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Siga Brasil: conheça o trabalho dos servidores do Senado pela transparência do orçamento público

No Brasil, há apenas 20 anos é possível reunir, rastrear, fiscalizar e monitorar o gasto público de maneira eficaz e transparente. Isso é possível graças ao Siga Brasil, sistema criado em 2004 pela Consultoria de Orçamentos, Fiscalização e Controle do Senado (Conorf). A ferramenta é utilizada para reunir informações orçamentárias dos Três Poderes e para monitorar o orçamento público.

É evidente que a assertividade, o alcance e a melhoria dessa dinâmica foi se aprimorando, por meio de muito trabalho, ao longo desses anos. Por exemplo, hoje é possível rastrear quase 100% do orçamento geral e das emendas parlamentares — desde a saída do caixa até ao cidadão na ponta —, de acordo com Orlando Cavalcante Neto, um dos idealizadores da ferramenta e filiado ao Sindilegis.

Segundo Alessandro Cocchieri, consultor do Senado, esse é um nível de detalhamento que nunca existiu anteriormente. “O Siga pode identificar a detectar inconsistências, redundâncias, no gasto do público. Essa transparência permite o controle do orçamento e vai permitir a gente melhorar muito mais e aprimorar muito mais nossos gastos nas políticas públicas”, afirma.

Antigamente, acrescenta Cocchieri, jornalistas e organizações precisavam de senhas de acesso ou até mesmo de apoio de parlamentares para que pudessem realizar a fiscalização do orçamento; algo que ficou inteiramente no passado. “Hoje, qualquer pessoa com acesso à internet pode rastrear todo o percurso do dinheiro público da União, em um tempo praticamente real, desde a alocação inicial até a ordem bancária”, diz.

O consultor Felipe Avezani também destaca a importância do Siga na rotina de diversos setores que trabalham com dados orçamentários. “Não é possível monitorar o orçamento público sem dados; não é possível fazer ciência sobre finanças públicas, políticas públicas e temas afins sem dados. Se hoje imprensa, academia, entidades do terceiro setor, estudantes e muitos outros conseguem falar sobre orçamento público com qualidade, em alguma medida isso deve a iniciativas como o Siga”, informa.

Papel do serviço público no gerenciamento do Siga

Tal iniciativa só foi possível graças ao trabalho dos servidores do Conorf e da Secretaria de Tecnologia da Informação (Prodasen), com o apoio da alta cúpula da Consultoria em patrocinar o desenvolvimento do projeto de transparência, informa Cocchieri. Felipe Avezani diz que acompanha a equipe de Cavalcante Neto há dois anos e que desde o início, quando integrou a equipe, soube que se não fossem os servidores públicos, a ferramenta não teria ganhado forma. “O Siga é produto da iniciativa solitária, por assim dizer, de servidores públicos que acreditaram numa causa, a da transparência. É difícil pensar que algo como o Siga poderia existir sem a intervenção de servidores públicos”, declara.

Ambos servidores Felipe e Alessandro vão gerenciar o Siga Brasil após a aposentadoria de Orlando, em 2026. ‘“Eles são excelentes consultores e vão dar continuidade ao Siga. Tenho certeza que o sistema está em boas mãos, são servidores comprometidos e motivados”, diz Cavalcante. “Venho conhecendo, dia a dia, melhor as bases de dados do Siga, que são muito mais amplas do que eu pensava. Quando conhecemos a história de uma tecnologia, nos damos conta de que coisas que hoje nos parecem dadas requereram, na verdade, muito trabalho por parte dos que nos antecederam. O Siga nos lembra que, com empenho e competência, é possível gerar valor para a sociedade”, fala Avezani.

Segundo Cocchieri, a carreira estruturada, a autonomia, a independência política e a estabilidade foram fundamentais no gerenciamento do Siga. “A estabilidade proporciona tranquilidade em executar o seu trabalho, em prestar o serviço que a sociedade merece. Muitas vezes o trabalho pode incomodar alguns atores, então a autonomia e a estabilidade são cruciais para termos entregue uma ferramenta como o Siga para a sociedade”, diz.

Futuro da ferramenta

Avezani diz que, apesar de o Siga ser uma grande contribuição para a sociedade, ainda há melhorias a serem aplicadas no sistema. Ele destaca tecnologias como a Inteligência Artificial (IA) na facilitação na obtenção de dados pelo cidadão. “As tecnologias computacionais evoluem muito rapidamente; por vezes, em saltos. Ferramentas de Business Intelligence (processos tecnológicos que analisam e gerenciar dados para facilitar a tomada de decisão) e IA, por exemplo, já são o novo estado da arte quando o assunto é tratamento e divulgação de dados — e já estamos discutindo o emprego desses sistemas no painel no Siga”, afirma.

Para o vice-presidente do Sindilegis e servidor aposentado do Prodasen, Pedro Mascarenhas, sem ferramentas como o Siga, o Brasil ainda estaria muito atrás em temas como transparência pública: “É vital estar ao lado do servidor público. Direitos como estabilidade e autonomia garantem ao servidor e, principalmente, ao cidadão a constante melhoria na entrega de serviços à sociedade. É evidente que melhorias no serviço público são necessárias, o mundo e as pessoas mudaram ao longo do tempo. É fundamental o emprego da modernização do serviço público, mas isso passa ao largo do desmonte de direitos e de garantias”, fala.

“O Sindilegis manifesta orgulho em representar servidores públicos competentes e técnicos, que fizeram e fazem a diferença na realidade brasileira. Esses servidores inspiram colegas a superarem desafios e viabilizarem projetos como o Siga Brasil”, finaliza Pedro.

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Presidente do Sindilegis rechaça fake news sobre contratos do Sindicato: “A transparência sempre foi uma meta da nossa gestão”

Diretoria esclareceu dúvidas sobre contratos do plano odontológico e do aluguel da sede da entidade

O presidente e o vice-presidente do Sindilegis, Petrus Elesbão e Alison Souza, respectivamente, detalharam as medidas positivas adotadas para a gestão do Sindicato e o cotidiano dos filiados. Os dirigentes rebateram durante live notícias falsas sobre a nova parceria com a Porto Seguro Odonto e a mudança da sede para a 610 Sul. Elesbão e Souza ressaltaram que a transparência e a eficiência pautam o trabalho da atual diretoria em prol do benefício dos sindicalizados.

Para assistir a íntegra da transmissão acesse aqui.

“A transparência sempre foi uma marca da nossa gestão e nós estamos aqui para esclarecer alguns contratos. O primeiro é o do plano odontológico. Nós reduzimos o preço do contrato, estamos oferecendo atendimento em todo o Brasil, inclusive com serviço de emergência, e isso então é motivo de denúncia?”, questionou Elesbão.

“Nós ampliamos a nossa rede credenciada com milhares de opções para o nosso filiado. Hoje nós gastamos R$ 135 mil para prestar esse serviço em todo o Brasil em 25.000 estabelecimentos em mais de 600 cidades. O serviço é melhor, a qualidade é melhor. “Nós contratamos uma operadora que tem uma rede de clínicas conveniadas com 70 anos de experiência. Essa denúncia é incompreensível”, afirmou Souza.

O contrato anterior custava R$ 140 mil. “A economia é expressiva e permitiu que a clínica da sede em Brasília fosse reformada. Além disso, hoje com o atendimento da Porto Seguro o filiado pode contar com uma série de serviços que não eram oferecidos gratuitamente como exames de raio-x”, ressaltou o chefe de gabinete da Presidência, Marcos França.

“O novo contrato permite atender filiados que moram em todos os estados e em todo o Distrito Federal. Além da clínica na 610 Sul, temos outras clínicas espalhadas pelo Distrito Federal e isso proporciona aos sindicalizados opções de atendimento perto de casa”, destacou o gerente jurídico, Marcos de Lara.

Outro ponto abordado na live foi a mudança da sede do Sindilegis do Setor de Autarquias Sul (SAUS) para a 610 Sul. De acordo com Alison, quando a atual diretoria assumiu, a estrutura do Sindicato estava dividida em dois locais: no Edifício Belvedere, no SAUS, com um custo de R$ 9 mil de condomínio; e na 610 Sul, cujo imóvel é de propriedade da Ascade, com um custo de aluguel de R$ 30 mil. No SAUS ficava a estrutura administrativa e na 610 os serviços da Odontolegis, da assessoria jurídica e da assessoria contábil. “Isso causava inúmeros transtornos, fora a questão da economia. Então nós trouxemos toda a estrutura para a 610 Sul e alugamos as salas que possuímos no Belvedere. Hoje nós pagamos R$ 26 mil de aluguel e com o valor que recebemos do aluguel do Belvedere mais o valor que nós deixamos de pagar de condomínio a economia é de cerca de R$ 28 mil. Ou seja, nós gastávamos R$ 39 mil e hoje nós temos um crédito mensal de R$ 2 mil. Na soma geral, hoje o Sindicato tem uma receita de R$ 41 mil por mês”, esclareceu.

O vice-presidente enfatizou que com a mudança houve também uma economia com a redução do número de funcionários: a folha da salarial caiu de R$ 430 mil para R$ 330 mil.

Marcos de Lara explicou o andamento da ação civil pública questionando o contrato de aluguel entre o Sindilegis e a Ascade. “O juiz da causa entendeu que não existe nenhuma forma de prejuízo ou inconveniente no contrato. Muito pelo contrário, tem um lado positivo na manutenção do imóvel e no auxílio financeiro à Ascade nesse momento em que os clubes passam por uma situação financeira delicada”, ponderou ao afirmar que vários servidores da Câmara frequentam o local e usufruem das academias com desconto.

“É uma relação de ganha-ganha, economicamente boa e positiva”, resumiu Alison. “Os filiados conseguem usufruir de todos os serviços em apenas um lugar com estrutura ampla, segura, confortável, moderna e com amplo estacionamento”, acrescentou França.

Alison rechaçou também a informação falsa de que o valor de R$ 1,3 milhão investido na reforma da sede seria desperdiçado. “É só fazer as contas. O contrato de aluguel tem o prazo de 12 anos. Com a mudança da sede, nós economizamos mais de R$ 40 mil por mês. Portanto, em dois anos e meio nós pagamos essa obra e ainda temos 10 anos de contrato pela frente. Ao todo são R$ 6,192 milhões em economia que serão usados em benefício dos filiados ao longo desse período”, concluiu.

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Sindilegis faz nova live sobre transparência nesta quinta

Encontro visa esclarecer fake news e informações sobre contratos vigentes e anteriores do Sindicato

Anote na agenda: nesta quinta-feira (19), às 10h, o Sindilegis fará uma nova live para sanar eventuais dúvidas dos seus filiados. A entidade entende que no atual contexto de eleições, fake news e falsas denúncias, previamente desmentidas, ganharam espaço novamente. Por isso, buscará esclarecer todos os questionamentos ao vivo, no canal do YouTube do Sindilegis.

Anote aí e participe!

Serviço:

19/11 (quinta-feira)

10h

No canal do Sindilegis no Youtube https://www.youtube.com/user/sindicatosindilegis

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Transparência: Sindilegis esclarece dúvidas sobre contratos de aluguel e de plano odontológico

A Diretoria vai combater fake news e detalhar todos os dados sobre esses contratos, os históricos e o porquê das tomadas de decisões em prol dos filiados

Comprometida desde o início da gestão com a transparência e eficiência dos investimentos dos filiados que contribuem mensalmente com o Sindilegis, a Diretoria irá fazer uma transmissão ao vivo nesta sexta-feira (16/10), às 15h30, pelo seu canal no YouTube, para explicar notícias falsas sobre dois contratos vigentes. Um deles é referente ao aluguel da atual sede do Sindilegis, em Brasília, localizada na 610 Sul, firmado com a Ascade. O outro é o convênio com a Porto Seguro Odonto, que passou a oferecer um serviço odontológico mais amplo e qualificado aos sindicalizados de todo o Brasil, que também será devidamente esclarecido.

“Faremos a apresentação de todos os dados, históricos, quem participou de todas as decisões que foram tomadas tanto no passado como agora em relação a esses dois contratos para que não pairem dúvidas sobre o nosso compromisso com a transparência”, afirmou o vice-presidente do Sindilegis Alison Souza.

Serviço

Tema: Transparência: contratos do Sindilegis
Quando? 16/10 (sexta-feira)
Horas? 15h30
Onde assistir? No canal do Sindilegis no Youtube

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Sindilegis lança ferramenta digital que possibilita maior controle financeiro

Diretoria está investindo cada vez mais em soluções tecnológicas que dispõem de cruzamento de informações de forma clara e prática

Transparência parece ser a palavra-guia da população brasileira, que clama cada vez mais por soluções tecnológicas capazes de mostrar de que forma, onde e por quem a arrecadação pública está sendo utilizada. Alinhados com esse discurso social, o Sindilegis tem investido, desde o início dessa gestão, em uma ferramenta tecnológica com o objetivo de viabilizar o melhor controle financeiro das despesas do Sindilegis.

Como consequência, a diretoria consegue projetar e alocar as receitas e despesas de forma mais assertiva nas ações voltadas para os servidores. Inclusive, no dia 28 de novembro, o Sindilegis convoca seus filiados para assembleia para aprovação do Orçamento de 2020, no auditório do térreo do Anexo 3 do TCU.

Com o sistema mais robusto e encorpado, os filiados também conseguem ver, pelo site do Sindilegis, os balancetes de janeiro a julho deste ano. A partir do ano que vem, o acompanhamento será ainda mais facilitado: os filiados terão acesso, inclusive, a gráficos que indicam como os recursos do Sindilegis estão sendo utilizados, divididos por setores de direitos, defesa e benefícios indiretos.

Conselheiros fiscais poderão acessar dados a qualquer momento

O vice-presidente do Sindilegis, Alison Souza, relembra que a atual chapa foi eleita sob o slogan de “Gestão e Transparência” e, desde o início desse quadriênio, está investindo em tecnologias e ferramentas que tratam de dispor informações de forma clara e prática: “Agora essas soluções estão nos permitindo o controle maior dos dados, relacionados às receitas e despesas do Sindilegis. A partir desse mês, nossos conselheiros poderão acessar os dados a qualquer momento. Assim, eles poderão representar cada vez mais o controle que nossos filiados devem ter”, comemora.

Souza constata que o Sindilegis está cada vez mais alinhado com a digitalização moderna, pelas quais grandes entidades e empresas estão passando: “Burocracia? Planilhas? Papel impresso? Assinatura manual? Isso ficou no passado. Todas as nossas assinaturas são digitais há muito tempo. Já estamos em contato com a empresa de contabilidade para que os dados sejam transmitidos a eles em meio digital”, explica.

Nova visão

O presidente do Conselho Fiscal, Kleber Dias, está acompanhando a solução tecnológica desde o início do projeto: “O sistema está trazendo uma nova visão sobre transparência sindical. Antigamente, tudo era muito demorado, confuso e burocrático. Estamos muito felizes com as propostas do Sindilegis. Agora, vamos ter mais praticidade para administrar a gestão de nossos recursos. É um grande passo para nós e, claro, para os nossos filiados”, salienta.

O presidente do Sindilegis, Petrus Elesbão, ressalta que seu principal objetivo é oferecer um Sindicato cada vez mais aberto ao filiado, que oportunize maior engajamento e participação na organização sindical e na utilização dos recursos provenientes das contribuições: “Para isso, precisamos de mais transparência, melhor gestão e nova visão de futuro. Queremos saber qual é o nosso papel na vida do filiado. O que podemos fazer a mais em prol dele? Vamos desenvolver um conjunto de iniciativas para que estejamos mais presentes na vida do filiado”.