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Arraiá Legis 2026 começa neste sábado (30) e terá programação especial também no domingo (31)

O Arraiá Legis 2026 começa neste sábado, 30 de maio, no clube da Ascade, com dois dias de programação voltada aos filiados e seus familiares. Organizado pela Ascade, pelo Sindilegis e pelo Clubs – Clube de Benefícios do Servidor, o evento reunirá música ao vivo, comidas típicas, quadrilha, espaço kids e atrações para todas as idades.

A grande novidade desta edição é a realização de um segundo dia de festa. Além da tradicional abertura no sábado à noite, o Arraiá contará com programação especial no domingo, 31 de maio, das 14h às 22h, com foco nas famílias e nas crianças.

No sábado, a programação começa às 18h, com apresentações de Rainner, do projeto São João do Nascimento, com Thiago Nascimento, e do grupo Denis Baião de 2.

No domingo, sobem ao palco Miguel Santos, Encosta Neu e DJ Will, garantindo a animação ao longo da tarde e da noite.

Os filiados devem retirar gratuitamente suas cortesias pelo Sindilegis Mais. Cada filiado pode garantir até quatro (4) ingressos por dia do evento.

As cortesias são disponibilizadas separadamente para cada data. Por isso, quem desejar participar nos dois dias deve emitir os vouchers específicos para sábado e domingo.

As vagas são limitadas e sujeitas à disponibilidade. Crianças de até 12 anos têm entrada gratuita.

Como retirar as cortesias

  • Acesse o Sindilegis Mais pelo app disponível para iOS e Android ou pelo desktop por meio do link mais.sindilegis.org.br;
  • Localize o card correspondente ao dia desejado, sendo os dias 30 (sábado) e 31 (domingo);
  • Selecione “Eu quero!” para gerar o voucher; Caso queira gerar quatro vouchers, repita o processo quatro vezes; e
  • Os ingressos ficarão disponíveis em “Vouchers e cupons” no aplicativo ou em “Meus vouchers” no desktop. Cada QR code equivale a um ingresso.

Serviço:

Arraiá Legis 2026
30 e 31 de maio de 2026
30/5 a partir das 18h | 31/5 das 14h às 22h
Clube da Ascade
Informações: (61) 3226-4503 ou (61) 98594-5686

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Dia Nacional da Educação Legislativa foi celebrado no Brasil na quinta-feira (15)

Criado para conscientizar a sociedade sobre o papel do Poder Legislativo e sua importância para todos, o Dia Nacional da Educação Legislativa foi celebrado na última quinta-feira (15). A data foi instituída em cinco de janeiro de 2024.

O servidor do Senado Aires das Neves Junior é professor do Instituto Legislativo Brasileiro (ILB) – entidade vinculada ao Senado que oferece cursos e capacitação com foco em temas como processo legislativo, governança e cidadania – e afirma que a educação legislativa é elemento fundamental para, entre outras coisas, o controle social.

“O cidadão que tem educação legislativa tem sempre maior condição de escolher os melhores candidatos. Isso impõe pressão sobre os políticos, no sentido de que somente terão carreiras longevas se atuarem com qualidade, fazendo boas entregas à sociedade nas funções que lhes são típicas, como fiscalizar e legislar”, disse.

Para o professor, portanto, a data destaca a importância do tema para que mais iniciativas que tratam desse desenvolvimento sejam construídas. “É um marco que incentiva às escolas do legislativo para que se voltem para a sociedade, e apresentem o este Poder, e seus procedimentos, de maneira clara, objetiva, de forma que as pessoas conheçam o tema, para melhor acompanhar e cobrar desempenho com qualidade de seus representantes eleitos”, falou.

O presidente da Associação Brasileira das Escolas do Legislativo e servidor do Senado, (ABEL), Florian Madruga, salienta que a educação legislativa é voltada para todos os cidadãos, sem nenhum tipo de restrição. “Ela pode e deve ser aplicada a qualquer pessoa. Não tem pré-requisito, nem limite de idade. É totalmente acessível, de baixo custo, onde os instrumentos utilizados são os dispositivos constitucionais que tratam dos direitos e deveres dos cidadãos e dos conceitos sobre Democracia”, afirmou. Segundo Madruga, quanto mais cedo uma criança for preparada para entender o que é Educação Legislativa, mais consciente ela se tornará como cidadã.

Segundo o presidente, atualmente existem instaladas 450 Escolas do Legislativo e de Contas no País, em Câmaras Municipais, Tribunais de Contas, Assembleias Legislativas, Câmara dos Deputados, Senado Federal e Tribunal de Contas da União. “Todas elas cumprem o mandamento constitucional de capacitar o servidor público e de instituir a Educação Legislativa para os cidadãos brasileiros”, disse.

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Em reunião promovida pelo Instituto Servir Brasil, Sindilegis manifesta preocupação quanto à proposta de reforma administrativa no serviço público

O Sindilegis recebeu, na quinta-feira (10), o Instituto Servir Brasil, que realizou reunião para traçar formas de se posicionar no debate político do país. O Instituto é a entidade que atua como braço operacional da Frente Parlamentar Mista em Defesa do Serviço Público brasileiro.

No encontro, o presidente do Sindilegis e diretor interinstitucional da Servir Brasil, Alison Souza, mostrou-se preocupado com o movimento de entidades e de parlamentares pela implementação da reforma administrativa no Brasil. Tendo isso em vista, ele sugeriu que o Instituto se inserisse no cenário político e social como uma entidade que pode influenciar, de maneira ativa, o debate público.

Para isso, Alison sugeriu a adoção de duas ações: a primeira é intensificar a aproximação com parlamentares a fim de estreitar relações com o Legislativo; a segunda é realizar eventos periódicos com temas definidos, como equilíbrio fiscal ou reforma administrativa, por exemplo, com o objetivo de movimentar o debate público.

Também ficou definido que as reuniões do Instituto devem acontecer mensalmente, na sede de cada entidade que compõe o grupo.

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‘O Canto da Sereia do Semipresidencialismo’: confira artigo do filiado Eduardo Fernandez

O filiado ao Sindilegis Eduardo Fernandez publicou no mês passado, no site Congresso em Foco, o artigo O Canto de Sereia do Semipresidencialismo II, em que faz críticas ao argumento de que o sistema é a solução para os problemas do Brasil. O texto é um reforço à primeira edição, publicada por Ricardo de João Braga.

Fernandez expõe no artigo que a proposta de implantar o semipresidencialismo no Brasil em nada contribuiria para melhorar as condições de vida do brasileiro, mas na verdade pioraria o atual cenário do país.

Segundo o autor, a proposta é, na verdade, um instrumento para afastar ainda mais o povo em relação à política, visto que a responsabilização de atos cometidos pelo Presidente da República ficaria na mão do Legislativo.

Para conferir a análise completa, acesse aqui.

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Sindilegis se reúne com GDF para discutir criação de praça de alimentação ao lado do Anexo IV da Câmara

A criação de uma praça de alimentação e de uma praça bucólica entre o Anexo IV da Câmara dos Deputados e o TCU foi pauta de uma reunião na manhã desta quarta-feira (19), entre o Sindilegis e o Governo do Distrito Federal, representado pelo secretário de Relações Institucionais do DF, Agaciel Maia, e o secretário de Desenvolvimento Urbano e Habitação do DF, Marcelo Vaz.

A iniciativa visa a estruturação do espaço verde, com a manutenção da flora nativa, para abrigar trailers e pessoas que desejam almoçar fora das Casas. Os quiosques, que hoje são cerca de 30, ocupam a faixa lateral do estacionamento ao lado do Anexo IV.

“Aqui seria o lugar ideal para dar melhores condições de trabalho para os comerciantes e mais conforto aos servidores que desejam almoçar em um ambiente tranquilo, renovador”, disse o presidente do Sindilegis, Alison Souza. O vice-presidente do Sindicato para a Câmara, André Galvão, também esteve presente e endossou o pedido em prol dos servidores da Casa.

A intenção de ter um ambiente ao ar livre também foi valorizado pelo servidor comissionado da Câmara dos Deputados Roberto Holanda. “A pessoa pode sair do gabinete, pegar um vento, ter contato com a natureza, isso renova as energias”, afirmou.

Agaciel Maia destacou que o projeto deve ter amparo das Casas e, assim, ser implementado. “Nós vamos contar com o apoio da direção do Senado, da Câmara e das mesas diretoras para que a gente transforme esse ambiente em praça e também em uma praça de alimentação, onde tanto os servidores do TCU como da Câmara podem não só descansar um pouco, mas também terem um lugar adequado para fazer suas alimentações”, declarou.

O secretário de Desenvolvimento Urbano e Habitação do DF, Marcelo Vaz, acatou a proposta e avisou que irá trabalhar nos próximos dias para estruturar o projeto. Ao longo das próximas semanas, novas reuniões devem acontecer com o objetivo de viabilizar a empreitada. Fique atento aos canais de comunicação do Sindilegis!

Edilson Rodrigues/Agência Senado

Sindilegis luta pela inclusão de servidores do Congresso e TCU na PEC 10

A PEC 10, que recria os quinquênios para diversas carreiras jurídicas, avançou na CCJ do Senado, mas ainda não contempla os servidores do Congresso Nacional e do TCU. Apesar dos esforços do Sindilegis, com emendas e diálogo com o relator, a PEC, em sua forma atual, não garante a justa valorização dos servidores do Legislativo e da Corte de Contas.

O presidente do Sindicato, Alison Souza, ressalta a importância da inclusão: “As atividades no Congresso e TCU possuem a mesma complexidade que as das carreiras já contempladas. É injusto que fiquemos de fora da PEC 10.”

Diante da aprovação na CCJ, o Sindilegis não desistirá da luta. “Reapresentaremos emendas no Plenário do Senado Federal”, garante Souza. A entidade seguirá mobilizando os servidores e buscando o diálogo com os senadores para garantir que a PEC seja justa para todos os servidores públicos.

Confira o vídeo do presidente do Sindicato:

Sobre a PEC 10

A PEC 10, que recria os quinquênios para magistrados, promotores e defensores públicos, foi aprovada na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado e segue para votação em plenário.

Os quinquênios são adicionais de 5% ao salário a cada cinco anos de serviço, e representam um importante reconhecimento da experiência e do compromisso desses profissionais com a justiça brasileira.

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Sindilegis dá boas-vindas aos novos policiais do Senado em programa de integração promovido pela Casa

Na manhã dessa sexta-feira (15), o Sindilegis esteve presente no curso de ambientação dos novos servidores do Senado Federal. Os novos policiais legislativos, recém-empossados na última quarta-feira (13), foram apresentados aos setores e serviços desenvolvidos na Casa. A atividade faz parte do programa de integração, que também inclui visitação pelas instalações do Senado.

O presidente do Sindicato, Alison Souza; o vice-presidente e policial legislativo aposentado, Antonio Vandir; e os diretores Petrus Elesbão; Fábio Fernandez; Narciso Mori; e Eduardo Lopes deram as boas-vindas aos profissionais que serão responsáveis pela segurança dos parlamentares e de todos que frequentam o Congresso Nacional.

“O Sindilegis está aqui para apoiar todos vocês, atuar em defesa dos seus direitos e da carreira de cada um aqui”, afirmou Vandir, ao destacar os serviços e benefícios que a entidade oferece.

A turma é composta por 55 novos policiais, sendo 19 mulheres. A adesão feminina foi elogiada pela diretoria. “Para nós, é motivo de muita alegria receber esses novos servidores, principalmente na Polícia Legislativa, que desempenha um papel tão importante para as instituições democráticas, contribuindo para o funcionamento eficaz e seguro de um ambiente plural como o Congresso Nacional”, avaliou o presidente Alison Souza.

Na ocasião, o Clubs, clube de benefícios da entidade, realizou sorteios de litros de gasolina, kit de bacalhau para a Páscoa e ovos de Páscoa para os novos policiais. Bárbara Nunes Silveira, Karolinne Laissa Bittencort Salgado e Thiago Lira serão contatados para receber seus prêmios.

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Vetos à LDO de 2023 não afetam servidores do Legislativo

Os vetos à Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para 2023, sancionada no início de agosto, não trazem impacto para os servidores da Câmara, do Senado e do TCU. Essa é a avaliação do Sindilegis, a partir de um estudo sobre os mais de 30 vetos à LDO. Os vetos ainda vão passar por nova análise do Congresso e podem ser derrubados.

De acordo com o nosso estudo, não se verifica prejuízo para as carreiras do Legislativo federal em razão dos citados vetos, uma vez que se tratava de regras destinadas às carreiras do Executivo, Poder que possui diversas carreiras diferentes em seu âmbito. Além disso, mesmo que aplicáveis aos servidores do Legislativo, as regras eram limitantes do planejamento das Casas legislativas e do TCU, diminuindo a capacidade de negociação entre os servidores e seus respectivos órgãos para o provimento de cargos e a eventual reestruturação das carreiras. Confira aqui.

Emendas apresentadas pelo Sindilegis – O Sindilegis apresentou, em junho, seis emendas ao projeto de lei que deu origem à LDO (PLN nº 5/022). O objetivo da estratégia era destravar empecilhos na referida lei que impediam a recomposição salarial e o reajuste dos servidores no ano que vem.

O Sindicato também uniu esforços na articulação política junto aos parlamentares. O presidente do Sindilegis, Alison Souza, visitou diversos deputados e senadores para solicitar apoio às emendas. Entre eles, o relator do projeto, senador Marcos do Val (PODE-ES).

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Relevância da avaliação das políticas públicas norteia seminário virtual do Sindilegis, da Aslegis e da Alesfe

Com participações nacionais e internacionais, o evento debateu como melhorar o monitoramento de programas do governo para garantir resultados mais efetivos para o cidadão

Para que programas sociais tenham êxito e beneficiem o cidadão, apontar os erros e os acertos no planejamento e ao longo da sua execução por meio da avaliação é essencial. O Poder Legislativo tem um papel crucial nesse processo. E para aprofundar o debate sobre esse importante mecanismo de monitorar, sistematizar e classificar as atividades do governo e seus resultados e como o Legislativo deve exercer sua premissa constitucional nesse sentido, o Sindilegis e as associações dos consultores legislativos e advogados da Câmara e do Senado, Aslegis e Alesfe, respectivamente, promoveram um seminário internacional virtual que durou três manhãs, nos dias 2, 3 e 4 de dezembro.

Abrilhantado com participações de diversos setores e atores envolvidos no processo de avaliação em instâncias distintas e sob diferentes perspectivas, o evento teve um importante apoio institucional da Câmara, por meio da Consultoria Legislativa, da Diretoria-Geral, da Secretaria de Relações Internacionais e da Secretaria de Comunicação Social.

O presidente do Sindilegis, Petrus Elesbão, elogiou a iniciativa das associações e se comprometeu a promover outros eventos dessa relevância: “Essa primeira edição já foi um sucesso, com mais de 10 mil visualizações no YouTube. E uma das questões que destaco neste debate é sobre a seleção dos indicadores que norteiam a política pública. Um exemplo é a Reforma Administrativa, pois a proposta do governo não apresenta dados oficiais nem confiáveis. Isso pode comprometer e prejudicar a gestão de pessoal da máquina pública, bem como os serviços ofertados para a população”.

Elesbão enalteceu ainda a vasta experiência dos consultores legislativos das duas Casas, ratificada pelo presidente da Aslegis, Claudionor Rocha: “A Câmara e o Senado possuem um corpo técnico muito qualificado e, juntos, colaboram para o futuro do país, a partir da elaboração de uma legislação capaz de aperfeiçoar as políticas públicas, para que elas sejam eficientes, eficazes, efetivas e econômicas”, afirmou Rocha.

O presidente da Alesfe, Marcus Peixoto, que tem feito pós-doutorado em avaliações de políticas públicas, relembra que o tema foi idealizado há um ano e o trabalho de monitoramento realizado no Senado: “Desde 2013, houve uma mudança no regimento interno do Senado que obriga as comissões permanentes a acompanharem e avaliarem as políticas públicas. E percebemos que há a necessidade de um processo contínuo para obter o resultado almejado”, salientou.

A programação completa com os participantes pode ser acessada em www.seminarioapp.com.br.

Confira abaixo um resumo dos três dias de seminário:

1º dia

A abertura contou com a participação da primeira-secretária da Câmara, deputada Soraya Santos (PL/RJ), e do ministro do Tribunal de Contas da União Augusto Nardes.

“Será que o que estamos elaborando, construindo as políticas públicas, estão de fato melhorando a vida do cidadão? Essa é uma grande reflexão. Temos que avaliar melhor o produto que entregamos para a sociedade”, destacou a primeira-secretária.

“O TCU tem um papel primordial de controle e de assessoramento do Congresso Nacional. E percebemos que podemos ir além com a prevenção. Criei a Rede de Governança Brasil justamente para monitorar e aperfeiçoar toda a Administração Pública”, afirmou Nardes.

Após as autoridades, o seminário seguiu com a palestra do cientista político e professor Evert Vedung, da Suécia, autor do livro Public Policy and Program Evaluation (Política Pública e Avaliação de Programas). Na obra, ele fornece uma visão geral das possibilidades e limites da avaliação do setor público e ressalta que a avaliação é uma estratégia controversa e pouco compreendida de governança pública, controle e tomada de decisão.

Na programação, foi compartilhada ainda a experiência de representantes do Parlamento Europeu, da OCDE e do Banco Mundial.

Confira o vídeo aqui.

2º dia

O segundo dia foi marcado por duas mesas redondas de alto nível e contou com os comentários do deputado Professor Israel (PV/DF) na abertura. O parlamentar disse que qualquer política pública deve ter a avaliação em seu escopo e que o Congresso Nacional tem a capacidade técnica necessária para acompanhá-la.

Integrantes do Ministério da Economia, da Controladoria-Geral da União (CGU) e da Consultoria de Orçamentos do Senado Federal abrilhantaram o primeiro momento do dia. Eles demonstraram diferentes perspectivas em relação ao monitoramento das políticas públicas, a importância da seleção de indicadores e da sistematização. Boa parte dos programas esbarram em questões operacionais por falta de planejamento e de diálogo entre os entes federativos, apontaram.

A segunda mesa redonda foi dedicada às participações internacionais de representantes do Parlamento Britânico, do Parlaméricas e da Universidade de Ottawa, no Canadá, que destacaram a importância da participação da sociedade civil no processo avaliativo e da integração em diferentes instâncias.

Veja o vídeo completo clicando aqui.

3º dia

O terceiro e último dia trouxe algumas práticas de avaliação realizadas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e pela Assembleia Legislativa de Minas Gerais. Também ganhou destaque o trabalho realizado pela Consultoria Legislativa, bem como o da Consultoria de Orçamento e Fiscalização Financeira da Câmara.

A última mesa redonda teve como foco a formação acadêmica de servidores que buscam conhecimento em avaliação de políticas públicas. Representantes da Escola Nacional de Administração Pública (ENAP), do Instituto Serzedello Correa (ISC/TCU); do Centro de Formação, Treinamento e Aperfeiçoamento da Câmara (Cefor) e do Instituto Legislativo Brasileiro (ILB/Senado) deram suas contribuições sobre os desafios de integração e padronização de métodos de ensino sobre a avaliação de políticas públicas.

A diretora da Consultoria Legislativa da Câmara, Luciana Teixeira, enalteceu a importante iniciativa: “Entendo que o Seminário é um marco para o debate no Legislativo, especialmente em um momento de adensamento das reflexões e ações tanto no Executivo, no TCU, na CGU e no Legislativo”, concluiu.

Confira o vídeo completo aqui</a.

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“A tecnologia é uma arma e, por isso, devemos saber como usá-la em nosso favor”, afirmam debatedores no primeiro dia do fórum LegisTech

Sindilegis se uniu a representantes de instituições nacionais e internacionais para discutir a aplicação da tecnologia no Parlamento Brasileiro

Representantes de Casas Legislativas do Brasil – o Sindilegis entre eles – e do mundo traçaram um panorama da inovação e digitalização dos parlamentos durante o primeiro dia do LegisTech Forum 2020, nesta segunda-feira (26). O evento, organizado pela Bússola Tech, contou, em seu primeiro dia, com oito painéis, 12 horas de debate e vários mecanismos e estudos de casos que prometem modernizar os parlamentos tanto do Brasil quanto de outros países.

A Conferência Global em Transformação Digital no Legislativo trouxe experiências da Câmara dos Deputados, do Senado Federal, do Interlegis e da Assembleia Legislativa de São Paulo. O evento contou também com a participação de membros de instituições internacionais como Parlamento da Tunísia, ProCivis, Xcential e Rede Latino-Americana pela Transparência Legislativa. Os casos de sucesso, os desafios tecnológicos e as constantes transformações foram a tônica dos debates.

Unidos pela globalização – Entre as vantagens trazidas pelo home office, está a possibilidade de unir pessoas de vários cantos do mundo para debater assuntos correlatos. Esta é a segunda edição do LegisTech Forum – a primeira ocorreu em São Paulo, presencialmente, em outubro de 2019 –, realizada de forma totalmente online e gratuita, com a opção de tradução simultânea.

O CEO da Bússola Tech, Luís Kimaid, que realizou a mediação do primeiro momento do ciclo de painéis, ressaltou que o Poder Legislativo exerce papel fundamental na constituição de uma interação inovadora entre seus processos e na relação com o cidadão: “Ao trazermos nomes renomados tanto nacionais quanto internacionais para esse nível de discussão, ampliamos o impacto do LegisTech; ele deixa de se restringir apenas a atores de dentro do Poder Legislativo, já que há o potencial de ampla melhoria na eficiência na relação com outros poderes da República, assim como outras esferas”.

Filiados ao Sindilegis também participaram como debatedores trazendo ricas experiências implementadas na Câmara dos Deputados e no Senado Federal. O presidente, Petrus Elesbão, relembrou que vários servidores que se apresentaram tanto na primeira edição do LegisTech Forum, quanto nesta segunda foram agraciados por ideias inovadoras no projeto “Gente que Inspira”: “Ficou bastante claro pra mim que o Parlamento Brasileiro é um farol para tantos outros, modelo e referência de como utilizar a tecnologia para fortalecer o processo legislativo, ser cada vez mais transparente e promover a participação popular”.

Buscando trazer um novo olhar para o Legislativo brasileiro, Mark Stodder, presidente da start-up americana Xcential Technologies, apresentou o LegisPro, software de digitalização que permite automatizar procedimentos legislativos. “O LegisPro não é um programa de software comum para todos. Nosso objetivo é oferecer o controle do aplicativo, configurá-lo da maneira que melhor atenda às suas necessidades e aos usuários de órgãos legislativos ou governamentais e garantir que você nunca fique restrito a um produto do fornecedor”, explicou.

Construção colaborativa – O LegisTech deu o pontapé em seu ciclo de palestras com o suíço Rolf Rauschenbach, da ProCivis, conhecida pela busca do empoderamento digital da sociedade: “Queremos ser a ponte para preencher a lacuna entre os mundos digital e físico”.

Para debater a “Jornada da transformação digital aplicada ao processo legislativo”, tema do segundo painel do dia, o LegisTech contou com um time de peso composto pelos secretários-gerais da Mesa da Câmara e do Senado, Leonardo Barbosa e Luiz Fernando Bandeira de Mello, respectivamente; com María Baron, diretora-executiva global do Directorio Legislativo na Argentina; e Carol Venuto, da Associação Brasileira de Relações Institucionais e Governamentais (Abrig).

Bandeira relembrou as medidas tecnológicas implementadas no Senado no decorrer dos anos, que ocorreram de forma gradual, mas responsável. Entre as medidas recentes, citou a primeira votação remota da Casa, que ocorreu em março deste ano, logo após ser decretada a pandemia devido à Covid-19. “Representantes de parlamentos internacionais entraram em contato conosco para possíveis intercâmbios. O Parlamento não pode fechar e contamos com a tecnologia como grande aliada para sanar essa distância”.

Da mesma forma que pode ser usada para diminuir distâncias, organizar informações e agilizar a comunicação, a tecnologia também pode causar grandes estragos. Para Barbosa, é preciso ter cuidado e responsabilidade com a tecnologia, tendo em vista que ela por si só não garante democracia nem transparência. “Todo mundo tem ideias brilhantes, mas executá-las em instituições bicentenárias não é um processo simples”.

Os efeitos da pandemia também foram abordados pela palestrante internacional. Baron foi certeira ao afirmar que as transformações institucionais devem ocorrer de forma gradual nas instituições devido às complexidades da sociedade. “A participação é ferramenta importantíssima nessa construção. Um bom exemplo que podemos citar é a forma como o mundo conseguiu se conectar e manter o bom diálogo, mesmo à distância. Foi uma solução rápida e eficiente”, afirmou.


Intercâmbio de informações
– O vice-presidente do Sindilegis Alison Souza mediou o terceiro debate, que contou com figuras dos Estados Unidos (Leisel Bogan, do Tech Congress) e do Reino Unido (Ben Belward, do Apolitical), além do filiado e servidor do Senado Márcio Tancredi.

“A arquitetura de uma Casa Legislativa Digital” foi o mote para a discussão. “Este é o momento de pensarmos fora da caixa. Estar com organizações de fora possibilita uma troca de conexões ímpar, que só tem a somar com as experiências que acumulamos. E estamos vivendo um bom momento para a Tecnologia da Informação (TI). A tecnologia possibilita buscar melhores informações para as tomadas de decisão e reduz os custos dos seus processos. Como a necessidade de economizar é muito latente, isso traz ainda mais perspectivas para que possamos utilizar a tecnologia em nosso favor”, apontou Souza.

O vice-presidente questionou Bogan sobre quais metodologias e estratégias o poder público pode utilizar para levar informações de interesse ao cidadão de forma simples e atrativa. “É preciso que o Parlamento construa ferramentas que ampliem a participação social e possam engajar o cidadão a entender que, sim, ele tem uma responsabilidade nesse controle e nessa fiscalização tanto quanto o Congresso”, afirmou.

Para Tancredi, é importante lembrar também que alinhada à discussão sobre a tecnologia, é preciso debater também a interação humana nesse processo: “Estamos falando tanto de tecnologia, mas não podemos nos esquecer das pessoas. É importante que a nossa cultura interna esteja sendo trabalhada no sentido de entender melhor a missão da Casa Legislativa, e respeitar e utilizar essa missão como guia nos trabalhos do dia a dia”.

Legislativo como protagonista – O servidor do Senado Henrique Porath mediou o quarto debate, que tratou da “Experiência do usuário no Legislativo: como mapear as necessidades dos usuários internos e externos?”.
Patricia Roedel, servidora da Câmara e uma das painelistas, trouxe uma apresentação onde revelou uma pesquisa qualitativa feita com usuários a respeito do portal da Casa: “Foi um retorno interessante pois pudemos aferir onde estávamos acertando e onde podíamos melhorar”.

Waldir Bezerra Miranda, do Senado, afirmou que o Poder Legislativo no Brasil tem a oportunidade de ser protagonista na agenda de inovação pública. “É necessário que as Casas invistam em espaços de teste que gerem conhecimento e dialoguem ainda mais com empreendedores públicos e privados, empresas, outras esferas de governo e com o cidadão”, apontou. A discussão também contou com a participação de Vitor Fazio, servidor da Prefeitura Municipal de São Paulo; e Carol Ayres, da Humana.

Coronavírus em pauta – A diretora do Centro de Formação da Câmara (Cefor), Juliana Werneck, ressaltou que a escola atua no suporte à inovação. “Para inovar nós precisamos desenvolver capacidades e uma delas é o conhecimento. Tanto o saber de metodologias, quanto o saber cooperar, e, principalmente, saber escutar. A escuta do usuário é essencial para inovar. A gente ainda está no começo do processo de ouvir o cidadão. Esse é um grande desafio”, observou.

Tema amplamente debatido no período da manhã, o contexto da pandemia da Covid-19 não ficou de fora da discussão nos painéis seguintes. Werneck afirmou que apesar das dificuldades, o período trouxe possibilidades de experimentação: o projeto para oferecer disciplinas do mestrado de forma virtual saiu do papel. “Isso era pensado há meses, mas a gente tinha medo. E nesse momento de crise a gente se deu ao luxo de experimentar”, explicou. A diretora alertou que a inovação no setor público envolve uma série de desafios: “A experimentação vem com a questão do controle, do bom uso do dinheiro público. A empresa privada sabe que o dinheiro investido pode não ter retorno, no setor público não é assim”, declarou.

Segundo José Moulin, da Nexta, os fatores comportamentais são determinantes para facilitar o processo de inovação. “Eu acho que todo servidor ou pelo menos os tomadores de decisão, os definidores de políticas públicas deveriam ter conhecimento da ciência comportamental que está dominando o mundo, do que são os nudges, que podem ser de uma relação custo-benefício fantástica em termos de mudança de comportamento”, apontou.

Antonio Napole, da Kaiser Associates, ressaltou o impacto das mudanças no mundo digital. “A tecnologia muda mais rápido do que a gente. A gente deveria acompanhar essa velocidade de mudança de forma consciente, aceitando que ela pode trazer benefícios e malefícios”.

Vinicius Schurgelies, da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp), destacou a relevância das escolas do Legislativo na construção de parlamentos digitais. “Esses espaços educacionais permitem a congregação de diferentes visões, reúnem pessoas que têm interesse pelo conhecimento, criam um fórum permanente de discussão com troca de experiências que permitem faíscas de inovação no Legislativo”.

Gente que Inspira – O fórum também trouxe um panorama do processo de digitalização nas Casas. Marcus Chevitarese, da Câmara e um dos agraciados com o prêmio Gente que Inspira 2019 do Sindilegis, destacou a importância do planejamento estratégico para os dados gerados pela atividade legislativa. “O rol de informações é muito amplo em termos tanto quantitativos quanto qualitativos. A estratégia de governança desses dados deve buscar um equilíbrio entre a transparência e a privacidade em respeito à Lei Geral de Proteção de Dados”, ressaltou.

Luís Fernando Pires Machado, do Interlegis, apresentou as dificuldades e cases de sucesso nas câmaras municipais. “Cerca de 90% das Casas quase não tem recursos ou proximidade com os grandes centros urbanos, o que as distancia da inclusão digital. O Interlegis realizou a capacitação dos servidores municipais e criou uma comunidade de prática utilizando programas como open source. Hoje chegamos a ter Casas com a certificação digital do prefeito ao encaminhar o processo legislativo digital de uma lei orçamentária para a Câmara Municipal sem papel”, enfatizou.

Transparência em voga – A transparência e o acesso à informação nas Casas Legislativas foi a temática do oitavo e último painel do LegisTech. Para Guilherme Brandão, do Senado, a transparência não deve se limitar à disponibilização de dados públicos. “A concepção contemporânea de transparência vai muito além de colocar as informações públicas de forma acessível para a população. Ela deve incluir além da participação, interação e processos educacionais. A transparência ativa apresenta muito mais oportunidades do que desafios; ela é um campo cheio de oportunidades de desenvolver novas funções e ir muito além do que divulgar textos e informações oficiais”, opinou.

Rodolfo Vaz, da Câmara, explicitou os desafios de tornar as informações do portal da Casa mais acessíveis para o cidadão. “Existem milhares de subgrupos dentro do grupo cidadão comum. Alguns têm muita intimidade com a tecnologia, mas falta de intimidade ou interesse pela política. Outros têm intimidade com a política, mas nem tanta intimidade com a tecnologia. Devido à diversidade e complexidade do processo legislativo, a principal forma que a gente vem buscando de alcançar esses grupos é traduzir para uma linguagem simplificada, que o cidadão consiga entender”.

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Casas Legislativas de todo o Brasil trocam experiências de transformação digital durante o segundo dia do Legis Tech For Democracy

Representantes de 21 Casas Legislativas Brasileiras compartilharam como implementaram projetos ajudaram a manter o funcionamento legislativo durante a pandemia de COVID-19

Em seu segundo dia de evento, o Legis Tech For Democracy promoveu painéis virtuais para apresentar as experiências de diversas casas legislativas em digitalizar seus processos, motivadas, sobretudo pelos tempos de pandemia. O debate foi realizado com o objetivo de reunir ideias e soluções inovadoras, viabilizando um espaço para intercâmbio de diferentes perspectivas e mostrar medidas que asseguraram o funcionamento legislativo brasileiro, em todas as suas esferas.

Representantes de 21 órgãos municipais, estaduais e federais apresentaram, nesta sexta-feira (18), seus desafios e acertos durante o gerenciamento da crise gerada pela Covid-19 e debateram sobre o legado que a transformação digital deixará no pós-pandemia.

A conferência aconteceu simultaneamente com as celebrações em razão do dia 15 de setembro, data em que é comemorado o Dia Internacional da Democracia. O evento é uma realização da Bússola Tech, com apoio do Sindilegis, e foi conduzido por Marco Konopacki.

Alison Souza, vice-presidente do Sindilegis e servidor do Tribunal de Contas da União, participou do fórum e reforçou a importância do uso da tecnologia para o fortalecimento da democracia. “A tecnologia foi uma grande aliada das casas legislativas durante a pandemia. Viabilizou deliberações e votações de forma remota, teletrabalho das equipes e participação da população. Nas câmaras municipais, mais próximas ao cidadão, não foi diferente. No tocante à participação popular, sabemos que não há democracia direta no mundo, mas a tecnologia pode nos ajudar a construir em modelo de democracia mais participativo, sem dúvida.”, refletiu.

Para Luís Kimaid, CEO da Bússola Tech, a pandemia de Covid-19 mostrou que as casas legislativas podem ser líderes da transformação digital no setor público, remodelando paradigmas anteriores e ajudando o Poder Executivo a tornar o uso da tecnologia mais eficaz para uma melhor prestação de serviços públicos. Luís também citou a importância de outras soluções e usou o “Glossário Legislativo”, desenvolvido nas redes sociais do Senado, como uma maneira de alcançar mais pessoas para o engajamento em matérias de relevância para a sociedade.

Durante o evento, o diretor-executivo de gestão do Senado Federal, Márcio Tancredi, explicou as iniciativas encabeçadas pelo órgão durante o contexto de crise sanitária, entre as quais destacou o Sistema de Deliberação Remota (SDR), regulamentado pelo Ato da Comissão Diretora (ATC 7/2020) e desenvolvido em tempo recorde. Como medida de segurança, ele possui verificação em duas etapas para autenticação dos debatedores e permite acesso simultâneo de até 600 conexões, além de gravar a íntegra dos debates, garantindo a segurança do resultado das votações. O sistema ainda possibilita a concessão da palavra e o controle do tempo de fala pelo presidente, além de permitir que os parlamentares conectados possam solicitar o direito à fala. O sucesso da ferramenta foi tamanho que outras casas legislativas pediram informações sobre a solução, que levou o Prodasen a disponibilizar um Manual de Transferência Tecnológica aos interessados.

O coordenador geral do Interlegis, professor Luís Fernando Pires Machado, também avaliou o portal e-Democracia como um importante dispositivo na manutenção da transparência no Legislativo. A plataforma do Interlegis é usada nas casas legislativas de todo o Brasil. As Câmaras Municipais e as Assembleias Legislativas podem solicitar ao Interlegis a instalação do SDR e o treinamento de suas equipes, informando as especificações das máquinas de suas casas legislativas, os procedimentos de uso e as considerações sobre ambiente computacional de cada local , assim como configurações, customizações e integrações.

Representantes de casas legislativas de todo o Brasil compartilharam suas experiências na conferência. Maria Nazaré Lins Barbosa, da Câmara Municipal de São Paulo, órgão responsável por representar 12 milhões de paulistanos, explicou que um dos focos de trabalho da Casa foi o de comunicar as leis de forma simples e amigável à população e que, para isso, foi realizado um forte investimento em perfis em diferentes mídias sociais. A Câmara também realizou uma adequação regimental e treinou os parlamentares para o uso de ferramentas para deliberação e votação remotas. Outro caso de destaque foi o da Câmara Municipal de Nova Mamoré, em Rondônia, representante de um município com 24 mil habitantes, e que por não disporem de uma estrutura de internet que possibilitasse o modelo remoto, passou a disponibilizar as gravações de audiências para garantir o acesso à informação aos moradores.

A Câmara Municipal de Campinas, que conseguiu realizar 297 sessões virtuais durante a pandemia, a Câmara Municipal de Curitiba, que votou 18 projetos em 56 sessões com um custo zero no processo de transformação digital e o trabalho realizado na Câmara Municipal de Manaus, que digitalizou todos os seus processos ainda em 2018, permitindo que apesar do grande impacto da pandemia na capital manaura, manteve suas audiências ininterruptamente.

Participaram, ainda, servidores da Câmara Municipal de Patos – PB; Câmara Municipal de Paracatu – MG; Assembleia Legislativa Rio de Janeiro – RJ; Assembleia Legislativa Rio de Janeiro – RJ; Câmara Municipal de Pouso Redondo – SC; Câmara Municipal de Nova Friburgo – RJ; Câmara Municipal de Marabá – PA; Câmara Municipal de Pouso Alegre – MG; Câmara Municipal de Porto Alegre – RS; Câmara Municipal de Novo Hamburgo – RS; Câmara Municipal de de Goiania – GO; Assembleia Legislativa Rio Grande do Norte; e da Assembleia Legislativa São Paulo.

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Novembro Azul: Sindilegis ressalta a importância de exames preventivos no combate ao câncer de próstata

O exame para detecção do câncer de próstata deve ser realizado a partir dos 50 anos de idade, mas antes disso o homem já pode se consultar com um urologista

Quando o assunto é câncer, já é de conhecimento público que a prevenção é o melhor remédio. A campanha “Novembro Azul” surgiu com o objetivo de pautar a importância da realização de exames preventivos no combate ao câncer de próstata, o segundo tipo mais comum entre os homens. O Sindilegis, na sua qualidade de entidade representativa de milhares de servidores do sexo masculino, ressalta o quanto é imprescindível que os homens cuidem da saúde.

O vice-presidente do Sindicato, Alison Souza, reitera o compromisso da entidade em participar de ações que visem a promoção do bem-estar físico e emocional de seus filiados: “Essa é uma campanha que vem crescendo de maneira muito forte nos últimos anos e tem uma importância tão grande quanto a que trata do câncer de mama. Sabemos que a doença é perfeitamente curável, desde que detectada precocemente. A campanha visa alertar a população, principalmente a masculina, sobre a necessidade do exame periódico”.

O exame para detecção do câncer de próstata deve ser realizado a partir dos 50 anos de idade, mas antes disso o homem já pode se consultar com um urologista. Homens negros ou aqueles com parentes de primeiro grau que tiveram a doença, além dos obesos, configuram um grupo de risco em que o tumor é identificado mais cedo e que precisa iniciar o rastreio a partir dos 45 anos.

Diabetes também pauta o Novembro Azul

Recentemente, a ação passou a englobar, também, o enfrentamento à diabetes. Segundo um estudo realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em parceria com o Ministério da Saúde, cerca de 9 milhões de pessoas são acometidas pela doença no Brasil. O número representa aproximadamente 6% da população do país.

Em sessão solene especial, celebrada em 7 de novembro, no Senado Federal, a presidente da Frente Parlamentar Mista no Combate à Diabetes, a Deputada Federal Flávia Morais (PDT-GO) explicou que 14 de novembro – Dia Mundial da Diabetes – foi escolhido para marcar a campanha de conscientização sobre a diabetes porque foi a data em que nasceu Frederik Banting, médico canadense que descobriu a insulina em 1921. O feito, segundo a deputada, valeu a eles o Prêmio Nobel e alterou por completo a qualidade e a expectativa de vida dos diabéticos.

Com informações da Agência Senado