da sociedade estejam sendo covardemente ameaçadas por defender os direitos das pessoas. Numa democracia o embate entre interesses distintos se dá pelas ideias, não por silenciamentos. Esse tipo de comportamento é típico de ditaduras”, defendeu diretor.

A polícia civil já iniciou investigação para apurar quem são os autores das ameaças e dos ataques ao portal. A entidade entrou ainda com representação no Ministério Público.

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Liderança do MDB sinaliza apoio à regra de transição para servidores

A luta em defesa da aposentadoria de todos os brasileiros continua a todo o vapor. Depois de se reunir com o relator da reforma da Previdência, Samuel Moreira (PSDB-SP) nesta semana, o Sindilegis e entidades se encontraram com o presidente do MDB, senador Romero Jucá, e o Líder do partido, Baleia Rossi, para discutir as sugestões de emendas à PEC 6/19. Participaram do encontro o presidente do Sindilegis, Petrus Elesbão, os vice-presidentes Paulo Cézar Alves e Alison Souza e a diretora Magda Helena.

O presidente do Sindilegis ressalta que o Sindicato está trabalhando 24h para garantir um texto mais justo e equilibrado: “Estamos todos os dias percorrendo gabinetes em busca de um diálogo franco com os parlamentares. Vejo que esse trabalho vem sensibilizado a maioria de nossos representantes sobre nossas sugestões de emendas ao texto da reforma”, disse.

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Sindilegis acerta próximos passos com as entidades sobre a reforma da Previdência

Em reunião do Fonacate, o Sindilegis apresentou sugestões para que a luta para aprovação das emendas à PEC 6 ganhe ainda mais força

As reuniões estratégicas para resguardar os servidores dos malefícios propostos pela PEC 6/2019, que trata da reforma da Previdência, têm disso cada vez mais frequentes. Na tarde desta terça-feira (4), o Sindilegis e as entidades do Fórum Nacional Permanente das Carreiras Típicas de Estado (Fonacate) se reuniram para avaliar os trabalhos desenvolvidos até o momento e definir quais serão os próximos passos para garantir a mudanças reforma.

O presidente do Sindilegis, Petrus Elesbão, chamou atenção para atual composição parlamentar na Câmara dos Deputados. De acordo com ele, os novos deputados estão sendo convencidos que a melhor alternativa para a economia é fragilizar o serviço público e os servidores e esse mito precisa ser desmistificado.

“Os novos parlamentares estão chegando com a mentalidade de que é preciso fazer política e corresponder ao que eles acreditam ser o apelo popular. Mas precisamos trabalhar para convencê-los que fragilizar os serviços públicos não é o melhor para o País”, declarou Elesbão.

O presidente do Sindilegis também avaliou que as estratégias de comunicação adotadas até aqui pelo Fonacate têm surtido efeito, mas pontuou que é preciso, dentro das possibilidades, fazer um pouco mais para combater as inverdades disseminadas pelo Governo.

A diretora parlamentar do Sindilegis, Magda Helena, também participou do encontro e sugeriu que fosse feito um trabalho de engrandecimento dos senadores que votaram a favor da MP 871/19, que estão sendo classificados como favoráveis a fraudes na Previdência. Segundo a diretora, “é preciso levar o nomes desses doze e engrandecê-los nos estados, mostrando que eles foram favoráveis à população”, definiu.

Sindilegis é eleito vice-presidente do Fonacate

A reunião ainda foi palco para escolha do novo vice-presidente do Fonacate. O presidente do Sindilegis disputou a vaga com o presidente da Auditar, Wenderson Moreira, e venceu por 14 votos a 3.

Em seu discurso, Elesbão destacou a importância do Sindicato compor a diretoria do Fórum, em virtude da capilaridade e força da entidade junto às Casas Legislativas. A escolha do presidente do Sindilegis para o cargo foi parabenizada pelos presentes.