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Servidora da Câmara precisa de doações de sangue urgente

O espiritualista Chico Xavier, responsável por conduzir diversas ações sociais durante sua vida terrena, uma vez disse: “o bem que você pratica em algum lugar, é teu advogado em toda parte”. E é nesse espírito de solidariedade e empatia que o Sindilegis informa que a servidora e filiada ao Sindilegis Adriana Rosa Alves encontra-se internada no Hospital São Lucas em estado grave e precisa urgentemente de doações de sangue.

Todos os tipos sanguíneos são bem-vindos!

Quem quiser contribuir com essa corrente do bem e ajudar a colega, basta apresentar um documento com foto no Hemocentro São Lucas, no Lago Sul, e fazer a doação em nome da servidora.

Endereço:
Hemocentro São Lucas, SHIS, QI 15, no Centro Médico Brasília (em frente ao Hospital Brasília).
Telefones: (61) 3248-7272 e (61) 99558-5673

Os requisitos para doar sangue é estar com bom estado de saúde e seguir os seguintes passos:

• Ter idade entre 16 e 69 anos, desde que a primeira doação tenha sido feita até 60 anos (menores de 18 anos devem possuir consentimento formal do responsável legal); pessoas com idade entre 60 e 69 anos só poderão doar sangue se já o tiverem feito antes dos 60 anos.
• Apresentar documento de identificação com foto emitido por órgão oficial (Carteira de Identidade, Carteira Nacional de Habilitação, Carteira de Trabalho, Passaporte, Registro Nacional de Estrangeiro, Certificado de Reservista e Carteira Profissional emitida por classe), serão aceitos documentos digitais com foto.
• Pesar no mínimo 50 kg.
• Ter dormido pelo menos 6 horas nas últimas 24 horas.
• Estar alimentado. Evitar alimentos gordurosos nas 3 horas que antecedem a doação de sangue. Caso seja após o almoço, aguardar 2 horas.
• Pessoas com idade entre 60 e 69 anos só poderão doar sangue se já o tiverem feito antes dos 60 anos.
• A frequência máxima é de quatro doações de sangue anuais para homens e de três doações de sangue anuais para as mulheres.
• O intervalo mínimo entre uma doação de sangue e outra é de dois meses para os homens e de três meses para as mulheres.

Quais são os impedimentos temporários para doar sangue?

• Gripe, resfriado e febre: aguardar 7 dias após o desaparecimento dos sintomas;
• Período gestacional;
• Período pós-gravidez: 90 dias para parto normal e 180 dias para cesariana;
• Amamentação: até 12 meses após o parto;
• Ingestão de bebida alcoólica nas 12 horas que antecedem a doação;
• Tatuagem e/ou piercing nos últimos 12 meses (piercing em cavidade oral ou região genital impedem a doação);
• Extração dentária: 72 horas;
• Apendicite, hérnia, amigdalectomia, varizes: 3 meses;
• Colecistectomia, histerectomia, nefrectomia, redução de fraturas, politraumatismos sem seqüelas graves, tireoidectomia, colectomia:
• 6 meses;
• Transfusão de sangue: 1 ano;
• Vacinação: o tempo de impedimento varia de acordo com o tipo de vacina;
• Exames/procedimentos com utilização de endoscópio nos últimos
• 6 meses;
• Ter sido exposto a situações de risco acrescido para infecções sexualmente transmissíveis (aguardar 12 meses após a exposição).

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Liga do Bem soma forças com Sindilegis e SindiEnfermeiros-DF em prol dos profissionais de saúde do DF

Doação de capotes cirúrgicos foi viabilizada por ação do grupo de voluntários do Senado Federal, que conta com apoio do Sindicato

A pandemia de Covid-19 ainda não acabou. Apenas na última segunda-feira (26), o Distrito Federal registrou mais nove mortes e 712 novas infecções pelo coronavírus, de acordo com dados da Secretária de Saúde do DF (SES-DF). Diante desse difícil cenário, a Liga do Bem do Senado Federal se uniu ao Sindilegis e ao SindiEnfermeiros-DF para formar uma verdadeira corrente de solidariedade e doou 720 capotes (aventais cirúrgicos) que serão destinados a profissionais que atuam no front da pandemia.

A entrega foi realizada nessa segunda-feira (26) e reuniu a coordenadora do grupo de voluntários do Senado, a servidora Patrícia Seixas; as diretoras do Sindilegis Fátima Mosqueira e Magda Helena; e o secretário-geral do Sindicato dos Enfermeiros do DF, Jorge Henrique Sousa.

Os efeitos gerados pela crise social e sanitária são sentidos, principalmente, pela população mais economicamente vulnerável e entre os profissionais de saúde que encaram rotinas exaustivas em que dão tudo de si para cuidar dos outros.

“Os servidores estão exaustos. Trabalham há mais de um ano, muitos sem férias e sem previsão para o fim desta pandemia. A situação ainda é grave”, refletiu o secretário-geral do SindiEnfermeiros-DF.

Para a diretora Fátima Mosqueira, a ação marca um reconhecimento, mais do que merecido, do Sindilegis em relação a todo o esforço empreendido contra a doença que já matou mais de 9.500 pessoas em Brasília. “A situação seria ainda pior se não fossem os profissionais que vão para a frente de batalha, mesmo se colocando em risco, para garantir que não falte ar à população”, disse. A diretora Magda Helana complementou: “Estamos com vocês! Contem conosco”.

Os capotes doados são frutos do projeto “Produções do Bem”, da Liga do Bem – grupo de voluntários do Senado Federal que conta com a parceria do Sindilegis. Eles foram produzidos à mão por dezenas de costureiras, profissionais e amadoras, que doam seu tempo na esperança de contribuir.

O grupo não aceita doações em dinheiro, mas a coordenadora explica que existem muitas outras formas de ajudar: “Além desta ação, temos outras em desenvolvimento e ativas. Seguimos com o ‘Paredes do Bem’ para aquecer as residências de pessoas vulneráveis e com a produção de mantas térmicas para distribuirmos para quem se encontra em situação de rua. Quem quiser somar com os projetos desenvolvidos pela Liga do Bem pode nos procurar pelas redes sociais. Estamos no Instagram e no Facebook. Também dispomos do e-mail [email protected]”.

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Arraiá Legis: Sindilegis e Ascade ajudam entidade que protege mulheres vítimas de violência doméstica

Parte dos alimentos arrecadados durante a 10ª edição da festa junina foi doada ao projeto “Rede Sou mais Mulher” do Governo do Distrito Federal 

O 10º Arraiá Legis foi realizado no início do mês de junho, mas o sucesso da festa ainda reverbera em Brasília. Na tarde da última terça-feira (25), o Sindilegis e a Ascade doaram cerca de 400 kg de alimentos não-perecíveis ao projeto “Rede Sou Mais Mulher”, da Secretaria da Mulher do Governo do Distrito Federal.

A “Rede Sou Mais Mulher” foi instituída por meio do Decreto nº 39.705 e atende diversas entidades, como a Casa Abrigo, que atua na proteção de mulheres vítimas de violência doméstica. A iniciativa trabalha com foco no respeito à diversidade e o combate a todas as formas de discriminação. A diretora de Benefícios do Sindilegis e Assistência Social da Ascade, Fátima Mosqueira e o presidente da Ascade, Francisco Morais, receberam a Secretária da Mulher do DF, Éricka Filippelli para a entrega das doações.

Durante o encontro, Éricka destacou a importância de ações sociais solidárias. “As mulheres que estão na Casa Abrigo, que saem de lá para uma nova perspectiva, precisam muito desse apoio. Agradecemos imensamente a Ascade e ao Sindilegis por essa doação e contamos sempre com essas parcerias”, concluiu.

Fátima Mosqueira destaca que parte do sucesso do Arraiá Legis ao longo dos últimos 10 anos se dá porque o evento sempre levou em consideração o cunho social.  “Desde a primeira edição da festa junina, a organização tem se preocupado com a importância do evento para a comunidade brasiliense. Além de promover momentos únicos de confraternização, amizade e alegria entre os forrozeios do legislativo e a comunidade em geral, o Sindilegis e a Ascade também buscam ajudar o próximo realizando ações como essa”.

Sindilegis na defesa das mulheres

O Sindicato, representante das servidoras que trabalham na Câmara dos Deputados, no Senado Federal e no Tribunal de Contas da União, tem trabalhado fortemente no enfrentamento à violência doméstica. Em março deste ano, o Sindilegis lançou a campanha “Armas Contra o Machismo” no Congresso Nacional e no TCU, desconstruindo símbolos de objetos ligados ao universo feminino e afazeres domésticos, que, agora, se voltam para a luta contra a desigualdade salarial, os padrões de beleza, a violência doméstica e o feminicídio.

Em 2018, o Sindilegis foi premiado em 2018, pela Lisbon Awards Group, no Prêmio Lusófonos de Criatividade com a campanha “Florzinha é bom, mas direitos iguais é melhor!”, que chamava atenção ao fato do Dia das Mulheres serem voltados para mimos, mas ser uma data voltada para a luta de direitos e avanços.