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Sindilegis Indica: arte, literatura e memória afro-brasileira em destaque no Mês da Consciência Negra

O Sindilegis Indica desta semana celebra o Mês da Consciência Negra com uma curadoria especial de exposições, livros e produções audiovisuais que destacam a presença africana na formação cultural, linguística e histórica do Brasil. As sugestões incluem mostras no TCU e na Câmara dos Deputados, além de publicações das livrarias do Senado e da Câmara.

O Sindicato reforça seu compromisso com a valorização da cultura afro-brasileira e a promoção da igualdade racial, convidando todos os servidores a refletirem e celebrarem a pluralidade que constrói o Brasil.

Exposições

Línguas africanas que fazem o Brasil

O Tribunal de Contas da União (TCU), em parceria com o Museu da Língua Portuguesa e apoio do Sindilegis, apresenta a exposição “Línguas africanas que fazem o Brasil”. A mostra revela como idiomas como quimbundo, quicongo, umbundo, iorubá e fon influenciaram o português brasileiro.

Com curadoria do músico e filósofo Tiganá Santana, a exposição reúne obras de Aline Motta, Rebeca Carapiá, Antonio Obá, Dalton Paula, Goya Lopes e Leni Vasconcellos, que traduzem o legado africano nas artes e na identidade nacional.

Serviço:

Local: Galeria Marcantonio Vilaça – Centro Cultural TCU, Brasília (DF)
Período: 13 de novembro de 2025 a 18 de janeiro de 2026
Visitação: todos os dias, das 9h às 18h
Entrada franca
Agendamento de visitas mediadas: (61) 3527-5221 | [email protected]

InVisíveis

O Centro Cultural Câmara dos Deputados exibe InVisíveis, exposição do fotógrafo Marco Mota que revisita retratos de mulheres negras do século XIX, originalmente captadas por Alberto Henschel.

As imagens ganham novas cores e molduras de crochê criadas pela artesã Roscicleide Menezes dos Santos e nomes simbólicos como Dandara, Nzinga e Tiye. As obras se unem a frases de Sueli Carneiro, Lélia Gonzalez e Conceição Evaristo, compondo uma narrativa sobre resistência e ancestralidade.

Serviço:

Local: Espaço do Servidor – Anexo II da Câmara dos Deputados, Brasília (DF)
Período: 17 de novembro de 2025 a 8 de janeiro de 2026
Visitação: Segunda a sexta, das 9h às 17h
Entrada franca

Livros em destaque

Como Não Ser Um Racista Cristiane Sobral para o Sindilegis, Senado e TCU.

Para celebrar o Mês da Consciência Negra, o Sindilegis também convida o público a conhecer o livro “Como não ser racista”, uma obra que reflete sobre atitudes e práticas que ainda perpetuam a exclusão e o preconceito. O livro dá continuidade à série “Como não ser um babaca” e reforça o compromisso com o letramento racial, a empatia e os direitos humanos. A versão digital está disponível gratuitamente no site naosejaumracista.com.br

Cancros Sociais – Maria Ribeiro

Publicada em 1865, a peça Cancros Sociais retrata as dores e dilemas de uma mãe escravizada em busca do filho perdido. Escrita por Maria Angélica Ribeiro, precursora do teatro abolicionista, a obra denuncia a exploração e o racismo da sociedade brasileira do século XIX.

Disponível na Livraria do Senado em epub.

A Presença Negra em Alagoas – Douglas Apratto Tenório

A obra destaca a influência afrodescendente na formação histórica e cultural de Alagoas, com foco em quilombos, tradições e personagens simbólicos como dona Irineia.

Disponível na Livraria do Senado

Cultura Quilombola na Lagoa da Pedra – Wolfgang Teske

Estudo sobre as manifestações religiosas e culturais da comunidade quilombola Lagoa da Pedra, no Tocantins. A pesquisa relaciona fé, território e identidade.

Disponível na Livraria do Senado

Fronteiras da Escravidão – João Carlos Nara Júnior

O livro resgata a história dos africanos enterrados no Cemitério dos Pretos Novos, no Rio de Janeiro, unindo arqueologia, história e memória.

Disponível na Livraria do Senado

Úrsula e outras obras – Maria Firmina dos Reis

Primeira escritora negra brasileira, Maria Firmina dos Reis inaugurou o romance abolicionista no país. O volume reúne Úrsula, A Escrava, Gupeva e Cantos à Beira-Mar.

Disponível no site da Edições Câmara

Agenda Brasileira: Racismo – Consultoria Legislativa da Câmara

A coletânea reúne artigos sobre racismo estrutural, ações afirmativas, cotas e resistência negra, produzidos por consultores legislativos da Câmara dos Deputados.

Disponível no site da Edições Câmara

Audiovisual

Programa Cotas para quê?

A campanha ‘Cotas para quê?’, da TV Câmara, que explica o papel das cotas raciais como política pública de reparação e mostra como a diversidade fortalece as instituições.

Assista: Cotas para quê?

Diálogo com Joaquim Nabuco

O documentário acompanha Thiago, jovem universitário negro da Rocinha, em uma jornada de reflexão sobre o legado do abolicionista Joaquim Nabuco.

Assista: Diálogo com Joaquim Nabuco


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Isenção

Sindilegis Indica: meteoritos, história e música no Mês do Servidor

O Sindilegis Indica desta semana preparou uma curadoria de eventos e lançamentos que une ciência, história, cidadania e música. Em destaque, exposições na Câmara dos Deputados sobre meteoritos e o Cerrado, além de uma homenagem ao Dia do Servidor com o show do cantor Frejat, promovido pelo Sindicato.

Exposições

No Meio do Caminho Tinha um Meteorito

A Câmara dos Deputados apresenta a exposição “No Meio do Caminho Tinha um Meteorito”, com curadoria de especialistas em geologia e astronomia. A mostra reúne mais de trinta objetos, incluindo amostras dos principais meteoritos brasileiros, como o Bendegó, e um painel interativo onde visitantes podem tocar em meteoritos da Lua e de Marte.

Local: Salão Negro, Câmara dos Deputados, Brasília/DF
Visitação: de 23 de setembro a 2 de novembro, todos os dias, das 9h às 17h
Entrada gratuita

Raízes do Invisível, Retratos do Cerrado

No Espaço do Servidor, a artista Paula Calderón expõe 24 obras em acrílico sobre tela que enaltecem o Cerrado. A mostra ressalta a beleza e a diversidade da savana brasileira, retratando plantas típicas e paisagens, e convida o público a refletir sobre a importância de preservar o bioma.

Local: Espaço do Servidor / Anexo II da Câmara dos Deputados, Brasília – DF
Visitação: De 18 de setembro a 25 de outubro, segunda a sexta, das 9h às 17h
Entrada franca

A Jornada (Outubro Rosa), no Senado Federal

Integrando as ações do Outubro Rosa no Senado, a exposição “A Jornada” traz retratos e histórias de superação de mulheres e um homem diagnosticados com câncer de mama. O evento, promovido pela Associação de Mulheres Mastectomizadas de Brasília (Recomeçar), reforça a importância do diagnóstico precoce da doença.

Local: Senado Federal
Período: Em cartaz até 17 de outubro

Livros

“Em Miúdos”: Cidadania e Direitos

A Edições Câmara e a Livraria do Senado lançaram coleções com o objetivo de aproximar o público infantojuvenil da cidadania. A Edições Câmara publica a série “Letrinhas de Cidadania”, que inclui os livros “Direitos das Crianças para as Crianças” (sobre o ECA) e “Combinados” (livro para colorir sobre convivência e o Congresso Nacional). Já a Livraria do Senado oferece a coleção “Constituição em Miúdos”, que simplifica diplomas legais como a Constituição, o ECA e a Lei Maria da Penha. As versões digitais da Edições Câmara são gratuitas.

Acesse o site da Edições Câmara: https://livraria.camara.leg.br/
Acesse o site da Livraria do Senado: https://sindilegis.org/3IWxJtP

Podcasts

Senado Verifica e Mulheres de Palavra

O Senado Federal promove o podcast Senado Verifica, que, em episódios semanais, detalha o trabalho de checagem de fatos da Casa para combater a desinformação. Já o programa Mulheres de Palavra, da Rádio Câmara, destaca o protagonismo feminino em áreas como política, direitos e empreendedorismo. Além disso, o podcast Responsabilidade Social e Ambiental do Senado apresenta práticas de sucesso da Casa que transcendem a função legislativa.

Senado Verifica (Spotify): https://sindilegis.org/3KRYfVJ

Mulheres de Palavra (Spotify): https://sindilegis.org/3J0FizG

Documentários

A TV Senado apresenta “Roberto de Regina – Vida e Obra”, que explora a trajetória do músico e seu legado cultural. Além de sua dedicação à música e à construção de cravos, Roberto de Regina deixou um legado arquitetônico e cultural em Guaratiba (RJ), onde dedicou parte de sua vida à criação da Capela Magdalena e do Museu Ronaldo Ribeiro.

Roberto de Regina (YouTube): https://sindilegis.org/4n6NEDW

Música

Frejat no Dia do Servidor

O Sindilegis e o Sindjus-DF promovem o show de Frejat em celebração ao Dia do Servidor Público. O terceiro lote de ingressos está disponível, com preço promocional de R$ 60 para filiados até 20 de outubro.

Atrações: DJ (20h), Frejat (22h), Roberto Viana e banda (23h30)

Data: 25 de outubro
Local: Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade
Horário: Abertura dos portões às 20h

Mais informações: http://bit.ly/4ohaiKx

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Sindilegis Indica: confira curadoria cultural especial para os servidores

O Sindilegis Indica desta semana apresenta uma curadoria especial de atividades culturais dentro das casas legislativas, com uma seleção de livros, podcasts, documentários, exposições e shows. Confira:

Exposições

Exposição “Sedes da Câmara”

Em comemoração aos seus 200 anos de história, a Câmara dos Deputados apresenta a exposição “Sedes da Câmara”, que celebra a trajetória da instituição desde o Império no Rio de Janeiro até a sua transferência para Brasília. A mostra convida o público a uma viagem no tempo, explorando as diferentes sedes que foram palco de momentos cruciais da política brasileira. Com textos, imagens e peças históricas do acervo do Museu da Câmara – como uma urna de votação, telefones e máquinas de escrever antigas –, a exposição terá longa duração, com os objetos sendo renovados a cada dois meses até o final de 2026.

Serviço:

Exposição: “Sedes da Câmara”
Local: Salão Verde, edifício principal da Câmara dos Deputados, Brasília/DF
Visitação: diariamente, das 9h às 17h
Período: até o final de 2026
Entrada: franca

Cenas Brasileiras: o modernismo brasileiro em perspectiva

A exposição “Cenas Brasileiras: o modernismo brasileiro em perspectiva”, que apresenta 55 obras de 14 artistas modernistas, foi prorrogada até 5 de outubro de 2025 no Centro Cultural do Tribunal de Contas da União (TCU). Com obras de nomes como Candido Portinari, Tarsila do Amaral e Salvador Dalí, a mostra se tornou a segunda maior já realizada no local e conta com o patrocínio do BNDES e o apoio do Sindilegis e do Projeto Portinari.

Serviço:

Exposição “Cenas Brasileiras”
Local: Centro Cultural TCU (St. de Clubes Esportivos Sul Trecho 3)
Período: até 5 de outubro
Visitação: todos os dias, das 9h às 18h
Entrada: franca

Literatura

O presidencialismo no Brasil, de João Camilo de Oliveira Torres

A Editora da Câmara dos Deputados — Edições Câmara — relançou o clássico “O presidencialismo no Brasil”, de João Camilo de Oliveira Torres, uma obra essencial para entender a trajetória política do país. Com um projeto gráfico renovado, o livro revisita a formação e a consolidação do sistema presidencialista desde o Império, destacando as influências teóricas e históricas que moldaram o governo. A nova edição já está disponível para compra na livraria física e online da Câmara, com a versão e-book disponível para download gratuito.

Link para comprar a obra.

Após a Morte do Conto de Fadas, a Ressurreição!

“Escritas de Dentro para Fora” é uma coletânea de 24 relatos de vida, fruto da oficina “Escrita Afetuosa” realizada na Casa da Mulher Brasileira do Ceará. Organizado por Mirelle Costa e Silva, o livro traz as histórias de 11 mulheres anônimas que, com narrativas sobre sofrimento, abandono, fé e recomeço, compartilham suas experiências e testemunhos de esperança. Como destaca a própria organizadora, a obra transcende a definição de gênero literário, sendo uma publicação “cheia de vida”, com a singularidade de ter as apresentações assinadas apenas com as iniciais em solidariedade às autoras que preferem o anonimato devido à violência doméstica que sofreram.

Link do livro na Livraria do Senado.

Manual Antimachismo – Como enfrentar agressões de gênero no ambiente profissional, de Lucelena Ferreira

“Manual Antimachismo: como enfrentar agressões de gênero no ambiente de trabalho”, de Lucelena Ferreira, aborda o conceito de “machismo estrutural” e orienta sobre como agir diante de agressões de gênero no cotidiano profissional. A obra traz entrevistas com as senadoras Leila Barros, Simone Tebet e Mara Gabrilli, além de outras profissionais de destaque como Clara Marinho, Danielle Alves, Lydiane Silva e Thais Rosa, oferecendo uma visão ampla e prática para o enfrentamento dessas questões.

Documentário

Roberto de Regina – Vida e Obra: a trajetória de um dos mais importantes músicos brasileiros

O documentário resgata a trajetória de um dos mais importantes músicos brasileiros. O livro, resultado das memórias de amigos como Ana Cecilia Burle Max e Ronaldo Ribeiro, destaca o papel pioneiro de Roberto de Regina na divulgação do cravo, instrumento que ele mesmo construía. Além da música, a obra aborda sua dedicação à construção da Capela Magdalena e do Museu Ronaldo Ribeiro, em Guaratiba (RJ).

Assista no YouTube da TV Senado.

Cachaça de Paraty, Onde a Serra Encontra o Mar

O documentário “Cachaça de Paraty, Onde a Serra Encontra o Mar” narra a história dos alambiques de Paraty, que por muito tempo produziram uma cachaça usada como moeda de troca no Caminho do Ouro. A obra mostra como os produtores, apesar das adversidades, conseguiram preservar essa tradição. A cachaça da região, resultado da combinação única de fermentos e destilação local, reflete a rica mistura das culturas portuguesa, caiçara, quilombola e indígena da cidade.

Assista no site da TV Câmara.

Podcasts

Vida Longa, da Rádio Câmara

O “Guia para Envelhecer Bem” oferece dicas essenciais para quem tem mais de 60 anos, mas também para seus familiares e amigos. Com uma abordagem otimista e linguagem direta, a série conta com especialistas que abordam temas como alimentação, cuidados com a saúde, atividades físicas e o consumo de álcool e cigarro.

Ouça no Spotify.

Senado e você, da Rádio Senado

Em cada episódio, o podcast destaca práticas e experiências de sucesso do Senado Federal em responsabilidade social e ambiental. A série, produzida e apresentada por Celso Cavalcanti, tem como objetivo mostrar aos cidadãos as iniciativas do Senado que vão além de suas funções legislativas, promovendo uma maior conexão com a instituição.

Ouça no Spotify.

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Sindilegis Indica: divulgação de resenhas e obras acontece no próximo dia 20; saiba como participar!

Atenção, fãs de cultura! A próxima edição do Sindilegis Mais acontece na próxima quarta-feira (20). O quadro permite aos filiados que compartilhem suas resenhas, em texto ou vídeo, de filmes, discos, peças de teatro, livros e demais obras culturais, do clássico ao underground.

Além das resenhas, obras autorais também são bem-vindas a participar do Indica. A intenção é divulgar cultura! As resenhas ou obras enviadas até terça-feira (19) serão divulgadas nos canais oficiais do Sindicato. Veja como participar:

  • Escolha uma obra cultural (livro, filme, música, peça, etc.).
  • Faça uma resenha em um dos formatos:
  • 🎥 Vídeo: até 1 minuto e 30 segundos
  • 📝 Texto: até 2 páginas
  • Envie para: [email protected] até às 23h59 de 19 de agosto
  • Assunto do e-mail: Sindilegis Indica – [Nome da Obra]
  • No corpo do e-mail, informe:
  • Seu nome completo
  • Sua Casa de atuação (Senado, Câmara ou TCU)
  • Seu perfil no Instagram

Na última edição, o Sindilegis Indica divulgou o livro do servidor Klauss Nogueira com a obra “Tem rádio no rabecão?: Poemas e contos para quem ainda sorri no abismo”, que reúne contos e poemas que misturam humor e críticas sociais. Confira aqui.

Em caso de qualquer dúvida sobre o Sindilegis Indica, entre em contato pelas redes sociais ou pelo e-mail [email protected].

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Sindilegis Indica: servidor Klauss Nogueira lança obra que reúne contos e poemas que misturam humor e críticas sociais

Tem rádio no rabecão?: Poemas e contos para quem ainda sorri no abismo”, recente obra do servidor do TCU Klauss Nogueira, é um mosaico de curtos contos e poemas que apresentam ao público textos com “humor ácido, ternura e crítica social”, como diz o próprio autor. 

O Sindilegis Indica conversou com Klauss para saber mais sobre a obra literária, que brinca entre o riso e o vazio; entre o realismo e a paródia. De acordo com o autor, o objetivo foi escrever e reunir textos rápidos que reverberam. “São contos e poemas curtos que cabem na pausa do café, mas que continuam ecoando depois. Num mundo tão acelerado, parar para ler e sentir já é um gesto de resistência, algo essencial no mundo apressado e fragmentado em que vivemos”, diz.

Para atingir este objetivo, Nogueira resolveu costurar textos que cutucam e assopram. “Um elevador enguiçado, uma carta ao algoritmo, um sagu desprezado, um rádio num carro funerário são alguns dos contos do livro”, revela.

Para adquirir a obra, acesse https://www.amazon.com.br/dp/B0FH6FXRXD. Outras obras do autor são “Cavalo preto”, “Camarote VIP” e “NÃO! Você não pode falar sobre Max Weber”. Os livros estão disponíveis para compra e download no site da Amazon.

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Prazo prorrogado: envie sua resenha para o Sindilegis Indica até terça-feira, 24 de junho

Se você perdeu o prazo inicial para participar do Sindilegis Indica de junho, não se preocupe: o período de envio das resenhas foi prorrogado até as 23h59 da próxima terça-feira, dia 24 de junho.

Ainda dá tempo de indicar aquela obra que você tanto gosta — pode ser um filme, livro, disco, poema, peça teatral ou qualquer manifestação artística que tenha te marcado. Vale tudo: do clássico ao alternativo, do consagrado ao pouco conhecido.

Como participar

  • Escolha uma obra cultural de sua preferência
  • Faça uma resenha em vídeo (até 1 minuto e 30 segundos) ou em texto (até 1 página)
  • Envie para o e-mail: [email protected]
  • No assunto do e-mail, escreva: Sindilegis Indica + nome da obra + uma foto sua

No corpo do e-mail, além da resenha, informe:

  • Seu nome completo
  • Sua Casa (Câmara, Senado ou TCU)

Essa é uma excelente oportunidade para compartilhar sua visão e contribuir com a promoção da cultura entre os colegas do Legislativo e do TCU. O espaço é aberto a todos os filiados, ativos e aposentados, sem restrição de estilo ou gênero artístico.

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Sindilegis Indica: dicas de cultura para curtir o feriadão em Brasília

Para incentivar os filiados que não vão viajar a aproveitarem ao máximo o feriado prolongado, o Sindilegis reuniu algumas sugestões de atividades e serviços disponíveis na capital federal e nos arredores. Com o transporte público gratuito nos dias de folga em Brasília, explorar a cidade se torna ainda mais barato e acessível.

Opções de lazer e cultura

Explore a gastronomia e os sabores da capital em seus variados restaurantes e bares, que oferecem desde a autêntica culinária regional até opções internacionais para todos os paladares. A edição especial do Restaurante Week para o Aniversário de Brasília começou no dia 14 de abril e vai até o dia 27 de abril com preços acessíveis em mais de 100 restaurantes na cidade. O concurso Comida di Buteco vai presentear 12 vencedores com um roteiro gastronômico pelos destaques da culinária de bar no DF.

Artesanato e cultura

Mergulhe na cultura local visitando feiras e mercados de artesanato, onde é possível encontrar peças únicas e conhecer o trabalho de artistas da região. Entre os dias 17 e 21 de abril, a Esplanada dos Ministérios se transformará em um palco de celebração com entrada franca para moradores e turistas. A programação diversificada integra as festividades promovidas pelo Governo do Distrito Federal (GDF) sob o tema “O melhor tempo é agora”, com realização do Instituto Eleva e apoio da Secretaria de Turismo do DF. Um megapalco com telões e passarela será montado para receber grandes atrações musicais, além de oferecer camarotes, área para crianças e pets, roda-gigante, tirolesa e praça de alimentação.

Os shows terão início no sábado (19), com Wesley Safadão e Léo Santana como destaques. No domingo (20), o público poderá curtir Fagner, o projeto O Grande Encontro com Alceu Valença, Elba Ramalho e Geraldo Azevedo, e Mari Fernandez. A segunda-feira (21) reserva os shows da banda Menos É Mais, BenzaDeus e a gravação de um novo projeto audiovisual da dupla Zé Neto & Cristiano. A programação cultural também brilhará no Teatro Nacional Claudio Santoro, com atrações teatrais no dia 19, um espetáculo de mágica no dia 20, e a entrega da Medalha do Boi de Seu Teodoro e o concerto Rock Sinfônico da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional no dia 21.

Filmes no Cine Brasília

Para os amantes da sétima arte, o Cine Brasília preparou uma programação especial durante o feriadão. No sábado (19/04), serão exibidos filmes como “Manual do Herói”, “O Vazio de Domingo à Tarde” (com sessão acessível), “Capitão Astúcia”, “A Câmara” e o premiado “Branco Sai, Preto Fica”. No domingo (20/04), a programação inclui “Manual do Herói”, “Dulcina”, “O Último Cine Drive-In”, “Rodas de Gigante” e o sucesso “Somos Tão Jovens”. Já na segunda-feira (21/04), os cinéfilos poderão conferir “Manual do Herói”, “Plano B”, o documentário “Democracia em Vertigem” e a ficção “Eduardo e Mônica”.

Visita a pontos turísticos de Brasília

Redescubra a beleza arquitetônica e a história presente em locais como a Catedral Metropolitana, o Congresso Nacional e o Palácio do Planalto. Uma visita ao Museu Nacional também pode enriquecer o feriado.

Passeios em parques

Conecte-se com a natureza nos parques da cidade, como o Parque da Cidade Sarah Kubitschek, o Parque Ecológico Águas Claras e o Jardim Botânico, perfeitos para caminhadas, piqueniques e momentos de tranquilidade.

Programação religiosa

Para os que buscam vivenciar a fé, diversas igrejas de Brasília oferecerão celebrações e missas especiais durante a Semana Santa. A Via Sacra da Criança de Planaltina reúne cerca de 200 crianças para recontar, por meio de 14 estações, o caminho de Jesus até a crucificação. Com figurinos simples e gestos cuidadosamente ensaiados, os pequenos protagonistas prometem emocionar o público no Morro da Capelinha, em uma manifestação de fé que já se tornou um marco na região.

Dicas de serviços:

Verifique sempre os horários de funcionamento antes de sair. Confirme os horários de funcionamento de comércios, museus e parques durante o feriado para evitar imprevistos.

Planeje seus deslocamentos e, quando possível, deixe o carro na garagem. Aproveite a gratuidade do transporte público nos feriados e domingos. Consulte as linhas e horários do metrô e dos ônibus para otimizar seus passeios.

Atenção para a necessidade de reservas! Para garantir seu lugar em restaurantes ou eventos específicos.

O Sindilegis deseja a todos os filiados um feriado de Semana Santa repleto de paz, descanso e momentos agradáveis em companhia de seus familiares e amigos.

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Sindilegis Indica: ‘Ainda Estou Aqui’, ganhador do Oscar

Para o Sindilegis Indica desta semana, a equipe de Comunicação estreia o subproduto da nossa curadoria cultural: o Fora da Caixa, que abrangerá produções artísticas fora do Legislativo. Para essa primeira dica, o nosso time chamou a conselheira fiscal do Sindilegis pelo TCU, Sandra Elizabete Alves, para escrever uma resenha sobre o filme ‘Ainda Estou Aqui’, de Walter Salles, vencedor do Oscar de Melhor Filme Internacional em 2025. O filme foi a primeira produção brasileira a ganhar o prêmio. Leia abaixo!

Opinião

O filme Ainda Estou Aqui trouxe à luz a história de Eunice Paiva, mãe de cinco filhos, esposa do ex-deputado Rubens Paiva, cassado e posteriormente sequestrado e morto pela ditadura militar, sensivelmente interpretado por Selton Mello. A força dessa mulher brasileira contagiou o Brasil e encantou o mundo, a partir das memórias de seu filho e autor do livro, Marcelo Rubens Paiva, da genialidade do diretor Walter Salles e da interpretação esplêndida de Fernanda Torres, já premiada no Globo de Ouro e indicada ao prêmio de melhor atriz principal do Oscar. A personagem real, Eunice Paiva, é uma prova do protagonismo das mulheres mesmo diante de uma situação de dor extrema batendo inesperada e literalmente na porta de casa. Trata-se de uma grande mulher que foi fielmente interpretada por uma grande atriz. O universo conspirou e decretou que dessa conjunção sairia uma obra prima.

A parte inicial evidencia a vida feliz da família Paiva, em um casarão no Leblon, de frente para o mar, com um quarto para cada uma das cinco crianças, muita música, festas, e portas abertas para os amigos. Rubens Paiva era engenheiro, com projetos em andamento.  São cenas comuns de uma família de alto padrão. A protagonista havia sido criada para ser a esposa perfeita, que não precisava trabalhar fora. A alegria era permeada por aquele clima de constante aflição pelo medo da repressão violenta da ditadura. A família era culta e politizada. Rubens Paiva reunia-se com amigos para ajudar exilados e perseguidos pelo regime, transmitindo recados para familiares e amigos. Por detrás desse clima, a presença do estado é como uma sombra, uma ameaça constante, que a protagonista teme a cada ligação telefônica recebida. Esse suspense perpassa o filme inteiro e vai criando no espectador grande emoção e perplexidade.

Na segunda fase do filme, esse cenário de leveza, alegria e luminosidade desaparece e dá lugar a cenas e ambientes sombrios. É quando, em janeiro de 1971, os agentes do estado foram até a casa de Rubens Paiva e o levaram para “interrogatório de rotina”. Desde então nunca mais foi visto. Chama a atenção a estratégia do diretor de não retratar a violência direta sofrida por Rubens Paiva na prisão em nenhum momento do longa. Essa opção de não explorar os atos de violência física e tortura psicológica contra o ex-deputado é inovadora e criativa. A força da obra reside não em cenas cruas de violência, mas sim em demonstrar a violência estrutural do governo militar.

A terceira etapa se passa 25 anos depois, quando Eunice Paiva, já uma advogada reconhecida, consegue finalmente a certidão de óbito de seu marido, atestando que ele era desaparecido. Essa fase demonstra que a família aceitou a dor, e conseguiu seguir com suas vidas. Nos atos finais, a Eunice octogenária é interpretada pela Fernanda Montenegro, em aparição breve, porém muito emocionante. Na vida real traumática dessa família, somente agora, em janeiro/2025, a certidão de óbito foi corrigida para constar que Rubens Paiva desapareceu em 1971 e teve morte não natural, mas sim violenta causada pelo Estado.

É extraordinária a performance de Fernanda Torres como Eunice Paiva, viúva, se reinventando para conduzir a família após o sequestro e desaparecimento do marido. Esta tragédia despertou a mulher poderosa, forte e resiliente, que voltou à faculdade de direito, tornou-se advogada de direitos humanos e se engajou em lutas sociais e políticas, como a defesa do direito dos indígenas e suas reservas. Em entrevista à CNN Internacional, Fernanda destacou que fez uma interpretação contida de Eunice Paiva para ser fiel à dignidade dela, não podendo fazer da vida de Eunice um melodrama. A atriz brilha em todos os momentos. Enternece a cena de desespero reprimido de uma mãe que, para proteger a infância de seus filhos, escondeu o quanto pode a real história do desaparecimento do pai. Os gestos contidos da personagem eram traídos pela expressão de dor insuportável, que a Eunice da vida real tentava disfarçar a todo custo na frente dos filhos. Eles foram sabendo da morte de seu pai cada um a seu tempo. A primeira a descobrir foi a mais velha. Havia um resquício de esperança de que ele um dia voltaria para casa.

O longa mostra a tragédia com muita intensidade e ao mesmo tempo sutileza. A ditadura é apresentada por Salles sem panfletagem, mas com realismo e riqueza de cenários e detalhes. A obra não aborda a estética da fome, em que a pobreza é um tema explorado e maquiado para vender, e que por vezes resvala no grosseiro. A estética da fome pautou principalmente o cinema novo. O filme não é sobre isso, mas sim sobre a história de uma família, ele é universal. O foco do filme é a abordagem da violência estrutural e cultural do regime militar, e a necessidade de preservar a memória das vítimas da ditadura.

A obra de Walter Salles tem causado impacto. Num período em que alguns flertam com o fascismo e a ditadura militar, Ainda Estou Aqui é o retrato das consequências nefastas da ditadura, que tanta dor causou. O fato de estarmos assistindo a radicalização e a repressão em muitos países faz o filme atual. A “caça às bruxas” contra os comunistas, que resultou no assassinato de centenas de manifestantes na ditadura, tem se delineado no presente. Walter Sales comentou em entrevista à CNN Internacional: “Enquanto o filme era acolhido pela audiência no Brasil, ficamos sabendo pelas investigações da Polícia Federal que havia um plano para matar o presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula, e o vice presidente Geraldo Alckmin. É, mais do que nunca, um filme sobre hoje”.  Os atos extremistas pedindo sem pudor a volta da ditadura fazem ver que a sombra do mal continua à espreita. Temos que ficar atentos.

Contudo o filme, por ser um drama simples e universal, não atinge muitas paixões políticas do momento, exceto algumas bolhas extremistas. E ficou o mais próximo possível da linguagem do Óscar, que tem predileção por produções que reverberem em audiência de qualquer nacionalidade. O resultado foi o prêmio recebido na categoria “Melhor Filme Internacional”, além de indicação para “Melhor Filme” e “Melhor Atriz”. Ainda Estou Aqui ganhou ainda prêmios em muitos outros festivais internacionais, como o Globo de Ouro como melhor atriz para Fernanda Torres. Essas conquistas internacionais inauguraram um avanço e nova fase do cinema brasileiro. Demonstram a valorização da nossa arte no cinema, que vem sendo lamentavelmente tão atacada.

Quando foi transmitido o Oscar, em pleno carnaval, tivemos um clima de copa do mundo. Fernanda Torres virou fantasia de carnaval, dando uma ideia do reconhecimento das pessoas pelo trabalho da atriz. O Óscar ganho pelo filme foi dedicado pelo diretor Walter Salles para Eunice Paiva, cuja história de luta comoveu a todos e inspirou o filme. A lembrança da grande Eunice Paiva como figura emblemática da resistência à ditadura militar tocou para sempre os corações e mentes e nos traz esperança de dias melhores.

Por Sandra Elizabete Alves

Servidora do TCU

Foto: Clauder Diniz / Câmara dos Deputados

Sindilegis Indica traz nova curadoria com livros, documentários e exposição para matar a sua fome de cultura

O Sindilegis Indica desta semana separou uma variedade de produções culturais, como livros, exposições e documentários, todos com um foco especial no universo legislativo. Os filiados podem explorar temas como a evolução do processo legislativo, a importância da participação cidadã e a transformação de comunidades por meio de iniciativas inovadoras. Confira:

Exposições:

Exposição Traçado interior: memória gravada, de Thiago Modesto na Câmara dos Deputados

A exposição, com curadoria de Oto Reifschneider, reúne 38 xilogravuras do artista carioca Thiago Modesto, um dos nomes mais relevantes da gravura contemporânea brasileira. As obras, produzidas entre 2020 e 2024, fazem parte das séries Pindoranes, Sertão Carioca e No Longe. Através delas, Modesto apresenta um recorte significativo de sua trajetória artística, explorando temas como o sincretismo religioso, a vida no sertão carioca, a natureza e a cultura popular brasileira. A exposição também conta com a matriz em madeira de uma das xilogravuras e um vídeo que revela os detalhes do processo criativo do artista. A técnica, que utiliza matrizes de madeira, permite ao artista criar obras com um forte apelo visual e uma profunda conexão com a tradição popular.

Visitação: até 6 de fevereiro de 2025, segunda a sexta, das 9h às 17h
Galeria Décimo / Anexo IV – Câmara dos Deputados
Entrada franca
Confira aqui o catálogo digital da mostra:

Livros:

Esta é Minha História – Volume II – Relatos de Servidores Aposentados do Senado Federal

O livro reúne 34 relatos que traçam um rico painel da história do Senado, desde seus bastidores até momentos marcantes que moldaram a instituição. Com textos e imagens que valorizam a trajetória profissional de cada servidor, a obra é um verdadeiro tesouro para quem se interessa pela história do Brasil e pelo funcionamento do Poder Legislativo. Ao dar voz aos servidores, o livro oferece um olhar único e pessoal sobre a história do Senado. Através de suas experiências e vivências, os leitores podem compreender melhor a complexidade do trabalho parlamentar e a importância dos servidores para o bom funcionamento da democracia.

Disponível para download em PDF e compra da edição física na Livraria do Senado.

Coleção Vozes Femininas – Edições Câmara

Com uma variedade de histórias e perspectivas, a Coleção Vozes Femininas resgata a força e a diversidade das mulheres que moldaram a história. Uma jornada inspiradora que nos impulsiona a construir um futuro mais justo para todas.

Disponível para download em PDF e compra da edição física no site da Edições Câmara.

Duzentos Anos de Constitucionalismo Brasileiro

Uma jornada completa pela história constitucional brasileira: a coleção “Duzentos Anos de Constitucionalismo Brasileiro” apresenta, em sete volumes, todos os textos constitucionais do país, desde 1824 até a Constituição Cidadã de 1988. Com comentários de renomados especialistas, a obra oferece uma análise profunda da evolução do pensamento político brasileiro e reforça a importância da democracia para o desenvolvimento do país.

Disponível para download em PDF e compra da edição física na Livraria do Senado.:

Documentários:

Arte no Caos: Documentário da TV Senado sobre a obra de Vik Muniz

Das cinzas da violência, a arte floresce. O documentário “Arte no Caos” revela a jornada de Vik Muniz na criação de uma obra que reconstrói, simbolicamente, o Congresso Nacional. Uma obra que nos convida a olhar para o futuro com esperança e a celebrar a força da arte como instrumento de transformação.

Assista no YouTube da TV Senado: 

Quilombo Cultural da Liberdade

O reconhecimento do bairro da Liberdade, em São Luís, como quilombo urbano foi um marco fundamental para a valorização da sua rica história e cultura. Com raízes profundas na tradição afro-brasileira, a comunidade local, por meio de iniciativas como a rota turística Quilombo Cultural, vem resgatando sua identidade e transformando o bairro em um polo cultural de grande importância. Um documentário, produzido pela TV Câmara em parceria com o Sebrae, conta essa história de resistência e superação.

Assista ao documentário no site da TV Câmara:

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Sindilegis Indica: conheça alguns dos artistas do 3º Sarau Sindilegis

O 3º Sarau Sindilegis revelou uma rica diversidade de talentos, com servidores-artistas de diversas áreas apresentando trabalhos que nos emocionaram e inspiraram. Para celebrar essa jornada artística que já deixou saudades, o Sindilegis Indica selecionou alguns dos destaques do evento.

Literatura:

Nonato Freitas: Um nome de peso na literatura brasiliense, Nonato Freitas encantou o público com sua profunda pesquisa sobre a história da cantoria e com seus poemas carregados de emoção.

Evaldo Araújo: Com sua poesia cordelista, Evaldo nos transportou para o universo da cultura popular, retratando a vida e as tradições do Nordeste.

Levy Avaloni: Autor da obra “Viagem ao Tempo”, Levy nos presenteou com uma reflexão sobre a vida e a passagem do tempo.

Antonio Maia: Com uma escrita poética e sensível, Antonio Maia nos convidou a uma jornada introspectiva, explorando os sentimentos humanos e a beleza da vida.

Djair Pinho Alves: O pastor e escritor nos apresentou um trabalho que aborda temas espirituais e a importância da fé.

Jerson Lima de Brito: Com seus sonetos e cordéis, Jerson nos proporcionou momentos de beleza e reflexão.

João Erismá de Moura: O advogado e escritor compartilhou conosco sua paixão pela literatura e sua vasta experiência de vida.

Paulo Avelino: Com sua literatura fantástica, Paulo nos levou para um mundo de imaginação e aventuras.

Romilson Pereira: O psicanalista e auditor nos presenteou com uma reflexão sobre a literatura e a filosofia.

Klauss Henry Nogueira: O poeta e escritor nos convidou a uma jornada poética por meio de seus versos e obras.

Marcos Valério Araújo: O escritor e compositor nos encantou com seus cordéis e contos, que retratam a cultura brasileira com humor e poesia.

Música:

André Amahro: Multiartista, André Amahro nos presenteou com uma performance musical que mesclou diferentes linguagens artísticas.

Goya: O cantor e compositor brasiliense nos levou em uma viagem musical com sua voz marcante e suas composições autorais.

Artes visuais:

Waleska Correia: A artista plástica nos encantou com suas obras vibrantes e coloridas, que celebram a vida e a natureza.

Leonardo Sá: O fotógrafo e artista visual nos proporcionou uma experiência estética única, com suas imagens que desafiam a nossa percepção.

Costura criativa:

Sérvio Ramos Braga Filho: O artesão nos mostrou a beleza e a versatilidade do couro, criando peças únicas e originais.

Carmen Lúcia Andrade Machado: Com suas criações em tecido, Carmen nos transportou para um universo de cores e texturas, com um toque de sustentabilidade.

Carmen Bezerril: A ceramista nos encantou com suas peças inspiradas na natureza, que unem técnica e emoção.

Maria Jose Pedroli: Com suas peças em cerâmica, Zezé nos proporcionou uma experiência sensorial única, com formas orgânicas e suaves.

Este foi apenas um pequeno resumo dos talentos apresentados no 3º Sarau Sindilegis. Para conhecer mais sobre cada artista e suas obras, acesse este link.

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Sindilegis Indica: novidades para enriquecer seu repertório cultural

A cada 15 dias, o Sindilegis prepara uma seleção cuidadosamente curada de conteúdos para ampliar seus horizontes, alimentar sua criatividade e fortalecer seu vínculo com o conhecimento. Confira os destaques do Sindilegis Indica desta quarta-feira (7):

Livros

Coleção Escritoras do Brasil: a Biblioteca do Senado Federal lança uma coleção que resgata a obra de escritoras brasileiras, muitas vezes esquecidas pela crítica literária. O objetivo é valorizar a contribuição feminina para a cultura brasileira.

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“Cicatrizes”: o livro detalha o processo de criação da obra de arte de Vik Muniz, feita com os destroços das invasões aos Três Poderes. A publicação contextualiza a obra e sua importância histórica.

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“A Improvável Annelise”: a servidora da Câmara dos Deputados Taty Azevedo lança um livro de ficção com uma protagonista marcante. A obra mescla fantasia, ficção científica e romance.

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“O Novo Conservadorismo Brasileiro”: a servidora da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados Marina Basso Lacerda analisa o surgimento do novo conservadorismo no Brasil, comparando-o com o movimento nos Estados Unidos.

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Podcast

Pautas Femininas: o podcast discute temas relevantes para as mulheres, em parceria com a Procuradoria da Mulher da Câmara dos Deputados e do Senado Federal.

Ouça no Spotify.

Agenda

Exposição “Quadrantes 6”: a Galeria Décimo do Anexo IV da Câmara dos Deputados apresenta uma mostra de fotografia com obras de Anna Camporese, Yago Saraiva e Mauro Sampaio.

Leia mais aqui.

28º Congresso Brasileiro de Advocacia Pública: o evento discutirá o tema “Democracia: Riscos e Perspectivas” em João Pessoa.


Inscrições aqui.

Aulas de dança no Sindilegis: promovida em parceria com o Studio Irineu Alves, a iniciativa oferece aulas de dança de salão aos filiados com desconto. Forró, zouk, bachata e salsa são alguns dos ritmos que os servidores poderão sair dançando por aí. As aulas são ministradas duas vezes na semana. Para usar o benefício, é necessário gerar o voucher no Sindilegis Mais.

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Sindilegis Indica: cultura para enriquecer mente e espírito dos servidores

O Sindilegis, sempre buscando promover o bem-estar e estimular o desenvolvimento integral de seus filiados, tem o prazer de lançar o Sindilegis Indica, um programa que oferece uma seleção quinzenal de conteúdos culturais cuidadosamente escolhidos para atender aos mais diversos gostos e interesses.

O Sindilegis Indica vai te levar a um universo de possibilidades para ampliar seus horizontes, alimentar sua criatividade e fortalecer o seu vínculo com a literatura, música, artes visuais, cinema, teatro e gastronomia.

Nesta primeira edição, preparamos uma curadoria especial para você:

Livros que valem à pena ler

“Vale Europeu: Ser Pedalante nas tifas da Colônia Blumenau”, de Evandro Torezan, servidor do TCU, com fotos de Adriano Kirihara e Leidiane Torezan. O livro relata uma viagem do Ser Pedalante, alcunha adotada por Evandro na narrativa, pelo Circuito de Cicloturismo do Vale Europeu em 2021.

“Por que a democracia brasileira não morreu?” de Carlos Pereira, do FGV e Marcus André Melo, da Universidade Federal de Pernambuco: os cientistas políticos Carlos Pereira, da Fundação Getúlio Vargas e Marcus André Melo, da Universidade Federal de Pernambuco, lançaram o livro “Por que a democracia brasileira não morreu?”. Na publicação, eles analisam como caminhou a democracia brasileira e o sistema chamado de presidencialismo de coalizão desde as manifestações populares de 2013 até os episódios de 8 de janeiro de 2023.

“Esta é a minha história: relatos de servidores aposentados do Senado Federal”: trata-se de uma coletânea de textos e fotos realizada em parceria com a Associação dos Servidores Inativos e Pensionistas do Senado Federal (Assisefe) e o Sindicato dos Servidores do Poder Legislativo Federal e do Tribunal de Contas da União (Sindilegis).

“Centro de Governo “Tomo I”: aborda de forma aprofundada a importância dos Centros de Governo como unidades estratégicas para a coordenação e implementação de políticas públicas. De autoria do ministro do TCU, Augusto Nardes, além de contar com a participação de outros nove técnicos e especialistas na área de Governança.

Podcast: baixe e ouça quando quiser

“Bê-à-Bá da IA” – O programa produzido por Fernando Melo em parceria com a Radio Senado fala sobre a inteligência artificial de um jeito simples e prático. Em programas curtos, de 5 minutos, o especialista traz conceitos, novidades e dicas de uso. Ele é inserido toda quinta-feira no Conexão Senado, programa ao vivo da Radio Senado. Os episódios podem ser encontrados também no site da Radio Senado ou no Youtube (Be a Ba da IA).

Spotify: https://sindilegis.org/4ccepSC
Rádio Senado: https://sindilegis.org/3xzeHUv

Bê-à-Bá da IA / Divulgação

Spotify: https://sindilegis.org/4ccepSC
Rádio Senado: https://sindilegis.org/3xzeHUv

Agenda cultural

Mostra Terra Concreto /Divulgação ISC/TCU

Exposição “Terra Concreto” no Centro Cultural do TCU: apresenta trabalhos de Adriana Vignoli, César Becker e Matias Mesquita, três artistas visuais que moram e produzem em Brasília e que têm na escultura uma de suas principais linguagens de trabalho. Com curadoria de Renata Azambuja, “Terra Concreto” pretende revelar as relações entre os artistas, a atenção aos materiais e ao espaço.

Teatro do Caleidoscópio/Divulgação

Peça-concerto do Teatro Caleidoscópio “Trinta”: espetáculo comemorativo dos 30 anos da companhia. Com Vanessa Di Farias, Yuri Fidelis, Raquel Aló, Elias Santos, Claudio Lago e André Amahro. Direção: André Amahro e Claudio Lago. Classificação indicativa: 14 anos.

Aula de Tai Chi Chuan, 16 de junho de 2024/ ASCOM SIndielgis

Aula de Tai Chi Chuan na ASTCU: em parceria com a Associação Being Tao (ABT), com orientação da professora Ana Lúcia Rezende. A lição é gratuita, mediante inscrição prévia pelo link https://sindilegis.org/3RdFoVB.

Exposição “Oltroceano”, promovida pela Embaixada da Itália com colaboração do Museu de Arte de Brasília: a exposição será aberta ao público a partir do dia 26 de junho e permanecerá até 14 de julho no Congresso Nacional. A entrada é gratuita, com visitação das 9h às 13h e 14h às 17h (de segunda a sexta) e 9h às 17h (sábados, domingos e feriados).