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VITÓRIA! Lula sanciona o PLP 68/2024. Isenção de IBS/CBS para entidades de previdência complementar fechada e planos de saúde de autogestão são garantidos.

O Sindilegis acompanhou, em cerimônia no Palácio do Planalto nesta quinta-feira (16), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionar o Projeto de Lei Complementar nº 68/2024, que regulamenta a reforma tributária. O texto final preserva artigos fundamentais para entidades de previdência complementar fechada e planos de saúde de autogestão, evitando perdas significativas no valor das aposentadorias e pensões dos servidores que aderiram à Funpresp e o aumento das mensalidades dos planos de saúde.

Vitória para servidores

A mobilização do Sindilegis foi essencial, tendo em vista que a proposta inicial previa a equiparação das entidades de previdência complementar e planos de saúde de autogestão a bancos e seguradoras no regime de tributação do IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) e CBS (Contribuição Social sobre Bens e Serviços).

Se aprovado sem alterações, o texto original poderia resultar em mensalidades mais altas para os planos de saúde dos servidores, como o SIS (Senado Federal) e o Pró-Saúde (Câmara dos Deputados), e em perdas de até 12% nas aposentadorias e pensões administradas por entidades como a Funpresp.

Durante seu discurso, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva destacou a importância da democracia e dos sindicatos no processo de aprovação da reforma tributária. “Fazer o que nós fizemos, em um regime democrático, com imprensa livre, com sindicato livre e com empresário podendo falar o que quiser demonstra que a democracia é a melhor forma de governança que existe.”

Leia mais: atuação do Sindilegis impede aumento em mensalidades de plano de saúde e perda de 12% de aposentadorias e pensões nas entidades fechadas de previdência complementar

O que mudou?

Confira como era o texto na versão preliminar:

Art. 218: Os planos de assistência à saúde ficam sujeitos a regime específico de incidência do IBS e da CBS, de acordo com o disposto neste Capítulo, quando esses serviços forem prestados por:
I – seguradoras de saúde;
II – operadoras de planos de assistência à saúde;
III – entidades fechadas de previdência complementar registradas na Agência Nacional de Saúde Complementar – ANS, na forma prevista no art. 19 da Lei nº 9.656, de 3 de junho de 1998, que operam planos de assistência à saúde de acordo com as condições estabelecidas no art. 76 da Lei Complementar nº 109, de 29 de maio de 2001;
e IV – cooperativas de saúde.

Como ficou o texto:
Artigo 26, § 9º: Não são contribuintes do IBS e da CBS as seguintes pessoas jurídicas sem fins lucrativos, desde que cumpram os mesmos requisitos aplicáveis às instituições de educação e de assistência social, sem fins lucrativos, para fins da imunidade desses tributos, não podendo apropriar créditos nas suas aquisições: I – planos de assistência à saúde sob a modalidade de autogestão; e II – entidades de previdência complementar fechada.

Reconhecimento do trabalho dos servidores do legislativo

Durante a solenidade, o senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do PLP no Senado, destacou o papel indispensável dos consultores legislativos da Câmara dos Deputados e do Senado Federal na construção, aprovação e promulgação da reforma tributária. “Sem o trabalho técnico e comprometido desses profissionais, não seria possível chegarmos a um texto que preserva direitos fundamentais dos servidores e avança em um sistema tributário mais justo”, afirmou o senador.

O presidente do Senado Federal, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), também reconheceu o esforço conjunto entre o Legislativo e o Executivo. “Essa reforma é fruto de um trabalho integrado, onde prevaleceu o diálogo e a responsabilidade com o futuro do país”, pontuou.

Cerimônia

A cerimônia também contou com a presença de lideranças políticas e técnicas envolvidas no processo, como o vice-presidente da República, Geraldo Alckmin; o ministro da Fazenda, Fernando Haddad; o deputado Reginaldo Lopes (PT-MG); e o Secretário Extraordinário da Reforma Tributária, Bernardo Appy. Em sua fala, Reginaldo Lopes ressaltou que a medida é “a mais ousada reforma estruturante da economia brasileira nos últimos 40 anos”.

Confira o vídeo do presidente do Sindilegis, Alison Souza, sobre a sanção presidencial:

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Sindilegis abre diálogo com autor de projeto sobre organização sindical

Sindicato está acompanhando o Projeto de Lei 5.552/2019, do Deputado Lincoln Portela (PL/MG), que regulamenta algumas atividades sindicais

É certo que as entidades de classe que representam trabalhadores e servidores estão buscando se modernizar e reestabelecer um novo discurso de valorização com vozes ativas, não só com os seus associados, mas principalmente perante a sociedade. O Sindilegis está nesse caminho e atento à tramitação de projetos que inovam e regulamentam a organização sindical.

Por isso, nesta quinta-feira (24), o Sindilegis – representado pelo vice-presidente Alison Souza – se reuniu com o Deputado Lincoln Portela (PL/MG), autor do recém projeto de lei apresentado em 16 de outubro, o PL 5.552/2019. A proposta atualiza as disposições sobre organização sindical, fixando os princípios da unicidade sindical, da representação por categoria, do sistema confederativo e da soberania das assembleias gerais.

O Sindilegis se dispôs a colaborar nos ajustes finais da matéria e na sua tramitação, que ainda aguarda despacho da Mesa Diretora da Casa, para análise nas Comissões. “Queremos levá-la ao debate na Câmara o quanto antes para que possamos inovar, reformular a organização sindical hoje no País, com foco na valorização do trabalho desenvolvido pelos servidores em benefício da sociedade”, afirmou Alison Souza.

O Deputado Lincoln Portela agradeceu o apoio do Sindicato e deixou a porta do gabinete aberta para o diálogo permanente: “Ter o Sindilegis como parceiro conosco é fundamental. Sabemos que o Governo ficou de enviar uma proposta, mas acredito que a nossa é bem ampla, completa e ganhará outros apoios dos parlamentares”.

Principais pontos do PL 5.552/2019

Segundo o projeto, o direito à ação sindical atinge a todos: servidores públicos e trabalhadores da iniciativa privada, ativos e inativos, e até aqueles sem vínculo empregatício, como trabalhadores de aplicativos.

A matéria cria o Conselho Sindical Nacional (CSN), com representação paritária de trabalhadores e empregadores, cuja atribuição é promover a regulação e a regulamentação da organização sindical, proceder ao registro e ao ordenamento dos sindicatos, federações, confederações. O Conselho Sindical Nacional será composto de membros eleitos pelas confederações.

O CSN poderá decidir sobre todos os assuntos relacionados ao sindicalismo, além de prestar as informações que forem solicitadas pelos Poderes Públicos, opinar sobre projetos de lei e propor a alteração dos serviços essenciais.

A proposta ainda trata de aspectos de representatividade, custeio e práticas antissindicais.

Agência Câmara_Brizza Cavalcante

Mais de 80% dos servidores da Câmara têm especialização, mestrado ou doutorado

Servidores da Câmara se destacam pela qualificação técnica e conciliam vida profissional e acadêmica em busca de constante aperfeiçoamento 

Em recente levantamento realizado pelo Sindilegis junto à Câmara dos Deputados, que avaliou os perfis dos servidores efetivos, foi constatado que 83% do quadro é composto por especialistas, mestres e doutores. Os servidores, com alta qualificação técnica e científica, atuam para atender as demandas da sociedade e dar suporte no processo legislativo, construindo a história do Brasil.

De acordo com o estudo da Secretaria de Recursos Humanos da Câmara, dos 2.660 servidores, 65% têm curso de pós-graduação; 13%, mestrado; e 5%, doutorado. Os números são superiores à média nacional: segundo dados do Ministério da Educação, a quantidade de mestres e doutores no Brasil corresponde a cerca de 0,1% da população brasileira.

Para o presidente do Sindilegis, Petrus Elesbão, esses números representam o retrato do comprometimento dos servidores em prestar um serviço de qualidade para a sociedade. “São servidores que não se acomodam, buscam constantemente qualificação e aperfeiçoamento. Temos muito orgulho de representar um corpo técnico do mais alto gabarito e que mostram isso na rotina”, enalteceu Elesbão.

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Emendas ao texto da reforma da Previdência alcançam número suficiente de assinaturas

Foram três semanas de trabalho diuturno para que as dez emendas propostas pelo Sindilegis e demais entidades do Fonacate pudessem ser protocoladas para serem debatidas em Comissão Especial

Foto: Daniel Cardoso

O Sindilegis e entidades filiadas ao Fórum Nacional Permanente das Carreiras Típicas de Estado (Fonacate) deram um importante passo rumo a mudanças no texto da PEC 6/2019, que trata da reforma da Previdência. Esta semana, elas conseguiram protocolizar dez emendas que buscam amenizar os pontos nocivos da proposta, para torná-la mais palatável aos servidores públicos e, principalmente, à sociedade brasileira.

Em ato simbólico, as entidades se reuniram, nesta terça-feira (28), no Salão Negro do Congresso Nacional, para agradecer aos parlamentares que apoiaram o trabalho de coleta de assinaturas. O deputado professor Israel (PV-DF) participou do encontro e reafirmou apoio à luta dos servidores públicos.

Foto: Daniel Cardoso

“Nós não podemos cair nessa conversa de que o Estado produz marajás. Não! O Estado disputa com o mercado para ter os melhores. Então, esse é o primeiro ponto que nos motiva a fazer essas emendas”, defendeu o deputado.

O deputado Léo Moraes (Pode/RO) avaliou como positiva a estratégia adotada pelas entidades de tentar corrigir as distorções da PEC 6 na Comissão Especial. Ele ainda prometeu continuar apoiando o trabalho das entidades. “Precisamos pensar no país como um todo e não criminalizar e punir quem muito fez pelo Brasil, pela República e pela consolidação dos nossos Poderes”, declarou.

As assinaturas de apoio às emendas da reforma da Previdência vão possibilitar que as sugestões sejam lidas e debatidas na Comissão Especial destinada à análise da PEC 6/2019. A força-tarefa do Sindilegis agora será para convencer o relator da reforma na Comissão Especial, Samuel Moreira (PSDB-SP), a englobar no texto substitutivo as 10 emendas protocoladas.

“Esse foi apenas o primeiro passo. O governo está jogando pesado para aprovação da reforma da Previdência sem mudanças, especialmente no que diz respeito aos servidores públicos. Mas com a união e força de todas as entidades estamos conseguindo avanços importantes para suavizar trechos da PEC 6”, assegurou Petrus Elesbão, presidente do Sindilegis.

Além de Elesbão, participaram do ato de entrega das assinaturas a diretora de atuação parlamentar Magda Helena, e os vice-presidentes do Sindilegis para o Senado e para o TCU, Paulo Zarrans e Alison Souza.

O relator da reforma da Previdência na CCJ da Câmara, deputado Delegado Marcelo Freitas, apresentar seu parecer sobre a proposta da reforma da Previdência.

Previdência, terceirização e feminicídio dão ritmo aos trabalhos do Sindilegis nesta terça-feira

O Sindicato teve um dia cheio, nesta terça-feira (9), em atuação sobre a reforma da Previdência, feminicídio e terceirização

O relator da reforma da Previdência na CCJ da Câmara, deputado Delegado Marcelo Freitas, durante apresentação do seu parecer sobre a proposta da reforma da Previdência.

Audiências, comissões e reuniões deram norte ao trabalho do Sindilegis nesta terça-feira (9). Os diretores do Sindicato participaram de diversos debates sobre temas do interesse de relevância nacional.

Previdência

Um dos pontos altos dessa terça-feira foi a apresentação do parecer da reforma da Previdência, pelo relator deputado delegado Marcelo Freitas (PSL-MG), na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados. Em uma sessão de mais de 4 horas de duração, marcada por bate-boca, Freitas recomendou a aprovação da proposta.

Em seu parecer, Freitas seguiu o mesmo entendimento do presidente da CCJ, Felipe Francischini (PSL-PR), de que ao colegiado cabe apenas avaliar a admissibilidade do texto e que a análise do mérito só deve ser feita depois por uma Comissão Especial. Foi concedida vista coletiva, pelo período de duas sessões do Plenário da Câmara. A previsão é que o relatório seja votado na próxima quarta-feira (17).

O parecer de Freitas é o primeiro passo da tramitação da PEC 6/2019 na Câmara. O Sindilegis acompanhou todo desenrolar dos debates e tem conversado com parlamentares da Comissão para traçar estratégias contra pontos negativos da proposta.

Diretores Magda Helena e Ogib Teixeira participam de reunião da Frente Parlamentar em Defesa da Previdência

Ainda na terça aconteceu a reunião da Frente Parlamentar Mista em Defesa da Previdência Social, que foi acompanhado pela diretora parlamentar do Sindilegis, Magda Helena, e pelo diretor de aposentados e pensionistas, Ogib Teixeira. Na oportunidade, foi feito um balanço das estratégias de mobilização adotadas até aqui e, na avaliação dos participantes, a atuação já está surtindo efeito.

Terceirização

Diretor Ogib Teixeira defende união entre setores em debate sobre terceirização

No início da manhã, o diretor do Sindilegis Ogib Teixeira participou ainda de audiência pública na Comissão de Direitos Humanos e Participação Legislativa do Senado (CDH), com o tema “terceirização de mão de obra e a irredutibilidade de salários”. Na oportunidade, Teixeira defendeu que, para construir um país novo, o setor público e o privado devem andar juntos.

Feminicídio

O tema feminicídio também figurou entre as pautas que têm sido acompanhadas pelo Sindilegis. A diretora Magda Helena marcou presença na audiência da Comissão Externa destinada a acompanhar casos de violência doméstica contra as Mulheres, quando foram avaliados os protocolos de atendimento nas delegacias até a sentença judicial.

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Funcionária do Sindilegis garante economia anual de mais de R$ 160 mil para a entidade

Denise Roig, assessora da presidência, atuou nos contratos do Sindicato junto à Vivo e à agência de turismo e conseguiu recuperar o montante para os cofres do Sindilegis

Em uma ação inédita e digna de exemplo, a assessora da presidência do Sindilegis Denise Roig garantiu um retorno financeiro significativo para o Sindicato, por meio da gestão de contratos da entidade com prestadores de serviços. Em aproximadamente um ano de atuação, Roig recuperou para o Sindilegis cerca de R$ 160 mil e a previsão é que esse retorno seja ainda mais significativo nos próximos meses.

A ideia surgiu após Denise verificar que havia reembolsos junto à agência de viagem que não havia sido feitos. Após levantar os documentos que comprovavam os reembolsos, a assessora acionou a agência e garantiu um retorno de quase R$ 40 mil para o Sindicato.

A funcionária não parou por aí. Acionada pelo presidente para gerir o contrato da entidade com a operadora de telefonia móvel Vivo, Denise Roig constatou que o montante pago pelo Sindicato estava acima do que era previsto. Após diversos contatos com a Vivo, Roig conseguiu reduzir o contrato que antes era R$ 13 mil por mês para R$ 2,8 mil – contabilizando uma economia anual de quase R$ 120 mil.

De acordo com Denise, a ideia surgiu da necessidade que ela sentiu de poupar os recursos do Sindilegis, para que se pudesse investir em outras áreas prioritárias. “Eu encarei isso como um papel meu. Faço parte dessa empresa e é ela que garante meu sustento. Por isso, nada mais justo do que fazer essa economia, para que o Sindicato possa investir em outras iniciativas”, declarou.

Assim como Denise Roig, você também pode contribuir com esse projeto. Ações simples como apagar as luzes ao sair, desligar os ares-condicionados e evitar impressões desnecessárias podem contribuir para que o Sindicato tenha mais recursos para investir em cursos, eventos e muito mais. Faça parte desse projeto. O Sindilegis é a sua segunda casa!