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Em entrevista à Folha de São Paulo, Sindilegis debate teletrabalho e contratação de temporários

Limitação de supersalários, regulamentação do trabalho remoto e da contratação de funcionários temporários são alguns pontos que o presidente do grupo de trabalho da Reforma Administrativa, deputado Pedro Paulo (PSD – RJ), disse que podem estar no texto da Reforma, ainda sem data para ser divulgado.

O presidente do Sindilegis, Alison Souza, deu entrevista ao jornal Folha de S. Paulo sobre as propostas e criticou as ideias de limitar o teletrabalho e de ampliar a contratação de temporários. Na entrevista, Alison defendeu um modelo de trabalho que melhor se adeque a cada realidade do serviço público. “Têm absurdos [em teletrabalho] que precisam ser combatidos, e é difícil colocar regras em um mesmo órgão público em que um determinado setor tem mais trabalho remoto do que outro”, disse.

A maior crítica do presidente, como ele tem reafirmado em declarações, é a regulamentação dos temporários. Segundo ele, esse tipo de contratação permite o controle da máquina pública por gestores eleitos e que regras de seleção, como uma prova, podem ser fraudadas. “Nesse assunto, não temos como convergir [com a proposta]”, diz.

Confira a matéria na íntegra clicando aqui.

Jovem mulher  conversa com o professor em uma videochamada remota, falando sobre aulas e aulas online

Sindilegis e entidades parceiras publicam nota solicitando manutenção do teletrabalho

Publicação reitera solicitação feita em ofício que foi protocolizado no dia 11 de novembro

O Sindilegis assinou nota conjunta com outras entidades representativas sobre o comunicado realizado pelo Ministro Bruno Dantas, no exercício da Presidência, na sessão plenária do dia 16 de novembro, sobre alterações a serem realizadas na jornada de trabalho dos servidores do Tribunal a partir de janeiro de 2023.

O documento, divulgado nesta segunda-feira (21), também endossado pela Auditar, pela AudTCU e pela UNA-TCU, reiteraram os termos de ofício protocolizado junto à Presidência do Tribunal, no dia 11 de novembro de 2022, onde foi solicitada a manutenção da Portaria TCU 9/2022, especialmente em relação à previsão do teletrabalho integral para parte dos servidores e à possibilidade de realização do trabalho híbrido.

Na visão das entidades, a manutenção da modalidade poderá assegurar maior eficiência e melhoria das condições de trabalho, melhor desempenho dos servidores e, consequentemente, melhor prestação dos serviços dentro das atribuições do TCU.

Confira a nota na íntegra clicando aqui.

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Primeiro dia do RGB Summit compartilha experiências de sucesso na adoção do teletrabalho

O evento continua nesta sexta-feira (11), com foco nas vivências do Poder Judiciário. A transmissão ao vivo será feita a partir das 10h pelo canal da Rede Governança Brasil no YouTube

O uso de ferramentas tecnológicas por trabalhadores para comunicação com os colegas de equipe, mesmo que a distância, além da manutenção de suas atividades sem prejuízo à sua produtividade, já eram uma realidade antes da pandemia. Todavia, as mudanças de comportamento exigidas com a chegada do novo coronavírus aceleraram a concretização de uma tendência no dia a dia de organizações públicas, empresas privadas e seus colaboradores: o teletrabalho.

É com o objetivo de debater o recente crescimento desse modelo de trabalho na Administração Pública que a Rede Governança Brasil promove o RGB Summit. O evento, iniciado na manhã desta quinta-feira (10), apresenta estratégias e boas práticas empregadas no processo de implantação do trabalho remoto. Realizado em duas datas, o dia inicial do fórum virtual focou no Poder Executivo. Amanhã (11), o evento analisará os processos no âmbito do Poder Judiciário.

O regime de trabalho foi regulamentado pela Lei nº 13.467 de 2017, mais conhecida como Reforma Trabalhista. Com o novo cenário da pandemia da Covid-19, o modelo foi acelerado e é adotado em diversos setores. Experiências exitosas em outros órgãos públicos, como a do Tribunal de Contas da União, que já adota o trabalho remoto desde 2009, também foram compartilhadas com os participantes. O ministro da Corte de Contas e embaixador da RGB, Augusto Nardes, conduziu a abertura do evento, que também contou com a participação do secretário-geral de Controle Externo do TCU, Luiz Albernaz; do presidente do Sindilegis e servidor do Tribunal, Alison Souza; do presidente da Citrix no Brasil, Luís Banhara; e do ministro da Controladoria-Geral da União, Wagner Rosário.

Para Leonardo Albernaz, uma experiência de sucesso com a implantação do trabalho remoto requer a observação de alguns pré-requisitos: uma base normativa sólida, infraestrutura em soluções de sistemas e tecnologia, qualificação da equipe e dos gestores e a gestão do desempenho. O secretário-geral também expôs dados referentes à efetividade da instituição nesse novo modelo.

“Recentemente, por conta da pandemia, o Tribunal colocou 80% do pessoal em teletrabalho. Por meio de uma pesquisa realizada pelo Instituto Ruy Barbosa, nós conseguimos perceber que mesmo em um ano atípico como foi 2020, 95% dos gestores afirmaram manter uma comunicação eficiente com sua equipe. Outro ponto que chama atenção, e de certa forma acende algum alerta, é o fato de que 62% dos entrevistados afirmaram que a carga de trabalho aumentou nesse período. E um dado que nos tranquiliza é que 88% dos gestores indicaram uma produtividade maior ou constante mesmo diante dos desafios da pandemia”, pontuou Albernaz.

O presidente do Sindilegis e também servidor do TCU, Alison Souza, foi o responsável por coordenar a equipe que realizou a concepção e implantação do processo digital no Tribubal no início da adoção do novo modelo de trabalho. Ele citou uma pesquisa publicada em 2020 pela Fundação Dom Cabral que analisou os efeitos do home office integral na produtividade durante o cenário da Covid-19.

 

Assista ao primeiro dia do RGB abaixo:

Os representantes do Tribunal de Contas foram unânimes em destacar que os próximos esforços para que o modelo continue a ser frutífero devem estar concentrados nos servidores. O bom equilíbrio entre a vida pessoal e profissional, a flexibilidade de uma rotina menos rigorosa, o engajamento das equipes e a troca de conhecimento entre os colaboradores devem ser sempre observados.

O ministro da Controladoria-Geral da União, Wagner Rosário, compartilhou a experiência do órgão na adoção do teletrabalho em 2015. O sucesso da implantação tornou o modelo da CGU uma referência para outras organizações do Poder Executivo. A economia de recursos com foco na manutenção da produtividade foi um dos pilares para o êxito na instituição, mas Wagner pontua que é importante observar, respeitar e adequar o processo de adoção do home office para cada organização.

Luís Banhara é presidente da Citrix no Brasil, empresa que atua em consultoria e suporte para a digitalização dos processos em organizações. O gestor ressaltou o impacto de planejamentos bem estruturados, com metas, índices e critérios claros para a avaliação de desempenho dos colaboradores, mas sem perder de vista a importância de inspirar a motivação com reconhecimento e a oferta de boas condições para a execução das tarefas.

Presidente do Sindilegis aponta desafios e vantagens do teletrabalho

Em sua participação, Alison Souza abordou os desafios dos empregadores e dos colaboradores com o trabalho remoto. Souza compartilhou também o sucesso das experiências do TCU com o home office.

O presidente do Sindicato afirmou ser um entusiasta do teletrabalho, mas ponderou que a realidade é muito nova e precisa ser aprimorada. “O teletrabalho veio para ficar, mas temos que cadenciar”, resumiu. De acordo com Souza, uma das maiores dificuldades do trabalhador é o equilíbrio entre a vida profissional e a vida pessoal com o modelo de trabalho a distância.

Entre os desafios, Souza citou o investimento em soluções tecnológicas para o processo de trabalho das organizações, sejam elas públicas, sejam privadas. Para ele, é essencial também a adoção de ferramentas de controle de pactuação de metas individuais e por setor. “Isso é muito importante porque dá transparência entre os trabalhadores – tanto chefes como subordinados -, o que aponta para uma necessidade de planejamento organizacional muito bem feito. No caso do TCU, nós temos esse controle desde 2010”, explicou.

O RGB Summit é promovido pela Rede Governança Brasil, uma rede colaborativa composta por servidores públicos, gestores e técnicos, professores, especialistas e sociedade, que, de forma conjunta, trabalham em prol da Governança na Administração Pública.

Nesta sexta-feira (11), a partir das 10h, o RGB Summit continuará debatendo as estratégias e boas práticas para o teletrabalho no Poder Judiciário. A transmissão ao vivo será feita pelo canal no YouTube da RGB.

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Sindilegis participa de debate sobre Teletrabalho no Executivo e no Judiciário

Com participação do Ministro do TCU Augusto Nardes e do Ministro do STF Dias Toffoli, RGB Summit será realizado nos dias 10 e 11 de junho. Transmissão será no canal do YouTube da Rede Governança Brasil

Nos dias 10 e 11 de junho, a Rede Governança Brasil realiza o evento online RGB Summit “Teletrabalho: Estratégias e Boas Práticas no Poder Executivo e Judiciário” com o objetivo de debater o modelo de trabalho que vem se consolidando na Administração Pública brasileira, sobretudo, pelos recentes avanços tecnológicos e impulsionado pela pandemia de COVID-19.

As inscrições podem ser realizadas pelos links abaixo:

Dia 10: RGB Summit – TELETRABALHO: Estratégias e Boas Práticas no Poder Executivo – Choose Registration (eventscloud.com)

Dia 11: RGB Summit – TELETRABALHO: Estratégias e Boas Práticas no Poder Judiciário – Choose Registration (eventscloud.com)

No dia 10, com início às 10h, o foco será o Poder Executivo. Exibido gratuitamente no canal do YouTube da Rede Governança Brasil, o RGB Summit terá painéis conduzidos pelo Ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) e Embaixador da Rede Governança Brasil, Augusto Nardes; pelo Presidente da Citrix no Brasil, Luís Banhara; pelo Secretário-Geral de Controle Externo do TCU, Leonardo Albernaz; e pelo Ministro da CGU e Associado Benemérito da Rede Governança Brasil, Wagner Rosário. O presidente do Sindilegis e Técnico de Controle Externo do TCU, Alison Souza, também participará do evento.

“Na Câmara dos Deputados, no Senado Federal e no TCU tivemos exitosas experiências com o trabalho remoto. O Congresso Nacional, por exemplo, foi o primeiro parlamento do mundo a ter sessões deliberativas no meio digital e o TCU tem uma experiência com home office há mais de 10 anos. Participe, espero você lá”, convidou Alison.

No dia 11, será a vez do Poder Judiciário. Os painelistas serão o Ministro do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli; a Diretora da Citrix Brasil, Luciana Pinheiro; a Secretária de Gestão de Pessoas do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Ana Cláudia Mendonça; o Coordenador-Geral do Sindjus-DF, José Rodrigues Costa Neto; e a Advogada-Geral da União Adjunta e Associada Benemérita da Rede Governança Brasil, Vladia Pompeu.

Confira a programação completa do evento aqui.

A Rede Governança Brasil

A RGB é uma Rede colaborativa e qualificada tecnicamente composta por servidores públicos, gestores e técnicos, professores, especialistas e sociedade, que, de forma conjunta, trabalham em prol da Governança na Administração Pública.

Serviço:

RGB Summit – Teletrabalho: Estratégias e Boas Práticas no Poder Executivo e Judiciário

Dia 10, às 10h (Executivo)
Dia 11, às 10h (Judiciário)

Onde assistir: no canal do YouTube da Rede Governança Brasil

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RGB promove debate sobre estratégias e boas práticas para o teletrabalho nos Poderes Executivo e Judiciário

RGB Summit conta com apoio do Instituto de Governança (IGCP) e do Sindilegis

Nos dias 10 e 11 de junho, quarta e quinta-feira, a Rede Governança Brasil promoverá o RGB Summit com o tema “Teletrabalho: estratégias e boas práticas no Poder Executivo e Judiciário”. O evento começa às 10h e será transmitido ao vivo pela página da RGB no YouTube.

A abertura contará com a participação do ministro do Tribunal de Contas da União e embaixador da Rede, Augusto Nardes. O ministro também é o relator da matéria que trata sobre teletrabalho e home office no TCU e refletiu sobre a relevância de uma ampla discussão do assunto: “Precisamos abrir um debate porque ouvir as pessoas é muito importante para que possamos aperfeiçoar essa ferramenta. Aqui no TCU nós já trabalhamos há mais de 10 anos com o teletrabalho, o home office, que é uma novidade em outras instituições. No Tribunal melhorou, aperfeiçoou. Será que nas outras instituições irá acontecer a mesma coisa? É uma interrogação que vamos dissipar com este debate”. Veja o vídeo abaixo:

 

Além de Nardes, o ministro da Controladoria-Geral da União (CGU), Wagner Rosário; o secretário-geral de Controle Externo do TCU, Leonardo Albernaz; e o presidente do Sindilegis, Alison Souza, participarão dos painéis.

O debate abordará questões referentes ao trabalho remoto, como exemplos de boas práticas em governança de pessoas, inovação no mercado de teletrabalho, analisada sob uma visão global, os desafios e as novas perspectivas para os servidores públicos.

As experiências do Tribunal de Contas e da CGU, desde a concepção de estratégias até sua implementação, com avaliação de resultados e desempenho, também serão discutidas.

“Na Câmara dos Deputados, no Senado Federal e no TCU tivemos exitosas experiências com o trabalho remoto. O Congresso Nacional, por exemplo, foi o primeiro parlamento do mundo a ter sessões deliberativas no meio digital e o TCU tem uma experiência com home office há mais de 10 anos. Participe, espero você lá”, convidou Alison.

 

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#FicaADica: Como melhorar a sua produtividade no trabalho em casa com 5 dicas

Modelos de teletrabalho e home office ganharam atenções durante a pandemia. Sindilegis ensina como garantir uma rotina produtiva em 5 dicas

 

Parece que é só ligar o computador para trabalhar em casa que a rua ganha vida.  As distrações aparecem na forma de barulho de carros na pista, vizinhos fazendo obras ao lado, crianças correndo na rua e cachorros latindo. Além disso, para conseguir se concentrar e ser produtivo no teletrabalho ou no home office, é preciso ter disciplina para se esquivar de tentações como a cama, o sofá e a televisão. A mudança na rotina profissional causou estranhamento pra muita gente, mas também trouxe ensinamentos.

O Sindilegis tem participado de discussões sobre a regulamentação do teletrabalho em órgãos legislativos. Novidade para muitos servidores, o modelo de trabalho à distância ganhou todas as atenções em decorrência da Covid-19 como uma forma de assegurar a produtividade sem exposição aos riscos da doença.

Neste #FicaADica, #FicaEmCasa, o Sindicato preparou uma curadoria com 5 dicas para que a implementação do seu trabalho em casa seja eficiente.

  • Crie rituais para definir o início e o fim do seu expediente

 

Sem a possibilidade se locomover para outro espaço com o objetivo de trabalhar, delimitar a sua jornada fica bem mais difícil, já que não existe o horário de chegada e saída dos colegas. Simbolismos simples podem te ajudar a entrar no clima organizacional, já que teletrabalho não significa trabalhar o dia todo. Uma dica de marco simbólico para começar o trabalho, por exemplo, é encher a sua garrafa d´água. Para encerrar o expediente, você pode praticar exercícios físicos.

 

  • Diminua as interferências

Se você não mora só, é preciso avisar a família e os amigos que estará trabalhando em home office e que precisa ter seu espaço e tempo de trabalho respeitados.  Ainda assim, por mais que se converse com outras pessoas que moram com você, muitas vezes é difícil conseguir paz e silêncio necessários para se concentrar. Uma estratégia para evitar interrupções indesejadas é delimitar um espaço dentro da casa onde não vão incomodar você e nem mexer nas suas coisas. O ideal é que seja um cômodo fechado por uma porta. Se não puder dedicar um cômodo para seu escritório em casa, tenha ao menos uma escrivaninha ou um nicho próprio para isso.

  • Evite trabalhar de pijama e invista em ergonomia

 

Quando o assunto é conforto, não restam dúvidas de que o ambiente doméstico é muito mais convidativo do que o escritório. Você não precisa trabalhar de terno e gravata, ou calçar saltos quando estiver em casa, mas é importante estar vestido de forma minimamente séria. Isso vai se refletir na sua autoestima e vai te ajudar a se sentir mais profissional.  Outra dica de ouro para quem busca uma postura de trabalho adequada é investir em um mobiliário funcional e ergonômico. Além de prover mais conforto ajuda a prevenir perda de concentração, dores e até lesões. Lembre-se de que sua saúde no home office depende de você.

 

  • Planeje e defina metas

 

Ao começar a trabalhar em casa você também precisa estar consciente de que é um trabalho como outro qualquer, igualzinho ao que é feito nos escritórios tradicionais. E para isso, planejamento é essencial. É importante que você defina os objetivos e os prazos para alcançá-los porque um dos maiores riscos ao trabalhar em casa é se perder nas demandas pessoais e profissionais. Se você é capaz de prever quanto tempo leva para realizar as tarefas que estão programadas, lembre-se de reservar um período para as que vão aparecer no decorrer do dia ou da semana, aquelas imprevisíveis. E negocie sempre: tenha certeza que poderá cumprir com o combinado. Isso gera confiança e automotivação.

  • Estabeleça rotinas

 

Para que os gestores administrem sua equipe produtiva e motivada para o trabalho, é importante ter rotinas bem definidas. Reuniões diárias e semanais, frequência de feedback e prestação de contas do trabalho devem ser uma prioridade. O feedback é importante para melhorar processos, o ambiente de trabalho e criar um sentimento de pertencimento entre colaboradores que trabalham remotamente. Além disso, produz uma sensação de proximidade e dá mais significado ao trabalho realizado.

 

Quer mais dicas de produtividade?

 

As informações usadas para construir o texto foram baseadas em diversas postagens do site Go Home, um portal dedicado a produzir conteúdo para quem trabalha de casa.

Transforma Teletrabalho

Primeira live do projeto Transforma traz o teletrabalho como tema

Projeto do Sindilegis promove colaboração direta dos servidores em Grupos de Trabalho temáticos, fóruns de debate e construção de conteúdo sobre temas de interesse dos servidores e da sociedade

 

Na próxima quarta-feira, dia 19/08, o Sindilegis põe no ar a primeira live temática sob o selo do projeto Transforma. Nesse bate-papo de estreia, o tema é o teletrabalho, modelo que ganhou todas as atenções no período de pandemia da Covid-19. Os convidados serão Paulo Wiechers, Secretário-Geral de Controle Externo do TCU; Claudia Mancebo, Secretária de Gestão de Pessoas TCU e Rodrigo Dolabella, diretor da Consultoria Legislativa da Câmara dos Deputados e Henrique Porath, coordenador do NaInova do Senado Federal. O Vice-Presidente do Sindilegis para o TCU, Alison Souza, será o mediador da conversa.

Wiechers falará de toda a experiência de 10 anos do TCU sobre esse assunto, tendo ele liderado a equipe responsável pela concepção e implantação do processo eletrônico na área de controle externo do Tribunal. Cláudia acaba de conduzir uma pesquisa junto aos servidores da Casa sobre vários aspectos do teletrabalho. Rodrigo e Henrique trarão suas experiências práticas com o trabalho remoto pela Câmara e pelo Senado.

“Temos uma experiência ampla e exitosa no TCU a respeito do teletrabalho. Percebemos que podemos explorar esse modelo em prol das outras Casas e seus servidores, tendo em vista que ele vem sendo aperfeiçoado há mais de dez anos”, destaca Petrus Elesbão, Presidente do Sindilegis.

Transforma

O Sindilegis idealizou o projeto Transforma, um espaço permanente de estudo, discussão e produção de conhecimento sobre assuntos de interesse dos servidores e da sociedade. A iniciativa prevê a constituição de grupos de trabalho multidisciplinares que acompanham projetos de leis, matérias, processos e estudos que possam afetar a vida do servidor ou da população em geral.

Os grupos criados sob o selo do Transforma contam com a participação de servidores das três Casas, diretores do Sindilegis e especialistas externos, selecionados conforme o conhecimento necessário aos diversos trabalhos.

No dia 21 de julho o Sindilegis constituiu formalmente um grupo de trabalho para discutir, avaliar, cooperar e apresentar propostas para regulamentação do regime de teletrabalho na Câmara dos Deputados e no Senado Federal. Desse grupo surgiu requerimento aos Diretores-Gerais no sentido de regulamentar a matéria e de inserir o Sindilegis nessa construção.

O grupo do Sindilegis tem reunido estudos e normativos produzidos no Brasil e em diversos países para oportunizar aos técnicos das Casas material que possa apoiá-los na elaboração de regramentos próprios para cada instituição. O Sindilegis convida os seus filiados a contribuírem com esse trabalho enviando sugestões pelo WhatsApp (61) 9658-0546.

Teletrabalho Sergio 2

Sindilegis discute regulamentação do teletrabalho com Diretoria-Geral da Câmara e do Senado

Em reunião com Sérgio Sampaio e Ilana Trombka, dirigentes do Sindicato entregaram documento oferecendo apoio técnico do grupo criado pelo Sindilegis e solicitaram participação nos trabalhos realizados em cada Casa para tratar do tema

O presidente do Sindilegis Petrus Elesbão e os vices Alison Souza e Paulo Cezar Alves se reuniram, nesta quarta (5) e quinta-feira (6), com o Diretor-Geral da Câmara dos Deputados, Sérgio Sampaio, e a Diretora-Geral do Senado Federal, Ilana Trombka, para discutir a regulamentação do teletrabalho no Legislativo. Os dirigentes do Sindicato entregaram documento oferecendo apoio técnico do grupo criado pelo Sindilegis para estudar o assunto e solicitaram participação nos trabalhos realizados em cada Casa sobre o tema.

“Essa é uma demanda urgente e defendemos que esse processo precisa ser transparente e participativo. Nos organizamos para essa discussão e acreditemos que temos muito a contribuir”, afirmou o vice-presidente do Sindiegis, Alison Souza. Na ocasião, ele trouxe ao conhecimento dos DGs toda a experiência de 10 anos do TCU sobre esse assunto, tendo liderado a equipe responsável pela concepção e implantação do processo eletrônico na área de controle externo do Tribunal: “Sabemos que existem diferenças entre o trabalho realizado no Congresso e no TCU, mas essa experiência acumulada de uma década poderá contribuir para agilizar o processo e evitar diversos problemas”.

Ambas as Direções afirmaram que já estão debruçadas em relação à regulamentação do teletrabalho e que experiências e trabalhos neste sentido já vinham sendo desenvolvidos antes da pandemia. Sampaio afirmou que já existem estudos avançados na Câmara que serão submetidos à apreciação da Mesa Diretora. Ilana destacou que o Senado está preparado, mas ressaltou que há áreas mais vocacionadas ao teletrabalho e outras mais sensíveis de dimensionar sem a presença de parlamentares na Casa, especialmente as que possuem natureza presencial, como é o caso de cobertura jornalística ou mesmo a atuação da Secretaria-Geral da Mesa durante as sessões. O assunto também foi discutido em seguida durante a live realizada no Instagram entre os DGs nesta quinta-feira.

Colabore com o GT do Sindilegis sobre Teletrabalho

No dia 21 de julho o Sindilegis constituiu formalmente um grupo de trabalho para discutir, avaliar, cooperar e apresentar propostas para regulamentação do Regime de Teletrabalho na Câmara dos Deputados e no Senado Federal. Desse grupo, que conta com a participação de servidores das três Casas e consultores externos, especializados em direito do trabalho, surgiu o primeiro documento entregue os DGs.

O grupo tem reunido estudos e normativos produzidos no Brasil e em diversos países para oportunizar aos técnicos das Casas material que possa apoiá-los na construção de regramentos próprios para cada instituição. O Sindilegis convida os filiados a contribuírem com esse trabalho enviando sugestões pelo WhatsApp (61) 9658-0546.

“A pandemia nos obrigou a migrar sem o planejamento necessário para o teletrabalho, mas a dedicação e compromisso dos servidores garantiu que o Legislativo se mantivesse de pé e operante, entregando com a agilidade necessária o que o Brasil precisa. Agora precisamos abraçar essa realidade que se impôs, extraindo dela o melhor para que ocorra atendendo aos anseios de todos, sejam os servidores, as Casas e o conjunto da sociedade brasileira”, afirmou Petrus Elesbão.

– Confira o vídeo sobre o Grupo do Sindilegis sobre Teletrabalho:

 

– Assista a live no Instagram entre a Diretora Ilana Trombka e o Diretor Sérgio Sampaio sobre “Como as Casas Legislativas estão se preparando para este novo normal”:

Reunião plenária telepresencial TCU

Sessões telepresenciais do TCU proporcionam interação durante julgamento e apreciação de processos

As sessões das Câmaras e de plenário são realizadas por meio de plataforma digital

 

As sessões de julgamento e apreciação de processos do Tribunal de Contas da União (TCU) estão sendo realizadas de forma telepresencial por meio do aplicativo Teams, da Microsoft, desde 28 de abril. As sessões de 1ª e 2ª Câmaras e plenário também são transmitidas ao vivo pelo canal oficial do TCU no YouTube. Para servidores da Corte de contas, além de garantir a continuidade dos trabalhos em meio à pandemia de coronavírus, as sessões por videoconferência proporcionam interação e debate entre ministros e advogados. A implantação do modelo de sessões faz parte dos esforços do órgão no enfrentamento da pandemia do coronavírus. Desde o início da quarentena, os trabalhos do Tribunal passaram para o ambiente virtual.

 

O chefe de gabinete da Presidência e secretário das sessões, Marcelo Pimentel, afirmou que havia receio por parte dos ministros e dos servidores por se tratar de uma ferramenta nova. “Passamos por um processo em que nos certificamos que todos estavam adaptados à ferramenta, fizemos testes e reuniões com ministros e chefes de gabinetes. As sessões telepresenciais permitem um debate mais profundo e uma interação mais efetiva na análise de processos mais complexos”, declarou. Para ele, o resultado do novo modelo de sessões é positivo. “O tribunal não parou uma sessão sequer e continua julgando centenas de processos por semana”, ressaltou.

 

O secretário-geral da Presidência, Maurício de Albuquerque Wanderley, destaca que houve um avanço do processo de debate das matérias em relação às sessões virtuais, que começaram em março por conta do isolamento social. Essas sessões funcionavam apenas com o registro dos votos pelos ministros e ministros-substitutos, sem discussão.

 

“Já na primeira sessão telepresencial observamos debates interessantes com momentos de interação e nas próximas sessões será possível fazer as sustentações orais”, avaliou, ao elogiar o processo de adaptação da Corte que permitiu a realização das videoconferências. “Conseguimos fazer alterações no sistema em tempo recorde. O trabalho feito a várias mãos permitiu que nenhuma sessão fosse adiada. Não foi simples, mas o TCU está funcionando muito bem e analisando os processos, cujo volume é bastante expressivo”, completou.

 

“Ao contrário das sessões virtuais, em que não há interação e debate durante o transcorrer do julgamento, nas telepresenciais os ministros podem se ver e debater entre si. Além disso, é possível que os advogados realizem as sustentações orais de forma mais interativa, defendendo os direitos de seus representados”, explicou o chefe de serviço na Secretaria das Sessões do tribunal, Milton Batista Junior.

 

Além dos ministros, a sala de julgamento conta com a presença de chefes de gabinetes, servidores da Secretaria das Sessões, e técnicos de áudio e vídeo.

 

O secretário de Infraestrutura de Tecnologia da Informação José Renato Alves Affonso disse que o TCU já havia adquirido a plataforma Teams em 2019 com o objetivo de atender à demanda dos auditores que trabalham à distância. “Com a pandemia, nós aceleramos a adoção de soluções para viabilizar as teleconferências. Sem elas, seria inviável dar andamento ao trabalho do TCU. Essas sessões permitem flexibilidade e agilidade para votar, ainda que o ministro esteja afastado fisicamente do tribunal. Isso será um ganho até para sessões futuras quando o isolamento acabar”, afirmou.

 

Milton ressaltou a importância da integração entre a área gestora dos sistemas e as secretarias de Tecnologia da Informação para que o trabalho do TCU não fosse interrompido. “Esse trabalho conjunto é fundamental para o sucesso e pleno desenvolvimento de soluções que permitam ao Tribunal avançar com seus trabalhos em qualquer cenário apresentado, por mais difícil e desafiador que seja”, apontou.

 

Segundo o secretário de Soluções de Tecnologia da Informação Rodrigo Felisdório, o empenho das equipes foi essencial para desenvolver soluções e viabilizar as sessões. “Foi um enorme desafio e com muito comprometimento as equipes conseguiram, em pouquíssimo tempo, soluções de tecnologia para que o tribunal não parasse os seus trabalhos”, destaca.

 

 

 

 

 

 

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Em casa, mas com atividades legislativas a todo vapor!

A tecnologia é a grande parceira para manter a produção no Senado Federal, na Câmara dos Deputados e no TCU

 

A orientação da Organização Mundial de Saúde e dos órgãos de saúde nacionais é de que as pessoas fiquem em casa, pois essa é a única forma conhecida de diminuir o ritmo de contaminação da população pelo novo coronavírus. A quarentena está mudando alguns hábitos e processos, mas ela não impediu que o ritmo de trabalho continuasse em alta nas casas legislativas federais e no órgão de controle de contas da União. A continuidade da produção nas Casas se deve, em boa parte, à tecnologia, além da capacidade técnica do corpo de servidores.

 

Pioneirismo no Senado

O Senado Federal foi pioneiro em instituir um sistema para votação remota nas deliberações legislativas, em face da necessidade de isolamento, devido ao coronavírus. Na sessão do 20/03, em que senadores aprovaram o texto do decreto que reconhece o estado de calamidade pública no país, a votação foi feita por videoconferência. Essa foi a primeira sessão remota da história do parlamento mundial. Mas já no dia 24/03, os senadores participaram de uma sessão simulada por meio de aplicativo instalado em seus aparelhos celulares ou computadores, por meio de autenticação de segurança.

 

A União Interparlamentar (UIP), entidade internacional que promove a cooperação legislativa, confirmou que o Brasil é o único país realizando deliberações com normalidade. Em Parliamentary Responses to Coronavirus, a UIP identifica os desafios que os parlamentos pelo mundo têm enfrentado para manter os trabalhos e aponta o Brasil como único caso em que a tomada de decisões foi transferida, com sucesso, para uma plataforma virtual.

 

A Secretaria-Geral da Mesa do Senado, em parceria com o Prodasen, desenvolveu o aplicativo Sistema de Deliberação Remota (SDR). A solução tecnológica viabiliza a discussão e a votação de matérias em situações de guerra, calamidade pública, pandemia, ou situações de força maior que impeçam ou inviabilizem a reunião presencial. “Estamos fazendo reuniões remotas, protocolo remoto de proposições e diversos contatos, por telefone ou aplicativo de mensagens, com os senadores para passar orientações acerca do uso do sistema” destacou o secretário-geral da Mesa, Luiz Fernando Bandeira de Mello.

 

Além dos parlamentares, que participam dos debates e votações, suas equipes, compostas por servidores efetivos e comissionados, todas estão trabalhando nas análises das matérias e na construção de proposições de emendas.

 

A experiência exitosa despertou o interesse de Câmaras de Vereadores e Assembleias Legislativas em todo o país. E elas podem ter acesso ao projeto e replicá-lo em suas casas legislativas. Basta ser conveniado ao Interlegis (Instituto Legislativo Brasileiro), programa do Senado Federal que promove modernização e integração do Poder Legislativo federal, estadual e municipal. “Esse sistema modelo desenhado pelo Senado brasileiro fortalece a democracia e não deixa os parlamentos pararem, e o parlamento é um dos pilares centrais da República. Nós precisamos de um parlamento atuante, mesmo em situações adversas”, define Marcio Coimbra, diretor do Interlegis.

 

Câmara dos Deputados

A Mesa diretora da Câmara Federal também aderiu ao um sistema de deliberação remota, regulamentando-o por meio do Ato 123/20. Na casa, a plataforma recebeu o nome de #PlenárioVirtual. A comunicação por áudio e vídeo entre os participantes da sessão é feita por meio da plataforma de videoconferência Zoom. A votação é viabilizada pelo Infoleg, aplicativo para smartphones e tablets da Câmara, que exibe para os deputados as opções para as votações.

 

Além de regulamentar o sistema remoto de votações, o mecanismo permite que os gabinetes apresentem projetos legislativos por e-mail enquanto durar a emergência de saúde pública relacionada ao coronavírus. Todo o corpo de servidores está mantendo o fluxo de atividades, de forma digital. O grupo de cerca de 200 consultores da Câmara, que até então nunca tinha trabalhado no regime de teletrabalho, adotou o modelo a partir das medidas implementadas pela Casa (Atos da Mesa 118 e 120)”, relata Claudionor Rocha, consultor parlamentar. Os profissionais utilizam dois softwares de gerenciamento do trabalho: Sisconle e Sisconof, além da ferramenta Jump, para acesso à estação de trabalho.

 

As votações que acontecerão por meio do sistema serão as de matérias que tenham manifestação favorável de líderes que representem dois terços dos membros da Casa, além das lideranças do governo, da Maioria, da Minoria e da oposição. Estas proposições vão tramitar em regime de urgência e não serão submetidas a requerimentos de retirada de pauta, adiamento da discussão ou votação, discussão ou votação parcelada, requerimentos de destaque simples ou quebra de interstício para pedido de verificação de votação simbólica. O quórum mínimo para início da sessão será de 51 deputados – 10% do total de parlamentares. E o quórum para abertura da sessão e início da votação (Ordem do Dia) será contabilizado por meio do registro dos deputados no Infoleg.

 

Tribunal de Contas da União

Em Plenário, o colegiado à frente do TCU optou por promover sessões virtuais para julgamento e apreciação de processos. A implantação antecipada, válida desde o dia 20/03, faz parte dos esforços do órgão no enfrentamento da pandemia do coronavírus. Desde o início da quarentena, os trabalhos do Tribunal passaram para o ambiente virtual. As instruções e pareceres das unidades técnicas, os trabalhos dos gabinetes de autoridades, os trabalhos da Secretaria das Sessões, os trabalhos de TI, todos sendo realizados de forma remota.

 

Contando essa semana, já serão 7 sessões de julgamento realizadas de forma virtual na Casa. Os Ministros, por meio do software de gerenciamento das Sessões (Sagas), acessam remotamente os processos e votam, produzindo os acórdãos. Na sessão virtual as autoridades não debatem entre si no momento da sessão de julgamento. No entanto, outro tipo de sessão está sendo providenciada. É a sessão tele presencial. Por meio de uma ferramenta de tecnologia, os ministros poderão interagir e debater por meio de vídeo no momento do julgamento.

 

Esse trabalho à distância permitiu que o TCU não suspendesse seu trabalho. Os processos continuam sendo instruídos e julgados pela corte de contas. As sessões plenárias estão sendo realizadas virtualmente desde o dia 25 de março. Já, as sessões das Câmaras passaram a acontecer no mesmo modelo desde o dia 31 de março. Essas atividades só aconteciam presencialmente até então.

 

Desde 2010, o TCU trabalha com processos eletrônicos, por meio de um sistema conhecido com e-TCU. Essa ferramenta permite que os trabalhos sejam executados por meio da internet. “O desafio foi adaptar as sessões de julgamento de processos à realidade virtual, o que foi feito em pouquíssimo tempo e com muito sucesso”, avalia Milton Junior, chefe de Serviço na Secretaria das Sessões no TCU. “Milhares de acórdãos já foram produzidos no novo formato de trabalho à distância”, destaca o servidor.

 

O percentual de servidores do Tribunal que segue desempenhando suas funções de forma plena é de quase 100%. “Isso é possível graças ao e-TCU, sistema desenvolvido pelos servidores da Secretaria de Tecnologia do Tribunal. A ferramenta permitiu a virtualização dos trabalhos do TCU”, declara Alison Souza, vice-presidente do Sindilegis para o TCU.

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Covid-19: Sindilegis amplia o atendimento remoto aos filiados

Os filiados podem contar com mais pontos de teleatendimento

 

Canais de comunicação abertos com os filiados e a transparência nas informações e ações capitaneadas pelo Sindilegis têm sido a tônica do trabalho da entidade. No período de quarentena adotado por grande parte da população, com o objetivo de evitar o contágio do novo coronavírus, nossa equipe e Diretoria seguem trabalhando em regime de home office, tirando dúvidas e orientando o público por telefone sobre benefícios e ações em defesa dos servidores.

 

Diante do intenso volume de ligações recebidas nos últimos dias, o Sindilegis turbinou o atendimento ao filiado.

 

Principais telefones

Geral: (61) 3214-7300

Benefícios e Plano Odontológico (Porto Seguro): (61) 99882-3632

Consultas na Odontolegis: (61) 3246-2400

Consultoria Jurídica: (61) 99148-5498 / (61) 99964-9591

 

Recepção

Liliane – (61) 99601-0397 – 9h às 17h

Eneida – (61) 99965-6207 – 9h às 17h

Liana – (61) 99640-3501- 13h às 18h

Suely – (61) 99932-9245 – 09h às 17h

Valéria – (61) 99832-0456 – 13h às 18h

 

Outros contatos

Presidência: (61) 99948-3559/99883-0632/98156-8381 – [email protected]

Administrativo: (61) 99692-2522 – [email protected]

Articulação Política: (61) 98199– 5566 [email protected]

Comunicação: (61) 98248-8541 – [email protected]

Ouvidoria: (61) 98156-8381 – [email protected]

Câmara dos Deputados

Câmara autoriza teletrabalho para todos os servidores e colaboradores da Casa

Sindilegis solicitou à Diretoria Geral da Casa que ampliasse e deixasse mais claro os critérios para adesão aos regimes de teletrabalho ou revezamento previstos em portaria anterior

 

A Câmara dos Deputados publicou uma nova portaria nesta segunda-feira, 23/03, para regulamentar o trabalho da Casa e o acesso ao órgão devido à pandemia do novo coronavírus. A medida, que tem o objetivo de assegurar a saúde dos servidores e colaboradores e frear a propagação do COVID-19, atende a pedido do Sindilegis.

 

A portaria determina o regime de teletrabalho ou de turnos de revezamento para todos os servidores, funcionários terceirizados, estagiários ou menores aprendizes. A necessidade do trabalho presencial deve ser justificada pelas unidades administrativas e legislativas e encaminhadas à Diretoria Geral.

 

O documento ressalta que a medida não pode comprometer as atividades essenciais da Câmara, em especial os serviços internos de saúde e de segurança. Dessa forma, o acesso à Casa está restrito aos servidores e colaboradores que estiverem diretamente relacionados à manutenção desses serviços essenciais.

 

A atuação do Sindicato ganhou destaque em matéria publicada pela Revista Oeste: “O Sindilegis pediu para que todos os servidores e colaboradores realizassem, prioritariamente, teletrabalho. Não sendo possível, um regime de escala ou sobreaviso”, diz trecho da matéria. Leia na íntegra clicando aqui.

 

“O Sindilegis reconhece a seriedade do trabalho realizado pelos presidentes das três Casas, bem como pelos diretores-gerais de cada uma, na adoção de medidas tempestivas para proteger a saúde dos servidores e demais colaboradores dos três órgãos, bem como a saúde coletiva, uma vez que é consenso entre especialistas que o isolamento domiciliar é a maneira mais eficaz de conter a transmissão do vírus e proteger não apenas a si mesmo, mas ao conjunto da sociedade”, disse o presidente do Sindilegis Petrus Elesbão.