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Próximo debate da série especial sobre reforma tributária tem como foco a indústria

Café com Política recebe especialistas do setor industrial na próxima segunda-feira, 24/08, para discutir impacto das novas regras nas empresas

 

O terceiro episódio da série especial do Café com Política sobre a reforma tributária vai ao ar na próxima segunda-feira (24/08). Dessa vez, o debate tem como foco a indústria. Como o setor vê as propostas de modificação do sistema de arrecadação? Como a reformulação pode dar mais competitividade às empresas nacionais e incentivar o crescimento econômico? O que pode ser feito para que a indústria brasileira não fique em desvantagem em relação aos seus concorrentes? Como simplificar o sistema tributário para que as empresas possam investir mais? Esses são alguns pontos que vão ser discutidos por um time de especialistas.

 

Os painelistas convidados pelo Sindilegis são Mário Sérgio Carraro Telles, gerente de políticas tributária e fiscal da Confederação Nacional da Indústria (CNI); e Helcio Honda, diretor jurídico da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). A moderadora será Antonia Márcia Vale, jornalista da TV Senado; e a jornalista convidada é a Grasielle Castro, editora do HuffPost Brasil. O debatedor será Alison Souza, vice-Presidente do Sindilegis para o TCU. A discussão será transmitida pelo canal do sindicato no YouTube.

 

Segundo pesquisa da CNI, 80% dos industriais brasileiros consideram o elevado número de tributos e a alta complexidade como os principais problemas do sistema tributário. A proposta encaminhada pelo governo Bolsonaro ao Congresso prevê a unificação de dois impostos pagos por empresas, o PIS (Programa de Integração Social) e a Cofins (Contribuição sobre Bens e Serviços) em um só imposto sobre valor agregado, a Contribuição Social sobre Bens e Serviços (CBS), com uma alíquota única de 12%.

 

Economistas e empresários apontam como fatores positivos a simplificação e o fim da cumulatividade dos impostos, mas alertam que diversas empresas podem vir a pagar mais tributo com a criação da CBS, em especial as do setor de serviços. O risco é que essas empresas repassem esse aumento de custo para o consumidor final.

 

A princípio, as novas regras não impactarão os empresários inscritos no Simples Nacional. A nova alíquota incidirá sobre a receita decorrente do faturamento empresarial — a receita bruta — e não mais sobre todas as receitas.

 

Serviço

 

III – Reforma Tributária – Indústria

Data: 24/08

Horário: 18h

Onde assistir: Canal no YouTube do Sindilegis

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Servidores do Senado, atenção: Fiquem atentos a notificações sobre Parcela Compensatória

O Sindilegis informa aos seus filiados, servidores do Senado, que porventura receberem notificações do Senado Federal a respeito de novos descontos sobre a rubrica “parcela compensatória”, seja por e-mail ou correspondência, devem procurar imediatamente a Consultoria Jurídica do Sindilegis nos telefones (61) 3214-7301 ou 3214-7339, ou ainda pelo e-mail [email protected].

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Reforma Administrativa é tema de edição especial do Café com Política

Congressistas integrantes das frentes parlamentares que analisam mudanças nas regras do serviço público são os painelistas do fórum digital

 

A reforma administrativa é um tema que tem dominado as discussões no Congresso e no governo federal nos últimos dias. O envio do projeto pela área econômica do governo foi adiado várias vezes e o seu texto permanece desconhecido. Algumas autoridades defendem publicamente a redução de salários e a flexibilização da estabilidade enquanto outras afirmam desejar apenas medidas que garantam maior eficiência ao setor público. Esse tema, inserido no contexto do teto de gastos constitucional, será o fio condutor do Café com Política na próxima quinta-feira, dia 20/08, às 18h. Em mais uma edição digital, o fórum idealizado pelo Sindilegis vai debater os possíveis impactos da reforma no serviço público e na vida dos servidores e da população.

 

Os painelistas convidados são o deputado Tiago Mitraud (Novo-MG), coordenador da Frente Parlamentar Mista da Reforma Administrativa; a senadora Katia Abreu (PP-TO), que atua na Frente Parlamentar; e o deputado Professor Israel Batista (PV-DF), presidente da Frente Parlamentar Mista em Defesa do Serviço Público.

 

O vice-presidente para o TCU do Sindilegis, Alison Souza, será o moderador e o jornalista convidado é o Julio Wiziack da Folha de São Paulo.

 

Na abertura da transmissão, Rudinei Marques, presidente do Fonacate (Fórum das Carreiras de Estado) falará sobre o lançamento do volume 6 dos Cadernos da Reforma Administrativa elaborados pela entidade com o apoio da Frente Parlamentar Mista em Defesa do Serviço Público. Esta edição aborda temas como gestão e avaliação de desempenho no setor público brasileiro.

 

“A busca por um Estado mais eficiente e mais moderno deve nortear o debate sobre a reforma. Nós comungamos da necessidade de transformação do serviço público para a entrega de melhores resultados à sociedade, sobretudo nos estados e municípios. Agora, se efetivamente queremos isso, não podemos ter o servidor público como inimigo da nação. Temos que avançar, isso sim, na qualidade da formulação e execução das políticas públicas. Somente com planos e planejamento adequados será possível alcançar melhores resultados e evitar desperdícios”, declarou Alison.

 

Pela Constituição, compete ao Executivo propor mudanças na estrutura das carreiras do serviço público e definir regras como o direito à estabilidade. Apesar de o governo ainda não ter enviado uma proposta para o Congresso alguns pontos foram ventilados como mudanças nas regras de estabilidade, ampliando o prazo do estágio probatório de três para dez anos para os futuros aprovados; o fim da progressão automática; e a redução no número de carreiras.

 

No Congresso tramitam algumas propostas de emenda à Constituição (PECs) relacionadas ao assunto. Uma delas é a PEC 186/2019, mais conhecida como PEC Emergencial, que prevê a proibição, por tempo determinado, de concursos públicos e a redução da jornada e de salários. Na Câmara um grupo de deputados articula colocar em pauta ao menos quatro projetos que alteram as regras. O mais avançado é um projeto de lei que acaba com as remunerações acima do teto do serviço público de R$ 39,2 mil. A proposta foi aprovada pelo Senado em 2016, mas está parada na Câmara desde 2017. As outras proposições regulamentam punições para servidores por improbidade administrativa e medidas de avaliação de desempenho.

 

Serviço

Café com Política Especial – Reforma Administrativa

Data: 20/08 (quinta-feira)

Horário: 18h

Onde assistir: Canal no YouTube do Sindilegis

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“Reforma tributária aumenta potencial de crescimento da economia”, afirma Bernard Appy

Autor da PEC 45, que tramita na Câmara, apresentou principais pontos da proposta durante live do Café com Política sobre o tema

 

Durante o segundo episódio da série especial idealizada pelo Sindilegis sobre reforma tributária, o painelista Bernard Appy foi enfático ao defender que “a reforma tributária tem um efeito muito grande no potencial de crescimento do país”. A live, transmitida nessa segunda-feira, 17/08, faz parte do fórum de debate Café com Política, que contou com a participação do economista e tributarista, idealizador da PEC 45/2019, que tramita na Câmara dos Deputados. A proposição prevê a extinção de cinco tributos e a criação de outros dois: o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e o Imposto Seletivo (IS). Appy ressaltou que, além de simplificar o sistema tributário, o objetivo da reforma tributária é aumentar o PIB, elevar a renda dos cidadãos e corrigir distorções.

 

A discussão foi mediada pelo jornalista da Câmara Lincoln Macário. O repórter de economia do jornal Valor Econômico Fabio Graner foi o jornalista convidado; e o vice-presidente para o TCU do Sindilegis, Alison Souza, participou como debatedor. Para assistir a íntegra da transmissão acesse aqui.

 

Desafios da reforma tributária

 

Na avaliação de Bernard Appy, um dos desafios da reforma tributária é a adoção de um sistema tributário mais eficiente e simultaneamente mais justo. De acordo com o economista, entre as principais categorias de tributos estão os incidentes sobre bens e serviços. São eles: tributos sobre o consumo, sobre a renda, sobre o patrimônio e sobre a folha de salários. “A discussão da reforma tributária alcança todas essas áreas do sistema tributário brasileiro. A gente tem problemas em todas elas. Alguns maiores, alguns menores. E, de fato, nós temos um sistema que consegue ser simultaneamente muito ineficiente e muito injusto”, avaliou.

 

O que propõe a PEC 45?

 

Appy explicou que a PEC 45 substitui IPI (Imposto sobre produtos Industrializados), PIS (Programa de Integração Social), Cofins (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social), ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) e ISS (Imposto Sobre Serviços) por um único tributo: o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS). “A ideia é trazer para o Brasil as melhores recomendações internacionais com um modelo de ajuste à realidade federativa do Brasil em que o IBS seja para o contribuinte um único imposto, mas que na prática seja a soma de três impostos: um federal, um estadual e um municipal”, afirmou.

 

A PEC propõe também a criação do Imposto Seletivo (IS), que incidiria sobre bebidas alcóolicas e cigarro.

 

Período de transição e alíquotas

 

Para a audiência do Café com Política, Appy explicou que o prazo de transição do atual modelo para as novas regras seria de 10 anos para empresas e consumidores. Nos dois anos iniciais, o IBS teria alíquota de 1% para não alterar a carga tributária.

 

“Esse modelo permite fazer a transição mantendo a carga tributária totalmente constante porque depois de um período de teste você já sabe qual é o potencial de arrecadação do imposto e portanto já pode calibrar os aumentos de alíquotas durante a transição de forma a repor exatamente a perda de receita em função da redução da alíquota dos tributos atuais”, apontou.

 

O prazo de transição para a nova distribuição de recursos entre União, estados e municípios será de 50 anos. “O objetivo é simplesmente mitigar o impacto sobre as finanças estaduais e municipais”.

 

O tributarista esclareceu que a PEC prevê uma alíquota uniforme para todos os bens e serviços, mas cada ente da federação poderá definir o valor que quiser. “Basicamente o sistema funciona da seguinte forma: tem uma ‘alíquota de referência’, que é uma federal, uma estadual e uma municipal, adotada automaticamente ao longo da transição que repõe a receita dos tributos atuais que estão sendo substituídos pelo IBS. Mas a União, cada estado e cada município pode botar, se quiser, a sua alíquota acima ou abaixo da alíquota de referência”, destacou.

 

Momento favorável para a aprovação da reforma

 

Em resposta ao repórter do Valor Econômico Fabio Graner sobre as dificuldades de aprovação da reforma tributária no Congresso ao longo das últimas décadas, Appy considera que o momento é positivo agora. Segundo ele, todos os estados, por meio dos secretários de fazenda, estão apoiando uma reforma para acabar com o ICMS e os benefícios fiscais.

 

“Isso é uma novidade completa no debate político no Brasil. É verdade que os estados estão demandando um Fundo de Desenvolvimento Regional e querem que a União pague a conta desse fundo.  Isso já estava previsto desde o começo da discussão e aí tem que haver uma negociação política. Eu acho que existe um espaço de convergência para um valor razoável. Se a União fizer a conta do ponto de vista de custo-benefício, por mais conservadora que ela seja no cálculo do impacto da reforma tributária, ela vai descobrir que o que ela vai ter de ganho de receita por conta de um maior crescimento da economia vai pagar o custo desse fundo”, avaliou.

 

Impacto da reforma tributária no crescimento da economia

 

Para Appy, a reforma tributária terá impacto direto no crescimento da economia. “A reforma se torna mais relevante por conta da crise atual. Embora os efeitos diretos sejam a longo prazo – durante os primeiros quatro, cinco anos eles são relativamente pequenos –, a partir do sétimo ano os efeitos passam a ser mais relevantes. A percepção é a de que o país vai crescer mais”, declarou.

 

O economista considera que a reforma não pode ser tratada como um jogo em que um ganha enquanto o outro perde. “Assim é impossível avançar. Se a gente entender que se a reforma tributária for aprovada todos ganham significa que no agregado, todos os entes da federação ganham, todos os setores da economia ganham, embora alguns ganhem mais do que outros, fica bem mais fácil de a gente conseguir discutir e tentar viabilizar politicamente a reforma. A razão de fazer reforma tributária é justamente porque ela vai ter um impacto muito positivo sobre o crescimento”, concluiu.

 

Confira aqui a apresentação feita pelo tributarista Bernard Appy, durante a live do Café com Política

Transforma Teletrabalho

Primeira live do projeto Transforma traz o teletrabalho como tema

Projeto do Sindilegis promove colaboração direta dos servidores em Grupos de Trabalho temáticos, fóruns de debate e construção de conteúdo sobre temas de interesse dos servidores e da sociedade

 

Na próxima quarta-feira, dia 19/08, o Sindilegis põe no ar a primeira live temática sob o selo do projeto Transforma. Nesse bate-papo de estreia, o tema é o teletrabalho, modelo que ganhou todas as atenções no período de pandemia da Covid-19. Os convidados serão Paulo Wiechers, Secretário-Geral de Controle Externo do TCU; Claudia Mancebo, Secretária de Gestão de Pessoas TCU e Rodrigo Dolabella, diretor da Consultoria Legislativa da Câmara dos Deputados e Henrique Porath, coordenador do NaInova do Senado Federal. O Vice-Presidente do Sindilegis para o TCU, Alison Souza, será o mediador da conversa.

Wiechers falará de toda a experiência de 10 anos do TCU sobre esse assunto, tendo ele liderado a equipe responsável pela concepção e implantação do processo eletrônico na área de controle externo do Tribunal. Cláudia acaba de conduzir uma pesquisa junto aos servidores da Casa sobre vários aspectos do teletrabalho. Rodrigo e Henrique trarão suas experiências práticas com o trabalho remoto pela Câmara e pelo Senado.

“Temos uma experiência ampla e exitosa no TCU a respeito do teletrabalho. Percebemos que podemos explorar esse modelo em prol das outras Casas e seus servidores, tendo em vista que ele vem sendo aperfeiçoado há mais de dez anos”, destaca Petrus Elesbão, Presidente do Sindilegis.

Transforma

O Sindilegis idealizou o projeto Transforma, um espaço permanente de estudo, discussão e produção de conhecimento sobre assuntos de interesse dos servidores e da sociedade. A iniciativa prevê a constituição de grupos de trabalho multidisciplinares que acompanham projetos de leis, matérias, processos e estudos que possam afetar a vida do servidor ou da população em geral.

Os grupos criados sob o selo do Transforma contam com a participação de servidores das três Casas, diretores do Sindilegis e especialistas externos, selecionados conforme o conhecimento necessário aos diversos trabalhos.

No dia 21 de julho o Sindilegis constituiu formalmente um grupo de trabalho para discutir, avaliar, cooperar e apresentar propostas para regulamentação do regime de teletrabalho na Câmara dos Deputados e no Senado Federal. Desse grupo surgiu requerimento aos Diretores-Gerais no sentido de regulamentar a matéria e de inserir o Sindilegis nessa construção.

O grupo do Sindilegis tem reunido estudos e normativos produzidos no Brasil e em diversos países para oportunizar aos técnicos das Casas material que possa apoiá-los na elaboração de regramentos próprios para cada instituição. O Sindilegis convida os seus filiados a contribuírem com esse trabalho enviando sugestões pelo WhatsApp (61) 9658-0546.

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O economista Bernard Appy é o convidado do 2º episódio da série especial do Café com Política sobre reforma tributária

 

A PEC 45, proposta que tramita da Câmara, será o tema discutido no encontro. O projeto prevê a  extinção de cinco tributos e cria o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS)

 

O Sindilegis segue promovendo a série especial de debates sobre as propostas de reforma tributária que estão em discussão no Congresso Nacional, e na próxima segunda-feira, 17/08, o painelista convidado é o economista e tributarista Bernard Appy, idealizador da PEC 45/2019, que tramita na Câmara dos Deputados. A proposição prevê a extinção de cinco tributos e a criação do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS). A transmissão ao vivo acontece pelo canal do YouTube do sindicato, às 18h.

 

O debate será mediado pelo jornalista da TV Câmara Lincoln Macário, e terá como debatedores o repórter de economia do jornal Valor Econômico Fabio Graner e o vice-presidente para o TCU do Sindilegis Alison Souza.

 

PEC 45/2019: O que muda?

 

A PEC proposta pela Câmara dos Deputados propõe a extinção de 5 tributos e a criação de um Imposto sobre Bens e Serviços (IBS). O IBS substituirá IPI (Imposto sobre produtos Industrializados), PIS (Programa de Integração Social), Cofins (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social), ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) e ISS (Imposto Sobre Serviços).

 

Como funcionaria? O imposto será cobrado sempre no destino, ou seja, no estado ou município onde o bem ou serviço é consumido.

 

A proposta aumenta a tributação dos setores de agronegócio, construção, infraestrutura e serviços.

 

A arrecadação e fiscalização do IBS será compartilhada entre União, estados e municípios. Cada parte poderá fixar a alíquota (%) que quiser, em valores diferentes, que valerá para qualquer bem, serviço ou direito, assim fica preservada a autonomia de cada ente federativo. A arrecadação será gerida por Comitê Gestor Nacional com representantes das três esferas de governo.

 

Transição – O prazo seria de 10 anos para empresas e consumidores e de 50 anos para nova distribuição de recursos entre União, estados e municípios.

 

Nos dois anos iniciais, o IBS teria alíquota de 1% para não alterar a carga tributária.

 

 

 

DIY

#FicaADica: Desenvolva suas habilidades manuais com projetos de DIY

Do It Yourself, do inglês ‘faça você mesmo’, é uma modalidade dedicada a produzir, construir ou modificar coisas e projetos sem o auxílio de profissionais

 

Com a pandemia do novo coronavírus, muitas pessoas precisaram se isolar em casa. Nas primeiras semanas, um livro, filme ou uma série de TV bastavam para distrair a cabeça e espantar o tédio. Mas, passados alguns meses nesse contexto, começamos a reparar cantos que precisam de organização, pinturas que necessitam de retoques e outros detalhes que começam a nos incomodar.

Este período de isolamento deu mais visibilidade a perfis na internet dedicados ao movimento maker, defensor do princípio de que qualquer pessoa pode construir, modificar ou reparar coisas sem a necessidade do auxílio direto de profissionais especialistas. É uma retomada da cultura do “faça você mesmo” (ou do it yourself, em inglês, também conhecido como DIY).

Neste #FicaADica, #FicaEmCasa, o Sindilegis listou cinco canais no YouTube com conteúdo para os interessados em colocar a mão na massa e reformar aquele móvel que sempre desejou ou ainda transformar um cômodo na sua casa.

  • Diycore

 

Karla Amadori é uma designer catarinense que comanda o canal do YouTube totalmente dedicado à arte do DIY, Diycore. A youtuber fala de decorações, reformas,  ensina projetos com simplicidade e promete te ajudar a transformar sua casa num verdadeiro lar.

 

 

  • Mania de Decoração

 

A jornalista e designer de interiores Ráisa Guerra é dona do Mania de Decoração, onde compartilha ideias de baixo custo para renovar os ambientes. A influencer também ensina como utilizar ferramentas e dá dicas de materiais para colocar seus projetos em prática.

 

 

  • Maddu Magalhães

 

A artista plástica carioca Maddu Magalhães se tornou uma das maiores referências sobre decoração e designer no YouTube. Maddu também é fã de games, quadrinhos e cultura geek em geral, o que serve como tema para muitos de seus projetos.

 

 

 

  • Organize Sem Frescuras

 

Rafaela Oliveira é uma personal organizer, dona de um canal no YouTube e um blog homônimos, Organize Sem Frescuras. A youtuber é formada em Design de Produto e pós graduada em Design de Interiores.  Em seu canal, Rafaela divide um pouco das suas experiências com a organização e ajuda a todos interessados em colocar a casa em ordem, oferecendo dicas bem bacanas para deixar a casa mais bonita, organizada e sua vida mais prática.

 

 

  • Família DIY

 

Paulo Pina e Débora Vasconcelos são o casal por trás do canal e blog Família DIY. O professor universitário e a estudante de arquitetura produzem um conteúdo diversificado, que ensina desde coisas práticas, como “furar uma parede de porcelanato”, tutoriais de como cuidar de hortas e plantas até dicas de beleza, tudo na pegada maker e com a possibilidade de economizar.

 

 

Reunião Fonacate

Sindilegis pede transparência e denuncia manipulação feita pelo Instituto Millenium

“Nós precisamos de números precisos e devidamente contextualizados a respeito dos servidores. Sem dados sérios, confiáveis, e a citação de suas fontes, não é possível avançar nesse debate”. Esta foi a fala do vice-presidente do Sindilegis, Alison Souza, na Assembleia Geral do Fórum Nacional Permanente de Carreiras Típicas de Estado (Fonacate) realizada terça-feira, 11/8. A reunião contou com a presença do coordenador da Frente Parlamentar da Reforma Administrativa, deputado Tiago Mitraud.

A fala do vice-presidente do Sindilegis faz referência direta ao estudo divulgado ontem pelo Instituto Millenium que apresenta diversas falácias sobre o setor público.

Para Alison, a busca por um serviço público de qualidade que contribua para uma atuação eficaz do Estado deve ser o ponto central do trabalho da Frente Parlamentar. “Nós, servidores públicos, nos sentimos muito à vontade para falar sobre a necessidade de transformação do Estado e das instituições. Contribuímos para isso todos os dias. Sermos capazes de oferecer serviços de qualidade à população é uma pauta nossa”, ponderou.

Em outro momento da reunião, o vice-presidente do Sindilegis abordou o viés de ajuste fiscal presente no discurso de certas autoridades públicas. “Todos queremos contas equilibradas, mas é lamentável a forma desleal como as coisas são colocadas para a população. Ontem vimos na TV um bom exemplo de manipulação dos números para justificar ataques aos servidores. O estudo apresentado é tão desqualificado que sugere ser possível oferecer educação e saúde sem professores e médicos”, afirmou.

 

Carta aberta JN

CARTA ABERTA AO JORNAL NACIONAL

Brasília, 11 de agosto de 2020

Prezados,

A matéria exibida na edição dessa segunda-feira, 10/08/2020, neste veículo, sobre gastos com o funcionalismo público no Brasil muito possivelmente fez com que o público acreditasse que o grande responsável pelo desiquilíbrio de contas públicas no país é o servidor público.

Nos admira que um produto jornalístico de uma emissora que afirma ter como pilares de seu trabalho a imparcialidade e o compromisso com os fatos tenha feito uso de informações divulgadas por uma entidade que não traz fontes ou mesmo assinatura de especialistas no dito estudo apresentado.

Em momento algum, a matéria informa que o Instituto Millenium tem como um de seus fundadores o ministro da Economia, Paulo Guedes, o que torna o estudo feito pela entidade conveniente e limitado ao tratar da questão de um ponto de vista apenas fiscal.

Compreende-se que o Jornal Nacional acredita que seja possível promover educação e saúde sem a figura de professores e médicos.

O material que fundamentou reportagem no maior telejornal do país é de tão baixa qualidade que nos negamos a apontar suas falhas e utilizá-lo como ponto de partida para um debate inteligente sobre o assunto.

Estivemos reunidos hoje com o deputado Tiago Mitraud, presidente da Frente Parlamentar Mista da Reforma Administrativa, para tratar da transformação do serviço público e pedimos exatamente para estabelecer o uso, com transparência, dos verdadeiros números sobre o funcionalismo público no Brasil.

Desafiamos o Jornal Nacional a apresentar estudos e fontes confiáveis para os dados que apresentou na edição de ontem, em total desserviço à sociedade brasileira.

Caso o jornal tenha real interesse em apresentar informações seguras sobre o assunto, nos colocamos à disposição para apresentar estudos feitos por instituições e especialistas respeitados no Brasil e no mundo.

Atenciosamente,
Diretoria do Sindicato dos Servidores do Poder Legislativo Federal e Tribunal de Contas da União

 

Live Café com Política 9

Luiz Carlos Hauly defende que sistema proposto pela PEC 110 vai destravar economia brasileira

Impactos da proposta que tramita no Senado norteiam debate do primeiro episódio da série especial do Café com Política sobre reforma tributária  

 

O que propõe a PEC 110/2019? Quais são os impactos da proposta no sistema tributário? Quais são as principais diferenças do projeto em relação aos outros textos que estão em discussão no Congresso Nacional? Esses foram alguns dos questionamentos da 1ª live da série especial do Café com Política para debater a reforma política nessa segunda-feira, 10/08. O convidado central do fórum digital foi o economista tributarista e ex-deputado federal Luiz Carlos Hauly (PSDB-PR), autor da PEC 110, que está sendo analisada no Senado.

O debate foi mediado por Cláudia Lemos, jornalista da TV Câmara. O colunista de economia do Correio Braziliense Vicente Nunes participou como jornalista convidado, e o vice-presidente para o TCU do Sindilegis, Alison Souza, como debatedor. Para assistir a íntegra da transmissão acesse aqui.

A proposta de emenda constitucional extingue nove tributos e propõe dois novos. O IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados), o PIS (Programa de Integração Social), a Cofins (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social), o ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços), o ISS (Imposto Sobre Serviços), o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras), o Pasep (Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público), a Cide-Combustíveis e o Salário-Educação seriam substituídos por outros dois tributos: o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e o Imposto Seletivo (IS).

 

Novo sistema tributário para aliviar os mais pobres e destravar a economia brasileira

 

Para Hauly, o sistema tributário brasileiro é um Frankenstein e impede o crescimento da economia. Conforme explicou, ao propor a extinção de nove tributos e a criação do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e do Imposto Seletivo (IS), a PEC 110 vai simplificar o sistema de arrecadação e reduzir a carga tributária. “Nós queremos um imposto só de consumo contra essa parafernália de impostos, um imposto de renda, um imposto pequeno na base da folha de pagamento para gerar emprego e os impostos patrimoniais bem simples também”, afirmou.

 

O economista ressaltou que o trabalhador de baixa renda, que recebe até dois salários mínimos, é o mais penalizado pois paga 53,9% de carga tributária. Com a aprovação da PEC esse percentual seria de menos de 18% e reduziria a tributação de alimentos, medicamentos, transporte urbano, saneamento, educação e saúde. A tributação de comida hoje é de 34% e a de remédios é de 33%. Só com comida e remédio nós vamos dar uma economia para essas famílias de R$ 24 bilhões, ou seja, um ganho de 8% ao mês e no final do ano um salário inteiro líquido”, enumerou.

 

Hauly considera que o momento atual de crise causada pela pandemia de coronavírus é oportuno para a aprovação da reforma tributária. “Não há nada melhor para o governo federal, os estados e os municípios, para ajudar a sair dessa crise, que uma boa reforma tributária. Como diz o (economista francês Thomas) Piketty: ‘não há programa social melhor no mundo que um sistema tributário, progressivo, que elimine a regressividade’. Eu posso dizer que o nosso modelo vai ser o melhor do mundo para diminuir a regressividade e a tributação maior em cima dos pobres, passando para as famílias mais ricas deste país, que (hoje em dia) não pagam quase nada de impostos”, disse.

 

Segundo as projeções do tributarista, é possível eliminar R$ 300 bilhões por ano dos preços de mercadorias, bens e serviços com a mudança do sistema tributário proposto pela PEC. “Vai ser fechado o cerco da sonegação. Com metade do fim da sonegação vai dar um ganho de R$ 300 bilhões de arrecadação adicional e a formalização do PIB de R$ 900 bilhões. A dívida ativa desaparece no modelo novo dando um ganho de mais de R$ 100 bilhões por ano, além da diminuição do custo burocrático em 80%”, destacou.

 

“Somos um país que tem todas as pré-condições para voltar a ser um grande no mundo. De nona economia do mundo em menos de 15 ou 20 anos, se esse modelo for consertado hoje, nós voltaremos a ser a quarta ou quinta economia do mundo. Se fizer reforma fatiada, como já foi feito nos últimos 30 anos 17 vezes reformas fatiadas, o Brasil vai continuar crescendo 0,5%, 1% ao ano”, avaliou Hauly.

 

Principais diferenças entre a PEC 110 e a PEC 45

 

De acordo com o economista, a PEC 110, diferentemente da 45, propõe reduzir a tributação da folha de pagamento que hoje é de 20%. A proposta prevê também que o Salário-Educação venha para o consumo e mudanças no Imposto de Renda: “Enquanto a tributação do Imposto de Renda é 34% na OCDE, a nossa é 21%. Então para ser uma tributação média, ideal no mundo, o Brasil poderia em 10 ou 20 anos aumentar, gradativamente, um ponto na renda e diminuindo um ponto no consumo. E seriam medidas combinadas, (em nível) macro, para que o sistema tributário ficasse leve para o consumidor, leve para as empresas e que as empresas pudessem ter mais liberdade de gerar emprego e crescimento econômico”, ponderou.

 

Fim da guerra fiscal

 

Outro objetivo da PEC 110 é acabar com a renúncia fiscal, apontou Hauly. “O fim da guerra fiscal já foi decretado pelo Supremo Tribunal Federal e regulamentado por lei. Foi dado um prazo de 5, 10 e 15 anos. Isso já tem quatro anos. Os próprios secretários de fazenda e governadores já apoiaram a reforma porque sabem que esse modelo de incentivos fiscais no tributo não pode mais ser dado. Não existe mais em nenhum país do mundo, então os dias estão contados porque senão acaba virando crime de responsabilidade e vai todo mundo preso daqui a pouco. Não é mais possível esse modelo. Os beneficiários por incentivos fiscais sabem disso. Se alguma empresa ou algum estado fez contrato de longo prazo ou maior que os prazos estabelecidos na lei é óbvio que essa empresa vai procurar aí seus direitos na Justiça”, explicou.

 

Novo episódio da série especial sobre reforma tributária vai debater PEC 45

A série de debates idealizada pelo Sindilegis sobre as propostas de reforma tributária que estão em discussão no Congresso Nacional continua na próxima semana. Na segunda-feira, 17/08, o tema será a PEC 45/2019, da Câmara. A proposição prevê a extinção de 5 tributos e a criação de um Imposto sobre Bens e Serviços (IBS). O painelista convidado é o economista Bernard Appy, idealizador da PEC. O debate será mediado por Lincoln Macario, jornalista da TV Câmara e terá como debatedores Fabio Graner, repórter de economia do jornal Valor Econômico e Alison Souza, vice-presidente para o TCU do Sindilegis. A transmissão ao vivo acontece pelo canal do YouTube do sindicato, às 18h.

 

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Afinal, o que são as 3 propostas de reforma tributária que estão sendo analisadas?

Café com Política – Série Especial sobre Reforma Tributária: Levantamos os principais pontos de cada uma das propostas: a do governo, do Senado e da Câmara

 

Nas últimas semanas a reforma tributária voltou a ser amplamente discutida. O tema é difícil, mas é importante entender o que está sendo proposto. Pois, as tributações cercam o nosso cotidiano até mesmo nas pequenas coisas. Existem 3 ideias para viabilizar a reforma tributária. Duas tramitam no Congresso Nacional: a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 110 (Senado Federal) e a PEC 45 (Câmara dos Deputados), além do Projeto de Lei (PL) 3.887/20, elaborado pelo governo federal e capitaneado pelo ministro da economia, Paulo Guedes.

PEC 110/2019: O que muda?

A PEC apresentada no Senado extingue 9 tributos e propõe 2 novos.

O IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados), o PIS (Programa de Integração Social), a Cofins (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social), o ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços), o ISS (Imposto Sobre Serviços), o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras), o Pasep (Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público), a Cide-Combustíveis e o Salário-Educação seriam substituídos por dois novos tributos: o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e o Imposto Seletivo (IS).

O que é o IBS?
O imposto, de competência estadual, incidirá sobre a produção e o consumo de bens e serviço.

O que é o IS?
De competência federal, o imposto incidiria sobre bens e serviços específicos, como bebidas alcóolicas, petróleo e derivados, combustíveis e lubrificantes, cigarros, energia elétrica e serviços de telecomunicações.

Extinção da CSLL
A PEC prevê também a extinção da Contribuição sobre lucro líquido (CSLL). Ela seria incorporada pelo Imposto de Renda (IR), com porcentagens ampliadas.

Autor da PEC 110, o economista e ex-deputado Luiz Carlos Hauly afirmou que a burocracia do sistema tributário tem um custo elevadíssimo para o crescimento da economia brasileira. Segundo ele, a proposta cria uma única norma tributária que vai reduzir os tributos de uma forma geral para toda a sociedade. “Bens e serviços terão uma redução enorme de impostos porque serão eliminados vários tributos. A proposta vai desonerar a folha de pagamento, acabar com a renúncia fiscal, combater a sonegação e zerar a inadimplência. Itens como comida e remédios vão ter uma redução de 80% dos tributos. Isso já dá um ganho muito grande para a população”, ressaltou.

O que cabe, então, à União, aos estados e aos municípios?
Por causa da fusão ou extinção de tributos, há alteração no que chamamos de competências tributárias da União, dos estados e municípios. Para evitar perdas de arrecadação, é proposta a criação de dois fundos para compensar eventuais disparidades de receita per capita (o valor da renda média por pessoa no país) entre estados e municípios.

No caso dessa proposta, o processo de transição será de 15 anos em 2 etapas para a implementação das novas regras tributárias. “Nos primeiros cinco anos, a partilha será fixa, com base na arrecadação média dos últimos três anos, e cada ente terá um índice. Do sexto ano ao 15º, tem período de transição para aplicar princípio do destino, sendo gradativamente 10% por ano”, explicou Hauly em outubro, durante evento da Confederação Nacional dos Municípios (CNM).

 

PEC 45/2019: O que muda?

A PEC proposta pela Câmara dos Deputados propõe a extinção de 5 tributos e a criação de um Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), assim como na PEC 110.

Então, o IBS substituirá IPI (Imposto sobre produtos Industrializados), PIS (Programa de Integração Social), Cofins (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social), ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) e ISS (Imposto Sobre Serviços).

A arrecadação do IBS será compartilhada entre União, estados e municípios. Cada parte poderá fixar a alíquota (%) que quiser, em valores diferentes, que valerá para qualquer bem, serviço ou direito, assim fica preservada a autonomia de cada ente federativo.

Impacto das PECs

Em ambos os casos, a mudança poderia provocar uma redistribuição da carga tributária, com possibilidade de aumento de preços nos setores que eventualmente acabassem pagando mais. Isso poderia elevar custos para algumas empresas do setor. De acordo com o economista Bernard Appy, idealizador da proposta da PEC 45, as companhias que tenderiam a ser mais afetadas seriam aquelas que prestam serviço diretamente ao consumidor final (aquelas que vendem serviços para outras empresas se beneficiariam pelos créditos tributários).

As propostas enfrentam críticas de prefeitos com mais de 100 mil habitantes. Os gestores temem a perda de arrecadação com a extinção do ISS. Para eles, as PECs retiram a competência tributária dos municípios.

A proposta do Governo: O que muda?

O PL 3.887/20, de autoria do governo federal, unifica o PIS (Programa de Integração Social) e a Confins (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social), criando a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS).

O que é a CBS?
O imposto teria uma alíquota de 12%. A arrecadação decorrente da CBS financiará a Seguridade Social, o programa do seguro-desemprego, o Programa de Integração Social (PIS) e o Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep).

A mudança pode representar um aumento expressivo da carga tributária para Saúde e Educação: 67% na carga tributária para os hospitais e laboratórios; e 940% com o fim da isenção sobre PIS/Cofins do Prouni, retirando, apenas da educação superior, cerca de meio milhão de estudantes. Além disso, a proposta do governo pode reduzir 80% das receitas líquidas nas pequenas unidades escolares e hospitalares que atendem a municípios do interior do país.

Na proposta de Guedes. estariam isentos do CBS: serviços de saúde pagos pelo Sistema Único de Saúde (SUS); a venda de produtos da cesta básica; operações com produtos in natura; vendas de bens da Zona Franca de Manaus e das Áreas de Livre Comércio; serviços de transporte público coletivo municipal de passageiros; vendas de imóveis residenciais a não contribuintes (não abarcadas pelo Regime Especial de Tributação); instituições filantrópicas e fundações; partidos políticos; sindicatos; serviços sociais autônomos; templos de qualquer culto; condomínios de proprietários de imóveis; e entidades representativas de classes e conselhos de fiscalização de profissões.

 

Café com Política: série Reforma Tributária

Quer entender ainda mais sobre Reforma Tributária? Para explicar melhor cada uma das propostas, o Sindilegis idealizou uma série especial de lives sobre o tema. Os projetos para alterar o sistema de impostos, taxas e contribuições do Brasil serão o fio condutor dos próximos episódios do Café com Política.

O tema da primeira live do fórum será a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 110/2019, do Senado. O convidado central do debate é o economista e ex-deputado federal Luiz Carlos Hauly (PSDB-PR), um dos autores da matéria. A mediação será feita pela Cláudia Lemos, jornalista da TV Câmara, professora universitária e coordenadora na Associação Brasileira de Comunicação Pública – ABCPública. O repórter e colunista de economia do Correio Braziliense Vicente Nunes participará como jornalista convidado.

Para assistir, acesse o YouTube do Sindilegis, no dia 10/08, às 18h.

Teletrabalho Sergio 2

Sindilegis discute regulamentação do teletrabalho com Diretoria-Geral da Câmara e do Senado

Em reunião com Sérgio Sampaio e Ilana Trombka, dirigentes do Sindicato entregaram documento oferecendo apoio técnico do grupo criado pelo Sindilegis e solicitaram participação nos trabalhos realizados em cada Casa para tratar do tema

O presidente do Sindilegis Petrus Elesbão e os vices Alison Souza e Paulo Cezar Alves se reuniram, nesta quarta (5) e quinta-feira (6), com o Diretor-Geral da Câmara dos Deputados, Sérgio Sampaio, e a Diretora-Geral do Senado Federal, Ilana Trombka, para discutir a regulamentação do teletrabalho no Legislativo. Os dirigentes do Sindicato entregaram documento oferecendo apoio técnico do grupo criado pelo Sindilegis para estudar o assunto e solicitaram participação nos trabalhos realizados em cada Casa sobre o tema.

“Essa é uma demanda urgente e defendemos que esse processo precisa ser transparente e participativo. Nos organizamos para essa discussão e acreditemos que temos muito a contribuir”, afirmou o vice-presidente do Sindiegis, Alison Souza. Na ocasião, ele trouxe ao conhecimento dos DGs toda a experiência de 10 anos do TCU sobre esse assunto, tendo liderado a equipe responsável pela concepção e implantação do processo eletrônico na área de controle externo do Tribunal: “Sabemos que existem diferenças entre o trabalho realizado no Congresso e no TCU, mas essa experiência acumulada de uma década poderá contribuir para agilizar o processo e evitar diversos problemas”.

Ambas as Direções afirmaram que já estão debruçadas em relação à regulamentação do teletrabalho e que experiências e trabalhos neste sentido já vinham sendo desenvolvidos antes da pandemia. Sampaio afirmou que já existem estudos avançados na Câmara que serão submetidos à apreciação da Mesa Diretora. Ilana destacou que o Senado está preparado, mas ressaltou que há áreas mais vocacionadas ao teletrabalho e outras mais sensíveis de dimensionar sem a presença de parlamentares na Casa, especialmente as que possuem natureza presencial, como é o caso de cobertura jornalística ou mesmo a atuação da Secretaria-Geral da Mesa durante as sessões. O assunto também foi discutido em seguida durante a live realizada no Instagram entre os DGs nesta quinta-feira.

Colabore com o GT do Sindilegis sobre Teletrabalho

No dia 21 de julho o Sindilegis constituiu formalmente um grupo de trabalho para discutir, avaliar, cooperar e apresentar propostas para regulamentação do Regime de Teletrabalho na Câmara dos Deputados e no Senado Federal. Desse grupo, que conta com a participação de servidores das três Casas e consultores externos, especializados em direito do trabalho, surgiu o primeiro documento entregue os DGs.

O grupo tem reunido estudos e normativos produzidos no Brasil e em diversos países para oportunizar aos técnicos das Casas material que possa apoiá-los na construção de regramentos próprios para cada instituição. O Sindilegis convida os filiados a contribuírem com esse trabalho enviando sugestões pelo WhatsApp (61) 9658-0546.

“A pandemia nos obrigou a migrar sem o planejamento necessário para o teletrabalho, mas a dedicação e compromisso dos servidores garantiu que o Legislativo se mantivesse de pé e operante, entregando com a agilidade necessária o que o Brasil precisa. Agora precisamos abraçar essa realidade que se impôs, extraindo dela o melhor para que ocorra atendendo aos anseios de todos, sejam os servidores, as Casas e o conjunto da sociedade brasileira”, afirmou Petrus Elesbão.

– Confira o vídeo sobre o Grupo do Sindilegis sobre Teletrabalho:

 

– Assista a live no Instagram entre a Diretora Ilana Trombka e o Diretor Sérgio Sampaio sobre “Como as Casas Legislativas estão se preparando para este novo normal”: