Fábio Pereira, diretor-adjunto da Diretoria-Geral da Câmara, disse que “nada vai ser imposto sem o conhecimento das entidades”
A Diretoria-Geral da Câmara dos Deputados recebeu, nesta terça-feira (2), o Sindilegis, a Aslegis, a Unalegis e a Astec para tratar sobre a reforma administrativa da Casa, que será apresentada pelo presidente Rodrigo Maia (DEM-RJ) nos próximos meses. Um dos focos da proposta é reestruturar a carreira dos servidores e modernizar os processos de trabalhos. Fábio Pereira, diretor-geral adjunto da Casa, responsável pela elaboração da reforma, se comprometeu em dialogar com as entidades antes da apresentação da proposta: “Nada vai ser imposto sem o conhecimento das entidades”, disse.
Durante a reunião, Fábio Pereira explicou que atualmente existem 2,9 mil servidores efetivos na Câmara e esse quadro já está mudando, devido às aposentadorias. Segundo ele, a reforma administrativa também prevê soluções para problemas como esse. Em entrevista à EBC, Maia sinalizou que deseja que os servidores tenham mais interesse na progressão ao longo do tempo, por meio da proposta.
Para Paulo Cézar Alves, vice-presidente do Sindilegis, a modernização da Casa é extremamente necessária, mas deve ser muito bem discutida para que não haja prejuízo para a categoria: “Hoje demos um passo muito importante para antecipar a discussão sobre a reforma. O texto ainda não foi apresentado, mas já sabemos quais são as justificativas da diretoria e ponderamos sobre as nossas principais preocupações. Estaremos em contato permanente com a diretoria e nada será implementado sem as nossas sugestões”.



Não consigo acreditar no que leio aqui. Onde está o Sindicato que se antecipa a tragédia? Onde está o Sindicato que não se vende? Não acredita na maquiagem dada ao fato real por trás dos pseudos ajustes? Todo mundo sabe o.motivo real das mudanças menos o sindicato? Caramba, me decepcionei de verdade agora. Gostaria de ver um sindicato que questiona motivos e formas. Não estou certa sobre as reais necessidades desta reforma. As últimas tiveram cunho político e redistribui de valores das funções dos servidores efetivos para CNES, está não será a.mesma coisa? Vemos na TV e sabemos in loco do que se faz com este dinheiro.me convença de que desta vez será diferente. Enfim, acho que está na hora de fazermos uma reforma ideologica no sindicato:
8.974 secretários parlamentares (onde?)
1515 CNES (fazendo o que?)
3175 terceirizados (indicados por quem?)
Etc etc etc
Boa tarde, Gilcy, tudo bem?
Asseguramos que o Sindicato está atento a todos os questionamentos levantados pela senhora. Já passamos para nossa diretoria todas as suas ponderações. A reunião com a Diretoria-Geral aconteceu através de uma iniciativa do Sindicato com outras entidades justamente para antecipar a discussão sobre a reforma. Paulo Cézar Alves, vice-presidente do Sindilegis, destacou, durante o encontro, a necessidade de se discutir a reforma com todas as entidades representativas para que não haja prejuízo para a categoria. O texto ainda não foi apresentado, mas nessa primeira reunião nossos diretores puderam compartilhar as suas principais preocupações quanto à essa proposta de reforma. Estamos em contato permanente com a Diretoria e nada será implementado sem levar em consideração as nossas sugestões. Fábio Pereira, diretor-geral adjunto da Casa, responsável pela elaboração da reforma, se comprometeu em dialogar com as entidades antes da apresentação da proposta.
Olhem no site da transparência da Câmara e me digam depois em qual local deveriam reduzir gastos. Depois assistam a uma entrevista do Deputado Felipe Rigone onde ele fala sobre a competência dos servidores do legislativo.
Boa tarde, Gilcy, tudo bem?
Asseguramos que o Sindicato está atento a todos os questionamentos levantados pela senhora. Já passamos para nossa diretoria todas as suas ponderações. A reunião com a Diretoria-Geral aconteceu através de uma iniciativa do Sindicato com outras entidades justamente para antecipar a discussão sobre a reforma. Paulo Cézar Alves, vice-presidente do Sindilegis, destacou, durante o encontro, a necessidade de se discutir a reforma com todas as entidades representativas para que não haja prejuízo para a categoria. O texto ainda não foi apresentado, mas nessa primeira reunião nossos diretores puderam compartilhar as suas principais preocupações quanto à essa proposta de reforma. Estamos em contato permanente com a Diretoria e nada será implementado sem levar em consideração as nossas sugestões. Fábio Pereira, diretor-geral adjunto da Casa, responsável pela elaboração da reforma, se comprometeu em dialogar com as entidades antes da apresentação da proposta.