O Sindilegis sediou, nesta terça-feira (14), o café da manhã do Instituto Servir Brasil, realizado em formato híbrido, com participação presencial na sede do Sindicato e transmissão virtual para representantes de diversas categorias do serviço público.
O encontro reuniu lideranças para debater pautas estratégicas, entre elas os impactos da tese de repercussão geral aprovada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) sobre o teto remuneratório no serviço público, com efeitos para diversas carreiras.
No entanto, o principal foco da reunião foi a campanha do voto consciente, iniciativa que vem sendo aprimorada a partir das contribuições das entidades participantes. A proposta busca ampliar o engajamento dos servidores e da sociedade na escolha de representantes comprometidos com a defesa do serviço público.
Presidente do Sindilegis e do Instituto Servir Brasil, Alison Souza destacou a importância da mobilização nacional e anunciou o próximo passo da campanha. “Nosso objetivo é integrar esse movimento para além de Brasília. A política é regional e precisamos ampliar a participação da população e a nossa capacidade de influenciar o debate público. Vamos lançar a campanha do voto consciente em Recife, em um formato digital, que permite alcançar mais pessoas e fortalecer essa mobilização”, afirmou.
O lançamento oficial da campanha está previsto para o dia 23 de abril, durante encontro regional na sede da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), em Recife. A proposta do Instituto é realizar eventos mensais em diferentes estados, ampliando o diálogo com as bases.
Durante o encontro, o deputado federal André Figueiredo (PDT-CE), presidente da Frente Parlamentar Servir Brasil, ressaltou a importância da união entre as entidades. “É uma grande satisfação ver essa união em torno de pautas tão relevantes. Estamos juntos nessa luta permanente em defesa do serviço público e das categorias que representam diretamente a população brasileira”, disse.
O encontro reforça a articulação nacional em torno da valorização do serviço público e marca mais um passo na construção de uma atuação coordenada entre entidades e lideranças políticas.


