Sindilegis debate demandas prioritárias com o Depol

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Seguindo a estratégia para alinhar cada vez mais a comunicação com os servidores do Departamento de Polícia Legislativa (Depol), o Sindilegis realizou reunião com a categoria na noite deste última terça-feira (13). O objetivo foi debater assuntos prioritários, pautados pelos grandes eventos que acontecerão no país durante os próximos meses – a Copa do Mundo sendo o principal deles.

Na ocasião, cinco assuntos considerados emergenciais foram abordados pela Diretoria do Sindicato: melhores equipamentos para os policiais legislativos; requisito para exigência de nível superior para a carreira; adicionais de insalubridade e periculosidade pagos de forma isonômica; e a grande novidade de consultoria jurídica diferenciada.

A partir de 1º de junho, os policiais legislativos terão assessoria jurídica na área penal, ofertada pela Consulegis gratuitamente, no exercício de suas funções. Este serviço será exclusivo para essa categoria, tendo em vista os riscos que estão expostos diariamente em suas atividades.

O presidente do Sindilegis, Nilton Paixão, discutiu a pauta ponto a ponto e abriu a reunião para ouvir os policiais presentes – estes, por ventura, solicitaram o mesmo empenho conferido pelo Sindicato ao abate-teto para solucionar a questão da exigência de nível superior para as carreiras de técnico. Paixão registrou a parceria sólida e respeitosa estabelecida entre os policiais legislativos do Congresso com o Sindilegis e afirmou que não vem medindo esforços para conquistar os pleitos em pauta.

“Estamos atuando com todas as lideranças partidárias e discutindo com a Administração da Casa, especialmente, no âmbito político, com a Primeira-Secretaria e a Presidência da Casa. Nesse sentido, temos feito um trabalho de convencimento, mas, sobretudo, baseado na transparência, para chegar com argumentos e convencê-los efetivamente da necessidade de se ter uma Polícia Legislativa Federal de ponta, que proteja não só o patrimônio da Casa, mas as pessoas que aqui circulam”, ponderou.

O secretário-geral do Sindilegis, Márcio Costa, salientou a importância da presença dos policiais na reunião e apresentou de que maneira o Sindicato está acompanhando as demandas referidas. “Em relação a equipar melhor a polícia legislativa, o Sindilegis já encaminhou vários ofícios à Casa e acompanha de perto e o passo a passo de cada um deles. A questão da insalubridade já passou da hora de ser concedida de forma isonômica, nos moldes negociados com os policiais e apresentados à Câmara. Já a periculosidade está sendo paga, mas em função do padrão. O Sindilegis entende que deve ser um valor único para todos os servidores”, salientou.

O outro lado – A reunião já resultou em saldo positivo no mesmo dia em que foi realizada. Prova disso foi a atitude do Diretor do Depol, Paulo Marques Paixão, em voltar a fazer parte do quadro de filiação do Sindilegis, por acreditar que a entidade tenha reconquistado sua confiança e respeitabilidade.

“Permaneci aproximadamente quatro anos afastado do Sindicato. Porém, com as ações dessa diretoria, percebi os avanços das nossas reivindicações e me refiliei. Foi um grande passo da entidade em buscar essa proximidade conosco. O Sindilegis tem muita sensibilidade com os policiais legislativos. Acho que a grande máxima é a nova maneira de tratar seus filiados”, parabenizou.

Os policiais que participaram da reunião aproveitaram para tirar dúvidas e sugerir ações estratégicas para resguardar a imagem e integridade da categoria, o que já foi aprovado pela diretoria do Sindilegis logo em seguida.

O policial legislativo e coordenador jurídico do Sindicato junto à Câmara, Suprecílio Barros, reiterou a importância de se filiar a uma entidade para a busca de melhorias, não apenas salariais, mas voltada ao servidor como pessoa. Além disso, frisou a questão da exigência de nível superior – demanda considerada prioritária.

“Cobramos novamente do Sindilegis o posicionamento para buscar o quanto antes a aprovação do requisito de ingresso ao cargo de técnico. O Corpo de Bombeiros no Estado de Goiás, por exemplo, já tem como requisito de ingresso, desde 2003, o nível superior para o cargo de soldado. Não é desmerecendo nenhuma outra categoria, mas a maioria das polícias já exige esse requisito. E a legislativa, que tem papel fundamental e relevantíssimo na proteção dos interesses institucionais do Parlamento, conta com mais de 90% dos policiais que se encontram aqui no Depol com dois níveis superiores. Essa questão tem de ser resolvida”, finalizou.

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