12

Sindilegis alerta filiados sobre nova tentativa de golpe envolvendo ações da URV

O Sindilegis alerta os seus filiados para uma nova tentativa de golpe relacionada às ações judiciais da URV. Desta vez, os criminosos estão utilizando indevidamente o nome do escritório Amario Cassimiro Advogados Associados, responsável pela condução dos processos, para tentar enganar servidores.

Segundo relatos recebidos pela entidade, golpistas têm feito contato com filiados por telefone, e-mail ou aplicativos de mensagens, se passando por representantes do escritório para solicitar depósitos ou repasses financeiros supostamente necessários ao andamento das ações. O Sindilegis reforça que nenhum valor é cobrado antecipadamente e que qualquer comunicação legítima sobre o processo será feita exclusivamente pelos canais oficiais da entidade ou diretamente pelo escritório, com prévia ciência do sindicato.

Ao tomar conhecimento do caso, o escritório parceiro registrou ocorrência junto à Polícia Civil e está colaborando com as autoridades para a investigação dos responsáveis.

A entidade orienta que, caso receba mensagens ou ligações suspeitas, o filiado não forneça dados pessoais ou bancários, não realize pagamentos e entre imediatamente em contato com o Sindicato para confirmar a veracidade da informação.

Canais oficiais do time jurídico do Sindilegis:

Telefone e WhatsApp: (61) 3214-7300, opção 1 da URA.
E-mail: [email protected]

BANNERS SITE - 2026-01-09T122450.844

Sindilegis alerta filiados sobre aumento de golpes contra servidores, aposentados e pensionistas

O Sindilegis alerta seus filiados sobre o crescimento de tentativas de golpes que têm como alvo servidores públicos, especialmente aposentados e pensionistas. As fraudes costumam envolver falsas ações judiciais, promessas de liberação de valores, cobranças indevidas ou pedidos de dados pessoais sob alegação de urgência.

Os golpistas utilizam mensagens por telefone, WhatsApp, e-mail ou redes sociais, muitas vezes se passando por advogados, escritórios jurídicos, bancos, setores de Recursos Humanos de instituições ou até por integrantes do Poder Judiciário, fingindo ser juízes, membros do Ministério Público e representantes de outros órgãos públicos. O objetivo é induzir o servidor a fornecer informações sensíveis, como CPF, dados bancários, senhas ou códigos de verificação, ou ainda a realizar pagamentos antecipados para a suposta liberação de valores.

Para reforçar a prevenção, o Sindilegis destaca orientações de segurança digital alinhadas às recomendações da Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD).

  • Entre as principais dicas está desconfiar de mensagens com tom de urgência. Golpistas costumam pressionar a vítima a agir rapidamente. Por isso, a orientação é sempre confirmar qualquer informação pelos canais oficiais da instituição envolvida, preferencialmente em aplicativos ou áreas logadas.
  • A proteção da identidade também é fundamental. O CPF é um dos principais alvos em fraudes. Por isso, é importante evitar o compartilhamento indiscriminado de documentos, acompanhar o uso dos dados pessoais e adotar medidas para monitorar possíveis irregularidades.
  • Outro ponto de atenção são links e QR Codes. A recomendação é não clicar nem escanear códigos recebidos por mensagens suspeitas ou de remetentes desconhecidos, especialmente em aplicativos de mensagens.

Em relação às senhas, a ANPD orienta o uso de combinações fortes, únicas para cada serviço, além da ativação da autenticação de dois fatores sempre que disponível, principalmente em e-mails, aplicativos bancários e redes sociais.

Além disso, o Sindilegis reforça que processos judiciais não são comunicados de forma informal nem exigem pagamentos prévios para liberação de valores. Também orienta que nunca sejam feitas transferências ou pagamentos via PIX para pessoas ou empresas desconhecidas, mesmo que a abordagem pareça convincente.

A informação e a cautela seguem sendo as principais ferramentas para evitar prejuízos. Em caso de dúvida, entre em contato com a equipe jurídica do Sindilegis pela opção 1 da URA no telefone (61) 3214-7300 ou pelo e-mail [email protected]. O atendimento presencial ocorre de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h, na sede do sindicato (610 Sul).

9(2)

Alerta: número de telefone de ex-diretor do Sindilegis é clonado em golpe

O Sindilegis alerta seus filiados sobre um golpe que está sendo aplicado utilizando o número de telefone do servidor aposentado e ex-diretor da entidade, Ogib Teixeira. O número (61) 99905-2520 foi clonado por criminosos, que estão se passando por Ogib para tentar extorquir dinheiro.

Os golpistas estão enviando mensagens e fazendo ligações, solicitando pagamentos e transferências financeiras. O Sindilegis reforça que nenhum valor deve ser pago ou transferido. Ogib Teixeira não está pedindo dinheiro e qualquer solicitação vinda deste número é parte do golpe.

Em caso de contato suspeito vindo do número clonado, é crucial não realizar qualquer tipo de transação financeira e, se possível, bloquear o número.

O Sindilegis reitera seu compromisso com a segurança de seus membros e está à disposição para esclarecimentos. Em caso de dúvidas, entre em contato diretamente com o sindicato pelo telefone (61) 3214-7300.

Cópia de SITE_PEÇAS_GENERICAS_1920x1080 (10)

Sindilegis reforça alerta para golpe envolvendo ações coletivas

O Sindilegis reforça o alerta sobre uma nova onda de tentativas de golpe visando os servidores. Golpistas estão se passando por representantes do Sindicato e utilizando o nome do escritório Amaral & Barbosa para entrar em contato com servidores e obter seus dados pessoais e financeiros.

Fique atento! Jamais compartilhe informações pessoais, como CPF, senhas bancárias ou dados de cartão de crédito, com ninguém que se apresente como representante do Sindilegis ou do escritório Amaral & Barbosa sem a devida verificação.

Denuncie! Caso você tenha sido contatado por golpistas, denuncie à Polícia Civil e ao Sindilegis imediatamente.

Canais oficiais de comunicação do Sindilegis
Telefone:
(61) 3214-7300
E-mail: j[email protected]

9

Esquema fraudulento utiliza nome do escritório Amaral & Barbosa e número falso para tentar extorquir servidores

O Sindilegis alerta sobre uma nova onda de tentativas de golpe envolvendo a ação dos descontos previdenciários. Golpistas estão se passando por representantes do Sindicato e utilizando o nome de um sócio-diretor do escritório Amaral & Barbosa, com o número (61) 99976-2758, para entrar em contato com servidores comissionados e obter seus dados pessoais e financeiros.

Lembre-se: o Sindicato jamais solicita pagamentos ou dados pessoais por telefone, WhatsApp ou qualquer outro meio eletrônico. A ação dos descontos previdenciários está sendo conduzida de forma transparente e ética, com o acompanhamento de profissionais qualificados.

Fique atento!

Número falso: o número (61) 99976-2758 não pertence ao Sindilegis ou a qualquer advogado que represente a entidade.

Dados pessoais e financeiros em risco: golpistas visam obter informações sigilosas para aplicar golpes, como roubo de identidade, desvio de valores em contas bancárias e até mesmo extorsão.

O que fazer se você for contatado?

Não forneça seus dados: jamais compartilhe informações pessoais, como CPF, senhas bancárias ou dados de cartão de crédito, com ninguém que se apresente como representante do Sindilegis ou do escritório Amaral & Barbosa sem a devida verificação.

Desconfie de promessas mirabolantes: golpistas costumam prometer valores altos e retorno rápido para enganar suas vítimas.

Denuncie: caso você tenha sido contatado por golpistas, denuncie à Polícia Civil e ao Sindilegis imediatamente.

Canais oficiais de comunicação do Sindilegis

Telefone: (61) 3214-7300
E-mail: [email protected]

E3D15DE7-FB57-413C-A2CF-1615BC052F7D

Novo golpe na praça usa vacina contra a Covid-19 para roubo de informações

Criminosos utilizam falso cadastro para vacinação com o objetivo de hackear celulares e roubar dados privados

Atenção: o Sindilegis alerta seus filiados para um novo golpe envolvendo a vacina contra a Covid-19. A Secretaria de Saúde do Distrito Federal informou que criminosos oferecem um falso agendamento de imunização para ter acesso a dados de celulares de vítimas.

Na prática, o golpe funciona da seguinte forma: os suspeitos se passam por servidores de saúde e ligam para vítimas oferecendo um falso agendamento de vacinação contra a Covid-19. Em seguida, mandam um código para o celular da pessoa e pedem que ela informe os números enviados, ou clique em algum link para confirmar.

Os golpistas utilizam as informações privadas para clonar aplicativos de mensagem e conseguir acesso ao smartphone. Em uma postagem nas redes sociais, a Secretaria ressaltou que não telefona para agendar a vacinação, nem pede confirmação por mensagem. O Ministério da Saúde também alertou para crimes virtuais envolvendo a vacinação.

Dicas para aumentar sua segurança no celular

– Não faça download de softwares e aplicativos de origem desconhecida;

– Não abra links desconhecidos enviados por e-mail ou aplicativos;

– Habilite a verificação em duas etapas nos aplicativos e e-mails;

– Desconfie sempre e cheque a fonte;

– Não clique em links contidos em SMS, mensagens instantâneas ou em postagens em mídias sociais de pessoas ou organizações desconhecidas, que possuem endereços suspeitos ou estranhos.

Outra medida importante para não cair em golpes é não enviar dinheiro ou valores solicitados por mensagem ou ligação. Certifique-se de quem se trata a pessoa com quem você está em contato para não cair em um golpe.

 

Com informações da Agência Brasília.

Siren lights vector illustration of red, yellow or green and blue alarm lamps or police and ambulance emergency flashers. Isolated realistic 3D alert beacons set on dark transparent background

Sindilegis solicita atenção redobrada dos filiados para não caírem em golpes

Comum nessa época do ano, golpistas entram em contato e pedem quantia para representar servidores e seus familiares em supostas ações judiciais

O Sindilegis faz o alerta: existem pessoas de má fé entrando em contato com filhos de servidores falecidos, ex-filiados ou não, informando que estão agindo em nome do Sindicato e solicitando o valor de R$ 500,00 para pagar um advogado contratado para buscar direitos não pagos pela Câmara dos Deputados.

O Sindilegis informa que nenhuma pessoa, filiado ou não, exceto os advogados contratados, está autorizada a agir em nome do Sindicato e muito menos entrar em contato com filiados ou seus filhos exigindo ou não a cobrança de valores para a propositura de ações judiciais.

Esse fato não passa de um golpe! O Sindilegis está tomando providências para a identificação desses golpistas e adotará as medidas policiais e judiciais necessárias a coibir tal prática.

Além disso, o Sindicato informa que os únicos valores cobrados dos filiados para a propositura de ações são: custas judiciais, taxa de emolumentos, honorários de êxito quando pactuados contratualmente ou honorários de sucumbência em caso de perda de ações individuais.

Qualquer dúvida, entre em contato com a Consultoria Jurídica do Sindilegis:

Consulegis: (61) 3214-7301 ou 7339 /99964-9591 / 99148-5498