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Sindilegis alerta filiados sobre nova abordagem em gabinetes relacionada à ação dos Descontos Previdenciários

O Sindilegis, em defesa dos direitos de seus filiados, vem por meio desta nota reforçar que possui contrato de exclusividade com o escritório “Amaral e Barbosa” para a gestão dos processos referentes à ação dos Descontos Previdenciários. Tal ação visa reaver valores indevidamente descontados de servidores comissionados da Câmara dos Deputados, do TCU e do Senado Federal, que tiveram incidência da contribuição previdenciária sobre as verbas mencionadas a partir de 4 de junho de 2005.

O Sindicato repudia veementemente a prática de advocacia que consiste na abordagem insistente e, muitas vezes, enganosa de clientes em potencial, com o objetivo de captar causas e honorários. Na manhã desta quinta-feira (20), filiados do Sindilegis, que são servidores comissionados da Câmara, denunciaram que representantes de outro escritório, supostamente chamado “Amaral e Pessoa”, estiveram nos gabinetes para tentar captar clientes com informações duvidosas.

Diante dessa situação, o Sindilegis alerta seus filiados para que fiquem atentos e não se deixem enganar por propostas de outros escritórios de advocacia. O Sindicato reafirma que o escritório “Amaral e Barbosa” é o único autorizado a representar os filiados na ação dos Descontos Previdenciários, e que qualquer outra abordagem deve ser pensada com cuidado e responsabilidade.

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Servidor comissionado: atenção para prazos da ação de descontos previdenciários

O Sindilegis informa aos seus filiados que o prazo para aderir à ação que busca a restituição de valores descontados indevidamente da previdência de servidores comissionados está se encerrando. Considerando o prazo para a propositura das execuções, a Amaral & Barbosa Advogados receberá os documentos até 15 de janeiro de 2025. Portanto, os documentos completos devem ser inseridos na plataforma do escritório, impreterivelmente, até esta data. O prazo para solicitar revisões de cálculos acabou nessa terça-feira (17).

É fundamental que os comissionados se certifiquem de que todos os documentos necessários foram enviados corretamente, pois não serão aceitas novas complementações de documentos. A partir de sexta-feira, dia 20 de setembro, não será aceito o envio de documentos por e-mail. O envio de novos documentos deverá ser efetuado exclusivamente pela plataforma http://docs.amaralebarbosa.com.br.

A matemática realizada para obtenção do valor a recuperar considera diversas variáveis, sendo diferentes entre os servidores comissionados a depender de fatores como cargo, funções, horários, adicionais e os valores recolhidos à previdência.

A ação já obteve resultados positivos, com diversas ações sendo ajuizadas e algumas já com valores sendo recuperados. Até o momento foram ajuizadas 102 ações. Com isso, já são, aproximadamente, 1.020 servidores comissionados beneficiados. É importante destacar que algumas dessas ações já obtiveram manifestação favorável da Advocacia-Geral da União no sentido de confirmar os valores calculados e apresentados em juízo pelo Sindilegis. Em três delas já há expedição de RPVs e Precatórios, representando mais de R$ 1,5 milhões recuperados.

Confira mais informações sobre esse e demais processos acompanhados pelo Sindicato na plataforma Sindilegis Mais.

Situação da ação por órgão:

  • Tribunal de Contas da União (TCU): os cálculos dos valores devidos aos servidores comissionados já foram finalizados. Para saber o valor individual, os servidores podem entrar em contato com o escritório Amaral & Barbosa.
  • Senado Federal: as fichas financeiras foram disponibilizadas e os cálculos estão sendo finalizados. O resultado será disponibilizado eletronicamente dentro de alguns dias.
  • Câmara dos Deputados: os servidores devem enviar suas fichas financeiras obtidas pelo CamaraNet para o escritório Amaral & Barbosa Advogados. Os ex-servidores comissionados devem solicitar as fichas diretamente no Departamento Pessoal da Câmara através dos e-mails:

    Para ex secretários parlamentares – [email protected]
    Para ex CNEs – [email protected]

Ex-servidores comissionados podem buscar atendimento individualizado no escritório Amaral & Barbosa, mesmo sem poder se filiar ao Sindilegis por questões estatutárias. O contato deve ser feito pelo e-mail [email protected].

Documentos necessários para ingresso na ação:

Cuidado com golpes!

O Sindilegis alerta para a existência de golpes envolvendo o nome do escritório Amaral & Barbosa. O escritório não solicita pagamentos antecipados. Qualquer dúvida, entre em contato com o Sindilegis pelo telefone e WhatsApp (61) 3214-7300 ou [email protected].

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Sindilegis solicita inclusão de FGTS para comissionados em Orçamento de 2022

 

Na tarde desta sexta-feira (17), o Sindilegis protocolou mais um ofício direcionado ao deputado federal e relator-geral do Orçamento, Hugo Leal. O documento solicita a inclusão, na previsão orçamentária de 2022, de valores destinados ao Fundo de Garantia por Tempo de Serviço aos servidores ocupantes de cargos de livre nomeação da Câmara dos Deputados, do Senado Federal e do Tribunal de Contas da União.

Uma cópia também foi encaminhada para a Mesa Diretora e para a Diretoria-Geral da Câmara e Senado; bem como para a Segedam do TCU e para o gabinete da ministra presidente do Tribunal, Ana Arraes. O ofício é resultado da última reunião de um grupo de trabalho criado pelo Sindicato e que congrega servidores comissionados das três Casas legislativas com o objetivo de discutir pautas de interesse para essas categorias que, atualmente, somam 16.434 trabalhadores.

O vice-presidente do Sindilegis para a Câmara, Paulo Cézar Alves, explica que a medida busca fazer justiça aos servidores. “Esses trabalhadores desempenham um papel de grande relevância dentro dos órgãos públicos, mas não possuem estabilidade profissional alguma e, em caso de uma eventual demissão, ficam desamparados. É uma medida justa para que as pessoas que ocupam cargos de confiança tenham direitos trabalhistas básicos e não estejam submetidos a uma insegurança jurídica”, afirmou.

Insegurança jurídica

O documento relembra que a PEC 53/07, de autoria do Deputado Jofran Frejat (PR/DF), já foi aprovada em Comissão Especial e aguarda, desde 2015, votação no Plenário da Câmara dos Deputados. O PL 5448/2019, de autoria da senadora Rose de Freitas (PODEMOS/ES), que busca incluir a categoria como beneficiário do FGTS, também já foi aprovado na Comissão de Assuntos Econômicos e aguarda designação de relator na Comissão de Constituição e Justiça.

Apesar de a Lei 8.112/90 prever que os cargos públicos podem ser efetivos ou em comissão, os trabalhadores que ocupam cargos em comissão sempre estiveram submetidos à insegurança jurídica, pois, além de não possuírem estabilidade profissional alguma, não usufruem de direitos trabalhistas básicos, como aviso prévio, seguro-desemprego, FGTS, entre outros.

 

Leia aqui a íntegra do ofício.

ATUALIZAÇÃO EM 20/12/2021 – 16h45:

 

Nesta segunda-feira (20), o vice-presidente do Sindilegis Paulo Cezar Alves e o secretário parlamentar Roberto Holanda protocolaram mais um ofício buscando pleitear o FGTS para os servidores ocupantes de cargo especial (CNE’s) e Secretários Parlamentares da Câmara, do Senado e do TCU no orçamento de 2022. Desta vez, o protocolo foi feito diretamente na Comissão Mista de Planos, Orçamentos Públicos e Fiscalização da Câmara.

O Fundo de Garantia por Tempo de Serviço é uma reivindicação antiga da categoria, pois, quando são exonerados, não recebe qualquer benefício, por causa de um limbo jurídico.

FGTS

Sindilegis defende emenda à PEC 32 para garantir direito de servidores comissionados ao FGTS

Garantir o benefício do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) a todos os servidores comissionados dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário. Esse é o objetivo da emenda de autoria do deputado Alexandre Frota (PSDB-SP) à PEC 32/20, que conta com o apoio do Sindilegis. A proposição visa corrigir uma distorção: os trabalhadores que ocupam cargos de livre nomeação e exoneração não possuem qualquer direito na legislação trabalhista. A emenda foi apresentada à Comissão Especial da Câmara dos Deputados que analisa a PEC.

 

O diretor de Comissionados do Sindilegis, Narciso Mori Junior, explica que a medida busca fazer justiça aos servidores. “Esses trabalhadores desempenham um papel de grande relevância dentro dos órgãos públicos, mas não possuem estabilidade profissional alguma e, em caso de uma eventual demissão, ficam totalmente desamparados. É uma medida justa para que as pessoas que ocupam cargos de confiança tenham direitos trabalhistas básicos e não estejam submetidos a uma insegurança jurídica”, afirmou.

 

De acordo com a emenda, a Administração Pública fará depósitos em contas do FGTS a todos os cargos comissionados, Secretários Parlamentares e ocupantes dos Cargos de Natureza Especial existentes nos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, de acordo com a legislação vigente. “Estamos falando em justiça para com trabalhadores que sequer tem o direito de ao final de seu período laboral receber qualquer valor para sua subsistência após anos de trabalho em função pública”, justifica Alexandre Frota.

 

Assegurar esse direito aos servidores comissionados é uma luta antiga do Sindilegis. Em 2017, o Sindicato oficiou o Senado Federal e a Câmara dos Deputados com a finalidade de implementar o FGTS para a categoria. Os pedidos foram embasados no entendimento do Tribunal Superior do Trabalho (TST), segundo o qual o empregado que ocupa cargo comissionado tem direito ao depósito do FGTS, não podendo o ente público negar a aplicação da legislação trabalhista.

 

O Sindilegis também atuou nas discussões da PEC 53/07 e defende a aprovação da proposta, que garante ao servidor de cargo em comissão direito a aviso prévio, seguro desemprego, FGTS, entre outros benefícios. A proposição recebeu parecer favorável da comissão especial e aguarda inclusão na pauta do plenário da Câmara desde 2015.