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Inscrições para módulo de Inteligência Artificial do curso de inclusão digital abrem nesta terça-feira (31)

O Sindilegis abre, nesta terça-feira (31), às 12h, as inscrições para o novo módulo do curso de inclusão digital, com foco em Inteligência Artificial (IA). A iniciativa tem como objetivo capacitar os participantes para o uso de assistentes virtuais e aplicativos que facilitam tarefas do dia a dia.

Com o tema “Tecnologia que simplifica a sua vida”, o módulo abordará conceitos introdutórios de IA, além de aplicações práticas no cotidiano. A proposta é mostrar que “o futuro é agora, e é mais fácil do que parece”, aproximando os filiados de ferramentas digitais cada vez mais presentes na rotina.

As aulas serão realizadas nos dias 10, 16, 24 e 30 de abril, em formato acessível e com orientação prática para os participantes.

As inscrições podem ser feitas pelo Sindilegis Mais ou pelo telefone (61) 3214-7300, opção 2.

O curso é destinado a servidores ativos e inativos, efetivos e comissionados das três Casas. As aulas serão ministradas pela professora Marcela Rocha, mestre em Comunicação e Inovação, publicitária e especialista em experiência do cliente, marketing digital e redes sociais.

Certificado e ação solidária

Os participantes que tiverem pelo menos 75% de presença (mínimo de três aulas) receberão certificado. O Sindilegis também sugere a doação voluntária de uma cesta básica, que poderá ser entregue em qualquer momento durante o curso.

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Participe do 2º Desafio de Inovação do Senado: inscrições vão até domingo (6)

O Senado Federal está com inscrições abertas para o 2º Desafio de Inovação, uma oportunidade para servidores, aposentados, terceirizados, estagiários e menores aprendizes apresentarem ideias e soluções que visam aprimorar o trabalho da instituição e os serviços prestados à população. O cadastro na competição pode ser feito até domingo, dia 6 de julho.

Os interessados em participar devem enviar suas propostas pela plataforma do Desafio de Inovação. É importante ressaltar que o acesso à plataforma deve ser feito pelo computador, utilizando o mesmo login e senha da rede do Senado. Para evitar imprevistos de última hora, o Núcleo de Apoio à Inovação (Nainova) está disponível para auxiliar em caso de dificuldades, pelos canais [email protected], ramal 4080 ou Teams (Falar com Porath).

Após o encerramento das inscrições, o Desafio de Inovação segue um cronograma rigoroso para a seleção e o desenvolvimento das ideias. Confira:

Classificação das ideias: de 7 a 8 de julho. Nesta etapa, as propostas serão verificadas quanto ao preenchimento completo, clareza, coerência e aderência à categoria escolhida.

Seleção das ideias finalistas: de 9 de julho a 6 de agosto. O Nainova, com o apoio de especialistas, escolherá até cinco ideias por categoria para a fase de prototipagem.

Divulgação das ideias selecionadas: em 6 de agosto. Os autores das ideias finalistas serão informados sobre a aprovação de suas propostas.

Prototipagem: de 15 de agosto a 12 de setembro. As equipes responsáveis pelas ideias selecionadas terão esse período para transformar suas propostas em modelos iniciais que demonstrem sua funcionalidade na prática, com o apoio e orientação do Nainova.

Mostra de protótipos: de 1 a 16 de outubro. Os protótipos serão apresentados à comunidade do Senado em um evento cujas datas, horários e locais serão divulgados futuramente.

Avaliação final e evento de premiação: as datas para essa etapa final ainda serão anunciadas. Uma Comissão Julgadora, com representantes de diversas áreas do Senado e dos patrocinadores, avaliará os protótipos para definir os vencedores.

As categorias do desafio são “IA Resolve”, focada no uso de inteligência artificial para melhoria de processos, e “Senado em Jogo Digital”, que busca a criação de um jogo educativo sobre o Senado, principalmente para estudantes do Ensino Médio. Os vencedores de cada categoria receberão R$ 10.000,00, e a categoria “IA Resolve” poderá conceder menções honrosas de R$ 1.000,00.

Saiba mais sobre o Desafio pelo link: https://sindilegis.org/2DesafioInovacao

Compartilhe sua proposta com o Sindilegis e amplifique a sua voz

Se você é servidor e filiado ao Sindilegis, queremos conhecer a sua ideia! Envie sua proposta em um vídeo de até 1 minuto e 30 segundos ou em um texto de até uma página para o e-mail [email protected].

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Evento Internacional no TCU discute uso de inteligência artificial em parlamentos

Sindilegis trouxe exemplos práticos de como a tecnologia facilita o trabalho desempenhado por servidores

O Sindilegis, em parceria com a Bússola Tech, a Alesfe e a Aslegis, acompanhou os debates promovidos durante o fórum  “LegisTech: P20 | Inteligência Artificial nos Parlamentos”. O evento, realizado na última quinta-feira (7), em Brasília, durante o 10º G20 Parliamentary Speakers’ Summit (P20), reuniu líderes parlamentares, especialistas e delegações internacionais para discutir a importância da inteligência artificial (IA) na modernização dos processos legislativos.

“É fundamental que a capacitação e o treinamento dos servidores sejam uma prioridade na implementação de novas tecnologias nos parlamentos”, afirmou André Galvão, secretário-geral do Sindilegis. “A participação direta dos servidores nesse processo é crucial para garantir que a tecnologia seja utilizada de forma eficiente e que atenda às reais necessidades do trabalho legislativo.”

Pedro Garrido, presidente da Aslegis, reforçou a necessidade de capacitar o servidor para o bom uso dessas novas ferramentas tecnológicas, bem como a valorização do olhar humano nos processos: “A inteligência artificial pode ser uma grande aliada, mas nunca poderá substituir a sabedoria, a experiência e a capacidade de adaptação do ser humano”.

A conferência contou com a participação de diversas autoridades, como Kenneth Pugh, senador chileno; José Cepeda, membro do Parlamento Europeu; Duarte Pacheco; presidente honorário da União Interparlamentar; e Moises Benamor, da Organização dos Estados Americanos.

O evento abordou temas como o potencial da IA para aumentar a eficiência e a transparência dos processos legislativos, além de discutir os desafios e as oportunidades da implementação dessa tecnologia nos parlamentos. A expectativa é que a conferência inspire a criação de parlamentos mais modernos, inclusivos e digitais, capazes de atender às demandas da sociedade contemporânea.

“A inteligência artificial deve ser uma ferramenta a serviço do homem, e não o contrário. É preciso que tenhamos um olhar crítico e responsável sobre o desenvolvimento e a aplicação dessas tecnologias, principalmente no combate à discriminação de gênero e de raça”, ponderou Cleide Lemos, presidente da Alesfe.

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Secretário-geral do Sindilegis debate impacto da inteligência artificial no trabalho em seminário no Chile

A inteligência artificial (IA) se torna cada vez mais presente nas discussões sobre o futuro do trabalho em todo o mundo. No último dia 13, o Congresso Nacional do Chile promoveu um seminário para debater o uso e a aplicação da IA, bem como os desafios e oportunidades que ela apresenta. O Sindilegis participou do evento, que contou com a presença de especialistas de outros países da Europa e Oceania.

O secretário-geral do Sindicato, André Galvão, representou a instituição em um painel sobre o uso da inteligência artificial no registro taquigráfico produzido por parlamentos ao redor do mundo. Galvão defendeu que a regulamentação da IA deve levar em consideração os direitos e a proteção dos trabalhadores. “Os servidores estão excluídos do debate sobre a utilização da IA nos processos de trabalho do parlamento”, refletiu.

Impacto da IA no mercado de trabalho

“As tecnologias disruptivas, como a inteligência artificial, podem ser inicialmente rechaçadas pelos trabalhadores, não apenas por falta de compreensão de seu funcionamento, mas por receio de serem substituídos”, afirmou Galvão. Ele citou um estudo do Ministério da Ciência e Tecnologia do Brasil, publicado em junho de 2021, que previa a extinção entre 14% e 20% dos empregos de baixa qualificação com a implementação da IA.

“Existe uma mudança de cultura dentro das nossas organizações, que precisa começar pelo engajamento dos servidores, que na verdade são aqueles que entregam para a sociedade os serviços. Nós somos os trabalhadores e precisamos estar inseridos nessas tecnologias que vão mudar a forma como vamos produzir aquilo para o que fomos contratados”, ponderou.

Confira vídeo do momento:

IA e o futuro do registro taquigráfico

Apesar dos desafios, a inteligência artificial também pode trazer soluções para o mercado de trabalho, especialmente para atividades mais complexas. No caso do registro taquigráfico, por exemplo, a IA pode auxiliar os taquígrafos na transcrição dos discursos dos parlamentares, tornando o processo mais rápido e eficiente.

Luís Kimaid, diretor Executivo da Bússola Tech, coorganizadora do evento em conjunto com a Câmara dos Deputados do Chile, destacou a importância da regulamentação da inteligência artificial. “Entrar no movimento da inteligência artificial deve ser um plano estratégico que não necessariamente envolve grandes recursos”, afirmou.

Em março deste ano, o Parlamento Europeu aprovou um regulamento sobre o uso da IA na União Europeia. A medida visa restringir o uso da tecnologia por governos para vigilância biométrica em tempo real em espaços públicos. A votação foi favorável por 523 parlamentares, contra 46 e 49 abstenções.

O debate sobre o impacto da inteligência artificial no mercado de trabalho é fundamental para garantir que os trabalhadores não sejam prejudicados pelas novas tecnologias. A regulamentação da IA, com foco na proteção dos direitos dos trabalhadores, é essencial para garantir um futuro do trabalho justo e inclusivo.

Acesse a apresentação do secretário-geral sobre o uso da IA no registro taquigráfico.

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TCU é premiado por projeto de inovação que gerou economia de R$ 70 milhões aos cofres públicos

Solução desenvolvida pelo tribunal com uso de Inteligência Artificial garante mais rapidez na análise de processos

O Tribunal de Contas da União recebeu mais um prêmio por inovar na gestão por meio do uso da tecnologia. A Corte conquistou o 2º lugar no Prêmio Inovação do Judiciário Exponencial na categoria “Institucional”. A honraria foi concedida ao projeto de Instrução Assistida, que garantiu celeridade na análise dos processos e ainda gerou economia de R$ 70 milhões. A premiação reconhece iniciativas inovadoras na gestão, no uso de tecnologias emergentes e que modificaram os processos internos das instituições.

O secretário de Soluções de Tecnologia da Informação do TCU, Rodrigo Felisdório, explicou que a plataforma foi desenvolvida a fim de diminuir o tempo e o custo para a recuperação de danos causados aos cofres públicos. “A produtividade média aumentou 215%. Percebeu-se também uma redução expressiva de 45% no tempo de análise dos processos, possibilitando a diminuição do quantitativo de auditores dedicados à instrução de Tomadas de Contas Especiais e a realocação em outras atividades de fiscalização. Considerando o custo médio com servidores, a Plataforma permitiu uma economia de R$ 70 milhões/ano”, destacou.

O projeto do TCU concorreu com outros 107 projetos de mais de 40 instituições. A avaliação foi feita pela Fundação Instituto de Administração da Universidade de São Paulo (FIA-USP).

Para o servidor, a premiação sinaliza que o TCU está no caminho certo, utilizando a Tecnologia da Informação de forma estratégica e intensiva para transformar a atuação do controle em benefício da sociedade. “O reconhecimento é fruto da competência, comprometimento e ousadia de pessoas empenhadas em transformar a Administração Pública em prol do cidadão”, afirmou Felisdório.

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Servidores da Câmara apostam em inteligência artificial para trabalhar com mais rapidez e transparência

Criadores do software Ulysses, Marcio Fonseca e Michael Onishi acreditam que iniciativas ligadas à inteligência artificial podem contribuir para avanço dos trabalhos no Legislativo

Criado para interagir com a inteligência humana, solucionar problemas e prever possibilidades, o software Ulysses já está rendendo frutos dentro da Câmara dos Deputados. Com menos de um ano de existência, a ferramenta de inteligência artificial, que funciona por meio de um processo chamado _machine learning_ (aprendizado da máquina), já é capaz de distribuir pedidos dos parlamentares, abastecer o site da Câmara e está aprendendo a traduzir documentos e reconhecer parlamentares em fotos e vídeos.

O software Ulysses foi desenvolvido por meio de uma iniciativa da Diretoria de Inovação e Tecnologia da Informação (Ditec), e recebeu esse nome em homenagem ao ex-presidente da Câmara Ulysses Guimarães. A ideia, segundo seus idealizadores, é que a ferramenta englobe diversas iniciativas para facilitar e dar mais transparência aos trabalhos dentro da Câmara dos Deputados.

“O Ulysses não é uma coisa só. Ele é um conjunto de atividades e iniciativas ligadas à inteligência artificial e aplicadas ao Parlamento. Têm algumas funcionalidades que já estão implementadas dentro do aplicativo e outras em estudo para os próximos meses”, explica o servidor Michael Shigeki Onishi, um dos responsáveis pela ferramenta.

O Ulysses tem sido um grande aliado dos servidores para realizar alguns trabalhos menos intelectuais. Junto à Consultoria Legislativa da Casa, por exemplo, o software tem sido responsável por receber as centenas de pedidos enviados pelos parlamentares e direcioná-los às áreas responsáveis.

Como funciona?

O trabalho funciona da seguinte maneira: os parlamentares enviam pedidos de auxílio técnico para elaborar propostas ou discursos, o Ulysses avalia qual será a área de direcionamento e encaminha a demanda. Até o momento, o software já avaliou mais de 300 mil pedidos.

“A expectativa é que o Ulysses seja um grande parceiro do servidor no sentido de automatizar trabalhos repetitivos e em grande escala. Com isso, queremos dar conta do volume de trabalho e focar em coisas mais intelectualmente e desafiadoras”, pontua Marcio Fonseca, analista legislativo da Câmara responsável pela ferramenta.

A inteligência artificial e a participação popular

Um dos grandes objetivos do software é promover ainda mais transparência dentro da Câmara dos Deputados, seja por meio da coleta e análise de dados e informações relevantes, seja pela disponibilização desses dados à sociedade.

“A ideia é conseguir extrair informações úteis dentro desse mundo. Nós temos milhares de comentários feitos em diversas proposições e inicialmente o estudo seria para fazer análise de sentimento e, a partir disso, conseguir entregar para os parlamentares o que anseia a sociedade, por meio da participação popular”, define Onishi.

Também está em estudo pela Ditec a criação de um _chatbot _dentro do portal da Câmara para que o cidadão possa consultar informações sobre a Casa de forma natural, como se estivesse conversando com um atendente. Embora não tenha previsão para ser lançada, a ideia é que as perguntas sobre proposição, gastos e informações técnicas poderão ser submetidas ao Ulysses que ele retornará com precisão.