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Auditar, Sindilegis e ASAP-TCU requerem, em ofício conjunto, que o TCU retome a inclusão da APL nos cálculos da VPNI e faça os pagamentos devidos aos servidores

Na última terça-feira (26), o Sindilegis, em conjunto com a Auditar e a ASAP-TCU, protocolizou ofício requerendo à Presidência do Tribunal de Contas da União que cumpra as decisões administrativas aprovadas no Plenário da Casa, presentes no Acórdão 314/2006, e que a Administração retome os pagamentos devidos aos servidores, incluindo o Adicional de Produtividade Legislativa no cálculo da Vantagem Pessoal Nominalmente Identificada – VPNI, com base no parágrafo primeiro do artigo 1º da Resolução/TCU 24/1994, a partir de 12 de julho de 1994.

No documento, as entidades relembram que a decisão da Casa solicitou a inclusão da devolução dos valores a partir da data da publicação da Resolução, estendendo a decisão a todos os servidores, ativos e inativos, bem como aos pensionistas do Tribunal, que estejam em idêntica situação.

A Corte de Contas efetuou apenas o pagamento dos valores atrasados de 1994 a 2002, sem incluir os exercícios restantes, de 2003 a 2006, interrompendo os pagamentos iniciados.

Os presidentes da Auditar, do Sindilegis e da ASAP-TCU também mencionam pareceres registrados pela Consultoria Jurídica do TCU que validam a permanência do “direito dos interessados mencionados no Acórdão de receber as parcelas atrasadas e não pagas dos anos de 2003, 2004, 2005 e 2006, que não foram afetadas pela prescrição”. Por fim, o ofício ressalta que não há decisão judicial nem providência administrativa do Plenário do TCU que impeça a continuidade dos pagamentos autorizados pelo Acórdão 314/2006 do Colegiado.

Leia a íntegra do documento aqui.

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Sindilegis busca inclusão da vacina contra dengue no rol de vacinas reembolsáveis para servidores

O Sindilegis solicitou, via ofício, à Câmara dos Deputados, ao Senado Federal e ao Tribunal de Contas da União (TCU), a inclusão da vacina QDENGA (TAK-003) na lista de vacinas reembolsáveis pelos planos de saúde das Casas. O documento foi protocolado nesta terça-feira (23). A solicitação tem o objetivo de proporcionar não apenas um benefício direto à saúde dos funcionários da instituição, com a imunização, mas também promover economia de custos.

Em 2022, o Brasil registrou um recorde de 1.016 mortes relacionadas à dengue, o maior número desde a década de 1980. Até maio de 2023, o Ministério da Saúde confirmou 503 mortes, quase a metade do total de mortes registradas no ano anterior, com mais de um milhão de casos já confirmados.

O Distrito Federal, no mesmo ano, liderou o ranking com o maior número de casos prováveis de dengue, com 70.672 ocorrências registradas. Ainda mais preocupante, entre janeiro e abril do ano anterior, o Distrito Federal registrou um aumento impressionante de mais de 500% nos casos em comparação com o mesmo período em 2021.

“Os dados alarmantes destacam não apenas a magnitude do problema de saúde pública em questão, mas também o impacto nas vidas dos servidores públicos e nas atividades que desempenham. As ausências dos funcionários devido ao tratamento da dengue desafiam a execução de suas funções e também impõem encargos adicionais ao sistema de saúde e prejudicam significativamente a produtividade”, explicou Alison Souza, presidente do Sindilegis.

Vacina QDENGA obteve aprovação da Anvisa em março de 2023

Desenvolvida pelo laboratório japonês Takeda, a vacina QDENGA é a primeira imunização aprovada tanto para indivíduos que nunca tiveram contato com o vírus da dengue quanto para aqueles que já contraíram a doença. Isso a diferencia da Dengvaxia, que é recomendada exclusivamente para pessoas com histórico de dengue.

Após a obtenção da aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em março de 2023, a vacina QDENGA é indicada para pessoas com idade entre 4 e 60 anos, administrada em duas doses com um intervalo de três meses entre elas. Ensaios clínicos demonstraram uma eficácia significativa, com uma taxa geral de eficácia de 80,2% na prevenção da dengue causada por qualquer sorotipo do vírus após doze meses da aplicação da segunda dose. Além disso, a vacina apresentou uma redução de 90% nas hospitalizações.

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Em ofício, Sindilegis solicita manutenção da obrigatoriedade de uso de máscaras no Congresso e no TCU

O Sindilegis enviou, nesta quarta-feira (16), ofício aos presidentes da Câmara, do Senado e do TCU, deputado Arthur Lira (PP-AL), senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG) e ministra Ana Arraes, respectivamente, em que demonstra preocupação com a revogação da obrigatoriedade do uso de máscara de proteção facial para ingresso nas dependências dos órgãos legislativos e do Tribunal de Contas da União.

O Sindicato é contra a medida por considerar que ela coloca em risco a saúde dos trabalhadores que atuam diariamente no Congresso Nacional e na Corte de contas em um momento em que a Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Ministério da Saúde brasileiro identificam a circulação de novas variantes do coronavírus no país.

Para preservar a vida de todos que transitam pelas Casas e contribuir para evitar o agravamento da crise sanitária enfrentada no país, o Sindilegis pede a manutenção dos Atos nº 207, de 2021, da Câmara; e 6, de 2020, do Senado, que garantem o uso do equipamento de proteção de individual como norma de biossegurança. Além disso, entre os dias 17 e 21 de março, o Sindicato fará a distribuição de máscaras PFF2, que comprovadamente oferecem quase 100% de proteção de acordo com o estudo realizado pelo Instituto Max Planck, da Alemanha

No Distrito Federal, a obrigatoriedade do uso de máscaras em lugares fechados vinha sendo adotada desde 2020. O uso em locais abertos chegou a ser liberado em 2021, mas, em janeiro de 2022, a decisão foi revista devido à alta no número de casos. Ao liberar o uso de máscaras, no dia 10 de março deste ano, o Governo do Distrito Federal destacou a redução no número de casos de covid-19 e o avanço da vacinação.

O Conselho Federal de Medicina (CFM) reiterou, em nota, que a não obrigatoriedade da utilização de máscaras não reduz a importância do seu uso como medida de proteção contra a infecção pelo coronavírus e outros vírus de transmissão respiratória.

Na última segunda-feira (14), o Senado publicou o Ato da Presidência do Senado de número 5 para revogar a medida. No mesmo dia foi publicada a Portaria de número 39, que também desobrigou o uso da máscara no TCU, exceto nas secretarias que ficam em municípios cuja obrigatoriedade se manteve. O presidente da Câmara, Arthur Lira, publicou o Ato da Mesa de número 230, que também tornou o uso opcional na Casa.

Para ler a íntegra dos ofícios protocolizados clique aqui, aqui e aqui.

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Sindilegis solicita inclusão de FGTS para comissionados em Orçamento de 2022

 

Na tarde desta sexta-feira (17), o Sindilegis protocolou mais um ofício direcionado ao deputado federal e relator-geral do Orçamento, Hugo Leal. O documento solicita a inclusão, na previsão orçamentária de 2022, de valores destinados ao Fundo de Garantia por Tempo de Serviço aos servidores ocupantes de cargos de livre nomeação da Câmara dos Deputados, do Senado Federal e do Tribunal de Contas da União.

Uma cópia também foi encaminhada para a Mesa Diretora e para a Diretoria-Geral da Câmara e Senado; bem como para a Segedam do TCU e para o gabinete da ministra presidente do Tribunal, Ana Arraes. O ofício é resultado da última reunião de um grupo de trabalho criado pelo Sindicato e que congrega servidores comissionados das três Casas legislativas com o objetivo de discutir pautas de interesse para essas categorias que, atualmente, somam 16.434 trabalhadores.

O vice-presidente do Sindilegis para a Câmara, Paulo Cézar Alves, explica que a medida busca fazer justiça aos servidores. “Esses trabalhadores desempenham um papel de grande relevância dentro dos órgãos públicos, mas não possuem estabilidade profissional alguma e, em caso de uma eventual demissão, ficam desamparados. É uma medida justa para que as pessoas que ocupam cargos de confiança tenham direitos trabalhistas básicos e não estejam submetidos a uma insegurança jurídica”, afirmou.

Insegurança jurídica

O documento relembra que a PEC 53/07, de autoria do Deputado Jofran Frejat (PR/DF), já foi aprovada em Comissão Especial e aguarda, desde 2015, votação no Plenário da Câmara dos Deputados. O PL 5448/2019, de autoria da senadora Rose de Freitas (PODEMOS/ES), que busca incluir a categoria como beneficiário do FGTS, também já foi aprovado na Comissão de Assuntos Econômicos e aguarda designação de relator na Comissão de Constituição e Justiça.

Apesar de a Lei 8.112/90 prever que os cargos públicos podem ser efetivos ou em comissão, os trabalhadores que ocupam cargos em comissão sempre estiveram submetidos à insegurança jurídica, pois, além de não possuírem estabilidade profissional alguma, não usufruem de direitos trabalhistas básicos, como aviso prévio, seguro-desemprego, FGTS, entre outros.

 

Leia aqui a íntegra do ofício.

ATUALIZAÇÃO EM 20/12/2021 – 16h45:

 

Nesta segunda-feira (20), o vice-presidente do Sindilegis Paulo Cezar Alves e o secretário parlamentar Roberto Holanda protocolaram mais um ofício buscando pleitear o FGTS para os servidores ocupantes de cargo especial (CNE’s) e Secretários Parlamentares da Câmara, do Senado e do TCU no orçamento de 2022. Desta vez, o protocolo foi feito diretamente na Comissão Mista de Planos, Orçamentos Públicos e Fiscalização da Câmara.

O Fundo de Garantia por Tempo de Serviço é uma reivindicação antiga da categoria, pois, quando são exonerados, não recebe qualquer benefício, por causa de um limbo jurídico.