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Entidades de carreiras jurídicas apontam necessidade de valorização do servidor público em audiência do GT da Reforma

Além da audiência pública com representantes da Academia, o Grupo de Trabalho (GT) da Reforma Administrativa da Câmara dos Deputados debateu, também na terça-feira (1º), com entidades representativas de carreiras jurídicas. Quinze entidades participaram da audiência.

O Sindilegis acompanhou as discussões, que convergiram no entendimento de que a Reforma Administrativa deve ter como premissa central a qualificação do serviço público brasileiro, com foco na valorização do servidor público, das instituições estatais, e na eficiência na entrega de serviços ao cidadão.

O representante da Associação Nacional dos Advogados Públicos Federais (ANAPB), Vitor Pinto Chaves afirmou que “a qualificação, a ampliação de oportunidades econômicas e sociais e educativas ao cidadão brasileiro tem que estar no cerne dessa discussão”.

Já Niomar de Sousa Nogueira, representante da Associação Nacional dos Advogados da União (AGU), destacou a capacidade de entrega dos servidores públicos e a relevância de seu papel no Estado. Nogueira também ressaltou o papel da AGU na modernização de processos. “A AGU hoje oferece aos estados e municípios um modelo de licitação eficiente, nós já temos evidências de melhoria ao longo do tempo”, disse.

A representante da Associação Nacional dos Defensores Públicos Federais (ANADEF), Liana Lidiane Pacheco, falou que o aprimoramento da prestação de serviços públicos não pode ocorrer às custas da desvalorização dos servidores públicos, que são os responsáveis pelo funcionamento do Estado. “Valorizar o servidor é valorizar o próprio Estado e a sua capacidade de servir bem a população”, falou.

Confira a audiência completa clicando aqui.

O próximo encontro do GT está previsto para o dia 9 de julho, com representantes dos governos das três esferas. A ministra da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos Esther Dweck é aguardada no encontro, que será acompanhado pelo Sindilegis.

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”A estabilidade foi criada pra proteger o serviço público, não o servidor”. Entrevista com presidente do Sindilegis é destaque no jornal Correio Braziliense deste domingo (29)

Na edição impressa do Correio Braziliense deste domingo (29), o Sindilegis ganhou destaque com uma entrevista do presidente Alison Souza.

Entre outras coisas, Alison destacou a importância de proteger o serviço público das disputas políticas, a instalação da mesa permanente de negociação em cada órgão e o retrocesso que a PEC 32/20 representa.

Leia a íntegra da entrevista abaixo:

No dia 6 de outubro de 1988, um dia após a promulgação da Constituição Federal, foi fundado o Sindicato dos Servidores do Poder Legislativo Federal e TCU, o Sindilegis. A vida do servidor melhorou de lá para cá?

Em geral, sim. Acredito que muitas das melhorias ocorreram em razão do desejo dos constituintes de proteger o funcionamento do serviço público das disputas de poder, naturais na política. Os princípios que regem a Administração Pública, a estabilidade, o concurso público e outras normas legais dessa época são prova disso. A vida do servidor melhora quando os gestores são qualificados e compromissados com os objetivos das instituições que administram.

O sonho de muita gente que se prepara para passar em concurso é ingressar no Poder Legislativo, considerado um empregão. É isso mesmo?

Os órgãos do Poder Legislativo são ótimos lugares para se trabalhar. São instituições bicentenárias, com muita tradição e importância para o país. É gratificante trabalhar em órgãos que estão no centro dos acontecimentos mais significativos para a nossa população. O corpo de servidores é altamente qualificado e isso cria oportunidades para o contínuo desenvolvimento pessoal e profissional dos colegas. O convívio com as autoridades também é enriquecedor. Elas personificam as diversas visões de país que existem. E, claro, os salários ainda são bons.

Nesta data em que se comemora o Día do Servidor, qual é hoje a principal demanda do funcionalismo público?

Olha, são muitas pautas. Hoje, pra mim, a principal delas é a instalação da mesa permanente de negociação em cada órgão. Essa mesa está prevista na Convenção 151 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), da qual o Brasil é signatário. Como na iniciativa privada, os servidores também devem ter o direito de negociar com os administradores dos órgãos as questões trabalhistas. Isso trará transparência a essa relação e beneficiará a ambos os lados.

A PEC 32/20, proposta que ameaça a estabilidade dos servidores públicos, está parada na Câmara. Acredita que há espaço para avançar nesta legislatura?

Espero que não. A PEC 32/20 é desastrosa. Se os objetivos dela, conforme se anuncia para a população, são economia e eficiência, então temos um problema muito grave nessa PEC. Nenhuma das soluções previstas nela está embasada em estudos técnicos, que comprovem sua eficácia. O TCU solicitou ao então ministro da Economia, Paulo Guedes, os supostos estudos. Nada foi entregue até hoje. Mexer nas regras da Administração Pública para aumentar a ingerência da classe política no funcionamento do serviço público por meio de cargos temporários e terceirização não me parece uma boa ideia. Nem para a sociedade e nem para a própria classe política.

A estabilidade leva a uma acomodação dos servidores públicos?

O servidor público é como qualquer trabalhador da iniciativa privada. Existem os mais motivados e os menos. Creio que as condições de trabalho, vocações, valorização das pessoas, saúde mental e outros elementos afetam mais a motivação do que a questão da estabilidade. Como eu disse, a estabilidade foi criada pra proteger o serviço público, não o servidor. Imagina ter que dizer não a uma autoridade sem ter estabilidade? Mesmo o trabalhador da iniciativa privada é capaz de entender isso. Quantos deles, para preservar o emprego, tiveram que se calar diante de situações ruins? Só que no caso do serviço público, é o interesse geral e coletivo da população que está em risco, daí a estabilidade: para proteger o interesse público.

Ainda vale a pena fazer concurso público?

Olha, cada pessoa tem suas perspectivas pessoais. Vejo pessoas que estão no serviço público pelo bom salário oferecido neste ou naquele cargo, mas que não possuem vocação. Sofrem. Dinheiro é bom, mas não é tudo. No início é ótimo, mas com o tempo a desconexão entre o trabalho que se realiza e o propósito de vida fala mais alto e impõe sofrimento. Mas é claro que dizer isso a uma pessoa que ganha um salário mais baixo é um tanto complicado. Diria que ainda vale a pena fazer concurso se a pessoa tiver vocação ou muita vontade de se adaptar ao trabalho.

Veja a página da publicação, em pdf, aqui.

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Sindilegis analisa parecer da reforma administrativa; texto será lido nesta quarta-feira (1º) na comissão especial

Presidente, Alison Souza, e vice-presidente Paulo Cezar Alves acompanharam coletiva de imprensa sobre principais pontos do texto

O Sindilegis acompanhou nesta terça-feira (31) a coletiva de imprensa sobre o relatório da PEC 32/20 com o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), o relator da Reforma Administrativa, Arthur Maia (DEM-BA), e o presidente da Comissão Especial da PEC 32, Fernando Monteiro (PP-PE), no Salão Verde da Casa. Foram apresentados os principais pontos do texto, que será lido amanhã, 1º de setembro, às 9h30, no âmbito da Comissão Especial.

 

O presidente da Câmara garantiu que nenhum direito adquirido dos servidores atuais será retirado. Segundo ele, a previsão é de que o parecer seja votado nos dias 14 e 15 de setembro, se não houver obstrução.

 

Já o relator da PEC 32 afirmou que o texto manterá a estabilidade de todos os servidores públicos. Arthur Maia enfatizou que outros direitos estão sendo integralmente respeitados. O relator explicou que a avaliação de desempenho será desenvolvida integralmente em Lei Complementar: será feita no âmbito de uma plataforma digital (gov.br); terá que ter a presença da avaliação do usuário do serviço público; e haverá um prazo dilatado para a avaliação.

 

O presidente do Sindilegis, Alison Souza, e o vice-presidente Paulo Cezar Alves estiveram no Salão Verde. Para Souza, em uma análise preliminar, houve um avanço significativo na proposta. “O ponto principal é a garantia da estabilidade: o servidor só perderia o cargo por insuficiência de desempenho”, observou.

 

A equipe de Articulação Política do Sindilegis irá estudar o conteúdo e trará seu parecer na maior brevidade possível.

 

Confira aqui a íntegra da coletiva de imprensa: https://www.youtube.com/watch?v=iIYwaZTQpYI

 

 

 

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Em audiência na comissão especial da PEC 32/20, presidente do Sindilegis defende estabilidade para todos os servidores ocupantes de cargos efetivos

Para Alison Souza, criação do vínculo de experiência de dois anos como condição para a estabilidade fere princípio da impessoalidade

 

As condições para a aquisição da estabilidade no serviço público foram desta vez o foco do debate na comissão especial da Câmara dos Deputados que analisa a PEC 32/20. Nesta quarta-feira (14), o presidente do Sindilegis, Alison Souza, participou do debate e criticou as mudanças previstas na PEC para os futuros servidores. A proposta, conforme ressaltou Souza, restringe a estabilidade apenas aos servidores que vierem a ocupar cargos de carreira classificada como típica de Estado, e cria mais uma etapa ao concurso público denominada “vínculo de experiência”.

De acordo com o texto da PEC, a aquisição da estabilidade se daria após dois anos de vínculo de experiência e mais um de efetivo exercício. O presidente do Sindicato disse ver a medida com extrema preocupação. “Isso cria uma situação esdrúxula em que o servidor está nomeado, mas ao mesmo tempo continua participando de um concurso público”. Segundo ele, essa medida concede poder excessivo aos gestores sobre os resultados de concursos e quebra o princípio da impessoalidade. Ainda de acordo com Souza, a proposta abre espaço para perseguições políticas e atos de corrupção. “A verdade é que o vínculo de experiência deixa o candidato na mão do seu avaliador e isso pode criar um conflito de interesses prejudicial à população e aos cofres públicos”, acrescentou.

Alison Souza também ponderou que a proposta da PEC de restringir a estabilidade aos ocupantes de cargos típicos de Estado é um equívoco. Citando o Índice de Percepção da Corrupção da Transparência Internacional, que classifica o Brasil na 94ª posição, o presidente ponderou o risco que representa permitir a exoneração de servidores efetivos por mera lei ordinária de qualquer dos entes da Federação.

Para o Sindilegis, categorizar carreiras prejudicará os servidores públicos, seja por reforçar percepções equivocadas da sociedade sobre privilégios, seja por enfraquecer carreiras não classificadas como típicas de Estado, expondo-as a manipulações políticas. De toda a forma, a diretoria do Sindilegis acompanhará de perto os debates sobre eventual lei complementar que venha, no futuro, a definir o conceito e as carreiras classificadas como típicas de Estado.

Por fim, o presidente do Sindilegis reiterou repúdio à PEC 32: “O texto original da PEC, é, sem meias palavras, o marco regulatório da corrupção no país”, declarou.

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Diretores do Sindilegis buscam apoio de parlamentares para barrar a Reforma Administrativa

Embora a Câmara e o Senado estejam funcionando de maneira híbrida, os diretores do Sindilegis têm mantido o compromisso de defender os servidores e estão percorrendo os gabinetes e corredores do Congresso Nacional para dialogar com os parlamentares sobre a Reforma Administrativa. Na tarde desta terça-feira (20), o presidente do Sindilegis, Petrus Elesbão, e o vice, Alison Souza, estiveram com a presidente da Comissão de Constituição e Justiça do Senado Federal, a parlamentar Simone Tebet (MDB/MS).

No encontro, os dirigentes expuseram os principais riscos da PEC 32/2020, com relação ao fim de estabilidade e a extinção de concursos públicos, entre outros.

“O texto da PEC é vago demais para expor os profundos reflexos que virão com leis complementares que podem acabar com o serviço público como existe hoje, destruir as carreiras, a progressão e a estabilidade e gerar o risco de insolvência dos sistemas próprios de previdência por falta de novos aportes”, salienta o presidente do Sindicato, Petrus Elesbão.

O vice-presidente Alison Souza considera a reforma administrativa uma grande ameaça: “Nós, servidores, temos a preocupação com o equilíbrio fiscal, mas não podemos admitir ameaças à estabilidade e à realização de concurso público, que são pilares para combater a desigualdade social, para garantir um serviço público de qualidade e para o desenvolvimento do país”.

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Sindilegis participará de audiência na CCJ do Senado sobre as PECs Emergencial e do Pacto Federativo

Senador Weverton Rocha (PDT/MA) requereu a presença do Sindilegis para audiência com o objetivo de instruir as duas PECs

O vice-presidente do Sindilegis, Alison Souza, foi convidado para participar, em nome do Sindilegis, de audiência pública na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania do Senado Federal sobre as PECs 186/19 e 188/19, também chamadas de PEC Emergencial e PEC do Pacto Federativo, respectivamente. Essas duas Propostas de Emenda à Constituição podem trazer impactos muito negativos para os servidores e empregados públicos.

Entre as medidas previstas na PEC 186, por exemplo, está a autorização para que poderes e órgãos da União promovam a redução temporária, em até 25% na jornada e nos salários, dos ocupantes de cargos, funções e empregos públicos da administração pública direta, autárquicas e fundacional, em duas hipóteses:

  1. descumprimento dos limites de gasto com pessoal, fixado em lei complementar; e
  2. descumprimento do teto de gastos. A PEC institui que os estados, o Distrito Federal e os municípios poderão adotar os mecanismos de estabilização e ajuste fiscal toda vez que a relação entre despesas correntes e receitas correntes superar 95%, mantendo tais restrições enquanto remanescer a situação.

Ainda sem data prevista para a realização, a audiência foi requerida pelo senador Weverton Rocha (PDT/MA). Além do Sindilegis, também foram convidados o presidente da Associação Nacional de Especialistas em Políticas Públicas e Gestão Governamental, Pedro Pontual, e o coordenador-geral da Federação Nacional dos Trabalhadores do Judiciário e MPU, Fabiano dos Santos.

O senador alegou no requerimento: “Para o processo de discussão das referidas PECs, é imprescindível a análise de estudos e levantamentos, bem como a consulta a especialistas acerca de seus impactos concretos nos diversos serviços públicos com os quais a população brasileira conta hoje. A participação dos convidados nesta audiência, portanto, promete ser frutífera e contribuir para qualificação do debate em questão”.

O vice-presidente do Sindilegis, Alison Souza, diz que essa é uma oportunidade de expor argumentos e preocupações em favor do serviço público brasileiro: “Agradecemos ao Senador pelo convite, pois sabemos que há um sério risco de descontinuidade na oferta de serviços públicos essenciais ao cidadão. Defendemos contas públicas equilibradas, mas não podemos aceitar que isso seja feito sempre às custas dos mais pobres e dos trabalhadores.”.

Veja aqui o requerimento do senador.

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Estabilidade é o foco de segunda edição da série especial Café com Política – Reforma Administrativa

Fórum digital vai abordar impactos das mudanças das regras do serviço público em análise no Congresso Nacional, por meio da PEC 32/2020

O que está em jogo com a flexibilização da estabilidade do servidor? As mudanças na Constituição vão garantir maior produtividade e efetividade dos serviços públicos? Essas e outras dúvidas serão debatidas no segundo episódio da série especial do Sindilegis Café com Política – Reforma Administrativa.

Desta vez, o fórum virtual vai debater um dos pontos mais polêmicos que a proposta do governo federal – enviada ao Congresso por meio da PEC 32/2020 – pretende alterar: a estabilidade dos servidores públicos. O Sindilegis convidou um time de especialistas para discutir o assunto na próxima segunda-feira (05/10), às 18h. A transmissão será feita pelo canal do Sindicato no YouTube.

O texto apresentado pelo governo no início de setembro acaba com a estabilidade para os novos servidores em várias carreiras. Pela proposta, haverá cinco regimes de contratação. Apenas os cargos típicos de Estado terão direito à estabilidade após três anos no serviço público. Nas outras modalidades – cargos por prazo indeterminado e contrato por prazo determinado – os novos servidores seriam admitidos via concurso público, mas sem estabilidade. Já os cargos de liderança e assessoramento seriam ocupados em parte via “processo de seleção simplificado”, ainda não detalhado, e outra parte via indicação. O texto prevê ainda que todos os aprovados em concurso público passarão um período sob o contrato de experiência.

Os painelistas convidados são Marcelo Ramos, deputado federal (PL-AM), advogado e professor universitário; e Adriana Shier, pós-doutora em Direito Público, doutora em Direito e vice-presidente do Instituto Paranaense de Direito Administrativo.

O moderador da live será Cid Queiroz, jornalista da TV Câmara e especialista em Ciência Política. A jornalista debatedora será Dora Kramer, escritora, colunista da Revista Veja e comentarista política da Rádio BandNews FM. O servidor do TCU e vice-presidente do Sindilegis, Alison Souza, também participa do fórum.

Serviço
Série especial Café com Política – Reforma Administrativa
Episódio II – Estabilidade do servidor
Data: 05/10
Horário: 18h
Onde: Canal do Sindilegis no Youtube

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Estabilidade, Previdência e Teto Salarial: o Sindilegis monta grupo de trabalho para lutar pelos servidores

O Sindilegis já estuda estratégias para os diversos cenários de aprovação de medidas contra os servidores

Mudanças podem gerar esperança, mas também incertezas. Com o novo governo, diversas especulações começam a circular, o que gera um clima de apreensão no serviço público e na sociedade. Por isso, o Sindilegis montou um grupo de trabalho para estudar os diversos cenários e trabalhar previamente em defesa dos filiados.

O grupo é formado por especialistas em diversas áreas, além de assessores parlamentares, diretores do Sindilegis, advogados e jornalistas. O objetivo é monitorar o andamento das propostas e alinhar estratégias de atuação para coibir medidas que venham retirar direitos dos servidores, como explica o presidente do Sindilegis, Petrus Elesbão.

“Neste primeiro cenário, em virtude de uma forte demanda pela aprovação da reforma da Previdência, o Sindilegis volta sua atenção para o tema. Não vamos ficar inertes”, elucidou.

Outros pleitos também estão no foco do Sindilegis, como o PL 6726/2016, que regulamenta o limite do teto remuneratório e aguarda parecer em Comissão Especial na Câmara dos Deputados.

O Sindicato também tem acompanhado o andamento do (PLS) 116/2017, que permite a demissão de servidores públicos estáveis, concursados, por “insuficiência de desempenho”. O referido projeto teve seu último andamento em dezembro de 2017 e agora aguarda inclusão na ordem do dia do plenário do Senado.