Nos 15 anos da Lei Maria da Penha, conheça obras que exaltam o empoderamento feminino

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Sindilegis realiza curadoria para prestigiar os 15 anos do dispositivo.

 

No último dia 7 de agosto, a Lei Maria da Penha completou 15 anos e o Sindilegis preparou conteúdos especiais sobre este código tão importante às mulheres. Como dica para final de semana, trazemos abaixo uma lista de obras, das mais diversas mídias, sobre o empoderamento feminino ou que se relacionam com a lei.

 

FILMES

. Nunca Sem Minha Filha: estrelado por Sally Field, o filme narra um trágico evento na vida de Betty, uma dona de casa em união estável com o iraniano Moody, vivido por Alfred Molina, com quem ela tem uma pequena filha. O casal viaja para o Irã a fim de conhecer a família do esposo. Entretanto, ao chegar lá, se depara com a terrível forma que a mulher é tratada. Uma série de acontecimentos ruins limita as escolhas de Betty e ao longo da trama, ela precisa encontrar uma forma de voltar para a sua casa nos Estados Unidos junto a sua filha, além combater as atrocidades do marido e de sua família. O filme é baseado em fatos reais e retrata de forma realista o comportamento machista na região iraniana.

 

. Viúva Negra: lançado recentemente, o filme solo da grande heroína da Marvel, interpretada por Scarlett Johansson, coloca Natasha Romanoff em uma narrativa que ocorre após os eventos de Capitão América: Guerra Civil. A agente da S.H.I.E.L.D. precisa combater uma conspiração que envolve fatos de seu passado e mostra toda a sua garra na obra. O filme está em cartaz nos cinemas e disponível na Disney + com o Premier Access.

 

. Preciosa: o filme narra a juventude de uma adolescente de 16 anos marcada por uma série de privações e violências pelo pai. Além disso, a jovem Preciosa também tem um filho diagnosticado com Síndrome de Down e uma gravidez inesperada lhe traz situações ainda mais desconfortáveis. A obra permite ao espectador uma reflexão sobre a violência contra a mulher.

 

. Thelma & Louise: considerado um clássico do cinema, Thelma & Louise chegou a receber o Oscar de Melhor Roteiro Original em 1992. Muitos críticos colocam o filme como a bandeira do feminismo no cinema. A trama acompanha duas amigas em uma viagem pelas estradas americanas marcada por uma fuga imparável pela polícia, após se defenderem de uma agressão sexual.

 

GAMES

. Franquia Tomb Raider: quando falamos de figuras femininas nos games, é difícil não lembrar de Lara Croft, a exploradora da famosa série Tomb Raider, que já ganhou até adaptações de sucesso para o cinema com Angelina Jolie e Alicia Vikander interpretando a heroína. Os games mais recentes, lançados desde 2013 pela Square Enix, abordam uma narrativa nova para Lara Croft, mostrando como ela se tornou a famosa saqueadora de tumbas que conhecemos dos jogos e filmes clássicos. A jovem demonstra toda a sua garra e coragem enquanto enfrenta exércitos de soldados e criaturas mitológicas em suas expedições.

 

. Horizon Zero Dawn: o game foi lançado em 2020 para PlayStation 4 e a protagonista, em pouco tempo, já se tornou uma figura icônica no mundo dos videogames. Aloy é uma habilidosa caçadora que vive em um mundo pós-apocalíptico onde máquinas colossais dominam o mundo, fazendo com que a humanidade deixasse de ser a espécie dominante. Sua jornada pelo game no estilo de RPG revela diversos fatos obscuros sobre seu passado.

 

. Resident Evil 3: uma outra personagem icônica do mundo dos games é Jill Valentine, a policial do time de elite “S.T.A.R.S.” e protagonista de vários games da série Resident Evil. O remake do terceiro título acompanha Jill em sua fuga de Raccoon City enquanto é perseguida por zumbis, monstros e pelo implacável Nemesis. A protagonista deve encarar seus piores pesadelos para fugir da cidade e revelar ao mundo o lado obscuro da corporação Umbrella.

 

SÉRIES

. Orange is the New Black: Piper Chapman é condenada a cumprir 15 meses numa prisão feminina federal por conta de um crime envolvendo tráfico de drogas. A personagem interpretada por Taylor Schilling acaba fazendo diversas amizades, e também inimigas, em sua nova vida alaranjada. A série de sucesso pode ser conferida no catálogo da Netflix.

 

. The Good Wife: estrelada por Julianna Marguilies, a série acompanha Alicia Florrick, que teve seu marido preso diante um crime de corrupção e sexo com prostituas. Depois de 13 anos como mãe e dona de casa, Alicia retorna ao seu antigo trabalho como advogada e toma as responsabilidades de criar seus filhos e administrar seu trabalho sozinha.

 

. Coisa Mais Linda: a série brasileira se passa no Rio de Janeiro, em 1959, e acompanha Maria Luiza, que descobre que seu marido a havia abandonado. Mas ao invés de sofrer por ele, decide ficar na cidade e abrir um clube de bossa nova, uma vez que tinha paixão pela arte musical. A série está disponível na Netflix.

 

. A Vida e a História de Madam C. J. Walker: a série se trata de uma biografia de Madam C. J. Walker, a primeira milionária negra dos Estados Unidos pela venda de produtos especiais para o cabelo afro, diante suas próprias dificuldades. A atriz que interpreta Madam Walker é a vencedora do Oscar, Octavia Spencer. A série pode ser conferida pela Netflix.

 

PODCASTS

. Olhares: o podcast feminista tem como objetivo desconstruir a visão esteriotipada do mundo em relação às mulheres e atribuir novos olhares. O engajamento com o feminismo lhe faz perceber diferenças onde não deveriam existir e lutar para que estas não se perpetuem. Os episódios são quinzenais e podem ser conferidos pelo Spotify e iTunes.

 

. Bom Dia, Obvious: comandado por Marcela Ceribelli, CEO e diretora criativa da Obvious, o podcast aborda temas diversos como saúde mental, carreira, autoestima, relacionamentos, entre outros, do universo feminino. O programa é semanal e pode ser conferido pelo Spotify e iTunes.

 

. Mamilos: o programa é semanal e traz os temas mais polêmicos e comentados nas redes sociais para uma mesa de debate saudável. As apresentadoras abordam diversos argumentos e visões com empatia e respeito para que os ouvintes formem opiniões com mais embasamento.

 

LIVROS

. Eu sou Malala: quando o Talibã tomou controle do vale do Swat, Malala Yousafzai se recusou a permanecer em silêncio e lutou pelo seu direito à educação. Entretanto, em outubro de 2012, a jovem foi atingida na cabeça por um tiro quando retornava da escola. Surpreendentemente, Malala se recuperou e se tornou um símbolo global de protesto pacífico e candidata mais jovem da história a receber o Prêmio Nobel da Paz. O livro acompanha a infância de Malala no Paquistão e compartilha com o leitor a inspiração e pensamentos da jovem.

 

. Mulheres, raça e classe: escrito por Angela Davis, a obra é fundamental para entender as nuances das opressões. O livro aborda diversos temas relacionados ao movimento feminista e aos problemas do racismo, com reflexões e questionamentos, para possibilitar um novo modelo de sociedade. O livro foi publicado em 2016.

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