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Novembro Azul: Sindilegis ressalta a importância de exames preventivos no combate ao câncer de próstata

O exame para detecção do câncer de próstata deve ser realizado a partir dos 50 anos de idade, mas antes disso o homem já pode se consultar com um urologista

Quando o assunto é câncer, já é de conhecimento público que a prevenção é o melhor remédio. A campanha “Novembro Azul” surgiu com o objetivo de pautar a importância da realização de exames preventivos no combate ao câncer de próstata, o segundo tipo mais comum entre os homens. O Sindilegis, na sua qualidade de entidade representativa de milhares de servidores do sexo masculino, ressalta o quanto é imprescindível que os homens cuidem da saúde.

O vice-presidente do Sindicato, Alison Souza, reitera o compromisso da entidade em participar de ações que visem a promoção do bem-estar físico e emocional de seus filiados: “Essa é uma campanha que vem crescendo de maneira muito forte nos últimos anos e tem uma importância tão grande quanto a que trata do câncer de mama. Sabemos que a doença é perfeitamente curável, desde que detectada precocemente. A campanha visa alertar a população, principalmente a masculina, sobre a necessidade do exame periódico”.

O exame para detecção do câncer de próstata deve ser realizado a partir dos 50 anos de idade, mas antes disso o homem já pode se consultar com um urologista. Homens negros ou aqueles com parentes de primeiro grau que tiveram a doença, além dos obesos, configuram um grupo de risco em que o tumor é identificado mais cedo e que precisa iniciar o rastreio a partir dos 45 anos.

Diabetes também pauta o Novembro Azul

Recentemente, a ação passou a englobar, também, o enfrentamento à diabetes. Segundo um estudo realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em parceria com o Ministério da Saúde, cerca de 9 milhões de pessoas são acometidas pela doença no Brasil. O número representa aproximadamente 6% da população do país.

Em sessão solene especial, celebrada em 7 de novembro, no Senado Federal, a presidente da Frente Parlamentar Mista no Combate à Diabetes, a Deputada Federal Flávia Morais (PDT-GO) explicou que 14 de novembro – Dia Mundial da Diabetes – foi escolhido para marcar a campanha de conscientização sobre a diabetes porque foi a data em que nasceu Frederik Banting, médico canadense que descobriu a insulina em 1921. O feito, segundo a deputada, valeu a eles o Prêmio Nobel e alterou por completo a qualidade e a expectativa de vida dos diabéticos.

Com informações da Agência Senado

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Novembro Azul: Sindilegis ilumina sede e entra na luta pela prevenção ao câncer de próstata

Sede do Sindicato ficará iluminada de azul durante todo o mês de Novembro e filiados receberão mais informações sobre a importância do exame

Quem passar pela via L2 em novembro perceberá, na altura da quadra 610, que a fachada do prédio do Sindilegis ganhou iluminação especial em tons de azul. A iniciativa marca o apoio do Sindicato às ações realizadas pela Câmara dos Deputados, pelo Senado Federal e pelo TCU em referência à campanha “Novembro Azul”. Durante todo o mês, são realizadas ações para que os homens se conscientizem e realizem os exames de prevenção do câncer de próstata e da diabetes.

Durante o acendimento das luzes, que foi realizado na última quinta-feira (7), o presidente do Sindilegis, Petrus Elesbão, destacou a importância do autocuidado: “O câncer de próstata é uma doença cruel e não apresenta sintomas em seu estágio inicial, por isso os exames preventivos são fundamentais para a manutenção da nossa saúde e integridade física”. A cerimônia contou com a presença da diretoria do Sindilegis que endossou a luta pela prevenção das doenças.

Fique atento!

O câncer de próstata é o tipo mais frequente entre os homens, depois do câncer de pele. Alguns dos sintomas que podem estar associados à doença são dificuldade para urinar e sensação constante de bexiga cheia. Em 2018, foram detectados 68.220 novos casos da doença no país, segundo o Ministério da Saúde. O quantitativo corresponde a um risco estimado de 66,12 mil casos novos a cada 100 mil homens, além de ser a segunda causa de morte por câncer em homens no Brasil, com mais de 14 mil óbitos. Na presença de sinais e sintomas, recomenda-se a realização de exames.

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Sindilegis une Esquerda e Direita no combate ao machismo e ao feminicídio

Em meio a debates acalorados no Congresso Nacional, governistas e oposição se unem em campanha apartidária em prol da defesa dos direitos da Mulher

“Acredito que o papel que as mulheres representam na sociedade brasileira precisa ser valorizado contra o preconceito e qualquer tipo de discriminação”

Davi Alcolumbre (DEM-AP), presidente do Senado Federal

 

Na quarta-feira, 28 de março de 2019, uma guerrilha se levantou na Câmara dos Deputados e no Senado Federal com o objetivo de abater um inimigo comum que assola a nossa sociedade: o machismo. As armas escolhidas pelos combatentes: os neurônios e a desconstrução de símbolos da opressão feminina.

Convidando deputados e senadores de diferentes posições ideológicas a se comprometerem com a causa e lutarem pela igualdade entre gêneros, o Sindilegis lançou a campanha “Armas Contra o Machismo”. O objetivo foi atingir especialmente os membros do Congresso que atuam como representantes da sociedade e têm em suas mãos o poder de propor, aprovar ou rejeitar projetos que podem impactar a vida de milhões de mulheres brasileiras. A campanha obteve uma massiva participação de parlamentares do governo e da oposição.

Petrus Elesbão, presidente do Sindilegis, refletiu sobre a necessidade de se pautar esse tema. “A realidade brasileira é muito dura e violenta para as mulheres. Os números de feminicídio divulgados pela imprensa diariamente são assustadores. É preciso agir e o Sindilegis, como entidade representativa de milhares de servidoras, organizou essa campanha para pautar o assunto no Congresso e integrar os parlamentares nessa luta”, explicou.

“A realidade brasileira é muito dura e violenta para as mulheres. Os números de feminicídio divulgados pela imprensa diariamente são assustadores. É preciso agir!”
Petrus Elesbão, presidente do Sindilegis

 

Parlamentares como a senadora Leila Barros (PSB-DF), primeira senadora do Distrito Federal, e deputadas federais como Érika Kokay (PT-DF), Celina Leão (PP-DF), Benedita da Silva (PT-RJ), e a deputada estadual Goretti Reis (PSD- SE) elogiaram e aderiram à iniciativa, mas o foco da campanha era mobilizar os representantes do sexo masculino. O próprio presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), e deputados como Túlio Gadelha (PDT-PE) e Alexandre Frota (PSL-SP) engrossaram o coro contra a discriminação e usaram os bottons com os dizeres “Xô Machismo” e as camisetas da campanha, inclusive, em Plenário.

“O preconceito não é bom para a sociedade. Eu sou um pacificador e acredito que o papel que as mulheres representam na sociedade brasileira precisa ser valorizado contra o preconceito e qualquer tipo de discriminação”, defendeu o presidente do Senado.

A deputada Érika Kokay (PT-DF) foi incisiva ao destacar o cunho provocador e questionador da campanha: “Tem milhões de mulheres neste País que não querem voltar para casa ou que têm medo de voltar porque ali há uma imposição sobre seus corpos, suas falas, sobre a sua vontade, sobre o seu desejo. Por isso que essa campanha do Sindilegis, extremamente criativa,  diz que ‘a gente tem que se armar contra o machismo’. Não é essa arma que eles querem que todo cidadão porte em que possa  matar o outro. As nossas armas são os nossos neurônios, são as colheres que a gente mete na briga de marido e mulher. São as nossas vozes, é o nosso riso, é o nosso riso! Essas são as nossas armas”.

“As nossas armas são os nossos neurônios, são as colheres que a gente mete na briga de marido e mulher. São as nossas vozes, é o nosso riso, é o nosso riso”

Érika Kokay (PT-DF)

 

A deputada Benedita da Silva (PT-RJ) também parabenizou a iniciativa, convidou as mulheres para uma maior participação na política do País e fez um apelo: “Quando a nossa vizinha estiver apanhando do marido, não queremos ouvir que em ‘briga de marido e mulher ninguém mete a colher porque provavelmente haverá um funeral dessa mulher”.

O deputado Túlio Gadelha (PDT-PE) refletiu sobre a ainda escassa presença feminina nas cadeiras da Câmara e do Senado. “Infelizmente o Brasil tem hoje um dos governos com um dos menores índices de participação da mulher na política. Estamos em 149º num total de 188 países. Além disso, aqui no Congresso, apenas 15% das mulheres ocupam as vagas de representação de um País que tem majoritariamente mulheres eleitoras”, avaliou.


“Estamos em 149º num total de 188 países. Além disso, aqui no Congresso, apenas 15% das mulheres ocupam as vagas de representação de um país que tem majoritariamente mulheres eleitoras”

Túlio Gadelha (PDT-PE)

 

Armas Contra o Machismo

Usando o debate sobre o porte de armas como gancho, a campanha “Armas Contra o Machismo!” desconstruiu significados de objetos corriqueiros como colheres, vassouras e espanadores, empunhados nesta campanha pelos homens.

A escolha por elementos do cotidiano que carregam certo peso simbólico não foi à toa. A vassoura, por exemplo: antes um símbolo dos afazeres domésticos (estereótipo tipicamente machista de que apenas mulheres podem desempenhar tais tarefas), vira nesta campanha uma “arma para varrer a desigualdade para longe!” – uma desconstrução desses símbolos e do próprio significado da arma.

Outro exemplo é a colher.  Na campanha, ela se torna uma arma quando questionamos a máxima de que “em briga de marido e mulher ninguém mete a colher”, convidando aqueles que testemunharem agressões a se intrometer sim e evitar tragédias ainda maiores.

Além da ação no Congresso, o Sindilegis também lançou a campanha virtualmente em sua página do Facebook (Sindilegis Oficial) e no Instagram (@SindilegisOficial). Na quinta-feira (29), a ação continua no Tribunal de Contas da União, onde o sindicato irá convidar, também, os Ministros da Corte a endossarem a campanha.

Em 2018, o Sindilegis foi premiado pelo Lisbon Awards Group, no Prêmio Lusófonos de Criatividade com a campanha do mês da Mulher “Florzinha é bom, mas direitos iguais é melhor!”, que chamava atenção ao fato de que, apesar do Dia das Mulheres ser normalmente voltado para os mimos, a data é de debate e luta por direitos e avanços.

Este ano o convite da entidade foi de que todos gritassem juntos: Xô Machismo!