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Sindilegis trabalha por mudanças na PEC da Rachadinha

Centenas de emendas deverão ser apresentadas à PEC 32 na comissão especial até o início de julho, mas dependem de no mínimo 171 assinaturas válidas dos parlamentares para apreciação. Veja quais o Sindilegis apoiará

 

Uma reforma de Recursos Humanos mal feita, sem qualquer avaliação jurídica, fiscal ou transparência. É assim que o Sindilegis avalia o atual texto da PEC 32/20, em discussão na Câmara dos Deputados. Entre as estratégias, o Sindicato tem trabalhado para aprovar mudanças significativas na redação, com o objetivo de minimizar os terríveis impactos dessa proposta – como o desmonte do serviço público e a abertura para apadrinhamento político.

Além das audiências virtuais com os parlamentares-chave dessa tramitação, a instituição tem buscado apoiamento à emenda substitutiva global, de autoria dos deputados André Figueiredo (PDT-CE) e Professor Israel Batista (PV-DF). Tal redação foi construída com a participação e análise de importantes servidores especialistas no tema e preocupados em defender o Estado e a sociedade.

Uma emenda de autoria do deputado Ricardo Silva (PSB-SP) também recebe apoio do Sindilegis. Tais emendas precisam de no mínimo 171 assinaturas válidas dos deputados para análise da comissão especial. Elas devem ser apresentadas em um prazo de dez sessões ordinárias no Plenário da Câmara.

Confira alguns pontos que o Sindilegis não vai abrir mão em defesa do serviço público e para evitar que os atuais servidores sejam atingidos:

  • Flexibilização da estabilidade – Ponto crucial do debate, o Sindicato entende que essa será a maior das batalhas para alterar a proposta. A emenda substitutiva global subtrai, principalmente, a hipótese de vínculo de experiência como etapa de concurso público, haja vista o descompasso entre o aludido “vínculo de experiência” e a objetivação e/ou impessoalização que caracterizam o concurso público, bem como considerando a aptidão do período de estágio probatório para a aferição da capacidade de efetivo desempenho da atividade laboral por parte do servidor público aprovado em concurso público.
  • Ocupação de cargos de liderança e assessoramento – A PEC 32 amplia o rol de destinação de cargos “políticos” nesses casos. O art. 4º da PEC 32 prevê que todos os servidores, inclusive os atuais, deixarão de ter exclusividade no exercício de atribuições técnicas de chefia, porque as funções de confiança, hoje exclusivas pela Constituição dos servidores efetivos, serão transformadas, por decreto, em cargos em comissão (“liderança e assessoramento”), de livre exoneração, cujos critérios de ocupação (por quaisquer pessoas, inclusive não servidores) serão fixados em mero ato do Chefe do Executivo. O Sindicato defende manter as regras atuais da Constituição Federal. Um exemplo é uma investigação da Polícia Federal em que o chefe da investigação sobre crime eleitoral seja de carreira, e não indicado por apadrinhados.
  • Fragilidade do Regime Jurídico – O caput do art. 2º da PEC cria um limbo jurídico, pois, institui um “regime jurídico específico” de transição, diverso do atual Regime Jurídico Único, sem especificá-lo, deixando os atuais servidores em total insegurança jurídica. Por isso a necessidade de suprimir ou alterar essa redação.
  • Avaliação de desempenho e eficiência da Administração Pública – O caput do art. 41 da PEC 32 possibilita a regulamentação da avaliação de desempenho por meio de lei ordinária, ou seja, até mesmo por Medida Provisória, e não por lei complementar como estabelece a Constituição.
  • Definição das carreiras típicas de Estado – Tal questão ainda é polêmica e encontra-se sem definição.

Essa mobilização precisa de você, filiado! Os servidores que queiram participar das discussões sobre o tema e fazer contribuições podem enviar suas ideias até o dia 25 de junho para o e-mail [email protected].

 

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Carreiras decidem parar dia 23 de junho contra reforma administrativa

Na Assembleia Geral do Fórum das Carreiras de Estado (Fonacate) realizada na tarde dessa segunda-feira (14), as afiliadas – entre elas o Sindilegis – decidiram aderir ao dia nacional de paralisação contra a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 32/2020, da reforma administrativa, dia 23 de junho.

A data promete unir servidores públicos de todo o país contra a precarização dos serviços públicos e os prejuízos da PEC 32.

Organizado pelas centrais sindicais e diversas entidades da sociedade civil, o dia de mobilização terá ações nos estados e manifestações nas redes sociais, como twittaço.

“Essa proposta prejudica sim os atuais servidores e traz prejuízos incalculáveis à prestação de serviços públicos, em especial nas áreas de saúde e educação”, alertou o presidente do Fonacate e da Fenaud, Rudinei Marques.

“O cenário é incerto. Não sabemos como a Câmara vai votar essa matéria sem um debate amplo com todos os deputados. Temos que acompanhar a Comissão Especial da PEC 32 e levantar nossa base para procurar os deputados nos Estados, enviar e-mails, mensagens nas redes. Enfim, somente essa união será capaz de derrotar essa proposta”, disse Celso Malhani, diretor da Fenafisco e coordenador da Comissão Parlamentar do Fonacate.

O Fonacate preparou um documento com os pontos mais críticos da PEC 32 para alertar os parlamentares. Confira abaixo:

 

Pontos mais críticos da PEC 32/2020:

 

  1. Evitar que a PEC 32/2020 atinja os atuais servidores (art. 2º), ou seja: a) não permitir afastamento de servidor por decisão em segunda instância, mantendo o trânsito em julgado (art. 41, §1º, inciso I); b) manter a irredutibilidade salarial para todos (art. 37, inciso XXXIII); c) manter Regime Jurídico dos servidores atuais (a PEC 32 cria um limbo jurídico – art. 2º, caput); d) manter previsão de regulamentação de avaliação de desempenho por LC, para evitar definição por MP (art. 41, caput); e) não permitir que presidente possa alterar por decreto as atribuições de servidores efetivos (art. 84);

 

  1. Manter estabilidade para todos os vínculos efetivos (art. 41 e art. 41-A, inciso II);

 

  1. Excluir vínculo por experiência (art. 39-A, inciso I) e novas hipóteses de contratação por prazo determinado (art. 39-A, §2º);

 

  1. Não permitir cargos de liderança para áreas técnicas e estratégicas (art. 37, inciso V), não permitir o desligamento de cargos de liderança e assessoramento por questões político-partidárias (art. 41-A, parágrafo único) e manter as FCPEs ou FCEs (a PEC 32 permite cargos comissionados sem vínculo efetivo mesmo em atividades sensíveis (art. 39, inciso III).

 

Participe das manifestações e contribua com o envio de mensagens aos parlamentares, conforme instruções do site: https://www.servirbrasil.org.br/pec32nao/

 

Com informações da Ascom/Fonacate

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Entidades da Câmara e do Senado unidas contra a PEC da Rachadinha

Articulação de frentes de atuação para defender o serviço público pautou reunião sobre a reforma administrativa (PEC 32/20)

“Uma andorinha só não faz verão” pode até ser um simples ditado popular, mas nunca esteve tão em voga em tempos de ataque aos servidores. Nesta segunda-feira (14), representantes das entidades de servidores da Câmara, do Senado e do TCU – Sindilegis, Aslegis, Alesfe, Unalegis e Comsefe – estiveram virtualmente reunidos e engajados em impedir que a PEC 32/20, também chamada de PEC da Rachadinha, desmonte o serviço público e abra espaço para apadrinhamento político.

A proposta começou a tramitar na comissão especial da Câmara dos Deputados, onde há discussões de mérito e possibilidades de mudanças na matéria. As entidades pretendem atuar em duas frentes estratégicas: junto aos deputados integrantes do colegiado e por meio de campanha de mídia.

Articulação Política – Entre as ações, as entidades irão agendar audiências virtuais com os parlamentares, bem como garantir a voz dos servidores em uma das audiências da Comissão. Em paralelo, há estudos para apresentação de emendas e coleta de assinaturas para respectiva validação. Também há um grande esforço de mobilização das bases eleitorais nos estados, com a união de centenas de sindicatos e associações por meio do Movimento Basta.

Mídia – Além da realização de lives explicativas do Café com Política do Sindilegis, gravação de podcasts técnicos da Alesfe, publicação de matérias nos sites institucionais e redes sociais, haverá uma ampla campanha de divulgação on-line e off-line em todo o Brasil.

Estiveram presentes a equipe técnica do Sindilegis e os diretores Alison Souza; Fátima Mosqueira e Magda Helena Tavares; o presidente da Aslegis, Claudionor Rocha; o diretor da Comsefe e da Unalegis, Carlos Brescianini; e o assessor de comunicação da Alesfe, Lucas Vicente.

“Esse é um momento importante de união e, com o nosso conhecimento técnico, podemos e queremos contribuir para que as ações das entidades sejam eficazes. Só assim iremos conseguir barrar uma PEC tão ruim para o nosso país como essa”, ressaltou Brescianini.

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PEC 32 contribui para aumento da corrupção no país, aponta estudo da consultoria legislativa do Senado

Nota técnica da consultoria legislativa do Senado Federal, divulgada nesta quarta-feira (19), considera inadequada a designação “reforma administrativa” para se referir à PEC 32/20. Segundo o estudo da Consultoria de Orçamentos, Fiscalização e Controle, a proposta “contribuiria para o agravamento da corrupção no país” e, portanto, seria mais apropriado chamá-la de “contrarreforma administrativa”.

A nota enfatiza que a PEC promove alterações que tendem a aumentar a corrupção na administração pública. Entre elas, a eliminação das restrições atualmente existentes à ocupação de cargos em comissão e funções de confiança, permitindo assim a ocupação, sem limites, por pessoas que não possuam vínculos funcionais com a administração pública. A expansão mínima prevista com a medida é em torno de 207,3 mil postos (156.028 funções de confiança + 51,3 mil cargos em comissão hoje ocupados por servidores de carreira). “Teríamos, assim, uma expansão de pelo menos 29% no montante de postos que podem ser ocupados por pessoas sem vínculo”, destaca o estudo. A tendência é o “aumento dos escândalos na administração pública”, já que tais postos “sempre foram fontes de apadrinhamento, de abusos e de injustiças a concursados”.

O documento analisa os impactos fiscais derivados da aprovação da PEC 32/2020 e apresenta propostas alternativas para o controle das despesas com pessoal e para a eficiência da administração pública. A nota considera “vaga e oblíqua” a única menção feita ao impacto fiscal na exposição de motivos da PEC. “Dada a centralidade da temática fiscal para a PEC, não deixa de causar estranheza, ao menos em um primeiro momento, o fato de o Poder Executivo não ter divulgado qualquer estimativa de seu impacto fiscal”, diz trecho da nota assinada pelo consultor legislativo Vinícius Leopoldino do Amaral.

Além do aumento da corrupção, o estudo aponta como efeitos adversos da PEC a facilitação da captura do Estado por agentes privados e a redução da eficiência do setor público em virtude da desestruturação das organizações. “Os efeitos previstos de redução de despesas são limitados, especialmente no caso da União. Assim, estimamos que a PEC 32/2020, de forma agregada, deverá piorar a situação fiscal da União, seja por aumento das despesas ou por redução das receitas”, conclui o levantamento.

Confira a íntegra da nota técnica aqui.

Foto: Leopoldo Silva/Agência Senado

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Para Sindilegis, relatório de Darci de Matos à PEC 32 é omisso e superficial

Superficial, confuso e omisso. Essa é a avaliação do Sindilegis sobre o relatório do deputado Darci de Matos (PSD-SC) à PEC 32/20. O parlamentar fez a leitura, nesta segunda-feira (17), do parecer favorável à matéria na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados. Para o presidente do Sindicato, Alison Souza, o relator silenciou em relação a pontos sensíveis da matéria. Souza criticou também a superficialidade da análise do parecer, que submete as questões polêmicas à comissão especial, que analisará a matéria após a votação do texto na CCJC.

“O relatório silencia sobre diversas questões prejudiciais à admissibilidade da matéria apresentadas pelas entidades representativas de trabalhadores durante as audiências públicas para debater o tema. Essa omissão representa um enorme prejuízo ao processo legislativo”, afirmou. “O relator não enfrentou um dos pontos mais preocupantes da proposta: a que permite a ocupação de cargos públicos, por prazo indeterminado, aos ocupantes de cargos em comissão, ou seja, não concursados”, completou.

Souza ressaltou também pontos do parecer que apresentam uma redação confusa e trazem extrema insegurança jurídica quanto à preservação dos direitos dos atuais servidores públicos e à manutenção de patamares minimamente razoáveis em favor dos futuros servidores.

Um pedido de vista coletivo na CCJC adiou a votação do relatório à PEC 32 para a próxima quinta-feira (20). Depois de votado no colegiado, o texto segue para análise de uma comissão especial, onde será debatido no mérito (conteúdo).

Foto: Najara Araujo/Câmara dos Deputados

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Movimento Basta reúne entidades e parlamentares do RJ para pedir o fim da PEC da Rachadinha

O Movimento Basta reuniu, na última sexta-feira (14), cerca de 100 lideranças que representam servidores públicos e deputados federais do Rio de Janeiro, bem como vereadores do estado, para protestar contra a votação da PEC 32/20, também conhecida como PEC da Rachadinha. A proposta está em análise na Comissão de Constituição e Justiça e Cidadania da Câmara dos Deputados. Nesta segunda-feira (17), houve pedido de vista coletivo da oposição ao relatório do deputado Darci de Matos (PSD-SC) pedindo a admissibilidade da matéria.

Durante audiência virtual, os participantes discutiram estratégias para intensificar as ações dos sindicatos espalhados nas 27 unidades da Federação a fim de sensibilizar o Congresso Nacional e a opinião pública para que a PEC não seja votada enquanto persistir a pandemia de coronavírus.

“O serviço público está nos enchendo de orgulho durante a pandemia. Os servidores estão fazendo muito pelo Brasil. Não somos contra mudanças ou reformas para melhorar. Somos contra essa proposta porque ela é uma tentativa de desmontar o serviço público e coloca em risco a estabilidade do servidor”, destacou o deputado Alessandro Molon (PSB-RJ).

O deputado Glauber Braga (PSOL-RJ) destacou a importância de reforçar a luta contra a PEC na CCJ. O parlamentar alertou que o projeto de resolução aprovado recentemente na Câmara altera o regimento interno da Casa (PRC 35/2021), modificando a análise de propostas em plenário e, na prática, pode restringir a atuação da oposição e de partidos com menos representantes. Uma das limitações impostas pelo texto aprovado refere-se aos instrumentos de obstrução. Segundo o congressista, a medida pode impactar diretamente a votação da PEC 32. “A pressão nas redes sociais e a nossa articulação são essenciais para impedir que a proposta seja aprovada na CCJ e siga para o plenário”, pontuou.

O deputado Chico D’Angelo (PDT-RJ) ressaltou que os sindicatos de todo o Brasil têm um papel crucial neste momento: “Precisamos nos unir e ampliar nossas ações para barrar, na integralidade, essa proposta absurda e que vai prejudicar a vida das pessoas que necessitam dos serviços públicos”, resumiu.

Tramitação – A PEC 32/20 poderá ser votada nesta quinta-feira (20). Caso aprovada, segue para uma comissão especial a ser criada na Câmara dos Deputados.

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PEC da Rachadinha destrói o serviço público, promove a negociata e precariza o Estado brasileiro, diz presidente do Sindilegis na Câmara

Em audiência pública da CCJC, Alison Souza desmente dados do governo e pede extinção da PEC 32, também conhecida como reforma administrativa

 

O Sindilegis marcou seu posicionamento contra a PEC 32/2020, também conhecida como PEC da Rachadinha ou PEC da reforma administrativa, nesta sexta-feira (30), durante audiência pública da Comissão de Constituição e Justiça e Cidadania da Câmara dos Deputados. O presidente do Sindicato, Alison Souza, desmentiu o argumento do governo federal de que as mudanças nas regras da Administração Pública vão trazer economia aos cofres públicos.

 

“Segundo números do Ministério da Economia, o Brasil economizaria R$300 bilhões em 10 anos com a reforma administrativa. Eu digo sem nenhuma dúvida: é mentira”, afirmou, mostrando que a consequência das medidas propostas na prestação dos serviços públicos traria prejuízos financeiros e sociais infinitamente maiores que a suposta economia. Para o dirigente do Sindilegis e servidor do Tribunal de Contas da União, a PEC da Rachadinha promove a precarização e privatização do serviço público ao propor “uma economia burra”.

 

Souza fez uma breve retrospectiva da história do Brasil para ilustrar que o país é marcado pela ingerência do poder político sobre a estrutura do Estado. O presidente do Sindicato trouxe um exemplo recente das consequências da precarização do serviço público: a tragédia da barragem de Brumadinho, em Minas Gerais, que rompeu em janeiro de 2019, matando 270 pessoas. “Na época do desastre, a Agência Nacional de Mineração, segundo auditoria do TCU, possuía oito técnicos para acompanhar cerca de 800 estruturas, das quais 425 eram barragens. O trabalho, acreditem se quiserem, era feito de forma remota. A última visita dos técnicos no local do acidente tinha ocorrido três anos antes. Um ano depois do desastre, o número de fiscais aumentou de oito para 13. A CPI da Câmara identificou que a empresa que atuava como auditora da estrutura da barragem era a própria projetista. Esse é o modelo de Estado que estão querendo querendo implementar no Brasil”, alertou.

 

Para Souza, a PEC da Rachadinha escancara de vez o domínio dos cargos públicos pela classe política, destruindo o serviço público e precarizando o Estado brasileiro em meio ao caos que a interferência política está causando no combate à pandemia de coronavírus. “São mais de 400 mil brasileiros mortos, a economia paralisada e enquanto estamos vivemos esse drama, o Congresso Nacional está discutindo como acabar com o servidor concursado e colocar apadrinhados dentro da estrutura da administração pública. Precisamos interromper esse processo de ampliação do poder político sobre a estrutura do Estado brasileiro. Eu peço que a PEC 32 seja extinta dentro do Congresso Nacional”, concluiu.

Congresso Nacional dia

Sindilegis vai participar de audiência pública na Câmara para debater reforma administrativa

A Comissão de Constituição e Justiça e Cidadania (CCJ) da Câmara aprovou, nesta quarta-feira (28), requerimentos para que o Sindilegis participe de audiência pública com o objetivo de debater a reforma administrativa (PEC 32/20). Dessa forma, o Sindicato poderá contribuir com a discussão do tema que traz impactos para a vida do servidor e modifica a estrutura do serviço público. A data da audiência ainda não foi definida.

 

A CCJ aprovou também requerimento para que o ministro da Economia, Paulo Guedes, compareça à comissão. A audiência será realizada na próxima terça-feira (4).