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Em reunião do Conselho da Mulher do DF, Sindilegis debate nova Casa Brasileira e comissões temáticas em apoio a mulheres

Nesta segunda-feira (29), o Conselho dos Direitos da Mulher do Distrito Federal (CDM-DF) esteve reunido, por meio de reunião virtual, para discutir pautas que impactam diretamente na vida das mulheres brasilienses. O Sindilegis, que é entidade suplente do Conselho por meio de suas diretoras Fátima Mosqueira e Magda Helena, participou do encontro, que contou com a presença de 50 conselheiras.

A secretária de Estado da Mulher e presidente do Conselho, Ericka Filippelli, apresentou a nova unidade da Casa da Mulher Brasileira, que será localizada na Ceilândia (CNM 01, Bloco I, lote 3). O prédio é composto por cinco andares, totalizando 2 mil m². O primeiro andar, que já estará aberto à população no início de abril, vai abrigar as salas de acolhimento, auditório, refeitório e brinquedoteca. No segundo, haverá espaços para capacitação profissional de mulheres, como cozinha industrial e laboratório de informática. No terceiro andar serão instalados os órgãos jurídicos, como a Delegacia da Mulher, o Núcleo Especializado da Defensoria Pública, o Juizado de Violência Doméstica e o Ministério Público. Já o quarto pavimento será voltado para o atendimento individualizado ou em grupo das mulheres e, no quinto, alojamento para mulheres que precisarem de acolhimento.

As conselheiras também discutiram sobre as composições das comissões técnicas que serão instaladas para facilitar o atendimento a mulheres vítimas de violência ou de vulnerabilidade social. A diretora Fátima Mosqueira se voluntariou para atuar na Comissão de Legislação e Normas devido à expertise do Sindilegis na área. “Acredito que o Sindicato pode trabalhar de forma muito humanizada esses pontos, principalmente devido à nossa experiência na área legislativa”, apontou.

Na ocasião, Fátima também apresentou a campanha do Sindilegis em celebração ao mês da mulher, que trabalha a violência doméstica como um estigma sofrido por mulheres desde a época do império.

Coronavírus na pauta – O Sindilegis também trouxe uma preocupação quanto à importância da vacinação contra o coronavírus. Fátima explicou que é preciso discutir, principalmente com as mulheres formadoras de opinião do seio familiar, a importância da vacina para combater a Covid-19. “Estamos vivendo uma onda negacionista, onde muitos não seguem protocolos de saúde e não usam máscaras por conta de informações falsas que vêm sendo disseminadas pelas redes sociais, mídia e até mesmo por pessoas próximas. O momento agora é de salvar vidas e a vacinação é o único caminho para isso”, apontou. A secretária Filippelli concordou e afirmou que colocaria a questão como encaminhamento.

O Conselho deliberou por fazer um intercâmbio com o Conselho de Idosos e das Crianças e dos Adolescentes, de forma que sejam feitos projetos e campanhas para atingir mulheres de todas as faixas etárias. “Dessa forma nós podemos instrumentalizar de maneira mais eficaz as políticas públicas direcionadas para cada segmento”, finalizou a diretora do Sindilegis.

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Regulamentação da Lei do “Sinal Vermelho” amplia rede de denúncias para mulheres em situação de violência no DF

Estabelecimentos comerciais que aderirem ao programa de cooperação estarão aptos a realizar acolhimento de vítimas e acionar forças policiais

A partir deste mês, mulheres em situação de violência doméstica no Distrito Federal terão uma ampliação na rede de apoio para que possam fazer denúncias e pedir ajuda. Na última quinta-feira (7), foi regulamentada pelo Governo do DF a lei que institui o Programa de Cooperação e Código Sinal Vermelho, usado como ferramenta para pedido de socorro em casos de violênciadoméstica e familiar.

Na prática, as denunciantes poderão procurar ajuda em estabelecimentos comerciais do DF, que estarão aptos a chamar a polícia para atendê-las. Para sinalizar o pedido, a denunciante pode optar por desenhar um “x” na mão ou verbalizar as palavras “sinal vermelho” para os funcionários que deverão seguir o protocolo determinado. A lei foi sancionada em novembro de 2020 pelo governador Ibaneis Rocha e, agora, as normas para orientar os estabelecimentos e forças de segurança em como proceder no acolhimento às vítimas foram divulgadas no Diário Oficial do Distrito Federal.

Os colaboradores comerciários e entidades participantes das ações receberão treinamento e terão acesso à cartilha, vídeo e tutorial disponibilizado pelos órgãos para a capacitação na hora do acolhimento, com sigilo e discrição à vítima que sinalizar pedido de socorro.

Os representantes ou funcionários dos estabelecimentos participantes da campanha que prestarem o atendimento à vítima poderão ser testemunhas da ocorrência, a critério das autoridades policiais ou judiciais, quando aqueles presenciarem a prática de condutas criminosas. O sigilo das informações deve ser obedecido como forma de resguardar as investigações sobre a ocorrência, não podendo ser repassadas para terceiros. Caso existam, as imagens do circuito interno de vigilância eletrônica e que capturarem a prática de violência doméstica deverão ser entregues às autoridades tão logo sejam requisitadas.

A diretora de Benefícios do Sindilegis, Fátima Mosqueira, parabenizou o vanguardismo do Distrito Federal em promover o programa: “Essa lei representa um verdadeiro avanço neste momento delicado em que as vítimas, muitas vezes, sequer conseguem realizar as denúncias por serem constantemente vigiadas pelos autores das agressões”, refletiu.

Sinal Vermelho

A ação foi inspirada pela campanha lançada pela Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) e pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) com o objetivo de incentivar as denúncias em farmácias do país. Com a regulamentação na forma da Lei 6.713, as vítimas podem solicitar apoio também em órgãos públicos, portarias de condomínios e comércios como hotéis e supermercados.

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Sindilegis é eleito no Conselho dos Direitos da Mulher do Distrito Federal

Pela primeira vez, escolha dos integrantes do Conselho se deu por processo eleitoral. Órgão é responsável por ajudar a monitorar e a definir políticas públicas relacionadas às questões de gênero

O Sindilegis foi eleito, por meio de voto, como uma das entidades suplentes do Conselho dos Direitos da Mulher do Distrito Federal (CDM-DF). A lista de entidades da sociedade civil foi divulgada pela Secretaria da Mulher na última sexta-feira (6). O órgão é responsável por ajudar a monitorar e a definir políticas públicas relacionadas às questões de gênero.

Essa foi a primeira vez que houve um processo eleitoral para o Conselho. Até então, as vagas eram preenchidas por nomes de entidades previstas no regimento interno. De acordo com a secretária Ericka Filippelli, “isso garante a transparência e a imparcialidade do processo”. 

A diretora de Benefícios do Sindilegis, Fátima Mosqueira, avalia a responsabilidade do cargo. “Uma das premissas do trabalho no Conselho é cooperar com o governo no desenvolvimento de programas voltados para as mulheres. As questões de gênero e de defesa da integridade física da mulher sempre permearam as ações desenvolvidas no Sindicato. Estamos ansiosos para somarcom as entidades eleitas”. As diretoras Fátima Mosqueira e Magda Helena estão indicadas para as funções, respectivamente, como titular e suplente pela entidade. 

O Conselho dos Direitos da Mulher é um órgão consultivo e deliberativo. A eleição se deu de forma online no dia 29 de outubro.

Confira a lista de entidades eleitas:

Associação das Mulheres de Carreira Jurídica (ABMCJ-DF)

Associação Cidadã por Terra, Moradia e Trabalho (ACOTATO)

Central Única dos Trabalhadores (CUT)

Marcha Mundial das Mulheres

Coletivo de Mulheres com Deficiência do Distrito Federal

União Brasileira das Mulheres (UBM)

Fórum de Mulheres do Mercosul Seção-DF

Associação das Mulheres de Sobradinho II

Ordem dos Advogados de Brasília Seccional do Distrito Federal (OAB-DF)

Conselho de Mulheres Cristãs do Brasil

Centro de Projetos e Assistência Integral (CEPAI)

Mulheres em Segurança

Entidades eleitas como suplentes:

Mulheres Feminicídio Não – Apoio a Mulher Empreendedora

Associação de Mulheres de Negócios e Profissionais do DF

Associação Nacional das Etnias Ciganas

Associação Brasileira de Advogadas

Instituto Compartilhar

Coletivo Juntas

Grupo Mulheres do Brasil

Federação Habitacional do Sol Nascente

Associação Despertar Sabedoria no Sol Nascente

Sindicato dos Servidores do Poder Legislativo Federal e do Tribunal de Contas de União

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DF ganha Centro de assistência à saúde da mulher

As mulheres do Distrito Federal ganharam mais um espaço de assistência integral à saúde. Na última segunda-feira (23), o Governo do Distrito Federal (GDF) inaugurou o Centro especializado de Saúde da Mulher (Cesmu). Localizado na 514 Sul, o local vai atender mulheres com suspeita de câncer, diabetes, hiper/hipotireoidismo, com obesidade e em situação de violência. A estimativa é que sejam realizados cerca de quatro mil atendimentos por mês, entre consultas médicas e com equipe multidisciplinar.

O Cesmu conta com uma equipe ampla e com atuação em diversas especialidades como ginecologia, enfermagem, endocrinologia, dermatologia, psicologia, serviço social, nutrição, mastologia, homeopatia e acupuntura. O encaminhamento para atendimento no local será feito pelas unidades básicas de Saúde (UBSs), que entenderem como necessário o suporte do Centro a essas pacientes.

“Muitas mulheres se veem desamparadas diante de certas situações, mas nós não podemos deixá-las sem assistência. Para isso, é fundamental que o governo, entidades e pessoas comuns olhem para essas mulheres e deem o suporte necessário. Criação de espaços como o inaugurado pelo GDF é extremamente importante para garantir a saúde da mulher”, disse a diretora de Benefícios do Sindilegis, Fátima Mosqueira.

A Clínica da Mulher é uma ação integrada de governo e envolveu as secretarias da Mulher, Saúde, Economia e Governo e a Companhia de Urbanização da Nova Capital (Novacap), responsável pelo fornecimento da mão de obra.

A secretária da Mulher, Ericka Filippelli, garantiu que o GDF tem feito bastante ao “entregar obras e um espaço importante como esse, relacionado à saúde da mulher, que não diz respeito a pandemia, mas ao atendimento integrado”.

 

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Observatório da Mulher: novo portal reúne dados e informações sobre a realidade da mulher no DF

Ferramenta viabiliza insumos para discussões sobre políticas públicas e maior promoção de equidade de gênero

O Observatório da Mulher é um novo portal contendo dados estatísticos e informações atualizadas sobre a realidade das mulheres no Distrito Federal. A ferramenta foi criada pelo Decreto 40476 de março de 2020, e será coordenada pela Secretaria da Mulher (SMDF).

A plataforma foi apresentada em cerimônia, transmitida por meio de uma Live de lançamento no Palácio do Buriti, na última segunda-feira (29). Na ocasião, a Secretária Éricka Filippelli explicou que o objetivo do portal é gerar transparência de dados e viabilizar insumos para a discussão de políticas públicas e ajudar a perceber os direitos que ainda precisam ser conquistados pelas mulheres em todas as esferas.

A diretora de Benefícios do Sindilegis, Fátima Mosqueira, ressalta a importância da iniciativa: “Essa ferramenta já nasce validada em relevância. Os dados ali reunidos nos ajudam a entender melhor a realidade das mulheres, compreender em quais áreas devemos atuar para a preservação de sua integridade e de seus direitos. São informações que vão auxiliar não apenas o governo, mas entidades representativas que também trabalham com foco nesse público”.

O portal também está disponível na versão mobile, onde destaca o atendimento à mulher em situação de violência. Uma opção de “Peça ajuda” fornece orientações da secretaria e direciona os usuários para serviços como o Disque Denúncia da Polícia Civil (197) e a Central de Atendimento à Mulher (180), que contam com equipes especializadas em atender mulheres em situação de risco.

A ferramenta traz informações úteis como gráficos, com dados comparativos relacionados às áreas da saúde, segurança pública, trabalho, educação, assistência social e direitos humanos. Além disso, o portal viabiliza o acesso à estatísticas que mostram a participação feminina nos programas elaborados pela Secretaria para incentivo ao empreendedorismo e à autonomia econômica.

O Observatório da Mulher trouxe novos canais de atendimento, como o WhatsApp, que funciona 24 horas. Acesse www.observatoriodamulher.df.gov.br

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Secretaria da Mulher do DF divulga vídeo tutorial em que explica como agir em casos de violência doméstica

Iniciativa compõe ações da campanhaMulher, você não está ”, em que busca mobilizar e conscientizar população e divulgar rede de serviços disponíveis durante pandemia de Covid-19

Em uma nova ação de enfrentamento à violência doméstica e ao feminicídio, a Secretaria da Mulher do Distrito Federal divulgou um vídeo tutorial em que a secretária responsável pela pasta, Éricka Filippelli, fala sobre a rede de serviços disponiveis durante a pandemia de Covid-19 e da importância da denúncia, que é o primeiro passo para que a mulher receba a proteção do estado.

“Em primeiro lugar, é importante que você não passe por umasituação como essa sozinha, que você possa compartilhar com uma pessoa da sua confiança e, se possível, estabelecer um código de segurança para quando você estiver em risco”, pontuou Éricka ao começar o tutorial e responder ao questionamento, “estou vivendo uma situação de violência. O que devo fazer?”.

A secretária explica que, durante o período de pandemiacausada, a SecMulher disponibilizou uma série de canais que poderão ser acionados 24h, além de um novo canal de denuncias online criado pela Polícia Civil do DF.

Para fazer denúncias junto à PCDF, basta acessar o site delegaciaeletronica.pcdf.df.gov.br.

Assista ao vídeo abaixo:

https://www.facebook.com/secmulherdf/videos/1242742102596721/ 

O vídeo tutorial faz parte da iniciativa Mulher, você não está só, lançada em março deste ano com o objetivo de mobilizar e conscientizar a sociedade sobre o aumento da exposição de mulheres em situação de vulnerabilidade à violência durante o isolamento social recomendado pela OMS.

A diretora de Benefícios do Sindilegis, Fátima Mosqueira, firmou o endosso da entidade às iniciativas promovidas pelo Governo do Distrito Federal: “As mulheres sempre são as mais atingidas por qualquer crise, seja de natureza social, econômicaou de saúde. Ações como as que estão sendo promovidas pela Secretaria da Mulher são fundamentais para resguardar as mulheres que ficam mais vulneráveis em razão do isolamento social”.

Confira abaixo os serviços e horários para atendimento às vítimas de violência doméstica:

Procure Ajuda

Disque 190 — Polícia Militar

Delegacias regionais

Atendimento presencial, 24 horas por dia

Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (Deam)

Endereço: Entrequadra 204/205 Sul – Asa Sul

Telefone: (61) 3207-6172

Atendimento ininterrupto

Centro de Atendimento à Mulher (Ceam)

De segunda a sexta-feira, das 10h às 16h30

Locais: 102 Sul (Estação do Metrô), Ceilândia, Planaltina

Disque 100 — Ministério dos Direitos Humanos

Programa de Prevenção à Violência Doméstica (Provid) da Polícia Militar

Telefones: (61) 3910-1349 / (61) 3910-1350

Núcleo de Assistência Jurídica de Defesa da Mulher(Nudem)

Telefone e Whatsapp: 999359-0032

E-mail: [email protected]

 

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Secretaria da Mulher do DF lança campanha para mobilizar e conscientizar população sobre violência doméstica durante pandemia do coronavírus

Com o slogan ‘Mulher, você não está só’, iniciativa informa que apesar do isolamento social, os atendimentos às vítimas seguem funcionando

A recomendação de isolamento social da Organização Mundial da Saúde no combate ao novo coronavírus colocou cerca de 30% da população do planeta em quarentena.  Apesar da importância da medida, uma das consequências da restrição foi o aumento significativo de denúncias de feminicídio e casos de violência domésticaregistrados pela Delegacia da Mulher do DF, evidenciando a maior vulnerabilidade das mulheres aos efeitos colaterais da pandemia.

Foi com o objetivo de oferecer acolhimento e proteção a esse grupo da população que a Secretaria da Mulher do Distrito Federal lançou uma campanha intitulada “Mulher, você não está só!”.  Éricka Filippelli, Secretária responsável pela pasta, participou de uma transmissão ao vivo na página oficial do Órgão para explicar como vai funcionar a campanha. “Essa é uma iniciativa que tem o objetivo justamente de mobilizar e conscientizar toda a sociedade quanto a uma questão muito importante que é o isolamento de mulheres em situação de violência e a apresentação de ações e políticas do governo (do DF) que estão sendo apresentadas neste período excepcional”, explicou.

Durante todo o período de quarentena, a Secretaria fará teleatendimentos com os grupos de mulheres e autores de violência que estavam em atendimento presencial. Além disso, disponibilizou diversos números de telefone que estarão à disposição da população, além de atendimento presencial de emergência nos Centros Especializados de Atendimento às Mulheres.

A diretora de Benefícios do Sindilegis, Fátima Mosqueira, firmou o endosso da entidade às iniciativas promovidas pelo Governo do Distrito Federal: “As mulheres sempre são as mais atingidas por qualquer crise, seja de natureza social, econômica ou de saúde. Ações como as que estão sendo promovidas pela Secretaria da Mulher são fundamentais para resguardar quem mais sofre com o isolamento social. Nós, do Sindilegis, representamos milhares de servidoras do Legislativo Federal e do Tribunal de Contas da União e parabenizamos o GDF pelo vanguardismo nessa luta”.

Confira abaixo os serviços e horários para atendimento às vítimas de violência doméstica:

Procure Ajuda

Disque 190 — Polícia Militar

Delegacias regionais

Atendimento presencial, 24 horas por dia

Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (Deam)

Endereço: Entrequadra 204/205 Sul – Asa Sul

Telefone: (61) 3207-6172

Atendimento ininterrupto

Centro de Atendimento à Mulher (Ceam)

De segunda a sexta-feira, das 10h às 16h30

Locais: 102 Sul (Estação do Metrô), Ceilândia, Planaltina

Disque 100 — Ministério dos Direitos Humanos

Programa de Prevenção à Violência Doméstica (Provid) da Polícia Militar

Telefones: (61) 3910-1349 / (61) 3910-1350

Núcleo de Assistência Jurídica de Defesa da Mulher (Nudem)

Telefone e Whatsapp: 999359-0032

E-mail: [email protected]

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Sindilegis e Secretaria da Mulher unem forças por mulheres em situação de vulnerabilidade

Sindicato realizou doações de fraldas e leite em pó que serão destinadas a entidades cadastradas no programa “Rede Sou Mais Mulher”

Na manhã desta quarta-feira (18), a Secretária da Mulher do Distrito Federal, Éricka Filippeli, visitou a sede do Sindilegis e foi recepcionada pelo presidente, Petrus Elesbão, e pelas diretoras Fátima Mosqueira e Magda Helena. O motivo do encontro foi a entrega de doações do Sindilegis em prol de projetos que cuidam de mulheres em situação de vulnerabilidade.

Durante o encontro, a diretoria entregou fraldas e latas de leite em pó, arrecadadas durante o Feirão de Oportunidades. O evento foi realizado em agosto e mobilizou servidores que puderam trocar doações por camisetas exclusivas do Sindicato.

As doações serão destinadas a mulheres atendidas pela Rede Sou Mais Mulher, uma iniciativa para a promoção da igualdade entre mulheres e homens, o empreendedorismo e a autonomia econômica das mulheres. A “Rede Sou Mais Mulher” foi instituída por meio do Decreto nº 39.705 e atende diversas entidades, como a Casa Abrigo, que atua na proteção de mulheres vítimas de violência doméstica.

A diretoria do Sindicato aproveitou a oportunidade para dialogar sobre ações voltadas para o combate ao machismo institucional. “Realizamos uma campanha durante o Mês da Mulher com o objetivo de descontruir símbolos da opressão feminina”, explicou Petrus Elesbão ao falar sobre a campanha “Armas Contra o Machismo”, que contou com a adesão de diversos parlamentares no Congresso Nacional, unindo representantes do Governo e da Oposição. A campanha foi, inclusive, vencedora de quatro prêmios internacionais no Prêmio Lusófonos da Criatividade, realizado em Portugal no dia 18 de dezembro de 2019.

A Secretária foi presentada com uma camiseta da campanha “Armas contra o Machismo”, realizada pelo Sindicato e falou sobre ações que o Governo do Distrito Federal tem desenvolvido para combater a violência física, psicológica e sexual contra a mulher.

“Essas iniciativas são de extrema relevância porque estamos observando o aumento nas denúncias de violências contra a mulher e analisamos que um dos fatos do crescimento desses números se dá por conta das campanhas publicitárias, das informações veiculadas na imprensa e da insistência de ações do governo para divulgação da importância da denúncia. Mesmo assim, observamos na última pesquisa realizada pela Secretaria de Segurança Pública que mais de 70% das vítimas de feminicídio não procuraram nenhum equipamento do GDF para acolhimento ou denúncia das violências”, pontuou a secretária.

O Sindilegis já havia ganhado esse mesmo prêmio em 2018, também pela campanha do mês da mulher chamada “Florzinha é bom, mas direitos iguais é melhor”, que chamava a atenção dos parlamentares ao fato de que, apesar de serem mimadas no Dia da Mulher, o que importa mesmo são as mudanças no dia a dia. Ao invés de ganharem, as mulheres entregaram rosas aos parlamentares com a mensagem da ação.

 

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Sindilegis marca presença em evento que incentiva autonomia econômica de mulheres

Solenidade de lançamento do cartão BRBCard Mulher oficializou parceria entre SM e Banco de Brasília em apoio ao programa Rede Sou Mais Mulher

A Secretaria de Estado da Mulher do Distrito Federal deu mais um importante passo para estimular ações voltadas à igualdade de gênero, ao empreendedorismo feminino e à autonomia econômica das mulheres. Na sexta-feira (18) foi lançado um novo cartão do Banco de Brasília (BRB): o BRBCard Mulher, fruto de uma parceria entre as instituições em apoio ao programa Rede Sou Mais Mulher. A diretora de Benefícios do Sindilegis, Fátima Mosqueira, representou a entidade durante a solenidade de lançamento, realizado no CASACOR 2019.

Fátima Mosqueira e a Secretária da Mulher pelo DF, Éricka Fillippeli

O valor arrecadado a partir do pagamento da anuidade do cartão será doado à rede Sou Mais Mulher. Os recursos serão utilizados em diversas modalidades de suporte e assistência às mulheres em situação de vulnerabilidade social. “Não podemos pensar o desenvolvimento do Distrito Federal sem investimento no público feminino, pois as mulheres são a maior potência para crescimento da nossa cidade”, lembra a secretária da Mulher, Ericka Filippelli.

 

Qualquer pessoa que desejar aderir à campanha e contribuir com essa causa poderá solicitar o cartão nas agências do BRB, no site do banco (www.brb.com.br) e no aplicativo BRBCard. Não é necessário ser correntista.

Fátima Mosqueira parabenizou a iniciativa empreendida pela Secretaria da Mulher e colocou o Sindilegis à disposição para a realização de eventuais ações: “A diminuição das desigualdades de gênero é uma das lutas que pautam nossa agenda no Sindicato. Atualmente temos uma base composta em mais de 50% por mulheres, portanto é nossa obrigação zelar pela construção de uma sociedade mais justa e igualitária”

Vinicius Santa Rosa/ Metrópoles

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Sindilegis se une a entidades parceiras no combate a violência contra a mulher

Olhar para mulheres vítimas de violência tornou-se uma obrigação para que reduza os índices alarmantes de agressão e feminicídio no País. Pensando nisso, a diretora de Benefícios do Sindilegis e de entidades parceiras da Federação Nacional dos Servidores dos Poderes Legislativos Federal, Estaduais e do DF (fenale), Fátima Mosqueira, encontrou-se em visita de cortesia e relacionamento com a Secretária de Estado da Mulher do Distrito Federal, Éricka Filippelli, sua assessora Marília Cunha e a diretora de Políticas de Valorização da Mulher da Fenale, Mara Valverde, para estreitar laços e unir forças para combater a violência física, psicológica e sexual contra a mulher.

“Estamos juntas nessa luta da Federação e das entidades parceiras para combater a violência contra a mulher. É um assunto delicado e precisamos unir forças para que as mulheres sejam verdadeiramente protegidas”, declarou Fátima Mosqueira.

Mara Valverde reiterou a importância de fortalecer a luta para proteção da mulher. “A união é uma maneira de fortalecer as nossas lutas e melhorar a qualidade de vida das pessoas e das mulheres. Estamos aqui para reforçar as ações que já fazemos e as políticas voltadas para a mulher. Nós sempre acreditamos nessa política de paz e equidade da mulher. Essa é a nossa luta”.

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Arraiá Legis: Sindilegis e Ascade ajudam entidade que protege mulheres vítimas de violência doméstica

Parte dos alimentos arrecadados durante a 10ª edição da festa junina foi doada ao projeto “Rede Sou mais Mulher” do Governo do Distrito Federal 

O 10º Arraiá Legis foi realizado no início do mês de junho, mas o sucesso da festa ainda reverbera em Brasília. Na tarde da última terça-feira (25), o Sindilegis e a Ascade doaram cerca de 400 kg de alimentos não-perecíveis ao projeto “Rede Sou Mais Mulher”, da Secretaria da Mulher do Governo do Distrito Federal.

A “Rede Sou Mais Mulher” foi instituída por meio do Decreto nº 39.705 e atende diversas entidades, como a Casa Abrigo, que atua na proteção de mulheres vítimas de violência doméstica. A iniciativa trabalha com foco no respeito à diversidade e o combate a todas as formas de discriminação. A diretora de Benefícios do Sindilegis e Assistência Social da Ascade, Fátima Mosqueira e o presidente da Ascade, Francisco Morais, receberam a Secretária da Mulher do DF, Éricka Filippelli para a entrega das doações.

Durante o encontro, Éricka destacou a importância de ações sociais solidárias. “As mulheres que estão na Casa Abrigo, que saem de lá para uma nova perspectiva, precisam muito desse apoio. Agradecemos imensamente a Ascade e ao Sindilegis por essa doação e contamos sempre com essas parcerias”, concluiu.

Fátima Mosqueira destaca que parte do sucesso do Arraiá Legis ao longo dos últimos 10 anos se dá porque o evento sempre levou em consideração o cunho social.  “Desde a primeira edição da festa junina, a organização tem se preocupado com a importância do evento para a comunidade brasiliense. Além de promover momentos únicos de confraternização, amizade e alegria entre os forrozeios do legislativo e a comunidade em geral, o Sindilegis e a Ascade também buscam ajudar o próximo realizando ações como essa”.

Sindilegis na defesa das mulheres

O Sindicato, representante das servidoras que trabalham na Câmara dos Deputados, no Senado Federal e no Tribunal de Contas da União, tem trabalhado fortemente no enfrentamento à violência doméstica. Em março deste ano, o Sindilegis lançou a campanha “Armas Contra o Machismo” no Congresso Nacional e no TCU, desconstruindo símbolos de objetos ligados ao universo feminino e afazeres domésticos, que, agora, se voltam para a luta contra a desigualdade salarial, os padrões de beleza, a violência doméstica e o feminicídio.

Em 2018, o Sindilegis foi premiado em 2018, pela Lisbon Awards Group, no Prêmio Lusófonos de Criatividade com a campanha “Florzinha é bom, mas direitos iguais é melhor!”, que chamava atenção ao fato do Dia das Mulheres serem voltados para mimos, mas ser uma data voltada para a luta de direitos e avanços.