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Em reunião, Sindilegis e comissionados propõem Grupo de Trabalho para discutir propostas sobre plano de saúde

Representantes do Sindilegis, servidores comissionados e o primeiro secretário da Câmara, o deputado Carlos Veras (PT-PE), se reuniram no plenário 2 da Casa para discutirem propostas sobre a melhora de planos de saúde para o grupo. Após depoimentos dos servidores sobre problemas na cobertura, reajuste no preço dos planos e questões sobre portabilidade, os presentes decidiram pela criação de um Grupo de Trabalho, com servidores, para se debruçarem sobre o tema.

Diversos servidores relataram suas dificuldades. Entre os pontos mais destacados, estavam os altos custos — em alguns casos, até R$ 1,5 mil a mais do que planos particulares —, a exclusão de dependentes, a falta de cobertura para familiares em caso de falecimento e a ausência de especialidades médicas. Houve ainda críticas ao modelo administrado pela All Care, denúncias de negativas de atendimento e pedidos de alternativas para quem tem mais de 60 anos. Além disso, houve a defesa do fortalecimento e a contratação de novos médicos para o Departamento de Saúde da Câmara (DAS).

No encontro, Simone Sarkis, do Departamento de Apoio Parlamentar (Deapa), explicou o funcionamento do plano coletivo empresarial e ressaltou que os reajustes dependem da sinistralidade, podendo variar sem limite máximo – o que explica o reajuste de quase 30% da Amil. Segundo os servidores, tal prática inviabiliza a adesão ao plano.

O deputado Carlos Veras destacou a importância de ouvir os comissionados para levar as demandas à Mesa Diretora e ao deputado Hugo Motta, presidente da Câmara. Ele defendeu a valorização dos comissionados e lembrou que a maioria não aderiu ao plano atual, considerado caro e ineficiente, visto a baixa adesão por parte dos servidores. “Já está provado que o modelo de reembolso da Câmara dos Deputados é um modelo que está fracassado. 82,63% dos comissionados não aderem. Eles preferem não ter o reembolso, então tem alguma coisa errada. Não adianta só ter ele no papel e não servir”, disse.

O presidente do Sindilegis, Alison Souza, sugeriu a criação imediata de um Grupo de Trabalho. “E que esse grupo, inclusive, permaneça para depois, fique um grupo permanente, porque é preciso também olhar esses números que são enviados pelas administradoras”, destacou.

Para além da proposta de criação do Grupo de Trabalho, também foram definidos estudos sobre novos modelos de credenciamento, busca por um menor reajuste possível e a garantia de participação dos trabalhadores nas decisões.

O vice-presidente do Sindilegis para a Câmara, André Galvão, reforçou que a saúde é uma pauta prioritária do Sindicato, mencionando investimentos em especialidades médicas e o recente reajuste da tabela. Já o secretário-geral do Sindilegis, Paulo Cézar Alves, lembrou que “os planos de saúde sempre visam lucro”. Nesse sentido, assim como os servidores, também defendeu o fortalecimento do DAS, aproveitando a estrutura existente na Casa.

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Em reunião com o SIS, Sindilegis leva pauta de servidores oriunda de assembleia com filiados

Na última terça-feira (11), o Sindilegis realizou uma reunião entre membros de sua diretoria e representantes do Sistema Integrado de Saúde (SIS) com o objetivo de discutir as demandas colhidas pelos filiados em última assembleia setorial realizada em 17 de fevereiro pelo Sindicato. O encontro contou com a participação do vice-presidente para o Senado, Pedro Mascarenhas, e do diretor Interinstitucional, Eduardo Lopes.

Também estiveram presentes integrantes do SIS, como Carla Peixoto e Sidrak Lucena, que atuam como assessores técnicos da Secretaria de Gestão de Pessoas, além de Alberto de la Pena, coordenador de autorização do SIS, Dirceu Vieira, coordenador de gestão financeira do SIS, e André Miranda, chefe do Serviço de Pagamento do SIS.

Entre os tópicos mais relevantes discutidos, destacaram-se as preocupações em relação à coparticipação nos serviços de saúde, problemas relacionados à autorização de exames e procedimentos, a saúde financeira do plano e o tempo necessário para a autorização de procedimentos médicos. Tais questões são fundamentais para assegurar que os servidores tenham acesso a um atendimento de saúde adequado e eficiente, refletindo as necessidades e anseios expressos por eles ao longo do tempo.

O encontro marca mais uma etapa nas iniciativas do Sindilegis voltadas para a promoção da saúde dos servidores, que se configura como uma das principais prioridades da atual gestão. O Sindicato reafirma seu compromisso em buscar soluções concretas e viáveis, além de acompanhar de perto os pleitos de seus filiados.

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Nota Técnica sobre a Eleição dos GTs de Valorização das Carreiras

A seguir, detalhamos os procedimentos adotados para assegurar a transparência, a participação democrática e a integridade do processo eleitoral.

1) A diretoria deliberou por abrir a participação de colegas sem cargos na diretoria no grupo de trabalho para democratizar o diálogo sobre as questões das carreiras. Essa medida visa incluir uma maior diversidade de opiniões e experiências no desenvolvimento de ideias que aprimorem a qualidade das carreiras, promovendo um ambiente mais colaborativo e representativo.

2) Quanto ao anonimato, a votação em assembleia normalmente ocorre por manifestação corporal em ambiente presencial, ou mesmo, em meio digital, por exemplo no Zoom, com manifestação pública. No entanto, para aumentar a participação dos colegas em meio digital, optamos pela votação on-line por meio de Sindilegis Mais e que manterá o anonimato dos votantes. Em hipótese alguma, a diretoria do Sindilegis terá acesso ao nome dos votantes, garantindo assim a confidencialidade e a segurança do processo eleitoral.

3) A apuração dos votos será realizada de maneira automatizada. Nosso sistema cruzará automaticamente os CPFs dos votantes com a nossa base de dados, considerando apenas os votos dos votantes vinculados à casa do candidato. Ou seja, não haverá interferência de servidores de uma Casa em outra. Com essa conta, teremos a totalização dos votos e o resultado final, assegurando a integridade e a precisão do processo.

Alison Souza
Presidente do Sindilegis

SIS

Atenção! Prazo de candidaturas para o Conselho de Supervisão do SIS acaba às 18h desta sexta-feira, dia 31

Está aberto o prazo de candidaturas para o Conselho de Supervisão do Sistema Integrado de Saúde (SIS). Até 18h do dia 31 de março quem quiser concorrer a uma vaga de conselheiro do plano de saúde pode preencher a ficha de candidatura na Central de Serviços Administrativos da intranet. Todos os candidatos devem, obrigatoriamente, ser beneficiários do SIS.

Caso o interessado não tenha acesso à internet, poderá encaminhar a ficha de candidatura (clique aqui) por e-mail para [email protected], aos cuidados da presidente da Comissão Organizadora das eleições, a servidora Milena Costa Galdino. Será enviado um e-mail aos candidatos confirmando o recebimento da ficha de inscrição.

São duas cadeiras para servidores ativos e duas para aposentados para mandatos de dois anos. O desempenho da função de conselheiro é exclusivo de servidores efetivos e o trabalho não é remunerado.

Para o Sindilegis, é importante que seus filiados sintam-se estimulados a fazer parte do pleito: “As decisões tomadas pelo Conselho do SIS impacta fortemente a vida de nossos servidores, principalmente porque tratam de um tema muito sensível, que é a saúde. Por isso, o Sindicato está à disposição para dar todo o suporte necessário aos filiados que desejarem concorrer a uma vaga”, explicou Pedro Mascarenhas, Diretor de Educação e Cultura do Sindilegis.

Assista, abaixo, ao vídeo produzido pelo SIS sobre as eleições:

Eleição

A votação será realizada no dia 26 de abril, de forma eletrônica, pela plataforma Ergon Online. A eleição se dará da seguinte forma: os titulares efetivos da ativa elegem os dois conselheiros da ativa. Já os titulares aposentados votam em dois representantes dos aposentados.

A urna eletrônica ficará aberta das 8h às 21h. O sistema pode ser facilmente encontrado no menu esquerdo da intranet. Os servidores aposentados que desejam votar e não lembram o login e senha de acesso podem pedir esses dados pelo e-mail [email protected] ou pelo telefone da central do servidor: (61) 3303-3570.

Sobre o SIS

O Conselho de Supervisão é o órgão superior de deliberação do SIS. Cabe a ele fixar diretrizes administrativas e operacionais e adotar as decisões estratégicas que garantam a sustentabilidade das ações de prevenção da doença e a promoção, o tratamento, a recuperação e a manutenção da saúde dos beneficiários.

Com informações da Agência Senado

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Sindilegis lamenta decisão do SIS de negar soluções propostas para barrar aumento da cobrança

Estudo encomendado pelo Sindicato mostra estabilidade do plano de saúde e fundo de reserva superavitário; parecer recomenda manutenção do antigo modelo de custeio

O Sindilegis esclarece aos beneficiários do SIS do Senado Federal que tem buscado estratégias para barrar a nova regra de cobrança do saldo devedor de coparticipação de até 5% da remuneração, em vigor desde julho. Infelizmente, todas vêm sendo negadas pelo Senado Federal.

Os diretores do Sindicato têm feito uma série de solicitações à direção da Casa e à coordenação do plano de saúde para reverter a decisão que tem gerado grande impacto financeiro na vida dos servidores.

O presidente Alison Souza explica que a mudança foi aprovada em 2018, em um cenário totalmente distinto. “Estamos vivendo um período de dificuldades em decorrência da pandemia de coronavírus. Em razão da mudança do contexto nacional, com congelamentos salariais, perdas financeiras, desemprego, perdas de entes queridos, muitos servidores que passaram a sustentar a família, o Sindilegis requereu que a nova sistemática de cobrança fosse postergada para julho de 2022, mas o pedido foi negado”, explicou.

O Sindicato solicitou o adiamento da cobrança do saldo devedor de coparticipação do plano de saúde por meio de ofícios. Os pedidos foram endereçados à Diretoria Geral do Senado; à Secretaria de Gestão de Pessoas da Casa; e à Coordenação Geral do SIS.

Em outro ofício, o Sindilegis requereu que a cobrança fosse aumentando de forma escalonada: de 2,5% até chegar em 5% da remuneração bruta. A solicitação também foi rejeitada.

“O SIS é um excelente plano de saúde e de extrema importância para os servidores do Senado. Nós lamentamos essa decisão radical de aumentar os custos de maneira abrupta devido ao atual contexto econômico. Isso deveria ser feito de forma gradual”, destaca o diretor Petrus Elesbão.

Diante das negativas da direção do Senado e do conselho do SIS, o Sindilegis encomendou um estudo atuarial acerca do histórico dos planos de assistência médica e odontológica dos servidores da Casa. De acordo com o parecer, o SIS apresenta estabilidade no quantitativo de beneficiários e nas despesas assistenciais, sobretudo nos últimos 24 meses. Além disso, a arrecadação das contribuições e participação dos servidores apresenta tendência de crescimento. Outro ponto importante é que o fundo de reserva garante um cenário superavitário ao SIS por no mínimo 18 meses. Portanto, considerando a estabilidade populacional e das despesas assistenciais e o crescimento anual da arrecadação, é razoável a manutenção do antigo modelo de custeio do plano.

“Em que pese a boa gestão do SIS, o Sindilegis entende que o não acatamento das nossas sugestões, diante do atual contexto social e econômico, não é razoável e deve ser revista tão logo possível diante dos dados apresentados no estudo atuarial”, afirmou Alison Souza.

Diretores do Sindilegis têm se reunido com frequência com conselheiros do SIS para discutir possíveis encaminhamentos acerca do aumento. A partir dessas intervenções, o Sindicato foi convidado pelo SIS para integrar um grupo de trabalho, que fará uma projeção atuarial própria.

Confira aqui, aqui e aqui, os ofícios protocolizados pelo Sindilegis. Leia aqui o estudo atuarial encomendado pelo Sindicato.

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Sindilegis solicitará participação na próxima reunião do Conselho do SIS para tratar da nova regra de desconto

Filiados ao Sindilegis têm demonstrado preocupação com aumento no percentual para 5% de coparticipação do saldo devedor

Na tarde desta segunda-feira (5), diretores do Sindilegis e de entidades representativas se reuniram virtualmente com alguns conselheiros do Sistema Integrado de Saúde (SIS) do Senado Federal, para discutir possíveis encaminhamentos acerca do aumento no percentual de coparticipação pago pelos servidores para a utilização do plano de saúde. A nova regra passará a ser de até 5% a partir de julho deste ano.

Na reunião foi deliberado que o Sindicato irá protocolar um novo ofício destinado ao Conselho do SIS, solicitando a respectiva participação na próxima reunião do Conselho, prevista para 14 de julho. O objetivo é apresentar uma proposta para reduzir o percentual de 5% para 2,5%, já que o atual reajuste terá um impacto financeiro repentino para muitos servidores do Senado, principalmente nesse momento de pandemia e crise econômica.

Além disso, o Sindicato avalia que a coparticipação não deve servir de parâmetro no Orçamento do SIS, uma vez que há um risco muito alto devido à oscilação do uso do plano de saúde.

Participaram o presidente do Sindicato, Alison Souza, os diretores Petrus Elesbão, Pedro Mascarenhas e Eduardo Lopes, a presidente da Assefe, Maria Ivoneide, e os membros do conselho do SIS Agatha Bernardo, Rui Oscar Dias Janiques e Marcelo Muniz.

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Reajuste dos planos de saúde da Câmara está suspenso

Medida de caráter excepcional foi tomada em virtude dos impactos do coronavírus

 

O reajuste dos planos de saúde da Operadora Amil utilizado pelos servidores comissionados da Câmara dos Deputados foi suspenso. O aumento, previsto para maio, foi adiado em virtude da pandemia do coronavírus. A medida é uma decisão da Administradora AllCare e conta com o apoio do Sindilegis que participou das discussões junto ao Departamento de Apoio Parlamentar (Deapa) e à Diretoria Geral da Câmara.

 

“O custo do plano de saúde não é barato e esse reajuste traria um impacto grande no orçamento dos servidores comissionados. Felizmente conseguimos achar uma saída e é um avanço suspender o aumento neste momento bastante delicado”, destacou o vice-presidente do Sindilegis para a Câmara, Paulo Cezar.

 

O prazo de suspensão do reajuste anual ainda está em negociação, mas, deve ser, a princípio, de 60 dias, conforme explicou a diretora do Deapa, Simone Sarkis. “O impacto do reajuste é sempre negativo. A própria administradora se sensibilizou por conta deste momento tumultuado e de aperto financeiro que estamos vivendo. O reajuste inicial era 29% e caiu para 13,54%. O objetivo é dar sustentabilidade aos planos de saúde contratados pelos servidores”, afirmou.

 

Os servidores comissionados – Cargos de Natureza Especial (CNEs) e Secretários Parlamentares (SPs) – que possuem plano de saúde recebem um auxílio da Câmara para custear uma parte dos gastos. O valor do reembolso varia de acordo com a remuneração dos trabalhadores.

 

Os novos boletos para o pagamento da mensalidade do mês de maio/2020 serão encaminhados aos beneficiários, sem incidência de aumento, e poderão também ser emitidos por meio do site da Administradora: www.allcare.com.br. Não haverá qualquer cobrança retroativa ao período em que o acréscimo estiver suspenso.

 

Serviço

 

Para mais informações, os comissionados podem entrar em contato com a AllCare pelos seguintes telefones: 0800 941 4962 e 3003-6400.

O Deapa também está à disposição para esclarecimentos, por meio dos telefones: (61) 3216-2688, 3216-2503 e 3216-2512.

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Eleições do SIS do Senado hoje (11): conheça os candidatos que o Sindilegis apoia

Acontecem nesta quinta-feira (11), até as 21h, por meio do sistema Ergon Online ou presencialmente, as eleições para o Conselho de Supervisão do Sistema Integrado de Saúde do Senado Federal (SIS). O Sindilegis manifestou apoio à candidatura de quatro servidores que se comprometeram a apresentar propostas (conheça) alinhadas com o que almejam os filiados ao Sindicato.

Entre os servidores aposentados, o Sindilegis indica Rui Oscar Dias Janiques e Edward Cattete. Para ocupar as vagas dos servidores ativos, o Sindicato apoia a candidatura de José Ricardo Melo Albuquerque e Maria Clara Estevem Pereira.

Poderão votar os servidores efetivos ativos e inativos beneficiários-titulares do SIS. Cada servidor, mediante escrutínio secreto, votará em até dois candidatos, cabendo aos servidores efetivos ativos votarem em candidatos ativos, e aos servidores aposentados votarem em candidatos inativos.

A votação presencial será realizada até as 17h, somente para servidores inativos, nos seguintes endereços:
– Senado Federal, Bloco de apoio 4, Núcleo de Coordenação de Ações Socioambientais – setor de Acessibilidade, ao lado da Caixa Econômica Federal.

– Associação dos Servidores do Senado Federal (Assefe) – Setor de Clubes Esportivos Sul Trecho 1 – Asa Sul.
Vale lembrar que os eleitores deverão comparecer munidos de documento de identificação com foto.

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Sindilegis oferece planos de saúde para dependentes que utilizavam Caixa Seguradora

Após o encerramento das atividades da seguradora, Sindicato realoca usuários interessados em outras apólices de seguros semelhantes

Diante da decisão unilateral tomada pela Caixa Seguradora em encerrar a apólice junto ao Sindilegis, o Sindicato resolveu agir e negociou com uma Consultoria Técnica especializada em planos de saúde a realocação do grupo de dependentes de servidores em outras apólices de seguro semelhantes. Este grupo atualmente soma 139 beneficiários, dependentes de servidores do Senado Federal que foram pegos de surpresa com a notificação no início deste ano.

Ao fechar a parceria com o Sindilegis, a “Simões e Costa Consultoria” procurou os servidores atingidos para que fizessem a migração. Desde 30 de março, quando encerrou definitivamente o vínculo com a Caixa Seguradora, o grupo de dependentes começou a ser realocado.

Essa facilitação concedida pelo Sindilegis é voltado aos dependentes dos servidores da Casa que não podem aderir ao SIS. Aqueles que estiverem acima de 21 anos serão realocados não como dependentes, mas como titulares em outra apólice.

 

Confira abaixo a entrevista com a consultora da Simões e Costa Consultoria, Nádia Simões.

Por que o plano foi cancelado?

Porque a Caixa saúde parou de comercializar seus produtos em todo o país, ou seja, encerrou suas operações na área de Planos de Saúde. Conforme os contratos vão aniversariando, ela vai cancelando, e o nosso aniversário chegou.

Conseguiremos fazer uma nova apólice nos mesmos padrões em outra seguradora?

O Sindicato foi em todas as operadoras tentar criar essa apólice, como a Amil, Bradesco, Unimed, SulAmérica, entre outras. Porém não foi possível, devido à falta de elegibilidade* do grupo em questão.

*Elegibilidade é a exigência de que, para fazer parte de uma apólice, a pessoa deve ter vínculo com uma propositora. As operadoras e seguradoras pararam de comercializar planos para pessoa física.

 Qual a solução que o sindicato disponibilizou para a questão?

Uma consultoria técnica em planos de saúde a fim de conseguir uma solução imediata para a questão.  O retorno foi que, considerando a questão da elegibilidade, a única saída legal para o momento seria adequar esses beneficiários como titulares, de acordo com suas categorias profissionais e em apólices já existentes no mercado. Os valores não serão diferenciados dos já praticados no mercado, pois não será feito com o Sindicato como estipulante, devido ao grupo não ser sindicalizado, portanto, não elegível.

Futuramente serão adequadas novas possibilidades, não somente para esses beneficiários, mas para todos que necessitarem e com valores diferenciados do mercado.

O beneficiário que contratar um dos novos planos ofertados terá carência?

As carências aplicadas serão somente para parto e doenças preexistentes. Uma carta de permanência ao plano atual será solicitada, a fim de evitar as demais carências.

 Quem pode aderir?

Pessoas vinculadas a uma pessoa jurídica de caráter profissional, classista ou setorial, com ou sem seus respectivos grupos familiares (Resolução Normativa nº 195 – ANS).

– Os dependentes dos servidores, de qualquer idade, poderão aderir ao novo plano, desde que sejam deste grupo específico que teve a Apólice com a Caixa Seguradora encerrada.

– Os dependentes de servidores que não fazem parte do grupo de 139 beneficiários podem aderir ao plano de saúde, mas em uma nova apólice. Porém é preciso respeitar as regras de idade: até 21 anos ou até 24 anos – quando cursando estabelecimento de ensino superior.

Como ficarão os beneficiários já em tratamento ou home care?

Esses beneficiários têm direitos legais e a Administradora Evon (61- 3686-0700), empresa que cuidava do benefício junto à Caixa Saúde, está tratando do caso.

Sendo necessária alguma intervenção jurídica a fim de garantir a assistência, o Sindilegis coloca-se à disposição.

Meus dependentes podem ser meus beneficiários até que idade?

Os planos de saúde seguem as mesmas diretrizes das leis que regem o INSS. Os filhos-dependentes que não sejam deficientes físicos e/ou mentais deixam de ser dependentes com a maioridade civil, ou seja, somente poderão ser dependentes até 21 anos de idade ou até 24 anos – quando estiverem cursando estabelecimento de ensino superior.

Mais informações:

Nádia Simões: (61) 3037-7799/4773 | (61) 99217-4667