Sindilegis reúne-se com Oliver Röpke, do Comitê Econômico e Social Europeu, e leva pautas do funcionalismo público a futuro membro da OIT

O Sindilegis participou, na última segunda-feira (28), de um encontro estratégico com Oliver Röpke, presidente do Comitê Econômico e Social Europeu (CESE). O dirigente assumirá um cargo de defesa dos trabalhadores na Organização Internacional do Trabalho (OIT). A reunião, articulada por Eduardo Maia, diretor jurídico da Confederação dos Servidores Públicos do Brasil (CSPB) e da Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST), teve como objetivo a troca de experiências e a articulação de pautas importantes para o funcionalismo público brasileiro.

A pauta da reunião focou na importância da colaboração internacional para o fortalecimento dos direitos dos trabalhadores e na apresentação das pautas estratégicas do funcionalismo público brasileiro a Röpke, que em breve terá uma posição de destaque na OIT. A troca de experiências entre as entidades sindicais brasileiras e o representante europeu visa fortalecer as estratégias de defesa dos servidores e ampliar o diálogo sobre as políticas trabalhistas em nível global.

O encontro reuniu diversas lideranças sindicais, incluindo João Domingos, presidente da CSPB; Fanny Melo, diretora de Assuntos do Ministério Público da CSPB; Gabriela Perfeito, presidente do Sinditamaraty; Alison Souza, presidente do Sindilegis; Lilian Fernandes, presidente da CESP Central; Moacyr Roberto, presidente da Nova Central; Katiana Santiago, assessora parlamentar da ADB Sindical; José Reginaldo, presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Indústria (CNTI); e Luciana Santos, da CITRAM-MG.

O Sindilegis já vem trabalhando para estreitar o relacionamento com outras entidades internacionais, como a Confederação de Trabalhadores Legislativos da América Latina e Caribe (Contlac), entidade a qual, conjuntamente, se reuniu em congresso realizado em Brasília, em abril deste ano, para discutir temas basilares para os trabalhadores legislativos, como direitos sindicais, combate à violência laboral, negociação coletiva, saúde dos trabalhadores, tecnologia na militância sindical e muito mais. No total, representantes de 11 países estiveram presente, por três dias, trocando experiências sobre o serviço público latinoamericano.

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