O Sindilegis alerta seus filiados sobre o crescimento de tentativas de golpes que têm como alvo servidores públicos, especialmente aposentados e pensionistas. As fraudes costumam envolver falsas ações judiciais, promessas de liberação de valores, cobranças indevidas ou pedidos de dados pessoais sob alegação de urgência.
Os golpistas utilizam mensagens por telefone, WhatsApp, e-mail ou redes sociais, muitas vezes se passando por advogados, escritórios jurídicos, bancos, setores de Recursos Humanos de instituições ou até por integrantes do Poder Judiciário, fingindo ser juízes, membros do Ministério Público e representantes de outros órgãos públicos. O objetivo é induzir o servidor a fornecer informações sensíveis, como CPF, dados bancários, senhas ou códigos de verificação, ou ainda a realizar pagamentos antecipados para a suposta liberação de valores.
Para reforçar a prevenção, o Sindilegis destaca orientações de segurança digital alinhadas às recomendações da Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD).
- Entre as principais dicas está desconfiar de mensagens com tom de urgência. Golpistas costumam pressionar a vítima a agir rapidamente. Por isso, a orientação é sempre confirmar qualquer informação pelos canais oficiais da instituição envolvida, preferencialmente em aplicativos ou áreas logadas.
- A proteção da identidade também é fundamental. O CPF é um dos principais alvos em fraudes. Por isso, é importante evitar o compartilhamento indiscriminado de documentos, acompanhar o uso dos dados pessoais e adotar medidas para monitorar possíveis irregularidades.
- Outro ponto de atenção são links e QR Codes. A recomendação é não clicar nem escanear códigos recebidos por mensagens suspeitas ou de remetentes desconhecidos, especialmente em aplicativos de mensagens.
Em relação às senhas, a ANPD orienta o uso de combinações fortes, únicas para cada serviço, além da ativação da autenticação de dois fatores sempre que disponível, principalmente em e-mails, aplicativos bancários e redes sociais.
Além disso, o Sindilegis reforça que processos judiciais não são comunicados de forma informal nem exigem pagamentos prévios para liberação de valores. Também orienta que nunca sejam feitas transferências ou pagamentos via PIX para pessoas ou empresas desconhecidas, mesmo que a abordagem pareça convincente.
A informação e a cautela seguem sendo as principais ferramentas para evitar prejuízos. Em caso de dúvida, entre em contato com a equipe jurídica do Sindilegis pela opção 1 da URA no telefone (61) 3214-7300 ou pelo e-mail [email protected]. O atendimento presencial ocorre de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h, na sede do sindicato (610 Sul).




