Sindilegis prestigia o 66º sarau da Câmara dos Deputados, o último do ano

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Uma linda noite de homenagens. Assim pode ser definido o último Sarau do ano da Câmara dos Deputados, na noite desta segunda-feira (8), no Teatro Garagem – Sesc da 913 Sul, que homenageou Fernando Brant e o Clube da Esquina, movimento que revolucionou a música popular brasileira com um som que fundia as inovações trazidas pela Bossa Nova a elementos do jazz e do rock’n’roll.

A programação do Sarau, que contou com apoio do Sindilegis, foi bastante eclética e contou com a apresentação da bailarina Rayssa Ferreira, com dança contemporânea, da cantora Cely Curado, que concorre ao prêmio de melhor intérprete no Brasília Top Show 2015, e do instrumentista Paulo André Tavares, na interpretação de clássicos da MPB como “Travessia”, “Encontros e Despedidas”, “Nos Bailes da Vida” e “Canção da América”. Além disso, foram declamadas letras de canções representativas do Clube da Esquina, compostas por Milton Nascimento, Márcio Borges, Lô Borges, Fernando Brant, Beto Guedes, Tavinho Moura, Ronaldo Bastos, Wagner Tiso e Flávio Venturini, entre outros.

O vice-presidente do Sindilegis para a Câmara, Paulo Cezar Alves (Paulinho), reafirmou o compromisso do Sindilegis em continuar apoiando eventos que valorizam a cultura brasileira. “Para nós, do Sindicato, nada mais justo do que encerrar um ano com uma atividade cultural desse nível e recebendo aqui em Brasília um dos nomes mais importantes da MPB”, ressaltou.

O guitarrista, violonista, compositor e cantor mineiro Toninho Horta deu um verdadeiro show em parceria com sua irmã, a flautista Lena Horta, interpretando canções como “Diana” e “Céu de Brasília”, composta por ele em parceria com Fernando Brant, o grande homenageado da noite.

Saiba mais – O Clube da Esquina surgiu da amizade entre Milton Nascimento e os irmãos Borges (Marilton, Márcio e Lô), no bairro de Santa Tereza, Belo Horizonte — mais especificamente na esquina da Rua Divinópolis com a Rua Paraisópolis —, em 1963. Fernando Brant, Beto Guedes, Tavinho Moura, Ronaldo Bastos, Wagner Tiso, Flávio Venturini e Toninho Horta, entre outros, também integraram o movimento, que ganhou o mundo com o uso de uma percussão que fazia bem mais do que o acompanhamento rítmico, com letras ricas em imagens e metáforas, com foco na natureza e na justiça social, além de compassos híbridos, com vozes funcionando muitas vezes como instrumentos.

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