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Sindilegis discute contribuição previdenciária de aposentados e garantias para comissionados com deputado Túlio Gadelha

O Sindilegis recebeu, na tarde da última terça-feira, o deputado federal Túlio Gadelha (Rede-PE) nas dependências de sua sede em Brasília.

A diretoria do Sindicato, em peso, trouxe demandas como o projeto que busca o fim da contribuição previdenciária para aposentados, que inclusive foi discutido com o presidente da Câmara, Arthur Lira [veja a matéria aqui]; a falta de garantias para os servidores comissionados, que busca ser solucionado com o PL 1107/2023; dentre outros.

Confira um pouco mais da visita do deputado Túlio em nosso Instagram clicando aqui.

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Sindilegis discute previdência com novo secretário de Regime Geral de Previdência Social

O Sindilegis esteve reunido, nessa segunda-feira (13), com o novo secretário de Regime Geral de Previdência Social, Adroaldo da Cunha Portal, para debater pautas de interesse do servidor. Nomeado pelo ministro da Previdência, Carlos Lupi, Adroaldo tem mais de 20 anos de experiência no Congresso Nacional.

O presidente do Sindicato, Alison Souza, levou duas preocupações ao novo secretário: a PEC 555/06, que acaba com a cobrança de contribuição previdenciária sobre os proventos dos servidores públicos aposentados e pensionistas; e a EC 103/19, que dispõe sobre as novas regras da Previdência Social, como faixas de alíquotas progressivas, regras de transição e mudanças no benefício de pensão por morte.

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TCU pacifica entendimento sobre natureza jurídica do benefício especial

Em votação no plenário na tarde da última quarta-feira (30), os ministros do Tribunal de Contas da União decidiram que o benefício especial, pago pela União aos servidores federais que migrarem de regime previdenciário, é uma vantagem pecuniária autônoma, não tendo natureza previdenciária e, portanto, não há incidência de contribuição social sobre o pagamento.

O relator da matéria, ministro Benjamin Zymler, entendeu ainda, em seu voto, que o pagamento do BE, somado à pensão ou aposentadoria do servidor, não pode ultrapassar o teto constitucional.

O Sindilegis tem acompanhado o tema desde a que a Medida Provisória nº 1119/22 foi publicada, em maio deste ano, e reabriu o prazo de opção para o regime de previdência complementar. Durante toda a tramitação da matéria, o Sindicato atuou junto a autoridades para proteger os direitos de seus filiados.

A decisão do Tribunal foi recebida como uma vitória dos servidores pelo Sindilegis: “O resultado da apreciação do TCU foi muito gratificante e vai ao encontro de nossas expectativas para o tema. Ainda temos questões pendentes a resolver, como a contagem do tempo de contribuição do regime militar para o BE, mas essa definição nos deixa esperançosos de que nossas reinvindicações serão atendidas”, avaliou o presidente do Sindicato, Alison Souza.

Atuação do Sindicato garantiu vitória para os servidores

Na última quinta-feira (24), o Sindilegis esteve reunido com integrantes do gabinete do ministro-relator Benjamin Zymler, onde defendeu o entendimento de que a natureza jurídica do BE é compensatória. Outros pontos foram abordados, entre eles a ausência de base legal para limitar o benefício ao valor da última contribuição na ativa, conforme proposto pela equipe técnica do TCU. Na ocasião, também foi mencionado o profundo prejuízo que eventual mudança na interpretação das regras poderia trazer para os servidores que já migraram, o que forçará o Sindilegis e outras entidades a buscar o Judiciário.

Na Câmara dos Deputados, em agosto, o presidente do Sindilegis articulou juntou ao o relator da proposta, Ricardo Barros (PP-PR), que acatou parcialmente as emendas apresentadas pelo Sindicato ao seu parecer, mantendo as regras de cálculo do benefício especial nos moldes anteriores para aqueles que mudarem de regime ou aderirem à Funpresp até o fim de 2022. Ou seja, levando em consideração 80% das maiores contribuições – e não 100%, como propôs o Governo originalmente.

No Senado Federal, durante o mês de outubro, a diretoria do Sindicato chegou a acompanhar a sessão plenária na Casa que apreciou e votou pela aprovação do texto. Durante a ocasião, os dirigentes conversaram com o relator do texto, senador Jorge Kajuru (Podemos-GO), para sensibilizá-lo a respeito da importância da matéria a ser aprovada com as melhores condições de migração e ainda preservar o alcance desse benefício àqueles que já haviam migrado para o RPC durante a vigência da MP. (link)

Após a sanção presidencial, a medida foi transformada na Lei nº 14.463, de 26 de outubro de 2022, após votação em ambas as Casas Legislativas.

Sindilegis relizará nova live para sanar dúvidas

Com o entendimento do TCU sobre a natureza do benefício especial pacificado e com a conquista de uma liminar que garantiu a extensão da migração para o RPC/Funpresp por mais 30 dias, com condições melhores para migrantes, o Sindilegis realizará nova live, nesta sexta-feira (2), para sanar dúvidas remanescentes dos servidores.

A transmissão será realizada a partir das 10h, no canal do Sindilegis no YouTube, e contará com a participação do presidente do Sindilegis, Alison Souza; do coordenador-geral do Sindjus-DF, Costa Neto, e do diretor-presidente da Funpresp-Exe, Cristiano Heckert, e do diretor-Presidente da Funpresp-Jud, Amarildo Vieira de Oliveira.

Você poderá rever as outras lives realizadas pelo Sindilegis sobre RPC/Funpresp clicando aqui.

SERVIÇO

Live de atualização sobre o RPC/Funpresp
Data: 2 de dezembro
Horário: a partir das 10h
Assista em: https://youtube.comSindilegisOficial1

Jovem mulher  conversa com o professor em uma videochamada remota, falando sobre aulas e aulas online

Sindilegis e entidades parceiras publicam nota solicitando manutenção do teletrabalho

Publicação reitera solicitação feita em ofício que foi protocolizado no dia 11 de novembro

O Sindilegis assinou nota conjunta com outras entidades representativas sobre o comunicado realizado pelo Ministro Bruno Dantas, no exercício da Presidência, na sessão plenária do dia 16 de novembro, sobre alterações a serem realizadas na jornada de trabalho dos servidores do Tribunal a partir de janeiro de 2023.

O documento, divulgado nesta segunda-feira (21), também endossado pela Auditar, pela AudTCU e pela UNA-TCU, reiteraram os termos de ofício protocolizado junto à Presidência do Tribunal, no dia 11 de novembro de 2022, onde foi solicitada a manutenção da Portaria TCU 9/2022, especialmente em relação à previsão do teletrabalho integral para parte dos servidores e à possibilidade de realização do trabalho híbrido.

Na visão das entidades, a manutenção da modalidade poderá assegurar maior eficiência e melhoria das condições de trabalho, melhor desempenho dos servidores e, consequentemente, melhor prestação dos serviços dentro das atribuições do TCU.

Confira a nota na íntegra clicando aqui.

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Presidente do Sindilegis defende aproximação entre sindicatos e população durante congresso com servidores

Alison Souza abordou papel do movimento sindical diante do Estado brasileiro

O papel dos sindicatos frente ao novo modelo de Estado. Essa foi a tônica de debate, na tarde dessa terça-feira (25), durante o Congresso Nacional dos Auditores Fiscais Federais Agropecuários (Conaffa), no Rio de Janeiro. O presidente do Sindilegis, Alison Souza, foi um dos expositores do painel e abordou questões como os desafios e o futuro do sindicalismo.

Representando os servidores da Câmara dos Deputados, do Senado Federal e do TCU, Souza salientou que o movimento sindical, como um todo, está vivendo um momento de muita dificuldade, sobretudo os servidores públicos. Para ele, é essencial sair da bolha dos sindicatos e estabelecer uma conexão com a população tendo em vista que o servidor público ainda é mal visto. “Temos que conviver e se conectar com outros organismos da sociedade. Nós temos que nos reinventar, nos aproximar da população brasileira e passar a tê-la ao nosso lado”, afirmou. “Se nós, sindicatos, não compreendermos que precisamos atuar de forma abrangente, agir juntos, estamos fadados ao fim. A única salvação é nos engajar nessa luta e ir para cima, para que a gente consiga ter resultado no médio prazo”, completou.

O encontro foi conduzido pelo presidente do ANFFA Sindical, Janus Pablo Fonseca de Macedo. “É muito importante ouvir outras experiências, conhecer a realidade das entidades representativas de servidores de outros poderes, mas com dificuldades semelhantes, para traçar estratégias para o fortalecimento das nossas carreiras”, afirmou Janus Pablo.

Participaram também do painel o presidente do Fonacate, Rudinei Marques, o coordenador-geral do Sindjus-DF, Costa Neto, e o presidente do Sinprofaz, Achilles Linhares de Campos Frias. Para assistir ao painel clique aqui.

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CTASP designa relator do projeto que cria adicional de especialização e qualificação para servidores do TCU

Após um intenso trabalho de articulação política do Sindilegis, o projeto de lei que cria o Adicional de Especialização e Qualificação (AEQ) para os servidores do TCU começa a avançar na Câmara dos Deputados. Nesta quarta-feira (19), o presidente da Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público (CTASP), deputado Leônidas Cristino (PDT-CE), designou o deputado Luiz Carlos Motta (PL-SP) como relator do PL 7926/14. A proposta estava parada no colegiado desde 2016.

Luiz Carlos Motta adiantou que o Sindilegis pode contar com o seu apoio em prol da proposta. “Contem com o meu empenho e o meu trabalho para que a gente possa aprovar esse projeto que é de grande interesse para os servidores do TCU aqui na comissão”, disse o deputado. Confira o vídeo do parlamentar.

Para obter mais informações sobre o projeto de lei clique aqui. Confira o estudo elaborado pelo Sindilegis aqui.

O presidente do Sindilegis, Alison Souza, disse estar esperançoso com o avanço na tramitação e a aprovação do projeto. Ele destaca a importância da proposta para fortalecer a carreira dos servidores.

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Sindilegis se reúne com assessor técnico do orçamento 2023 para tratar da recomposição salarial

O presidente do Sindilegis, Alison Souza, esteve nesta segunda-feira (17) no gabinete do relator do Orçamento de 2023, senador Marcelo Castro (MDB-PI), para tratar sobre a recomposição salarial dos servidores públicos do Poder Legislativo e do Tribunal de Contas da União. A reunião aconteceu com o assessor técnico da relatoria-geral, Romero Arruda. Além de Souza, o coordenador-geral do Sindjus-DF, Costa Neto, também esteve presente.

Ao final do encontro, Souza mostrou-se animado com a possibilidade de alcançar o reajuste de 9% já em 2023 e outros 9% em 2024. “Viemos entender os desafios que teremos que enfrentar para fazer a recomposição. Saio daqui bastante animado. Vamos continuar na luta para que as nossas perspectivas se tonem realidade”, disse.

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Em resposta a ofício do Sindilegis, Senado informa que recadastramento de aposentados e pensionistas segue suspenso até dezembro

Sindicato havia solicitado que comprovante de votação fosse aceito como prova de vida

O Senado Federal respondeu nessa terça-feira (4) ofício do Sindilegis em que solicitava que o comprovante de votação fosse considerado válido como prova de vida de aposentados e pensionistas da Casa. Ao tomar conhecimento da portaria do INSS (portaria PRES/INSS Nº 1.4081) que considerava a apresentação do comprovante de votação nas eleições deste ano válida para comprovação de vida, o Sindicato enviou ofício ao Senado pedindo que a medida também fosse adotada pelo órgão.

O recadastramento dos servidores do Senado está suspenso desde o início da pandemia de coronavírus. Nesse sentido, no intuito de proteger a saúde dos servidores aposentados e pensionistas em relação ao contágio pela Covid-19, o presidente do Sindilegis, Alison Souza, enviou ofício à Diretoria Geral do Senado, em 21 de setembro, para que o comprovante de votação fosse considerado válido para comprovação de vida. Em resposta, a diretora-geral da Casa, Ilana Trombka, informou que a obrigatoriedade de recadastramento, com prova de vida, está suspensa até 31 de dezembro de 2022, conforme ato do presidente Rodrigo Pacheco publicado no Boletim Administrativo do Senado na segunda-feira (03/10).

(Foto: Agência Senado)

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Senado aprova MP que prorroga prazo de migração de previdência de servidores

Texto é mais benéfico para categoria

O plenário do Senado aprovou nesta terça-feira (4) a Medida Provisória (MP) 1.119/2022, que reabriu o prazo para servidores públicos migrarem do Regime Próprio de Previdência Social (RPPS) para o Regime de Previdência Complementar (RPC) até 30 de novembro. O projeto decorrente dela (PLV 24/2022) seguirá para a sanção presidencial. O relator da matéria, senador Jorge Kajuru (Podemos-GO), apresentou um parecer nos moldes do texto aprovado na Câmara dos Deputados.

De acordo com o texto ratificado, serão consideradas 80% das maiores contribuições realizadas, o que melhora as condições de migração. A mudança é uma das emendas defendidas pelo Sindilegis e aprovadas no Congresso Nacional. “Essa emenda traz um caráter mais benéfico para os servidores, que permite que o cálculo seja feito com 80% das maiores contribuições, portanto, o benefício se torna maior. E isso é fruto da atuação do Sindilegis, que realizou um trabalho intenso para aprimorar o texto, afirmou o presidente do Sindilegis, Alison Souza, que acompanhou a votação diretamente do plenário do Senado. Os diretores Paulo Cézar Alves e Pedro Enéas Mascarenhas também estiveram presentes.

Atenção, servidor! O novo texto aprovado hoje só terá validade após a sanção da lei. A MP precisa ser sancionada pelo presidente da República para que então as novas regras passem a vigorar a partir da data da publicação. O texto tem até 15 dias para ser sancionado ou vetado pelo presidente da República. Durante o prazo para sanção, o texto vigente será o da MP original. Saiba mais aqui.

No Senado, o Sindilegis realizou um trabalho estratégico junto ao relator da MP para ajustar o texto com vistas a garantir a segurança jurídica de todos aqueles que já firmaram o termo de opção antes dessa alteração promovida na Câmara. A emenda redacional foi no sentido de garantir que quem já optou pela migração antes dessas alterações na Câmara possa ter o recálculo do benefício, ou seja, permitir as mesmas condições para todo mundo independente da data que foi firmado o termo de opção após a publicação da MP.

De acordo com o diretor Pedro Enéas Mascarenhas, a medida provisória original levava em consideração o fator de proporcionalização do benefício especial de 40 anos de contribuição. Já a emenda sugerida pelo Sindilegis e acatada pelo senador Jorge Kajuru considera 35 anos de contribuição, para homens, e 30 anos, para mulheres. “Isso é um excelente benefício e faz uma diferença enorme. É um ganho muito bom para quem optar pela migração”, explicou.