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Sérgio Sampaio reassume Diretoria-Geral da Câmara dos Deputados

Sampaio foi chefe da Casa Civil no Governo Rollemberg e é servidor de carreira da Câmara há 30 anos

 

O presidente do Sindilegis, Petrus Elesbão, o vice-presidente Paulo Cezar Alves e a diretora Fátima Mosqueira marcaram presença, na última quinta-feira (7), na posse do novo diretor-geral da Câmara dos Deputados, Sérgio Sampaio. Ex-chefe da Casa Civil no Governo Rollemberg, Sampaio é servidor de carreira da Câmara há 30 anos. Também já atuou como diretor-geral da Casa durante 13 anos, em várias gestões, do PSDB ao PT. O convite para reassumir a Diretoria-Geral foi realizado pelo presidente reeleito Rodrigo Maia (DEM/RJ).

Elesbão parabenizou Sampaio, lembrando que o servidor sempre foi reconhecido por sua competência: “Ele [Sérgio Sampaio] tem um currículo e biografia que falam por si. Depois de anos de experiência e êxito à frente da Diretoria-Geral da Casa, retorna ao posto num momento de extrema importância, em que uma Câmara renovada será arena de grandes debates para o País, envolvendo o serviço e o servidor público”, afirmou o presidente do Sindilegis.

Petrus também fez questão de parabenizar e agradecer ao ex-diretor Lucio Xavier pelo trabalho realizado e pelo apoio que possibilizou a realização de ações e projetos do Sindilegis na Câmara.

Sampaio afirmou que a política está diretamente ligada à construção de uma sociedade melhor por meio de ações democráticas do Parlamento: “Não podemos vir à Câmara achando que é um fardo, que é só uma maneira de sustento. Na verdade, trabalhar aqui é uma maneira de realização. À medida que emprestamos nosso conhecimento, história e anos de vida a uma causa devemos lembrar que somos capazes de fazer a diferença no Brasil”.

Gestão no processo legislativo

A primeira-secretária da Mesa Diretora da Câmara, Soraya Santos (PR-RJ), disse que os servidores estão colocando um “cheque em branco” nas mãos de Sérgio Sampaio e ressaltou a importância da gestão no processo legislativo: “Se hoje nós podemos quantificar a morte de mulheres no Brasil, foi por meio da lei do feminicídio. Se hoje temos exame de eletrocardiograma fetal que hoje virou lei, foi por meio de uma ação política. Temos orgulho do que fizemos na Câmara”.

Durante a transmissão de cargos, o ex-diretor-geral Lúcio Henrique Xavier avaliou que sua gestão deixará como legado a motivação para “criar”: “Os servidores nunca devem esquecer sua capacidade de transformar sonhos em realidade”, ressaltou.

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