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Em ofício, Sindilegis solicita retorno da obrigatoriedade de uso de máscaras na Câmara dos Deputados e no Senado Federal

Diante do aumento do número de casos da COVID-19 nas dependências da CD, Sindilegis encaminha ofício ao presidente da Casa solicitando o retorno da obrigatoriedade do uso de máscara

Na última semana, o departamento médico da Câmara dos Deputados (Demed) registrou um aumento significativo no número de casos da Covid-19. Dezenas de servidores da Casa tem procurado o sistema de saúde para consulta e também para a realização do teste para detecção da doença. Diante disso, o Sindilegis enviou ofício, nesta segunda-feira (30), ao presidente da Câmara dos de Deputados e do Senado Federal, deputado Arthur Lira (PP-AL) e senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG), respectivamente, em que solicita o restabelecimento da exigência de uso de máscara para ingresso e circulação nas dependências das Casas Legislativas até que a pandemia seja efetivamente controlada, além da correta implementação e fiscalização de medidas de biossegurança que visem a resguardar a saúde de todos.

O Sindicato acredita ser prudente retomar o uso obrigatório de máscaras por ser irrefutável que esse instrumento de proteção facial ainda constitui uma importante medida de combate à proliferação do vírus, uma vez que, quando utilizadas por todos, diminuem de maneira significativa as chances de contágio, sobretudo por pessoas mais vulneráveis.

Compreendemos que há um desejo natural e comum a todos de retomar, de maneira definitiva, os hábitos de vida pré-pandêmicos. Contudo, esse desejo não pode sobrepor à manutenção da saúde. Diante do crescimento do número de casos na Câmara dos Deputados, faz-se necessário retroceder para evitar um novo agravamento da pandemia, como ocorreu em diversos momentos, nos últimos dois anos, após a flexibilização das normas sanitárias.

Confira o ofício enviado à presidência da Câmara dos Deputados na íntegra

Confira o Ofício enviado à presidência do Senado Federal na íntegra

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Ato pela recomposição salarial acontece nesta terça-feira na Câmara dos Deputados

Entidades estarão reunidas no auditório Nereu Ramos. Compareça!

A luta pela recomposição é agora! Nesta terça-feira (31), servidores e entidades representativas estarão presentes no auditório Nereu Ramos, na Câmara dos Deputados, a partir das 14h, em ato pela valorização e recomposição salarial dos servidores públicos.

O Sindilegis, em parceria com o Fonasefe, o Fonacate, a Liderança da Minoria e Afipea, estará presente no evento e convoca todos os seus filiados para participarem deste momento. Participe! Sua presença é de fundamental importância.

SERVIÇO

Ato pela recomposição salarial dos servidores públicos

Dia 31 de maio, às 14h

Câmara dos Deputados – Auditório Nereu Ramos

Há margem orçamentária para a recomposição salarial na Câmara, Senado e Tcu. Porque não fazer (Capa para Facebook) (4)

Luta pela recomposição salarial dos servidores do Poder Legislativo e TCU é foco prioritário do Sindilegis

Nos últimos anos o brasileiro só ganhou aumento: aumento de despesas e custos, da alíquota da previdência, da conta de luz, da lista de compras, do mercado, do gás, das escolas, da gasolina e do lazer. Enquanto a inflação cresce e corrói o salário da população, o poder de compra só cai.

Os servidores públicos também se encontram nessa mesma situação, principalmente tendo em vista que há cinco anos não há reajuste para a categoria. Buscando mudar a atual conjuntura, o Sindilegis tem atuado pela recomposição salarial dos servidores do Poder Legislativo e do Tribunal de Contas da União. Em meio ao caos na economia brasileira, o governo federal sinalizou que está prevista, no orçamento de 2022, uma verba de R$ 1,7 bilhão para reajuste salarial no funcionalismo público. Diante disso, o presidente do Sindilegis Alison Souza questiona: “Há margem orçamentária para a recomposição salarial dos servidores da Câmara, do Senado e do TCU. Então, por que não fazer?”.

Neste mês, o Sindilegis retomou ação nas Casas Legislativas em que clama pela recomposição. Em frente ao Anexo II da Câmara dos Deputados, colaboradores erguem faixas e distribuem panfletos que esclarecem as razões do pedido. Além disso, o Sindicato se movimenta frente às presidências das Casas, tendo encaminhado ofício solicitando que Câmara, Senado e TCU intervenham para garantir medidas de valorização da carreira e de recomposição remuneratória dos servidores.

“O Sindilegis está na luta por uma recomposição salarial justa para os servidores da Câmara, do Senado e do TCU. Desde o último reajuste, nós acumulamos perdas inflacionárias da ordem de 30%. Algo precisa ser feito com urgência e é essa a preocupação que estamos levando às diretorias das Casas”, afirmou Souza.

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Sindilegis se reúne com servidores e presidentes das entidades representativas do TCU para debater construção de plano de carreira

Na última quinta-feira (24), seguindo programação de eventos planejados com os grupos de trabalho criados para discutirem os novos planos de carreira das três Casas, o Sindilegis se reuniu com servidores e presidentes das entidades representativas de classe do Tribunal de Contas da União para tratar das peculiaridades da categoria.

O vice-presidente para o TCU, Reginaldo Coutinho, conduziu a reunião e todas as reinvindicação dos participantes foram registradas para análise e formulação de propostas de solução pelo grupo de trabalho instituído pelo Sindilegis.

Eduardo Rezende, presidente da Auditar; Wilson Figueiredo, presidente da UnaTCU; Gustavo Nagel, presidente da Audtec; e Nivaldo Dias, presidente da AudTCU apresentaram algumas percepções acerca do tema e foram unânimes em dizer que os servidores precisam avançar, como categoria, nas questões afins a cada cargo, elegendo a recomposição salarial como a pauta mais urgente a ser perseguida.

“Esse movimento encabeçado pelo Sindilegis é fundamental para reforçar a união das entidades para que possamos trabalhar com mais afinco pelas demandas comuns a todos os servidores do Tribunal”, avaliou Rezende.

Segundo Nivaldo Dias, “esse é um tema que teria impacto na vida da maior parte dos servidores do Tribunal que vêm amargando a perda de poder aquisitivo de mais de 30% diante da corrosão inflacionária e crise financeira enfrentada no país”.

A criação de uma mesa de discussão interna permanente para manter diálogo com a administração da Corte de Contas (cumprimento da Convenção 151 da Organização Internacional do Trabalho – OIT) também foi levantada no debate.

Para Wilson Figueiredo, além disso, é necessário pleitear a reposição de profissionais por meio de novos concursos, além da devida adaptação da carreira para a realidade do TCU, é uma maneira de se manter o nível de excelência pelo qual o trabalho da instituição é comumente conhecido.

Reginaldo Coutinho pontuou que o momento requer união: “Essa unidade entre nós servidores, bem como das entidades representativas das carreiras da Casa, será fundamental para que conquistemos nossos objetivos comuns. Por isso é muito gratificante ver todos empenhados em contribuir para a construção de um plano de carreira sólido e que valorize o potencial dos profissionais que atuam no Tribunal de Contas da União”.

Mantendo-se como prioritária a decisão pelo trabalho coletivo em prol da recomposição das perdas salarias e construção do novo plano de carreira, ficou acertado entre os participantes que os temas a serem deliberados de forma coletiva pelas entidades são:

• questão remuneratória (reajuste na tabela de vencimento básico).
• aumento de benefícios (gratificações e auxílios).
• gestão por resultado (avaliação de desempenho).
• modalidade de trabalho (presencial e teletrabalho).
• mesa permanente de negociação (Convenção 151 da Organização Internacional do Trabalho – OIT).
• saúde e meio ambiente de trabalho.
• previsão de aposentadorias e novos concursos.
• nível superior para técnicos.
• rubricas consideradas verbas indenizatórias em outras categorias.
• ações administrativas e jurídicas dos servidores da Casa.

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Inscrições para delegados do 7º Conlegis já estão abertas. Veja como se candidatar!

A partir desta sexta-feira (4) estão abertas as inscrições para delegados do VII Congresso Nacional dos Servidores da Câmara dos Deputados, do Senado Federal e do Tribunal de Contas da União do Sindilegis (Conlegis). O prazo vai até o dia 13 de março. O Congresso está marcado para os dias 27 e 28 de maio.

Essa edição do Conlegis terá suas inscrições concentradas exclusivamente na plataforma de relacionamento Sindilegis Mais, acessível pelo endereço digital mais.sindilegis.org.br e com aplicativo disponível para iOS e Android.

Os filiados que queiram assumir a função de delegado precisam respeitar alguns requisitos, previstos no Art.3°, I, II e III do regulamento aprovado pelos filiados ao Sindilegis em assembleia geral realizada no dia 17 de fevereiro.

É necessário que o interessado:

1) seja servidor, ativo ou aposentado, efetivo ou comissionado;
2) seja filiado ao Sindilegis há, pelo menos, seis meses, contados do primeiro dia de realização do Congresso, ou seja, desde 28 de novembro de 2021; e
3) receba o apoiamento de ao menos 40 filiados, na forma e nas condições fixadas no Regulamento.

Veja como fazer sua inscrição para delegado do 7º Conlegis:

1 – Baixe o aplicativo para iOS (https://apple.co/30d7jgY ) ou Android (https://bit.ly/3H0kToB);

2 – Caso ainda não tenha cadastro, preencha as perguntas e informe seu e-mail e CPF e aguarde a validação por e-mail;

3 – Abra o App;

4 – No feed de atividades, em “Seja delegado do Conlengis”, clique em “Inscrições abertas”;

5 – Basta clicar nesse card e responder ao formulário, informando seu nome completo, e-mail, CPF, telefone, órgão de lotação e estado. Além disso, será preciso enviar uma foto do servidor que pleteia a função; e

6 – Pronto! Agora é só esperar o término do prazo de inscrições e começar a divulgar sua candidatura. Lembramos que é necessário o mínimo de 40 apoiamentos e que todos aqueles que se candidatarem e receberem o apoio necessário serão considerados eleitos.

Em caso de dúvidas ou dificuldades para acessar a plataforma Sindilegis Mais, o servidor poderá entrar em contato com o telefone (61) 3214-7332 (Daiana) ou (61) 9964-9591 (Larissa) para suporte.

O-Globo

Sindilegis é destaque na mídia ao anunciar mobilizações por recomposição salarial de servidores

O jornal O Globo deu ampla divulgação, nessa quarta-feira (29), ao calendário de mobilizações divulgados pelo Fórum Nacional Permanente de Carreiras Típicas de Estado (Fonacate), do qual o Sindilegis faz parte, para defender o reajuste salarial para os servidores, que estão sem receber recomposição salarial há quatro anos.

O mote da matéria, intitulada “Servidores federais decidem dar início, em janeiro, a mobilizações por reajuste salarial”, explica que que, com a escalada da inflação, hoje a dois dígitos, o salário dos servidores acumula defasagem de quase 30%. Se não houver correção na janela de 2022 só poderá ser revisto em 2024, devido a legislação aprovada no ano passado que proíbe a reavaliação de salários em anos de transição de mandatos de governadores e presidentes.

O presidente do Sindilegis, Alison Souza, foi ouvido pelo O Globo e afirmou que ainda é cedo para falar de greve, mas é inegável que o anúncio de reajustes aos funcionários da segurança pública deixou a categoria inquieta: “Falar que vai ter greve é algo muito forte para o momento. O que posso dizer é que, se nada for feito até março, certamente temos a possibilidade de uma greve”.

Confira a matéria na íntegra clicando aqui.

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Recomposição salarial de servidores é tema de debate do Sindilegis com entidades

Na manhã desta quarta-feira (29), o presidente do Sindilegis, Alison Souza, esteve reunido com presidentes de 38 entidades representativas de servidores públicos para discutir a campanha de recomposição salarial dos servidores.

Na reunião, que foi intermediada pelo Fórum Nacional das Carreiras de Estado (Fonacate), os dirigentes definiram alguns encaminhamentos para buscar a recomposição da categoria. Entre elas, está a construção de um documento público, assinado pelas entidades do Fonacate e Sindjus, que abordará a defasagem salarial e os principais argumentos para a defesa de reajustes para todo o funcionalismo público.

Os dirigentes também definiram que no dia 18 de janeiro será realizada uma mobilização em defesa do reajuste salarial. A ideia é que nas próximas semanas, cada entidade fique responsável por mobilizar suas bases, por meio de convocação de Assembleia Geral e demais ferramentas que estiveram ao seu alcance. O mesmo acontecerá nos dias 25 e 26 de janeiro.

Por fim, em fevereiro, será realizada nova reunião com as entidades para analisar as reais chances de uma greve nacional.

“Não estamos falando aqui de aumento, e sim de uma recomposição básica para que nossas remunerações pelo menos acompanhem a inflação e o aumento que todos os outros setores tiveram. Estamos há quatro anos recebendo a mesma remuneração, enquanto vemos o Governo aprovando Orçamento onde se enquadram apenas algumas categorias. Isso é um verdadeiro descaso com os servidores”, pontuou Alison Souza.

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Eleição de membros para Comissão de Ética e Disciplina do Sindilegis acontece na próxima segunda-feira

AGO acontece na próxima segunda-feira, às 10h30, e vai eleger 3 membro titulares e 3 suplentes

Na próxima segunda-feira, 20 de setembro, o Sindilegis realizará Assembleia Geral Ordinária para eleger os membros que irão compor a Comissão de Ética e Disciplina do Sindicato, conforme previsto no inciso VIII do art. 20, c/c art. 21 do Estatuto. A reunião está marcada para 10h30, e irá acontecer de maneira virtual, em razão da pandemia de COVID-19.

As inscrições para compor a Comissão de Ética e Disciplina do Sindilegis se encerraram no dia 2 de setembro. Ao todo, 14 servidores filiados se inscreveram para concorrer às vagas do colegiado (clique aqui), que terá a missão de examinar as representações apresentadas contra os filiados ao Sindicato. Durante a Assembleia serão eleitos um membro titular e um suplente de cada Casa, totalizando três (3) membros titulares e três (3) suplentes.

A assembleia será realizada no aplicativo Zoom, cujo acesso se dará pelo endereço: http://bit.ly/SindilegisAGO-2021, e também será transmitida pelo canal do Sindicato no YouTube  (YouTube.com/SindilegisOficial1)

Por se tratar de reunião virtual, para registrar o voto, será necessário encaminhar a seguinte mensagem adaptada para o número de WhatsApp (61) 99148-5498 :

“Eu, (nome), (número do seu CPF), participei da assembleia geral ordinária no dia 20 de setembro de 2021 e voto no candidato (a): (Nome do candidato,  seu órgão de origem e matrícula).

 

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Servidora do Senado ganha cruzeiro pela costa do Brasil sorteado pelo Sindilegis

O sorteio faz parte da promoção realizada pelo Sindilegis Mais em comemoração ao Dia dos Namorados

O sorriso no rosto da filiada Marly do Carmo Souza não escondia que havia recebido uma excelente notícia. Ela foi a ganhadora da promoção “O amor estar no M(ar)”, realizada pelo sindicato por meio da plataforma Sindilegis Mais. A servidora aposentada do Senado Federal acreditou na sorte e ganhou um cruzeiro pela costa do Brasil com direito a acompanhante, no valor de R$ 7.000,00.

A servidora esteve na sede do Sindilegis, na manhã desta segunda-feira (26) e recebeu das mãos do presidente, Alison Souza, os passaportes simbólicos para essa aventura em alto-mar. Emocionada e radiante com o prêmio, ela convidou os colegas a conhecerem a plataforma Sindilegis Mais. “Amigos, eu, que nunca ganhei nada, participei da promoção realizada pelo Sindilegis para os filiados e fui a felizarda. Foi muito fácil e rápido me inscrever na promoção e ganhei esse prêmio maravilhoso. Vale a pena ficar atento as ações realizadas pelo sindicato e participar também. Agradeço imensamente o Sindilegis pela iniciativa”, disse.

Esta promoção foi realizada em comemoração ao Dia dos Namorados com o objetivo de promover um momento inesquecível ao filiado(a) e seu/sua acompanhante. O prêmio: um Cruzeiro pela Costa brasileira no valor de R$ 7 mil. Para participar era só acessar a plataforma, fazer o cadastro e aguardar o sorteio.

A promoção  “O Amor está no M(ar)” é apenas uma das ações que o Sindicato pretende realizar por meio da Plataforma Sindilegis Mais, que é um novo canal de entretenimento, informação e interação com os filiados. Para não perder a oportunidade de participar de promoções futuras e ficar por dentro da atuação do Sindilegis, cadastre-se na plataforma agora mesmo. Basta acessar “mais.sindilegis.org.br” e criar o seu login.

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“Tenho orgulho em ter contribuído com os principais projetos de informatização do Senado”, afirma servidor que completa 45 anos no Prodasen

De estagiário a servidor, Marcelo Souto Abrantes construiu uma carreira na Secretaria de Tecnologia da Informação do Senado Federal e deixou um legado inspirador

Em tempos de invasões e espionagens sofisticadas, manter sistemas de informação e segurança modernos e atualizados é imprescindível para conter ataques de hackers. Diante dessa realidade, equilibrar a possibilidade de acesso legítimo aos dados públicos ao mesmo tempo em que protege o ambiente virtual de ameaças é um desafio que Marcelo Souto Abrantes, servidor do Senado, transpõe diariamente, ao longo de 45 anos – tempo que se dedica com primor ao trabalho na Secretaria de Tecnologia da Informação do Senado Federal (Prodasen) como Analista de Rede e Segurança.

Ao lado da família, em 1972, Abrantes deixou o “coração do Rio Grande”, a cidade de Santa Maria, e partiu de mudança para a capital do Brasil. O menino logo iniciou o curso de Engenharia Mecânica na Universidade de Brasília (UnB) e não tardou a começar em um novo emprego. Em 1976, tornou-se estagiário de programação do Prodasen, aos 19 anos. Hoje, aos 65 anos, comemora 45 deles vividos no Prodasen, entre mainframes, redes de computadores, tecnologias de informação e sistemas de segurança de dados.

O Prodasen, então Centro de Processamento de Dados do SF, nasceu em 1972 para ser o órgão responsável pelo processo de informatização e modernização tecnológica do Senado Federal. A ideia era desenvolver um centro de computação de grande porte ligado ao Congresso Nacional. A Secretaria ainda engatinhava quando Abrantes se uniu à equipe que tinha a missão de adquirir os recursos e as tecnologias necessárias para a melhoria da eficiência e eficácia do processo legislativo, além de criar as condições necessárias para que o Congresso pudesse formular políticas públicas, participar da supervisão do Executivo e do processo de modernização do Legislativo e de sua administração interna.

“Quando comecei, há 45 anos, nós mesmo tínhamos que desenvolver programas e criar alternativas que ainda não existiam no mercado. Em certa época, nem mesmo internet nós tínhamos. Precisávamos entender o processo e nos adequar. Havia uma grande dificuldade, pela falta de recursos tecnológicos, sobretudo se compararmos ao que é oferecido hoje. Mas isso não nos limitava, pelo contrário, encorajava. Precisávamos realizar o trabalho e ele era feito com qualidade, e conseguíamos dar mais um passo para a modernização da Casa”, explicou o servidor.

Certamente, o garoto de 19 anos que chegou para o seu primeiro dia de trabalho não imaginaria que, hoje, brindaria seus 45 anos de serviço prestado ao Senado Federal e veria os projetos que ajudou a implementar consolidados e sendo utilizados tão naturalmente. Abrantes se orgulha em contar a sua história e perceber que é parte fundamental no processo de automação, modernização e aperfeiçoamento das atividades legislativas. “Me orgulho de ter participado da implementação de um novo sistema de votação no plenário das Casas, com painéis eletrônicos; de ter chefiado a equipe que efetivou a primeira rede de computadores do Senado; ter contribuído para os trabalhos da Assembleia Geral Constituinte; e ter ajudado a levar a tecnologia para o dia a dia da Casa”, disse.

Mesmo com tantos projetos realizados, Marcelo consegue escolher aquele que guarda um carinho especial: a implementação de segurança de dados. Foi ele o primeiro que a pensar na necessidade de manter um antivírus ativo e atualizado para evitar acesso indevido e ameaças. “Surgem milhares de novos vírus diariamente. Então é um trabalho desafiador, que exige rapidez de reação, proatividade, atenção e perspicácia para entender o que surge novo e combater imediatamente. Caso contrário, não será possível manter os dados seguros”, garantiu.

Aos 65 anos de idade, e já com a possibilidade de aposentaria, Abrantes é categórico em dizer: “de maneira nenhuma. Tenho experiência, conhecimento e vontade de continuar o meu trabalho em benefício do Senado e do Prodasen. Tenho orgulho em ter feito parte dos primórdios do órgão, e tenho ainda mais orgulho em ser capaz de querer e buscar fazer ainda mais pela modernização do Congresso Nacional”.

Com propriedade de quem conhece cada canto do espaço que passou os últimos 45 anos de vida e conviveu com inúmeros colegas, ele não se furta em dar a receita do sucesso do órgão. “O Prodasen sempre teve uma equipe aguerrida, competente e que se motiva. Existe muito amor e orgulho pelo trabalho que realizamos”.