Senado promove vacinação contra a H1N1 para servidores ativos e inativos

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Preocupação entre os brasileiros, a Influenza Pandêmica (H1N1) está sendo combatida pelos órgãos responsáveis pela saúde de diversas formas. Um dos atos mais importantes é a prevenção e o Ministério da Saúde tem disponibilizado a vacina para os grupos considerados de risco, como idosos e pessoas acometidas de doenças graves. O Senado Federal também entrou na campanha e já aplicou 250 doses da vacina em servidores ativos e inativos no Sistema Integrado de Saúde (SIS). Por ora, a vacina é gratuitamente distribuída para os servidores que tem mais de 60 anos ou são portadores de doenças crônicas que comprometam a imunidade. O Sindilegis incentiva essa iniciativa.

No momento, as vacinas estão sendo oferecidas apenas para esse grupo, dentro das regras e disponibilizadas pelo SES-DF, sem ônus para o Senado. Segundo o diretor da Secretaria Integrada de Saúde (SIS), Gustavo Korst, a Casa está em fase de compra de mais mil doses com o objetivo de prevenir essa doença e diminuir a mortalidade entre idosos e doentes crônicos, além de reduzir o absenteísmo no trabalho.

Dados do Ministério da Saúde mostram que, até o fim de maio, mais de 89 milhões vacinas foram aplicadas. No Distrito Federal, a campanha alcançou 1,3 milhão de pessoas.

Sintomas e riscos da doença

A H1N1 é uma doença viral febril, aguda, geralmente benigna e autolimitada. Frequentemente é caracterizada por início abrupto dos sintomas, que são predominantemente sistêmicos, incluindo febre, calafrios, tremores, dor de cabeça, mialgia e anorexia, assim como sintomas respiratórios com tosse seca, dor de garganta e coriza. A infecção geralmente dura uma semana e com os sintomas sistêmicos persistindo por alguns dias, sendo a febre o mais importante.

Os vírus influenza são transmitidos facilmente por aerossóis produzidos por pessoas infectadas ao tossir ou espirrar. Existem três tipos de vírus influenza: A, B e C. O vírus influenza C causa apenas infecções respiratórias brandas, não possui impacto na saúde pública e não está relacionado com epidemias. O vírus influenza A e B são responsáveis por epidemias sazonais, sendo o vírus influenza A responsável pelas grandes pandemias.

Os vírus influenza A são ainda classificados em subtipos de acordo com as proteínas de superfície, hemaglutinina (HA ou H) e neuraminidase (NA ou N). Dentre os subtipos de vírus influenza A, os subtipos A (H1N1) e A (H3N2) circulam atualmente em humanos. Alguns vírus influenza A de origem aviária também podem infectar humanos causando doença grave, como no caso do A (H7N9).

Algumas pessoas, como idosos, crianças novas, gestantes e pessoas com alguma comorbidade possuem um risco maior de desenvolver complicações devido à influenza. A constante mudança dos vírus requer um monitoramento global e frequente reformulação da vacina contra influenza.

Devido a essa mudança dos vírus, é necessário se vacinar anualmente.

(Com informações do Ministério da Saúde)

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