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Confira aqui a programação do Palco Aberto, Festival de Talentos do Legislativo

Está chegando a hora! Nesta quinta-feira (31), a sede do Sindilegis abrirá o palco e dará visibilidade para produções artísticas de variadas expressões diferentes.

O espaço sediará a primeira edição do “Palco Aberto, Festival Talentos do Legislativo”, um evento que promete reunir e celebrar o talento, os dons e a criatividade dos servidores e colaboradores da Câmara dos Deputados, do Senado Federal e do Tribunal de Contas da União (TCU), além de também prestigiar seus familiares.

Todos estão convidados a participar e aplaudir os colegas que compartilharão suas artes. E atenção: a abertura acontecerá na sede do Sindilegis, localizada na 610 Sul, das 18h às 22h.

A noite de abertura será marcada por uma programação diversa, com apresentações musicais, declamações de poemas, exibições de curtas-metragens, além de mostra de artesanato e gastronomia. O evento é gratuito, sem a necessidade de aquisição de ingressos, e todos, mesmo os que não se inscreveram para mostrar seus talentos, serão bem-vindos para se surpreender com as apresentações dos colegas e aproveitar a festa. Afinal, essa é uma forma de incentivo à cultura e integração entre os servidores.

No total, 79 artistas se inscreveram para participar do Palco Aberto. Desse universo, 38,5% são servidores aposentados, 19,2% são servidores efetivos ativos, familiares e convidados representam 19,2%. Terceirizados somam 15,4 dos participantes e servidores comissionados, 7,7%.

Mas as atividades não param por aí: do dia 4 de novembro a 2 de dezembro, o Instituto Serzedelo Corrêa (ISC), no Tribunal de Contas da União (TCU), sediará a mostra visual do festival, onde o público poderá apreciar fotografias, artes plásticas, pinturas e artesanato. A exposição estará aberta ao público de segunda a quinta-feira, das 9h às 18h, e às sextas-feiras até às 17h.

Em continuação à programação, nos dias 11 e 12 de novembro, será realizada a Mostra Gastronômica do festival. Neste momento, serão realizadas oficinas de culinárias para os filiados ao Sindicato.

CONFIRA A PROGRAMAÇÃO COMPLETA AQUI.

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I Sarau Sindilegis dá oportunidade para filiados exibirem seus talentos artísticos

Evento será realizado durante a 12ª edição da Copa Sindilegis, que acontecerá entre 20 e 24 de abril de 2022, no Rio de Janeiro

Em abril de 2022, os servidores do Tribunal de Contas da União (TCU), do Senado Federal e da Câmara dos Deputados têm encontro marcado no Rio de Janeiro para a 12ª Copa Sindilegis. Entre as novidades da edição, está a realização do 1º Sarau Sindilegis, um evento para promover a socialização e apresentar as diversas formas de expressão artístico-cultural desenvolvidas pelos sindicalizados.

Interessados em participar da mostra deverão se inscrever por meio da plataforma de relacionamentos Sindilegis Mais, acessando o site mais.sindilegis.org.br ou pelo app disponível para iOS e Andoid.

O período de inscrições vai de 15 de dezembro, quarta-feira, até às 18h do dia 25 de março de 2022. A participação de cada filiado será limitada a duas categorias. Por causa de seu caráter experimental, nesse primeiro ano o Sarau Sindilegis abrangerá apenas sindicalizados domiciliados nos Estados.

As apresentações devem se enquadrar em algum dos segmentos abaixo:

Artes Visuais: desenho, pintura, escultura, gravura, artesanato, fotografia, instalação e outras;
Literatura: livro, conto, crônica, poesia, poema, charge e outras;
Dança: clássica, contemporânea, tradicional, popular, urbana e outras;
Artes Cênicas: clássica, popular, contemporânea;
Música: solo, dueto, conjunto.

É importante que o participante detalhe como pretende realizar a apresentação da atividade.

SERVIÇO:

I SARAU SINDILEGIS
Local: Rio de Janeiro
Inscrições: de 15 de dezembro de 2021 a 23 de março de 2022.

Ensaio sobre a cegueira

#FicaADica Literatura: “O Ensaio sobre a cegueira” é uma obra mais atual do que nunca

O livro de José Saramago é um dos mais impactantes do século XX e merece uma leitura neste momento de pandemia em que sua narrativa encontra vários ecos na observação da condição humana

Uma doença misteriosa surge de repente, se espalha rapidamente, atingindo pessoas no mundo inteiro, sem distinção e nem previsão de cura. Poderíamos estar fazendo um resumo do quadro atual do planeta, frente à pandemia da Covid-19, mas este é o mote inicial do livro “Ensaio sobre a Cegueira”, romance do escritor português José Saramago, publicado em 1995, e traduzido para diversas línguas. Ele é a indicação que o Sindilegis traz no #FicaADica, #FicaEmCasa de hoje.

A obra de Saramago narra a história da epidemia de cegueira branca que se espalha por uma cidade, causando um grande colapso na vida das pessoas e abalando as estruturas sociais. O autor constrói uma narrativa para discutir o mundo vivido no final do século XX a partir desta doença, que começa com o Primeiro Cego (os personagens são identificados assim, pelo seu lugar na história) que está com o carro parado no semáforo e de repente não consegue mais enxergar porque uma nuvem branca lhe cobre a visão.

A partir da consulta que este homem faz com um oftalmologista, a doença se espalha e torna-se uma epidemia, atingindo a toda a população, com exceção da esposa do médico que atendeu o paciente zero, que se torna a única observadora do caos que vem a seguir. O governo decide agir, e as pessoas infectadas são colocadas em uma quarentena com recursos limitados que irá desvendar aos poucos as características primitivas do ser humano.

“O Ensaio sobre a Cegueira” é um livro para se ler neste momento de confinamento causado pelo Coronavírus. Mas não para pensar sobre como uma doença que se espalha sem controle pode mudar nossa vida, mas como nossa vida talvez estivesse completamente equivocada antes que essa doença chegasse. O mundo que está parando em função do Coronavírus não é aquele que garante às pessoas felicidade, condições básicas de saúde, educação, um bom lugar para morar. O mundo que está parando é aquele que enxergamos como único e que se movimenta pura e simplesmente na lógica do lucro.

Saramago mostra, através de sua obra intensiva e sofrida, as reações do ser humano às necessidades, à incapacidade, à impotência, ao desprezo e ao abandono. Leva-nos também a refletir sobre a moral, os costumes, a ética e o preconceito através dos olhos da personagem principal, a mulher do médico, que se depara ao longo da narrativa com situações inadmissíveis, que afastam os personagens do sentido de humanidade.

O Sol é para Todos Harper Lee

#FicaADica, #FicaEmCasa Literatura: O clássico “O Sol é para todos” traz à tona a questão do racismo

Ganhador do prêmio Pulitzer, o Oscar da literatura estadunidense, no início da década de 1960, a obra de Harper Lee continua, infelizmente, atual

 

Em meio ao isolamento social, causado pela pandemia de Covid-19, em que grande parte da população está enfraquecida por questões econômicas e de saúde, países como os EUA e o Brasil assistem episódios que expõem outra fragilidade social: as raízes racistas na construção da sociedade. Mortes como a de George Floyd, na cidade de Minneapolis ou do adolescente  João Pedro no Complexo do Salgueiro, Rio de Janeiro são exemplos recentes dessa mazela social. No #FicaADica, #FicaEmCasa de hoje, o Sindilegis traz como sugestão de leitura de um clássico, que já debatia o assunto em 1960: “O Sol é Para Todos” .

O romance, escrito por Harper Lee, foi vencedor do Pulitzer, o prêmio mais importante da literatura norte-americana, em 1961. A obra teve um sucesso instantâneo, se tornando um dos maiores clássicos da literatura moderna. O livro é baseado livremente nas memórias familiares da autora, assim como em um evento ocorrido próximo a sua cidade natal em 1936, quando ela estava com 10 anos de idade. Uma história atemporal sobre tolerância, perda da inocência e conceito de justiça, que chega aqui ainda muito atual.

Os acontecimentos da estória são narrados pela sensível Scout, uma menina de seis anos de idade, filha do advogado Atticus Finch, que assume o trabalho de defesa de Tom Robinson, um homem negro injustamente acusado de estuprar uma mulher branca. Além do racismo, a autora ainda aborda questões de classe, de coragem, compaixão e papéis de gênero no extremo sul americano.

O livro foi adaptado em um filme premiado com o Oscar em 1962, dirigido por Robert Mulligan, roteiro de Horton Foote e com Gregory Peck interpretando Atticus Finch.

Sobre a autora

Filha caçula de quatro filhos, Harper Lee passou sua infância e adolescência em Monroeville, mudando-se para Nova York em 1949. Em 11 de julho de 1960 publicou O Sol É Para Todos, tornando-se sucesso de público e crítica, e desde então nunca mais lançou um livro até que fosse descoberto o Vá Coloque Uma Vigia, escondido numa caixa, e lançado em 2015.

Em 2007 foi premiada com a “Medalha Presidencial da Liberdade dos Estados Unidos” por suas contribuições à literatura. Morreu de causas naturais numa clínica para idosos em Monroeville, em 19 de fevereiro de 2016.

 

Perdido em Marte

#Ficaadica leitura: E se o isolamento fosse em Marte?

Perdido em Marte figurou na lista dos livros mais vendidos e foi base para roteiro de filme de sucesso em Hollywood

 

Uma grande parte da população mundial vive atualmente a realidade do isolamento social, motivado pela pandemia do novo coronavírus. Em diferentes graus, o público enfrenta as dificuldades por falta de acesso a serviços e, principalmente, ao convívio com outras pessoas. Na indicação de leitura desta semana do #Ficaadica, #Ficaemcasa, o Sindilegis lembra uma obra que chamou bastante atenção há quase 10 anos e que tratava também de isolamento, só que em Marte!

Perdido em Marte (The Martian, no original em inglês) é uma obra de ficção científica escrita por Andy Weir e publicada em 2011. A narrativa mostra a história de Mark Watney, um astronauta estadunidense que viaja a Marte com sua equipe em 2035, mas um imprevisto acontece e gera uma confusão, a qual obriga o protagonista a buscar técnicas para sobreviver em um planeta com condições inexistentes para vida.

A estória chega ao leitor por meio dos diários de isolamento do astronauta, que descreve, de forma surpreendentemente bem-humorada, as maneiras encontradas por ele para se manter vivo enquanto aguarda um plano viável (e eficiente) de resgate. O texto é magnético e leve, mesmo se tratando de uma experiência extrema.

O livro fez tanto sucesso, que foi adaptado para o cinema em outubro de 2015. The Martian foi dirigido por Ridley Scott e estrelado por Matt Damon, que ganhou, inclusive, uma indicação ao Oscar, por sua interpretação de Mark Watney.

Sobre o autor

Andy Weir foi contratado como programador de um laboratório aos 15 anos e desde então trabalha como engenheiro de softwares. Sempre foi um fascinado pelo espaço sideral e amante de assuntos como física relativista, mecânica orbital e a história de voos espaciais tripulados. Perdido em Marte é seu livro de estreia.