CPI será instaurada para investigar a Previdência Social

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Engajados contra a reforma da Previdência imposta pelo Governo (PEC 287/2016), o Sindilegis, a Confederação Brasileira de Aposentados e Pensionistas (Cobap) e outras entidades de classe procuraram o Senador Paulo Paim (PT/RS) para liderar e oficializar a instauração de Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) das contas da Previdência Social. O objetivo é apurar os verdadeiros números financeiros da Administração da aposentadoria dos brasileiros.

Paim obteve 29 assinaturas dos senadores, duas a mais do que o necessário para a criação da CPI, e ainda pretende convencer mais parlamentares a encaparem a causa. Essa será a primeira vez, em 92 anos de existência, que os cofres do Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS) serão investigados. Desvios de verbas, fraudes e sonegações estão na lista de apuração.

O presidente do Sindilegis, Petrus Elesbão, considera de suma importância uma investigação mais aprofundada nas contas da Previdência Social: “Temos que desmascarar as verdadeiras intenções do Governo com a reforma, que é de entregar nossas aposentadorias de bandeja para o mercado financeiro. Não vamos permitir o desmonte da Previdência”.

O Senador Paulo Paim resolveu buscar mais assinaturas, para o caso de alguma desistência, por isso o pedido da criação da CPI ainda não foi protocolado no Senado, mas deve acontecer em breve. A partir daí, a Casa terá até 120 dias para concluir a investigação na contabilidade do setor.

Além de Paulo Paim, já contribuíram com suas assinaturas os senadores José Pimentel (PT-CE), Gleisi Hoffmann (PT-PR), Regina Sousa (PT-PI), Paulo Rocha (PT-PA), Fátima Bezerra (PT-RN), Humberto Costa (PT-PE), Lindbergh Farias (PT-RJ), Roberto Requião (PMDB-PR), Vanessa Graziotin (PCdoB-AM), Reguffe (Sem partido-DF), Angela Portela (PT-RR), Randolfe Rodrigues (Rede-AP), João Capiberibe (PSB-AP), Jorge Viana (PT-AC), Lídice da Mata (PSB-BA), Lasier Martins (PSD-RS), Romário (PSB-RJ), José Maranhão (PMDB-PB), Álvaro Dias (PV-PR), Magno Malta (PR-ES), Cristóvão Buarque (PPS-DF), Elmano Férrer (PMDB-PI), Antonio Carlos Valadares (PSB-SE), Dário Berger (PMDB-SC), Ivo Cassol (PP-RO), José Medeiros (PSD-MT), Sérgio Petecão (PSD-AC) e Roberto Muniz (PP-BA).

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