Bateria da Mangueira marca início da 12ª Copa Sindilegis

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“É hoje o dia da alegria e a tristeza nem pode pensar em chegar”. O samba enredo entoado em 1982 pela União da Ilha do Governador nunca foi tão atual. A alegria foi presença marcante na festa de abertura da 12ª Copa Sindilegis nessa quarta-feira (20). Com as cuícas e os tamborins da escola de samba da Mangueira, ninguém ficou parado. Não faltou nada, muito menos samba no pé.

A cidade do Rio de Janeiro já recebe turistas que irão aproveitar os desfiles das escolas na Marques da Sapucaí. Mas os servidores-atletas que vieram para a Copa Sindilegis não ficaram de fora do carnaval. Depois de dois anos vivendo uma realidade atípica, a celebração foi o momento perfeito para reencontrar os amigos e colocar o papo em dia.

Além dos servidores-atletas, estiveram no evento representantes de entidades importantes para o servidor público e para os trabalhadores do país. O Sindilegis teve a companhia da Central Única dos Trabalhadores (CUT), da FENALE, e do Sesc/Rio, que abrilhanta a nossa Copa Sindilegis como parceiro especial.

Logo no início da festa, o presidente do sindicato, Alison Souza, subiu ao palco do espaço reservado no Riale Hotel para saudar os parceiros, os atletas e declarar o início da 12ª Copa Sindilegis, que promete ser a melhor a da história. “É com grande alegria que recebemos todos aqui. Quero agradecer ao Sesc/RJ pela parceria e por nos ajudar a construir esse evento. Passamos por períodos difíceis, mas nos esforçamos bastante para manter a Copa Sindilegis viva. Hoje é um dia de festa, de reencontrar os amigos, relembrar as boas histórias vividas ao longo desses 12 anos. Esse é o espírito desses jogos. Sejam bem-vindos,” disse.

Este ano, a parceria com o Sesc/RJ já rende frutos. O profissionalismo e a organização da equipe da instituição é visível nos mínimos detalhes. Fernando Lima, diretor do Sesc, que liderou as conversas com o Sindilegis para que a parceria se concretizasse, também subiu ao palco e garantiu que é uma honra fazer parte do evento. “É uma honra para nós estar aqui, ajudando a construir a melhor Copa Sindilegis da história. Tenho que certeza que essa parceria será frutífera. Contem sempre conosco”.

Após soar o apito, ou melhor, o cavaco e o tamborim, que indicou o início da 12ª Copa Sindilegis, a festa estava pronta. Ainda não com futebol, vôlei ou corrida, mas com muito samba no pé. Embalados pela bateria da Mangueira, os servidores-atletas mostraram um gingado para passista e mestre-sala nenhum colocar defeito. E assim foi dado o pontapé inicial para a Copa. Depois da farra, hora de descansar. Afinal, um atleta que se preze precisa de uma boa noite de sono.

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