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Sindilegis prestigia posse da nova gestão da Abrapp para o triênio 2025-2027

O presidente do Sindilegis, Alison Souza, compareceu à solenidade de posse da nova gestão da Associação Brasileira das Entidades Fechadas de Previdência Complementar (Abrapp), bem como da UniAbrapp, ICSS e Sindapp. A cerimônia, que oficializou o mandato para o triênio 2025-2027, ocorreu na última terça-feira, 4 de fevereiro, e reuniu diversas autoridades e lideranças do setor.

Entre os convidados, destacou-se a presença do deputado federal Reginaldo Lopes (PT-MG), importante interlocutor no Congresso Nacional na defesa dos pleitos do sistema de previdência complementar nos últimos anos. Durante a solenidade, o deputado reafirmou seu compromisso em continuar o debate sobre as pautas do setor, ressaltando a importância da previdência complementar para garantir uma aposentadoria digna aos trabalhadores brasileiros.

Na ocasião, foram empossados Jarbas Antonio de Biagi (OABPrev-SP) como Diretor-Presidente da UniAbrapp; Cícero Rafael Dias (Funpresp-Exe) como Diretor Vice-Presidente; e Denise Maidanchen (Quanta Previdência) como Diretora Executiva.

O presidente Alison Souza parabenizou a nova diretoria da Abrapp, desejando sucesso na gestão que se inicia. “A nova gestão da Abrapp pode contar com o apoio do Sindilegis para que juntos possamos trabalhar em prol da previdência complementar no Brasil e em defesa dos servidores”, afirmou Alison Souza.

Recentemente, o Sindilegis atuou em parceria com a Abrapp na articulação do PLP 68/2024, cujo texto original poderia gerar aumento em mensalidades de plano de saúde e perda de 12% de aposentadorias e pensões nas entidades fechadas de previdência complementar. Graças à atuação conjunta, foi possível evitar prejuízos para os participantes de planos de previdência complementar.

A participação do Sindilegis na solenidade de posse da Abrapp reforça o compromisso do Sindicato com a defesa dos interesses dos servidores públicos e com o fortalecimento do sistema de previdência complementar no país.

Sobre a Abrapp

A Abrapp é uma entidade sem fins lucrativos, com 46 anos de existência e 234 associadas. A Associação é de grande relevância para as entidades fechadas de previdência complementar (EFPC) no país, apoiando ações de fomento e regulamentação do sistema, promovendo ações de educação e representando as entidades junto aos poderes, defendendo os interesses das associadas.

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”A estabilidade foi criada pra proteger o serviço público, não o servidor”. Entrevista com presidente do Sindilegis é destaque no jornal Correio Braziliense deste domingo (29)

Na edição impressa do Correio Braziliense deste domingo (29), o Sindilegis ganhou destaque com uma entrevista do presidente Alison Souza.

Entre outras coisas, Alison destacou a importância de proteger o serviço público das disputas políticas, a instalação da mesa permanente de negociação em cada órgão e o retrocesso que a PEC 32/20 representa.

Leia a íntegra da entrevista abaixo:

No dia 6 de outubro de 1988, um dia após a promulgação da Constituição Federal, foi fundado o Sindicato dos Servidores do Poder Legislativo Federal e TCU, o Sindilegis. A vida do servidor melhorou de lá para cá?

Em geral, sim. Acredito que muitas das melhorias ocorreram em razão do desejo dos constituintes de proteger o funcionamento do serviço público das disputas de poder, naturais na política. Os princípios que regem a Administração Pública, a estabilidade, o concurso público e outras normas legais dessa época são prova disso. A vida do servidor melhora quando os gestores são qualificados e compromissados com os objetivos das instituições que administram.

O sonho de muita gente que se prepara para passar em concurso é ingressar no Poder Legislativo, considerado um empregão. É isso mesmo?

Os órgãos do Poder Legislativo são ótimos lugares para se trabalhar. São instituições bicentenárias, com muita tradição e importância para o país. É gratificante trabalhar em órgãos que estão no centro dos acontecimentos mais significativos para a nossa população. O corpo de servidores é altamente qualificado e isso cria oportunidades para o contínuo desenvolvimento pessoal e profissional dos colegas. O convívio com as autoridades também é enriquecedor. Elas personificam as diversas visões de país que existem. E, claro, os salários ainda são bons.

Nesta data em que se comemora o Día do Servidor, qual é hoje a principal demanda do funcionalismo público?

Olha, são muitas pautas. Hoje, pra mim, a principal delas é a instalação da mesa permanente de negociação em cada órgão. Essa mesa está prevista na Convenção 151 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), da qual o Brasil é signatário. Como na iniciativa privada, os servidores também devem ter o direito de negociar com os administradores dos órgãos as questões trabalhistas. Isso trará transparência a essa relação e beneficiará a ambos os lados.

A PEC 32/20, proposta que ameaça a estabilidade dos servidores públicos, está parada na Câmara. Acredita que há espaço para avançar nesta legislatura?

Espero que não. A PEC 32/20 é desastrosa. Se os objetivos dela, conforme se anuncia para a população, são economia e eficiência, então temos um problema muito grave nessa PEC. Nenhuma das soluções previstas nela está embasada em estudos técnicos, que comprovem sua eficácia. O TCU solicitou ao então ministro da Economia, Paulo Guedes, os supostos estudos. Nada foi entregue até hoje. Mexer nas regras da Administração Pública para aumentar a ingerência da classe política no funcionamento do serviço público por meio de cargos temporários e terceirização não me parece uma boa ideia. Nem para a sociedade e nem para a própria classe política.

A estabilidade leva a uma acomodação dos servidores públicos?

O servidor público é como qualquer trabalhador da iniciativa privada. Existem os mais motivados e os menos. Creio que as condições de trabalho, vocações, valorização das pessoas, saúde mental e outros elementos afetam mais a motivação do que a questão da estabilidade. Como eu disse, a estabilidade foi criada pra proteger o serviço público, não o servidor. Imagina ter que dizer não a uma autoridade sem ter estabilidade? Mesmo o trabalhador da iniciativa privada é capaz de entender isso. Quantos deles, para preservar o emprego, tiveram que se calar diante de situações ruins? Só que no caso do serviço público, é o interesse geral e coletivo da população que está em risco, daí a estabilidade: para proteger o interesse público.

Ainda vale a pena fazer concurso público?

Olha, cada pessoa tem suas perspectivas pessoais. Vejo pessoas que estão no serviço público pelo bom salário oferecido neste ou naquele cargo, mas que não possuem vocação. Sofrem. Dinheiro é bom, mas não é tudo. No início é ótimo, mas com o tempo a desconexão entre o trabalho que se realiza e o propósito de vida fala mais alto e impõe sofrimento. Mas é claro que dizer isso a uma pessoa que ganha um salário mais baixo é um tanto complicado. Diria que ainda vale a pena fazer concurso se a pessoa tiver vocação ou muita vontade de se adaptar ao trabalho.

Veja a página da publicação, em pdf, aqui.

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Sindilegis participa de debate sobre Teletrabalho no Executivo e no Judiciário

Com participação do Ministro do TCU Augusto Nardes e do Ministro do STF Dias Toffoli, RGB Summit será realizado nos dias 10 e 11 de junho. Transmissão será no canal do YouTube da Rede Governança Brasil

Nos dias 10 e 11 de junho, a Rede Governança Brasil realiza o evento online RGB Summit “Teletrabalho: Estratégias e Boas Práticas no Poder Executivo e Judiciário” com o objetivo de debater o modelo de trabalho que vem se consolidando na Administração Pública brasileira, sobretudo, pelos recentes avanços tecnológicos e impulsionado pela pandemia de COVID-19.

As inscrições podem ser realizadas pelos links abaixo:

Dia 10: RGB Summit – TELETRABALHO: Estratégias e Boas Práticas no Poder Executivo – Choose Registration (eventscloud.com)

Dia 11: RGB Summit – TELETRABALHO: Estratégias e Boas Práticas no Poder Judiciário – Choose Registration (eventscloud.com)

No dia 10, com início às 10h, o foco será o Poder Executivo. Exibido gratuitamente no canal do YouTube da Rede Governança Brasil, o RGB Summit terá painéis conduzidos pelo Ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) e Embaixador da Rede Governança Brasil, Augusto Nardes; pelo Presidente da Citrix no Brasil, Luís Banhara; pelo Secretário-Geral de Controle Externo do TCU, Leonardo Albernaz; e pelo Ministro da CGU e Associado Benemérito da Rede Governança Brasil, Wagner Rosário. O presidente do Sindilegis e Técnico de Controle Externo do TCU, Alison Souza, também participará do evento.

“Na Câmara dos Deputados, no Senado Federal e no TCU tivemos exitosas experiências com o trabalho remoto. O Congresso Nacional, por exemplo, foi o primeiro parlamento do mundo a ter sessões deliberativas no meio digital e o TCU tem uma experiência com home office há mais de 10 anos. Participe, espero você lá”, convidou Alison.

No dia 11, será a vez do Poder Judiciário. Os painelistas serão o Ministro do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli; a Diretora da Citrix Brasil, Luciana Pinheiro; a Secretária de Gestão de Pessoas do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Ana Cláudia Mendonça; o Coordenador-Geral do Sindjus-DF, José Rodrigues Costa Neto; e a Advogada-Geral da União Adjunta e Associada Benemérita da Rede Governança Brasil, Vladia Pompeu.

Confira a programação completa do evento aqui.

A Rede Governança Brasil

A RGB é uma Rede colaborativa e qualificada tecnicamente composta por servidores públicos, gestores e técnicos, professores, especialistas e sociedade, que, de forma conjunta, trabalham em prol da Governança na Administração Pública.

Serviço:

RGB Summit – Teletrabalho: Estratégias e Boas Práticas no Poder Executivo e Judiciário

Dia 10, às 10h (Executivo)
Dia 11, às 10h (Judiciário)

Onde assistir: no canal do YouTube da Rede Governança Brasil