Sindilegis debate junto ao Instituto Servir Brasil textos da Reforma Administrativa

O Sindilegis participou, na manhã dessa quinta-feira (9), da Assembleia Geral Extraordinária promovida pelo Instituto Servir Brasil, que reuniu entidades representativas de servidores públicos para discutir estratégias de enfrentamento à Reforma Administrativa. O encontro teve como pauta central a análise dos textos apresentados na última semana na Câmara dos Deputados: um Proposta de Emenda à Constituição (PEC), um Projeto de Lei Complementar (PLP) e um Projeto de Lei Ordinária (PL), que, segundo as entidades, mantêm dispositivos prejudiciais aos servidores e ao funcionamento do Estado.

O presidente do Sindilegis e do Instituto Servir Brasil, Alison Souza, destacou, durante a reunião, que a nova versão da Reforma Administrativa representa um risco para o futuro do serviço público e para a sociedade brasileira. “Em uma análise inicial, podemos afirmar que o texto da Reforma Administrativa não é bom para o futuro do nosso país. Ele traz grandes prejuízos, especialmente para a população mais vulnerável e que mais depende do serviço público brasileiro. Assinar essa proposta pode significar um enorme dano à sociedade”, alertou.

Alison também defendeu um debate amplo e democrático sobre o tema no Congresso Nacional. “É fundamental que o Parlamento instaure uma comissão especial para discutir a proposta, ouvindo trabalhadores, representantes da sociedade civil, dos Estados, dos municípios e todos que serão afetados por essa reforma, a fim de garantir que nenhuma medida traga prejuízos ao Brasil”, concluiu.

Atentos ao tema e analisando detalhadamente cada ponto dos textos apresentados, o Sindilegis e o Instituto Servir Brasil estão preparando uma série de materiais explicativos, com sínteses e análises técnicas, sobre os documentos divulgados. O objetivo é ampliar o debate público e oferecer subsídios para que entidades, servidores e sociedade compreendam os reais impactos da Reforma Administrativa.

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