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Sindilegis em Destaque: médica neurologista dá dicas no Dia Mundial do AVC

Na manhã da última quarta-feira (29), a Dra. Letícia Rebello, neurologista vascular, participou do programa Bom Dia DF para falar sobre o Dia Mundial do Acidente Vascular Cerebral (AVC), celebrado na ocasião.

Durante a entrevista, Letícia destacou a importância da data para promover a conscientização e a prevenção da doença, que é a principal causa de morte e sequelas permanentes no Brasil. Ela também apresentou um balanço positivo do projeto “AVC no Quadrado”, programa implementado na Secretaria de Saúde em maio, que visa aprimorar o cuidado ao paciente com AVC no Distrito Federal.

O projeto já demonstra avanços significativos, como a ampliação do tratamento de trombólise em hospitais que antes não o realizavam, a exemplo das unidades regionais do Gama e de Sobradinho, resultando em mais vidas salvas e menos sequelas.

Letícia Rebello é filha de Nilson Rebello, aposentado do Prodasen e filiado ao Sindilegis. O Sindicato parabeniza a neurologista pelo seu trabalho essencial e pelo compromisso em promover acesso a um tratamento rápido e eficaz.

Dicas para prevenir o AVC

Controle a pressão arterial: monitore e trate a hipertensão.
Alimentação saudável: reduza sal e gorduras; priorize frutas e vegetais.
Exercício regular: pratique atividades físicas diariamente ou na maioria dos dias da semana.
Não fume: o tabagismo é um fator de risco altíssimo.
Gerencie o diabetes: mantenha a glicemia e o colesterol sob controle.
Check-ups médicos: faça exames regulares para monitorar os fatores de risco.

Confira como foi a participação de Letícia no Bom Dia DF.

Dezembro Vermelho Destaque

Dezembro Vermelho: Sindilegis reforça a importância da prevenção às ISTs

A iniciativa Dezembro Vermelho visa sensibilizar a população acerca da prevenção de infecções sexualmente transmissíveis

 

O último mês do ano traz consigo a campanha “Dezembro Vermelho”, de conscientização em relação aos problemas da AIDS e outras infecções sexualmente transmissíveis, conhecidas popularmente como ISTs. A campanha nacional foi criada diante a Lei 13.504, publicada no Diário Oficial em novembro de 2017, dando sequência às ações do Dia Mundial contra a AIDS, celebrado em 1º de dezembro em todo o mundo desde 1988. Neste mês, profissionais de saúde reforçam a importância de se prevenir e tratar a doença e demais ISTs.

Dados do Ministério da Saúde revelam que cerca de 920 mil brasileiros vivem com o vírus HIV e podem sofrer com o estágio mais avançado da infecção, esse chamado de AIDS (Síndrome da Imunodeficiência Adquirida). O vírus ataca o sistema imunológico, responsável por defender o organismo de eventuais doenças. Cerca de 10.000 óbitos pela doença são registrados anualmente no Brasil.

As ISTs podem ser causadas por mais de 30 agentes como vírus, bactérias, fungos e protozoários que são transmitidos durante relações sexuais sem proteção e em alguns casos, por transfusão de sangue. Os principais sintomas das ISTs são a aparição de feridas pelo corpo, principalmente nos órgãos genitais, lesões na pele e dores ao urinar e praticar o ato sexual.

A forma mais eficiente de prevenir as infecções e fortemente repercutida pelos profissionais de saúde é usando preservativos durante o ato sexual. Camisinhas, tanto as masculinas quanto as femininas, são de extrema importância para evitar a contaminação e até mesmo uma gravidez inesperada.

Também é recomendado evitar compartilhar instrumentos perfurocortantes, tomar cuidados com transfusões de sangue que pode estar contaminado, realizar vacinações e exames periódicos para tratá-las o mais rápido possível se diagnosticadas. Uma vez identificadas por um médico, o tratamento inicia-se logo em seguida com o uso de medicamentos antirretrovirais.

 

O Serviço Único de Saúde (SUS) disponibiliza gratuitamente o teste de HIV, sífilis e das hepatites B e C. Procure uma unidade básica de saúde da rede pública ou os Centros de Testagem e Aconselhamento (CTA). Também é possível saber onde fazer o teste pelo Disque Saúde (136).

Além da rede de serviços de saúde, você também pode fazer o teste de HIV por meio de uma Organização da Sociedade Civil, pelo Programa Viva Melhor Sabendo. Procure um profissional de saúde e informe-se sobre os testes.

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Pelo segundo ano consecutivo, Sindilegis ilumina fachada em celebração ao Novembro Azul

Durante todo o mês, o Sindicato manterá a sede iluminada para lembrar a campanha contra o câncer de próstata e diabetes

Assim como no Outubro Rosa, a fachada do prédio do Sindilegis, localizado na 610 Sul, ganhou iluminação especial, desta vez em tons azuis. A iniciativa marca o apoio do Sindicato em referência à campanha “Novembro Azul”, para que os homens se conscientizem e realizem os exames de prevenção do câncer de próstata e da diabetes.

O presidente do Sindilegis, Petrus Elesbão, lembra que a doença é silenciosa e que os homens devem deixar o preconceito de lado para fazer os exames: “O câncer de próstata é uma doença cruel e não apresenta sintomas em seu estágio inicial, por isso os exames preventivos são fundamentais para a manutenção da nossa saúde e integridade física”.

Fique atento!

De acordo com o Instituto Nacional do Câncer, INCA, no Brasil, o câncer de próstata é o segundo mais comum entre os homens (atrás apenas do câncer de pele não-melanoma). Em valores absolutos e considerando ambos os sexos, é o segundo tipo mais comum. A taxa de incidência é maior nos países desenvolvidos em comparação aos países em desenvolvimento.

Mais do que qualquer outro tipo, é considerado um câncer da terceira idade, já que cerca de 75% dos casos no mundo ocorrem a partir dos 65 anos. O aumento observado nas taxas de incidência no Brasil pode ser parcialmente justificado pela evolução dos métodos diagnósticos (exames), pela melhoria na qualidade dos sistemas de informação do país e pelo aumento na expectativa de vida.

Alguns desses tumores podem crescer de forma rápida, espalhando-se para outros órgãos e podendo levar à morte. A maioria, porém, cresce de forma tão lenta (leva cerca de 15 anos para atingir 1 cm³ ) que não chega a dar sinais durante a vida e nem a ameaçar a saúde do homem.

O exame para detecção do câncer de próstata deve ser realizado a partir dos 50 anos de idade, mas antes disso o homem já pode se consultar com um urologista. Homens negros ou aqueles com parentes de primeiro grau que tiveram a doença, além dos obesos, configuram um grupo de risco em que o tumor é identificado mais cedo e que precisa iniciar o rastreio a partir dos 45 anos.

Diabetes também pauta o Novembro Azul

O movimento passou a englobar, também, o enfrentamento à diabetes. Segundo um estudo realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em parceria com o Ministério da Saúde, cerca de 9 milhões de pessoas são acometidas pela doença no Brasil. O número representa aproximadamente 6% da população do país.

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Novembro Azul: Sindilegis ressalta a importância de exames preventivos no combate ao câncer de próstata

O exame para detecção do câncer de próstata deve ser realizado a partir dos 50 anos de idade, mas antes disso o homem já pode se consultar com um urologista

Quando o assunto é câncer, já é de conhecimento público que a prevenção é o melhor remédio. A campanha “Novembro Azul” surgiu com o objetivo de pautar a importância da realização de exames preventivos no combate ao câncer de próstata, o segundo tipo mais comum entre os homens. O Sindilegis, na sua qualidade de entidade representativa de milhares de servidores do sexo masculino, ressalta o quanto é imprescindível que os homens cuidem da saúde.

O vice-presidente do Sindicato, Alison Souza, reitera o compromisso da entidade em participar de ações que visem a promoção do bem-estar físico e emocional de seus filiados: “Essa é uma campanha que vem crescendo de maneira muito forte nos últimos anos e tem uma importância tão grande quanto a que trata do câncer de mama. Sabemos que a doença é perfeitamente curável, desde que detectada precocemente. A campanha visa alertar a população, principalmente a masculina, sobre a necessidade do exame periódico”.

O exame para detecção do câncer de próstata deve ser realizado a partir dos 50 anos de idade, mas antes disso o homem já pode se consultar com um urologista. Homens negros ou aqueles com parentes de primeiro grau que tiveram a doença, além dos obesos, configuram um grupo de risco em que o tumor é identificado mais cedo e que precisa iniciar o rastreio a partir dos 45 anos.

Diabetes também pauta o Novembro Azul

Recentemente, a ação passou a englobar, também, o enfrentamento à diabetes. Segundo um estudo realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em parceria com o Ministério da Saúde, cerca de 9 milhões de pessoas são acometidas pela doença no Brasil. O número representa aproximadamente 6% da população do país.

Em sessão solene especial, celebrada em 7 de novembro, no Senado Federal, a presidente da Frente Parlamentar Mista no Combate à Diabetes, a Deputada Federal Flávia Morais (PDT-GO) explicou que 14 de novembro – Dia Mundial da Diabetes – foi escolhido para marcar a campanha de conscientização sobre a diabetes porque foi a data em que nasceu Frederik Banting, médico canadense que descobriu a insulina em 1921. O feito, segundo a deputada, valeu a eles o Prêmio Nobel e alterou por completo a qualidade e a expectativa de vida dos diabéticos.

Com informações da Agência Senado

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Novembro Azul: Sindilegis ilumina sede e entra na luta pela prevenção ao câncer de próstata

Sede do Sindicato ficará iluminada de azul durante todo o mês de Novembro e filiados receberão mais informações sobre a importância do exame

Quem passar pela via L2 em novembro perceberá, na altura da quadra 610, que a fachada do prédio do Sindilegis ganhou iluminação especial em tons de azul. A iniciativa marca o apoio do Sindicato às ações realizadas pela Câmara dos Deputados, pelo Senado Federal e pelo TCU em referência à campanha “Novembro Azul”. Durante todo o mês, são realizadas ações para que os homens se conscientizem e realizem os exames de prevenção do câncer de próstata e da diabetes.

Durante o acendimento das luzes, que foi realizado na última quinta-feira (7), o presidente do Sindilegis, Petrus Elesbão, destacou a importância do autocuidado: “O câncer de próstata é uma doença cruel e não apresenta sintomas em seu estágio inicial, por isso os exames preventivos são fundamentais para a manutenção da nossa saúde e integridade física”. A cerimônia contou com a presença da diretoria do Sindilegis que endossou a luta pela prevenção das doenças.

Fique atento!

O câncer de próstata é o tipo mais frequente entre os homens, depois do câncer de pele. Alguns dos sintomas que podem estar associados à doença são dificuldade para urinar e sensação constante de bexiga cheia. Em 2018, foram detectados 68.220 novos casos da doença no país, segundo o Ministério da Saúde. O quantitativo corresponde a um risco estimado de 66,12 mil casos novos a cada 100 mil homens, além de ser a segunda causa de morte por câncer em homens no Brasil, com mais de 14 mil óbitos. Na presença de sinais e sintomas, recomenda-se a realização de exames.

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“Foi o amor que me curou”, diz servidora do Senado que venceu o câncer de mama

Aclair Alves tinha 59 anos na época do seu diagnóstico. Hoje, aos 63, a servidora dá uma verdadeira lição de vida

Em outubro de 2014, Aclair Alves realizou seus exames preventivos anuais. Para a servidora do Senado Federal, a saúde sempre foi o seu bem mais precioso. “Todos os anos eu faço a mamografia. Esse é um hábito que procurei incluir na minha rotina”, conta. Passados cinco meses, Aclair começou a sentir dores agudas no seio. “Apesar de ficar um pouco receosa, não me preocupei muito. Afinal, o câncer geralmente é uma doença muito silenciosa e não dói”.

A dor aumentou e, em outubro de 2015, a servidora resolveu conversar sua filha Vívian, que é médica. A especialista, preocupada com a mãe, solicitou uma nova mamografia que evidenciou uma mancha escura em um dos seios. “A minha médica resolveu investigar porque parecia suspeito”, completa.

Após uma nova bateria de exames, veio o diagnóstico: Alves estava com câncer de mama, o segundo tipo mais comum da doença em mulheres, ficando atrás apenas do câncer de pele. Para muitas pessoas, um resultado como este poderia ser encarado como uma sentença, mas não para a servidora que, aos seus 59 anos, já havia se provado uma sobrevivente. “Essa não foi a primeira vez que tive algum tipo da doença, Alguns anos antes eu tive um câncer de vulva, que é mais raro”, explica.

Aclair também não foi a primeira mulher de sua família a lidar com a doença: “Minha mãe, Iracema Alves, teve câncer de mama há 40 anos e foi um exemplo de combate. Isso porque quando ela ficou doente, o tratamento não era tão avançado e assertivo como hoje. Entendo a diferença que o fator genético faz, então sempre converso com minhas filhas sobre a importância da prevenção porque o diagnóstico precoce e o meu autocuidado salvaram a minha vida”.

A servidora não encarou o desafio do tratamento com pessimismo e, pelo contrário, buscou manter a positividade e o alto astral. “Em nenhum momento eu esmoreci. A queda dos meus cabelos também não me derrubou e ostentei a cabeça como estava, careca mesmo, afinal era parte da minha história. Continuei vaidosa com minha aparência e me cuidei”, afirma.

Para Alves, manter a perspectiva fez toda a diferença em seu tratamento: “Sei que não é nada fácil. Entendo também que cada organismo é único, mas a melhor maneira de enfrentar a doença é com otimismo! Eu fiquei cercada por meus filhos e meus amigos. O Senador Fernando Collor e meus colegas me deram todo o apoio. Isso fez toda a diferença para mim”.  Hoje, totalmente livre do câncer, Aclair conta que foi curada pelo amor dos que a rodeiam. A servidora ainda aconselha: “É preciso encarar e ser forte. Vai ter horas que você vai se sentir cansada, mas não pode esmorecer. Portanto, se você está em tratamento, seja guerreira e vá à luta. Ame muito e viva! A vida é muito boa de ser vivida”, conclui.

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“Eu me salvei porque descobri ainda no início”, conta Mariene Andrade que enfrentou e venceu o câncer de mama

O Sindilegis traz histórias de verdadeiras guerreiras que enfrentaram a doença e seguem na vida servindo de exemplo e alerta para outras pessoas

Receber o diagnóstico de uma grave doença pode significar o início de uma vida cheia de aflições e tristezas. Mas não para Mariene de Andrade, que ao ter a notícia de um grave câncer de mama optou pelo sorriso no rosto e pela vontade de viver. Aos 38 anos, e com três filhos ainda pequenos, ela foi surpreendida por um tumor agressivo e maligno, mas não se deixou abater e sempre que podia trocava a cama de um hospital por uma boa roda de samba.

“Eu nunca perdi a vontade de viver. Foi sim um período difícil, mas tentei levar com alto astral. Nunca quis fazer quimioterapia na sexta-feira para não perder meu fim de semana. Fazia em um dia que pudesse estar bem para aproveitar o samba”, disse Mariene, com o mesmo sorriso com que enfrentou o período mais conturbado da sua vida.

Vivendo um bom momento, como mãe e servidora da Câmara dos Deputados, foi acometida pelo medo ao ouvir o médico proferir a frase: “Não sou portador de boas notícias”. Naquele instante, não era mesmo. Com os resultados dos exames da paciente em mãos, não restavam dúvidas. Começava ali a corrida de Mariene pela cura. Ao longo de um ano, foram 32 sessões de radioterapia, 6 sessões da mais severa quimioterapia e a cirurgia para retirada dos gânglios linfáticos.

O tratamento para combater o câncer é penoso e a paciente sofre com os efeitos colaterais. Para a mulher, naturalmente vaidosa, a perda de cabelo é a concretização do estado frágil de saúde e um revés na autoestima. Para não viver a triste experiência da queda massiva dos fios, Mariene procurou um salão de beleza. Em frente ao espelho, enquanto as lágrimas caíam incessantes, ela viu os seus belos cabelos longos serem raspados.

“A perda de cabelo é um processo triste. Depois de 15 dias de tratamento começou a cair. Para não ver meu cabelo indo embora fio a fio, fui ao salão. Nesse dia chorei muito. A minha autoestima acabou. Mas depois consegui levar numa boa. Fiz uma tatuagem de hena na cabeça e recebia muitas cantadas”, lembrou Mariene.

Enfrentar a perda de cabelo foi um dos momentos mais difíceis desde que teve o diagnóstico do câncer, mas a preocupação com a família também a deixou apreensiva. Além dos três filhos ainda pequenos, não queria ver a mãe sofrer, pois já havia passado pela mesma angústia quando o segundo filho teve leucemia. “No início, a minha família era minha maior preocupação. Mas ao longo do tratamento foi a minha força. É muito importante ter as pessoas que amamos ao nosso lado”, garantiu.

O simbolismo de contar a história de vida no mês dedicado à campanha de conscientização para a prevenção e diagnóstico precoce do câncer de mama deixou Mariene envaidecida. Com a propriedade de quem já sofreu as angústias trazidas pela doença, alertou para a necessidade da prevenção: “As mulheres precisam realizar os exames de prevenção. Eu me salvei porque descobri ainda no início. Caso contrário, não estaria aqui contando a minha história. É importante estar atenta e buscar informações, sempre”.

Hoje, aos 60 anos, com os belos cabelos longos de volta, o sorriso e a alegria de sempre, Mariene de Andrade é contundente: “Eu não tinha outra alternativa. Enfrentar a doença com alta astral deixou o fardo mais leve. O sorriso e a vontade de viver foram a minha cura”.

 

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Sindilegis ilumina sua sede em referência ao Outubro Rosa

Sindicato segue exemplo de Órgãos do Legislativo e endossa campanha sobre prevenção do câncer de mama

Todos os anos, durante o mês de Outubro, os prédios da Câmara dos Deputados e do Senado Federal ganham iluminação especial em referência à campanha “Outubro Rosa”.  Este ano, seguindo o exemplo das Casas que representa, o Sindilegis iluminou a sua sede desde a quinta-feira (11) de cor de rosa. O prédio está localizado na 610 sul, em Brasília. As diretoras Fátima Mosqueira e Magda Helena conduziram o acendimento das luzes.

As diretoras Fátima Mosqueira e Magda Helena endossam a luta do Sindilegis em prol da prevenção ao câncer de mama

Além disso, o Sindilegis divulgará matérias sobre a importância da conscientização para prevenção e diagnóstico precoce do câncer de mama, com histórias de servidoras que já passaram por essa situação e agora são exemplos para outras mulheres.

A campanha nasceu na década de 90, nos Estados Unidos, com o intuito de promover a conscientização a respeito dos exames preventivos. A data é celebrada anualmente, pautando o assunto e possibilitando discussões a respeito da prevenção e do tratamento do câncer de mama, o tipo mais incidente entre as mulheres brasileiras. Segundo dados do Instituo Nacional do Câncer (INCA), foram estimados 59.700 casos novos para 2019.

A diretora de Benefícios, Fátima Mosqueira, ressaltou a importância os exames preventivos: “A prevenção e o controle da doença, por meio do exame da mamografia, é essencial pois quando o câncer é diagnosticado precocemente as chances de cura chegam a 95%”.

Magda Helena, diretora Parlamentar, pontuou a necessidade de mais políticas públicas que permitam o acesso de mulheres em situação de vulnerabilidade à medicina preventiva. “A falta de informação somada à dificuldade em fazer exames em algumas regiões do país gera um alto índice de mortalidade que poderia ser evitado”, refletiu.

Além da iluminação especial, o Sindilegis tem realizado uma série de ações voltadas para a campanha, bem como o apoio à iniciativas realizadas no Congresso e no TCU.

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Sindilegis participa de lançamento da campanha Outubro Rosa pelo Governo do Distrito Federal

Seguindo o exemplo das Casas que representa, o Sindicato endossa a luta em prol da conscientização sobre o câncer de mama

As ações em prol da conscientização sobre a prevenção ao câncer de mama continuam no Sindilegis. Na tarde da última quinta-feira (03), a diretora de Benefícios do Sindicato, Fátima Mosqueira, participou da solenidade de lançamento do Plano de Ação Conjunta do Outubro Rosa, organizado pela Secretaria da Mulher do Distrito Federal.

O evento foi realizado no Palácio do Buriti, sede do Governo do Distrito Federal, e contou com a presença de diversas autoridades. A iniciativa busca conscientizar a população sobre a importância da realização de exames preventivos periódicos. A Secretária da Mulher do DF, Éricka Filippelli, alertou para o fato de o câncer de mama ser o segundo tipo mais comum da doença entre as mulheres brasileiras. “Sabemos dos desafios que enfrentamos, mas temos a consciência de nossas responsabilidades. Temos papel importante na conscientização do diagnóstico precoce e é preciso encorajar todas as mulheres para o autoexame. As chances de cura são altíssimas”, conclui Ericka.

Fátima Mosqueira, acompanhada pelo presidente da Associação dos Servidores da Câmara dos Deputados – ASCADE, Francisco Morais, reiterou o apoio do SIndilegis à causa. “Nosso Sindicato preparou uma série de ações em função da data. É muito importante que toda a sociedade se mobilize em prol da conscientização da doença. A realização dos exames deve estar inserida em nossas rotinas, uma vez que o diagnóstico precoce aumenta as chances de cura em até 95%”, concluiu.

O lançamento da campanha iniciou, oficialmente, as atividades da Secretaria de Saúde do Distrito Federal relativas ao tema. As unidades básicas de saúde (UBS) e policlínicas estarão de portas abertas para acolher e avaliar pacientes. Todas as regiões de saúde dispõem de mamógrafos, algumas até com mais de um aparelho, com capacidade para receber todas as mulheres alvos da campanha.  A expectativa do órgão é de realizar 100 mil atendimentos até o fim do mês.