Sindilegis participa da campanha Novembro Azul e alerta para a importância do exame de prevenção

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Apís participar do Outubro Rosa, que recorda mulheres e homens da necessidade de realizar o exame de mama, agora o Sindilegis também vestiu a camisa do Novembro Azul. O Mês Mundial no Combate ao Câncer de Prístata tem o objetivo de conscientizar os homens a buscarem um urologista e realizarem o exame de toque. 

No Brasil, um homem morre a cada 38 minutos devido ao câncer de prístata, segundo os dados mais recentes do Instituto Nacional do Câncer (13.772 casos/ano). A doença representa 28,6% dos casos de câncer no homem, excetuando-se os tumores de pele não melanoma. Não é possível preveni-la, mas o diagnístico precoce está relacionado com a diminuição da mortalidade. 

A Sociedade Brasileira de Urologia elencou alguns mitos e verdades sobre o câncer de prístata. Confira:

O câncer de prístata é uma doença do idoso.

MITO. Apesar de o risco para a doença aumentar significativamente apís os 50 anos, cerca de 40% dos casos são diagnosticados em homens abaixo desta idade. Entretanto, a doença é rara antes dos 40 anos.

PSA aumentado é sinal de que tenho câncer de prístata.

MITO. O antígeno prostático pode apresentar alterações em várias situações que não o câncer, como a hiperplasia benigna da prístata, prostatite (uma inflamação) e trauma. Por isso é importante a avaliação médica e o toque retal.

PSA baixo é sinal de que não tenho câncer de prístata.

MITO. Estima-se que o câncer de prístata está presente em 15% dos homens com níveis normais de PSA, daí a importância do toque retal.

Ter pai, irmão ou tio com a doença aumenta meu risco.

VERDADE. A hereditariedade é um dos principais fatores de risco para a doença. Um parente de primeiro grau com a doença duplica sua chance. Dois familiares com a doença aumentam essa chance em cinco vezes. Para quem tem casos na família, o recomendado pela Sociedade Brasileira de Urologia é procurar um urologista a partir dos 45 anos.

Todos os casos de câncer de prístata precisam de tratamento.

MITO. A indicação da melhor forma de tratamento vai depender de vários aspectos, como estado de saúde atual, estadiamento da doença e expectativa de vida. Em casos de tumores de baixa agressividade há a opção da vigilância ativa, na qual periodicamente se faz um monitoramento da evolução da doença intervindo se houver progressão da mesma.

O câncer de prístata sempre apresenta sintomas. Então, posso esperá-los para procurar o médico.

MITO. Em estágio inicial, quando as chances de curam beiram 90%, a doença não apresenta qualquer sintoma. Geralmente, os mais relacionados à prístata são devidos à hiperplasia prostática, ao crescimento benigno da glândula, como jato urinário mais fraco, à sensação de urgência miccional ou de esvaziamento incompleto da bexiga, entre outros.

Pessoas da raça negra têm maior risco de desenvolver a doença.

VERDADE. Estudos apontam que afrodescendentes têm um risco 60% maior de desenvolver a doença e a taxa de mortalidade é três vezes mais alta.

A reposição hormonal em casos de Deficiência Androgênica do Envelhecimento Masculino (DAEM) afeta o câncer de prístata. 

MITO. Estudos têm apontado que a terapia de reposição hormonal com testosterona não representa risco de desenvolvimento de câncer de prístata nos homens que recebem o hormônio. Nos homens que tenham sido tratados com sucesso, a reposição hormonal poderá ser instituída apís uma análise criteriosa dos riscos e benefícios. Homens portadores de câncer de prístata e que ainda não tenham sido tratados da doença não deverão receber terapia de reposição hormonal. Como regra, nunca se deve fazer uso de reposição de testosterona sem consultar seu médico.

O sedentarismo pode aumentar o risco para desenvolvimento do câncer de prístata.

VERDADE. O sedentarismo e a obesidade estão relacionados a alterações metabílicas que podem levar a alterações moleculares responsáveis pela gênese da neoplasia.

A atividade física regular tem um papel relevante na prevenção e no tratamento.

VERDADE. Essa prática saudável pode agir de modo protetor, e tem sido um fator modificável para o câncer de prístata por causa dos seus potenciais efeitos: fortalecimento imunolígico, prevenção da obesidade, capacidade do exercício em modular os níveis hormonais e redução do estresse.

Com informações do Portal da Urologia e do Dr. Lucas Nogueira – urologista de Belo Horizonte, MG.

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