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Joana D’arc e Silva Genovese

Joana D’Arc é sevidora aposentada do TCU. Goiana de Itapací. Ama tudo de Artes. A poesia, música, dança e qualquer forma de representação corporal a deixa admirada pelo poder que tem sobre o ser humano. Escreveu um livro que teve uma resenha apresentada no evento “Mostra TCU”, o qual ainda considera a possibilidade de um dia publicá-lo.
Quando se trata de leitura o romance a apetece. Ama artes e admira quem tem esse dom. Para não passar em branco sua minha felicidade, resolvi que a “melhor forma” de me expressar neste momento é cantar uma bela música e dedicá-la aos seus amigos e colegas. Essa é Joana.

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Sérvio Ramos Braga Filho


Sérvio Ramos Braga Filho, mais conhecido como Sérvio Filho, ou “Vitinho” para os amigos mais próximos, é originário de Maceió, Alagoas. Vitinho nasceu em 11 de março de 1961. Pai de Vitor e Thaís, após se aposentar no TCU, encontrou no artesanato uma nova vocação. Dedicou-se à confecção de peças em couro, desenvolvendo itens como chapéus, bolsas e máscaras. Elevando ao nível de Arte, acessórios utilizados no cotidiano.

Paralelamente ao artesanato, Sérvio se revelou um apaixonado pelo universo do mamulengo. Sua colaboração com a Equipe do Mamulengo Jurubeba abriu caminho para que se aprofundasse nessa arte. Em virtude desse envolvimento, assumiu o ofício de bonequeiro, elaborando bonecos utilizando mulungu, machê e materiais recicláveis.

Dados de contato:

E-mail: [email protected]
Página no Recanto das Letras: https://www.recantodasletras.com.br/autores/jersonbrito
https://www.facebook.com/jerson.brito.56/
https://www.instagram.com/jersonbrito.pvh/

Confira alguns produtos do artista abaixo:

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Maria Cristina Collusso De Araujo

Cristina Collusso é uma talentosa cantora e intérprete de música popular brasileira (MPB) e bossa nova. Sua paixão pela música a levou a participar de diversos festivais, nos quais demonstrou seu talento e conquistou reconhecimento. Ela foi premiada como a melhor intérprete no Festival Canto do Cerrado, mostrando sua habilidade única em dar vida às canções. Além de sua carreira musical, Cristina também trabalha no Centro Cultural do Tribunal de Contas da União, onde contribui para a difusão e promoção da cultura. Sua voz cativante e sua dedicação à música a tornam uma presença marcante no cenário cultural de Brasília e do Brasil.

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Klaus Henry Nogueira


Klauss Henry Nogueira trilha um caminho multifacetado que intersecciona a arte e o mundo acadêmico-profissional. Mesmo sem um contrato formal no universo artístico, sua paixão pela arte se reflete em cada aspecto de sua vida. Seus livros, “Cavalo preto”, “Camarote VIP” e “NÃO! Você não pode falar sobre Max Weber” estão disponíveis para compra e download no site da Amazon.

Ator e autor diletante.

Poeta bissexto em busca de um multiverso em que se lavrem rimas a céu aberto.

Amador, sim; no sentido daqueles que amam a arte.

51, casado com Odette. Pai de Catarina.

Para ver vídeos e conteúdo criado no instagram, clicando aqui.
Para ver obras à venda na Amazon, clique aqui.

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Nonato Freitas


Nonato Freitas, nascido no Ceará, é um jornalista, poeta e pesquisador que posteriormente se estabeleceu no Distrito Federal. Com formação em Letras e Literatura Portuguesa, também se pós-graduou em Literatura Brasileira pela Universidade Católica de Brasília. Durante sua trajetória, associou-se a José Américo de Almeida na composição do prefácio para a “Antologia Ilustrada dos Cantadores”, uma obra fundamental para estudos sobre a poética dos trovadores. Além disso, Freitas integra o Coletivo de Poetas, com o qual contribuiu para a criação de “Linguagens e Brasilidade”. Tem em seu repertório obras como “Costurando a Chuva” e “História da Cantoria – Os 300 Maiores Improvisos de Todos os Tempos”. Seu talento não se limita à escrita; ele também é coautor de um documentário produzido pela TV Senado chamado “O Homem que Viu Zé Limeira”.

Seu envolvimento com a literatura e a cultura brasileira é profundo. Nonato Freitas viveu em Teresina (PI) antes de fixar residência em Brasília. Seus esforços enquanto ensaísta, palestrante e membro ativo do Coletivo de Poetas ampliaram sua influência no cenário literário. Nonato, além de suas contribuições escritas, é reconhecido como o idealizador e coautor do documentário sobre Orlando Tejo, o autor do aclamado “Zé Limeira, Poeta do Absurdo”, transmitido pela TV Senado. Este trabalho gerou discussões sobre a possibilidade de Zé Limeira ser uma criação fictícia de Orlando Tejo.

AS ORIGENS DA CANTORIA DE VIOLA

Por Nonato Freitas

Considerado um dos mais importantes estudiosos da cultura popular nordestina, o folclorista, escritor e jornalista Luís da Câmara Cascudo (1898-1986) afirma em seu livro “Vaqueiros e Cantadores” que o ponto inicial da Cantoria dos Repentistas Nordestinos são os cantos Amebeus Gregos.
Os cantos amebeus eram executados por pastores de ovelhas enquanto pastoreavam os rebanhos no campo.
As cantigas vinham em forma de porfias.
É possível que esses cantos tenham migrado da Grécia para outros países europeus. Segundo Câmara Cascudo, os poetas latinos Horácio e Virgílio teriam testemunhado a presença dos cantos amebeus em território da Itália.
Os argumentos de Cascudo são, no entanto, veementemente rebatidos por estudiosos contemporâneos, notadamente por pesquisadores acadêmicos, através de robustas teses de mestrado e doutoramento.
De acordo com o respeitado escritor, jornalista e poeta Orlando Tejo, nascido em Campina Grande, PB, (1935-1918), autor do livro “Zé Limeira, Poeta do Absurdo”, obra-prima da literatura brasileira, as raízes da Cantoria de Viola estão mesmo fincadas na região do Teixeira.
Os primeiros sinais da cantoria no Brasil começam com a poesia popular de Agostinho Nunes da Costa (1897 – 1852), pai de Ugulino do Sabugi (1832 – 1895), lendário nome da cantoria nordestina. Agostinho era pai também de Nicandro, o poeta ferreiro, e de Guilherme. Os três filhos de Agostinho eram exímios repentistas.
Do velho tronco agostiniano, a cantoria de viola foi se expandindo por toda a região da Serra do Teixeira. Nas noites de breu os céus da região viviam incendiados por miríades de Estrelas. Enquanto os astros faiscavam na vastidão do infinito, os poetas populares iam plantando nas abas da serra a fecunda semente da poesia popular.
A métrica e as rimas dos versos de Agostinho e de seus três rebentos eram elaboradas com esmero e arte.
Os sítios, fazendas e casas da região viviam entupidos de gente. Os donos e donas de casa recebiam os poetas com indisfarçável alegria.
Na época, as cantorias de pé de parede varavam as madrugadas. Os eventos começavam às 8 horas da noite e só terminavam às 6 da manhã.
Os poetas e cantadores do passado se apresentavam com frequência nas seguintes localidades:
Mãe D´água, Vila de Matureia, que virou depois a cidade de Matureia, Desterro e Cacimbas, esta pertencente a Desterro. Na mesma região, destacavam-se também as cidades de Livramento e Taperoá — terra de Abdias, Ariano Suassuna e Vital Farias.
Além das localidades citadas, os poetas do passado “assinavam ponto” igualmente no Sítio Tauá, onde nasceu o famoso poeta Zé Limeira. No roteiro dos poetas populares constavam, ainda, o Sítio Aliança, o Sítio Tejo e o Sítio Vera Cruz, localidades históricas de grandes cantorias.
A poesia era um rio perene que corria na região e ia desembocar no povoado do Tigre, que fica entre Santa Teresinha, em Pernambuco, e São José do Egito, no mesmo estado.
Qual seria a explicação para o fato da cantoria ter suas origens encravadas na região do Teixeira?
Segundo o poeta e repentista Jomaci Dantas, natural de Patos, na Paraíba, também promotor de grandes eventos culturais, as razões pelas quais a cantoria nasceu na região do Teixeira não têm explicação.
Para ele, os ventos do Olimpo chegaram na Serra da Borborema guiados pelas mãos divinas.
“Os primeiros passos da cantoria poderiam
ter ocorrido no Piauí, Ceará ou em qualquer outra parte do País. Mas quis o Onipotente que a semente da cantoria fosse lançada aos pés de Agostinho Nunes da Costa, na Paraíba”, diz o poeta.
Sob o refinado olhar de Agostinho e de seus filhos (Ugulino, Guilherme e Nicandro), as perfumadas pétalas da roseira foram se abrindo até a cantoria se transformar na joia preciosa que ela representa hoje para o planeta.
Com uma linguagem simples e ao mesmo tempo sofisticada, a arte da cantoria de viola continua a brilhar intensamente no garimpo da poesia como um diamante.
Em conversa com este repórter, o poeta e escritor Geraldo Amâncio, membro da Academia Cearense de Letras, apontado como um dos mais talentosos repentistas do Brasil, afirmou que as origens da cantoria estão vinculadas ao velho mundo Árabe. Os argumentos do poeta se apoiam em tese defendida por um importante intelectual, amigo seu, que mora em Portugal.
Os primeiros acordes de viola e da cantoria, segundo as pesquisas realizadas por esse amigo de Geraldo Amâncio, surgiram em antigos califados árabes.
É possível que esses primeiros sinais da cantoria, ao lado do cordel e de instrumentos de cordas, tenham chegado à Península Ibérica na época em que os mouros dominavam o território. A invasão da península corre em 711 da era cristã.
E fica sob o controle dos mouros por cerca de oito séculos.
Durante nossa conversa, o poeta Geraldo Amâncio gravou um depoimento sobre as origens da cantoria, cuja íntegra passo ao conhecimento dos colegas e amigos que participam do Sarau de João Pessoa.

Confiram:


Entrevistei também o poeta, repentista e compositor Ivanildo Vila Nova. Estudioso profundo dos fatos ligados à cultura popular nordestina, o notável cantador defende, igualmente, que a cantoria no Brasil nasceu na Paraíba.
Sua resposta veio em forma de um improvisado e elucidante martelo agalopado, conhecido também como décima, estilo que entrou para o mundo dos repentistas como um dos mais importantes instrumentos da cantoria.
Ei-lo, na voz do próprio Ivanildo:

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Jerson Lima de Brito

Jerson Lima de Brito, 51 anos, é natural de Porto Velho/RO, onde reside. Graduado em Administração e Direito pela Fundação Universidade Federal de Rondônia. Sonetista, trovador e cordelista, é membro fundador da Academia Brasileira de Sonetistas (Abrasso), integrante do Fórum do Soneto e Delegado da União Brasileira de Trovadores (UBT) em Porto Velho. Jerson Lima de Brito, 41 anos, é natural de Porto Velho/RO. Graduado em Administração e Direito, desde 1996 exerce o cargo de Técnico Federal de Controle Externo na SECEX-RO, tendo participado de algumas Mostras de Talentos do TCU.

Neto de nordestinos, na infância teve os primeiros contatos com os versos, lendo os folhetos de cordel que seu pai comprava. Já na fase adulta, depois dos 30 anos, deu os primeiros passos na literatura escrevendo sobretudo cordéis. Posteriormente, aderiu aos sonetos e outras modalidades poéticas.

Participante de concursos literários desde 2018, possui dezenas de premiações, dentre as quais:

Vencedor do Prêmio Lilinha Fernandes (2019), concedido ao trovador mais premiado do ano;

Terceiro colocado (2020) no Prêmio Lilinha Fernandes;

Magnífico Trovador nos Jogos Florais de Nova Friburgo (gênero humorístico), título obtido em 2023;

1º lugar em duas edições (2018 e 2019) do Festival Online de Poesia Cordel Improvisado;

1º lugar no III Prêmio de Trovas, Poesia e Prosa Capistrano de Abreu/2020, categoria

Soneto;

1º lugar no 11º Festival de Sonetos “Chave de Ouro” (2021);

1º lugar no Concurso Literário Nacional “Professora Ambrosina Freitas Paiva” (2023), categoria Poesia;

3º lugar nas edições de 2019, 2020 e 2021 do Concurso de Poesias Augusto dos Anjos, categoria Soneto;

4º lugar (2020) e 2º lugar (2023) no Concurso Literário Foed Castro Chamma, categoria Soneto.

Dados de contato:

E-mail: [email protected]

Página no Recanto das Letras: https://www.recantodasletras.com.br/autores/jersonbrito

Para ler alguns de seus poemas, clique aqui.

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Goya

Goya, cantor e compositor brasiliense, conhecido em Brasília através do trabalho desenvolvido com o sexteto vocal, “Invoquei o Vocal” e também como intérprete do primeiro Trio Elétrico de Brasília, o “Massa Real”. Em sua discografia constam três cd’s solos, participação em duas coletâneas e também em seis cd’s em parceria com o poeta cearense, Ubiratan Aguiar. Atualmente, está divulgando a Trilha Sonora do Projeto “Travessia do Rio São Francisco” com composições de Goya e Jocenilton Santos. O show é acústico e tem concepção de voz/violão, Goya e Percussão de Boréu.

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As Duas Faces da Serra



Batuque em São Romão

Cachoeira do Manteiga


Na barra do farol

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Djair Pinho Alves

Djair Pinho Alves, carioca, 66 anos (16/10/1957), pastor evangélico, sindicalista, militante social com atuação em diversas atividades de assistência social, inclusive na fundação e direção de entidades assistenciais, quando exerceu as funções de Secretário-Tesoureiro, Professor e Superintendente da Escola Bíblica Dominical, Diácono, Evangelista, Pastor Auxiliar, Diretor Regional do Departamento Juvenil e Diretor do PLANAFID – Plano Nacional de Filantropia da Igreja de Deus. Foi fundador e presidente da Igreja Evangélica Filos no Brasil e Presidente do Conselho Deliberativo da Associação Filos, quando criou a Comunidade Terapêutica Oficina da Vida (hoje Comunidade Terapêutica Betânia), em Camisão, Aquidauana/MS. É Bacharel em Teologia pelo Seminário Internacional de Teologia Gospel, com sede em Ituiutaba-MG, e possui, ainda, Mestrado, Doutorado e Aperfeiçoamento Pastoral, certificados pela mesma instituição de ensino cristã. Possui, também o Curso de Capelania Avançado, certificado pelo Instituto de Integração e Capacitação Brasileiro – IDICAB, com sede em Londrina-PR. No dia 26/8/2023, o Pr. Djair recebeu da Câmara Municipal de Campo Grande/MS o título de “Cidadão Campo-grandense”.

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Marcos Valério De Araujo

Marcos Valério Araújo, natural de Natal e residente em Campinas, carrega em sua bagagem uma rica formação acadêmica, com graduações em Administração e Direito. Diversificado em seus talentos, Marcos é escritor e compositor musical, tendo ao longo de sua trajetória publicado diversos livros e músicas. Mas, sua identidade artística se desdobra em vários pseudônimos, que se alteram conforme o gênero literário ou musical que aborda. Dentre suas obras destacam-se “Cordel dos Dedos”, “Para Glosar no Final”, “O Segredo dos Ciganos”, “A Montanha e o Grão de Areia” e “Mutretas e Futricas de um Processo Democrático”.

O autor não apenas é reconhecido por seu talento, mas também por seu caráter e seu amor à família. Pai de três filhos – Brysa, Rodrigo e Tainá – ele também se orgulha de ser avô de uma cadelinha chamada Melody. Além disso, seu comprometimento com o meio ambiente é evidente, uma vez que plantou inúmeras árvores ao longo de sua vida. Apaixonado pela cultura brasileira, Marcos tem uma afeição especial pelo Nordeste e, dentro dele, pelo cordel. Generoso, ele optou por renunciar aos direitos patrimoniais de sua obra “Cordel dos Dedos”, destinando-os às ações sociais do Rotary Club de Campinas.

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O JULGAMENTO DE SÓCRATES

(Cordel universitário)

Marcos Valério de Araújo

POR ENFRENTAR PODEROSOS

SÓCRATES FOI CONDENADO

A UM PORRE DE SICUTA

Foi Ânito quem presidiu

O nefasto tribunal

Logo ele, general

De temerária conduta,

Conduziu a acusação

Por caminhos tortuosos

Meleto, reles poeta

De deslustrada poesia

Apontou pedofilia

Sem prova absoluta

E acusou por pura inveja

Com libelos enganosos

POR ENFRENTAR PODEROSOS

SÓCRATES FOI CONDENADO

A UM PORRE DE SICUTA

Aristófanes, no palco

De seu teatro bufão

Fez de Sócrates charlatão

Atiçando a disputa

Fazendo dos achincalhes

Estilhaços amargosos

Surgiu também o Licão

Um orador da elite

À mercê da “juizite”

Propôs uma pena bruta

Pro sábio, só por ter outros

Princípios religiosos

POR ENFRENTAR PODEROSOS

SÓCRATES FOI CONDENADO

A UM PORRE DE SICUTA

Alcebíades, intrujão

Que amava uma lapada

Fez por pura presepada

Uma acusação biruta

Empurrando nosso sábio

Pra desfechos escabrosos

Quando terminou a farra

Da injusta decisão

No Banquete de Platão

Prosseguiram na labuta

Lá os vis acusadores

Festejaram asquerosos

POR ENFRENTAR PODEROSOS

SÓCRATES FOI CONDENADO

A UM PORRE DE SICUTA

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Maria José Pedroli

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Iniciou o aprendizado em cerâmica como meio de experienciar uma atividade lúdica em equilíbrio com o trabalho racional e mental que então realizava. Ao criar suas peças, inspira-se na natureza, com formas orgânicas, confortáveis ao toque, levando ao expectador ou usuário uma experiência sensorial ao percorrer as curvas e contornos suaves e harmoniosos. Utiliza processos de trabalho que incluem reaproveitamento de materiais de forma a minimizar o descarte e a preservar a natureza. A queima é realiza em forno elétrico, alta temperatura (1222ºC).

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André Amahro

Multiartista. Há 40 anos atuando no cenário cultural do Distrito Federal, André Amahro é um entusiasta das artes em geral. O seu nome está ligado a uma longeva e premiada carreira no teatro, mas a sua atividade profissional se estende ainda ao jornalismo, ao cinema, à literatura, às artes plásticas, à fotografia, à iluminação, à música e à ópera.

É ator e diretor formado pela Fundação Brasileira de Teatro, onde estudou com a atriz Dulcina de Moraes, e Mestre em Arte pela Universidade de Brasília. Ao longo da carreira, interpretou, dirigiu e produziu dezenas de peças teatrais, incluindo musicais; escreveu textos de gêneros diversos; elaborou e executou projetos de cenografia, figurino e iluminação; lecionou em escolas de artes cênicas; integrou elencos de curtas e longas-metragens; participou de mostras de artes plásticas e fotográficas, publicou livros de sua autoria e de mestres do teatro (como Eugenio Barba, Grotowski e Peter Brook) e participou de festivais e eventos nacionais e internacionais de artes cênicas, com vários prêmios recebidos.

É autor do livro TRICICLO: ARTE MOVEL PARA PASSEIO, um compêndio de contos e audiocontos, séries fotográficas e um álbum de dez canções que se converte em delicioso farnel artístico para o consumo e o desfrute do leitor/ouvinte. Um livro para ler ou ouvir. É criador do Teatro Caleidoscópio, um projeto de investigação da linguagem teatral que lhe rendeu a criação de um teatro de bolso, a produção de um número significativo de peças, uma dissertação de Mestrado e muitas oficinas de formação teatral para atores e diretores.

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T.R.I.N.T.A | Teatro Caleidoscópio | Foto: Humberto Araujo