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Sindilegis reforça luta contra a Reforma Administrativa em manifestação na Esplanada

A Esplanada dos Ministérios foi tomada por milhares de servidores públicos na manhã desta quarta-feira (29), durante o Ato Nacional em Defesa do Serviço Público e contra a proposta de Reforma Administrativa (PEC 38/2025). A mobilização, convocada pelo Fórum das Entidades Nacionais dos Servidores Públicos Federais (Fonasefe) e pela Central Única dos Trabalhadores (CUT), contou com o apoio do Instituto Servir Brasil, do Sindilegis e de diversas entidades sindicais e centrais, além das frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo.

O Sindicato marcou presença no ato com a participação do presidente da entidade, Alison Souza, e da diretora de aposentados e pensionistas, Magda Helena. Eles se juntaram à multidão de trabalhadores das três esferas (federal, estadual e municipal) que marcharam em frente ao Museu Nacional e pela Esplanada, em protesto contra o que consideram um ataque à autonomia e à estabilidade do funcionalismo.

O presidente da Frente Servir Brasil, deputado André Figueiredo (PDT-CE), e diversos outros deputados federais, se manifestaram no sentido de defender os direitos dos servidores e dos cidadãos. Os manifestantes e os deputados também cobraram maior clareza do governo quanto ao seu posicionamento em relação ao tema. O deputado André, ao lado do presidente Alison, explicou a situação da proposta na Câmara dos Deputados.



Veja o vídeo no instagram do Sindilegis.

A diretora Magda Helena destacou o papel histórico da categoria e os impactos da reforma para toda a sociedade. “Estamos aqui não apenas por nossos empregos, mas pela qualidade do serviço que prestamos à população. A estabilidade é uma garantia para o cidadão, e não um privilégio para o servidor. Derrubar essa PEC é defender a saúde, a educação e a segurança de todos os brasileiros”, declarou.

Érika Kokay (PT-DF), Professor Reginaldo Veras (PDT-DF), Alice Portugal (PCdoB-BA), Ana Pimentel (PT-MG), Fernanda Melchionna (PSOL-RS), Glauber Braga (PSOL-RJ), Idilvan Alencar (PDT-CE), Professora Luciene Cavalcante (PSOL-SP), Talíria Petrone (PSOL-RJ), Sâmia Bomfim (PSOL-SP) e o deputado distrital Fábio Felix (PSOL).

Entre os pontos mais criticados da PEC 38/2025 estão a criação de um sistema de avaliação de desempenho que pode fragilizar a estabilidade dos servidores e abrir espaço para terceirizações, a instituição de uma tabela unificada de remuneração que desconsidera as especificidades das carreiras e regiões, e as novas regras para concursos e trabalho remoto.

O ato desta quarta-feira fez parte de uma série de mobilizações em todo o país que buscam sensibilizar o Congresso e a sociedade sobre os riscos da reforma para o serviço público e para os direitos dos cidadãos.

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Instituto Servir Brasil debate no Sindilegis Reforma Administrativa e estratégias de aproximação com políticas locais

O Instituto Servir Brasil reuniu nesta quarta-feira (13), na sede do Sindilegis, entidades representativas de servidores públicos, com a presença de 20 entidades, para debater possíveis estratégias de enfrentamento ao texto preliminar da Reforma Administrativa (previsto para ser divulgado ainda em agosto) e para discutir os melhores meios de alcançar as políticas regionais ao redor do Brasil.

Na expectativa da divulgação do relatório preliminar do Grupo de Trabalho da Câmara dos Deputados, o Instituto ratificou no encontro sua posição de alerta sobre os desdobramentos do GT. Tendo em vista que ainda não se sabe qual o conteúdo do texto, a Servir Brasil elaborou na ocasião algumas ideias de combate, para serem executadas logo que ocorra a divulgação do documento. Temas como contratação de temporários e critérios para avaliação de desempenho foram alguns dos pontos de preocupação levantados pelo grupo.

Além dos debates sobre a Reforma, a Servir Brasil discutiu estratégias para fortalecer a atuação nas políticas regionais, incluindo a realização de visitas estaduais para articulação com entidades e lideranças políticas locais. O presidente do Sindilegis e do Instituto, Alison Souza, destacou a importância da aproximação estratégica com lideranças regionais e que esse caminho não deve ser pontual, mas de maneira contínua. “Devemos estar cada vez mais presentes no cenário político, e a política é feita no Brasil nos estados e nos municípios. Esse deve ser um movimento permanente da Servir”, disse.

Alison ainda ressaltou que o diálogo deve ser o principal instrumento da entidade, argumentando que o objetivo deve ser alcançar o diferente, tanto na figura das entidades quanto de parlamentares locais. “Temos que conversar com outras forças políticas, não devemos falar para nós mesmos. Precisamos aumentar nosso diálogo”, afirmou.

O Instituto também aprovou o conteúdo de uma nota pública sobre a Reforma Administrativa, divulgada ainda na quarta-feira. Confira o documento na íntegra aqui. O Sindilegis é signatário da nota e reforça seu compromisso com a defesa dos direitos dos servidores públicos e com a preservação de um serviço público de qualidade para toda a sociedade.

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Reforma Administrativa: presidente do Sindilegis alerta para riscos de precarização do serviço público em debate na AdUnB

A Associação dos Docentes da Universidade de Brasília (AdUnB) promoveu, na noite dessa segunda-feira (28), mais uma edição do programa “Diálogos AdUnB”, que teve como tema central a Reforma Administrativa. O convidado especial foi Alison Souza, presidente do Sindilegis e servidor do Tribunal de Contas da União (TCU) há mais de duas décadas, tendo sido entrevistado pela presidenta da AdUnB, Maria Lídia B. Fernandes.

O debate concentrou-se no novo projeto de Reforma Administrativa em tramitação na Câmara dos Deputados, que surge após a rejeição da PEC 32 de 2020. Alison Souza destacou positivamente a iniciativa do presidente da Câmara, Hugo Motta, ao propor medidas voltadas à modernização e à eficiência do serviço público. Contudo, fez um alerta quanto aos riscos de desvalorização das carreiras e à possível perda de garantias fundamentais para os servidores: “Não se alcançará a maior eficiência e maior qualidade do serviço público na ponta, precarizando o direito dos trabalhadores, dos servidores públicos, nem muito menos, criando mecanismos que podem afetar o funcionamento das instituições”, afirmou Souza.

Alison Souza reiterou que a antiga PEC 32, proposta no governo anterior, era “eminentemente fiscalista” e visava a redução de despesas, o que, segundo ele, é um erro. “O serviço público não é um gasto, não é uma despesa, é um investimento que a gente faz na nossa sociedade”, defendeu. Ele criticou a PEC 32 por ser uma “reforma de RH” em vez de uma “reforma do Estado brasileiro”, que deveria focar em planejamento e metas claras para a população.

Sobre a proposta atual, Souza vê um avanço em relação à PEC 32, mas manifestou preocupação com a “contratação temporária”. Para ele, essa modalidade de contratação “vai trazer uma perda de qualidade para o serviço público” e um “aumento da corrupção”, contrariando o princípio do concurso público estabelecido na Constituição de 1988.

O presidente do Sindilegis também enfatizou que a estabilidade do servidor público não é um privilégio, mas sim “uma conquista da nossa sociedade obtida na Constituição Federal de 88”, cujo objetivo é “evitar a ingerência da política sobre o funcionamento do Estado brasileiro”. Ele argumentou que, em um país com histórico de patrimonialismo e desigualdade, a estabilidade é fundamental para blindar o serviço público e garantir que ele funcione para toda a população, especialmente os mais vulneráveis.

“Como nós, servidores, vamos exercer uma atividade de fiscalização ou de construção de uma lei ou mesmo numa escola ou mesmo numa universidade? Se a gente pode, a qualquer momento, estar submetido a uma perseguição, de alguma autoridade ou de algum gestor que seja mais autoritário?”, questionou.

Alison ressaltou a qualidade do serviço público brasileiro, citando exemplos como o SUS, o portal Gov.br e o PIX, além da capacidade de adaptação durante a pandemia. Ele conclamou a sociedade e os servidores, especialmente os professores, a se engajarem no debate, defendendo concursos públicos e valorização profissional.

O Grupo de Trabalho da Reforma Administrativa encerrou seus trabalhos e o coordenador, deputado Pedro Paulo, informou que o anteprojeto deve ser entregue ao presidente da Câmara, Hugo Motta, após o recesso parlamentar. A expectativa é que a reforma seja aprovada no início do segundo semestre.

Reveja na íntegra clicando aqui:

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Sindilegis e OAB-DF se encontram na sede do Sindicato e estreitam o relacionamento institucional

O Sindilegis recebeu, nesta quinta-feira (26), o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil Seccional do Distrito Federal (OAB-DF), Paulo Maurício Braz Siqueira, mais conhecido como Poli, e a diretora de comunicação da OAB-DF, Desirée Sousa, com o objetivo de aproximar as duas entidades. Além do presidente do Sindicato, Alison Souza, esteve presente no encontro o diretor financeiro Petrus Elesbão e o suplente para o Senado, Ely Maranhão.

Entre as discussões tratadas no encontro, os presentes manifestaram preocupações com a construção do texto sobre a Reforma Administrativa, formulado pelo Grupo de Trabalho da Câmara dos Deputados. Alison afirmou que a flexibilização na contratação de temporários é a maior preocupação do Sindicato. “Isso quebra um princípio constituinte sobre influência política na máquina pública”, disse.

As entidades entenderam como oportuna a realização de um seminário, em meados de agosto na OAB-DF, com diversos atores, para discutir os pontos levantados na proposta de Reforma Administrativa a ser apresentada no Grupo de Trabalho da Câmara dos Deputados.

Acompanhe os canais do Sindilegis para mais informações sobre a Reforma Administrativa.

Crédito: Jefferson Rudy/Agência Senado

Reforma Administrativa: Sindilegis terá espaço de fala em audiência, nesta terça (17), na Câmara dos Deputados

Nesta terça-feira (17), o Sindilegis terá uma participação importante na segunda audiência pública promovida pelo Grupo de Trabalho da Reforma Administrativa da Câmara dos Deputados. Essa é a única reunião agendada para ouvir as entidades representativas dos servidores públicos, com início previsto para as 9h30, no Plenário 2 da Câmara.

O debate contará com o presidente da Frente Servir Brasil, deputado André Figueiredo (PDT-CE), que integra o Grupo de Trabalho. O presidente do Sindilegis e também responsável por presidir o Instituto Servir Brasil, Alison Souza, será um dos expositores.

Representatividade e tempo limitado

A audiência reunirá líderes de diversas categorias de servidores públicos. Alison Souza, além de representar o Sindilegis, falará em nome do Instituto Servir Brasil, braço operacional da Frente. Também participam representantes de federações e sindicatos de diversas áreas, como judiciário, fisco, segurança, agências reguladoras e educação.

Apesar da importância do tema, o tempo de fala para cada um dos 17 expositores foi limitado a apenas três minutos. Alison Souza expressou a preocupação das entidades com essa limitação. “Reconhecemos o esforço do GT em abrir esse espaço de escuta, contemplando servidores de diferentes poderes, esferas e segmentos. No entanto, é impossível abordar, em apenas três minutos, um tema tão relevante e complexo como a reforma administrativa. Essa limitação de tempo dificulta um debate qualificado e impede a exposição adequada das preocupações e propostas das entidades”, afirmou.

Próximos encontros

Ainda na terça-feira (17), no período da tarde, o Grupo de Trabalho realizará sua terceira audiência pública. Desta vez, o foco será em representantes do setor produtivo nacional, com a presença de lideranças de confederações da indústria, comércio, transporte, agricultura e pecuária, além de instituições financeiras.

A última audiência pública deve acontecer no dia 1º de julho.

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“Servidor público é parte da solução, não do problema”: confira como foi a participação do presidente do Sindilegis na TV Sindireta

O presidente do Sindilegis, Alison Souza, participou nesta sexta-feira (13) de uma conversa com o presidente da Confederação dos Servidores Públicos do Brasil, João Domingos, na TV Sindireta. O debate focou na importância do serviço público para o desenvolvimento do país, tendo como pano de fundo a proposta da Reforma Administrativa pelo Grupo de Trabalho da Câmara dos Deputados.

Durante a conversa, Alison pontuou que, embora o serviço público no Brasil demande reformulação, esta discussão não pode ser iniciada e concluída em 45 dias. Além disso, o presidente do Sindilegis destacou que a ideia de Estado mínimo é uma falácia, visto que a maioria dos brasileiros precisam de um Estado presente. “80% dos jovens estudam em escolas públicas; três a cada quatro brasileiros não têm plano de saúde. O Estado mínimo afetaria essa população”, falou.

Alison disse ainda que a classe sindical não é contra a Reforma Administrativa, mas que essa reforma não pode ser vista apenas pelo ângulo do gasto público. “Mais uma vez estamos cometendo o erro de tratar a Reforma sobre ajuste fiscal, isso está errado, porque serviço público não é gasto, é investimento”, disse. “O que vai dar certo é a gente se unir e fazer uma boa discussão sobre o serviço público que gera desenvolvimento social e econômico”.

Outro ponto levantado pelo presidente do Sindilegis foi a flexibilização das contratações temporárias no setor público. Segundo ele, um em cada quatro servidores já é temporário e não há evidências de que esse modelo tenha melhorado a qualidade dos serviços prestados à população. “O que melhorou para a população? Houve avanço na saúde, na educação? Não existem esses números. Estão tomando decisões no achismo”, criticou.

A composição do atual parlamento e como isso afeta a proposta da Reforma também foi discutido pelos presentes. Segundo Alison, o Congresso deve participar das discussões como mediadores entre o serviço público e o setor produtivo.

Por fim, Alison reforçou que o verdadeiro problema do Brasil não está no servidor público, mas sim na falta de gestão eficiente, especialmente nos níveis estadual e municipal. “O serviço público é parte da solução, não do problema”, afirmou. “O problema do país, na verdade, é gestão, que está muito aquém das necessidades da sociedade. O serviço público deve existir para um propósito, atrelado ao planejamento do estado ou do município”, falou.

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Sindilegis, Frente Servir Brasil e entidades representativas alinham estratégias sobre Reforma Administrativa

O Sindilegis e a Frente Servir Brasil se reuniram virtualmente, nesta quinta-feira (5), com entidades representativas e lideranças do serviço público de todo o país para alinhar estratégias e consolidar uma frente unificada em defesa do serviço público e para discutir a Reforma Administrativa, que já conta com um grupo de trabalho na Câmara dos Deputados para discutir a pauta. No total, quase 300 pessoas participaram da reunião.

O Sindilegis, que atualmente preside o Instituto Servir Brasil – braço operacional da Frente Servir Brasil, participou da reunião na pessoa do presidente Alison Souza, que manifestou preocupação com os pontos das propostas conhecidas do grupo de trabalho, principalmente sobre as novas formas de contratação, entre elas a contratação simplificada ou de cargos temporários.

Alison também levantou a necessidade de defesa do serviço público principalmente nos estados e nos municípios, visto que o cidadão da ponta é o que mais necessita de um serviço de qualidade.

Os presentes debateram várias estratégias para influenciar o trabalho do GT da Câmara, em busca do fortalecimento do serviço público brasileiro. Para a discussão de demais encaminhamentos, foi criado um grupo de WhatsApp para que os interessados debatam e troquem iniciativas, disponível aqui.

Vale informar que já há reuniões confirmadas entre o grupo de trabalho e setores da sociedade civil. Na próxima terça-feira (10) haverá a primeira reunião com o terceiro setor, enquanto no dia 17 o encontro será com entidades ligadas aos servidores, com a presença confirmada de Alison Souza. Vale informar que no dia 24 de junho o grupo deve se reunir com o setor produtivo.

Acompanhe o Sindilegis para mais informações e atualizações sobre a Reforma Administrativa.

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Sindilegis dá início à mobilização em defesa do serviço público nos debates sobre a Reforma Administrativa

Em meio à movimentação da Câmara dos Deputados pelo início das discussões sobre a Reforma Administrativa, o Sindilegis esteve presente na Casa, na quarta-feira (28), e conversou com os deputados Pedro Paulo (PSD-RJ) e Zé Trovão (PL-SP), responsáveis pelo Grupo de Trabalho (GT) sobre o tema, a fim de garantir a defesa dos direitos dos servidores públicos (veja ao fim da matéria detalhes do GT).

Em conversa com o presidente do Sindicato, Alison Souza, o deputado e autor do requerimento de criação do GT, Zé Trovão, informou que o objetivo do GT é apresentar, ao final dos 45 dias de trabalho, um “pacote” de medidas relacionadas à Reforma Administrativa, que deverá incluir uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC), Projetos de Lei Ordinária e Projetos de Lei Complementar

O parlamentar também ressaltou que a intenção não é prejudicar os servidores públicos, mas promover discussões sobre alguns assuntos, como a forma de ingresso no serviço público, os “supersalários” e o uso de tecnologias para ganho de eficiência.

Já em relação a Pedro Paulo, coordenador do GT, o Sindilegis se colocou à disposição como entidade colaboradora no processo, manifestando interesse em participar das reuniões e audiências públicas.

Ainda, vale informar que foi formalizado junto aos gabinetes dos Deputados Pedro Paulo e Zé Trovão o interesse do Sindilegis em participar das audiências públicas que serão realizadas pelo GT da Reforma Administrativa, como representante dos servidores do Poder Legislativo e do Instituto Servir Brasil.

Grupo de Trabalho

A Câmara dos Deputados instituiu nesta quinta-feira (29) o Grupo de Trabalho (GT) com a finalidade de discutir e elaborar propostas sobre a Reforma Administrativa. O presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), havia anunciado a criação do GT na última semana e que o Grupo buscaria a eficiência da máquina pública brasileira

De acordo com o Ato da Presidência da Câmara que oficializou o GT, o Grupo terá o prazo de 45 dias prorrogáveis para concluir os trabalhos.

Confira abaixo os nomes dos parlamentares que integram o Grupo de Trabalho:

I – André Figueiredo (PDT/CE);
II – Aureo Ribeiro (SOLIDARIEDADE/RJ);
III – Capitão Augusto (PL/SP);
IV – Dr. Frederico (PRD/MG);
V – Fausto Santos Jr. (UNIÃO/AM);
VI – Gilberto Abramo (REPUBLICANOS/MG);
VII – Julio Lopes (PP/RJ);
VIII – Luiz Carlos Hauly (PODE/PR);
IX – Marcel van Hattem (NOVO/RS);
X – Neto Carletto (AVANTE/BA);
XI – Pedro Campos (PSB/PE);
XII – Pedro Paulo – Coordenador (PSD/RJ);
XIII – Pedro Uczai (PT/SC);
XIV – Talíria Petrone (PSOL/RJ).

Segundo o Ato, os trabalhos poderão ser incluir audiências públicas e reuniões com órgãos e entidades da sociedade civil organizada, bem como profissionais, juristas e autoridades relacionadas ao tema.

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Em reunião promovida pelo Instituto Servir Brasil, Sindilegis manifesta preocupação quanto à proposta de reforma administrativa no serviço público

O Sindilegis recebeu, na quinta-feira (10), o Instituto Servir Brasil, que realizou reunião para traçar formas de se posicionar no debate político do país. O Instituto é a entidade que atua como braço operacional da Frente Parlamentar Mista em Defesa do Serviço Público brasileiro.

No encontro, o presidente do Sindilegis e diretor interinstitucional da Servir Brasil, Alison Souza, mostrou-se preocupado com o movimento de entidades e de parlamentares pela implementação da reforma administrativa no Brasil. Tendo isso em vista, ele sugeriu que o Instituto se inserisse no cenário político e social como uma entidade que pode influenciar, de maneira ativa, o debate público.

Para isso, Alison sugeriu a adoção de duas ações: a primeira é intensificar a aproximação com parlamentares a fim de estreitar relações com o Legislativo; a segunda é realizar eventos periódicos com temas definidos, como equilíbrio fiscal ou reforma administrativa, por exemplo, com o objetivo de movimentar o debate público.

Também ficou definido que as reuniões do Instituto devem acontecer mensalmente, na sede de cada entidade que compõe o grupo.

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”A estabilidade foi criada pra proteger o serviço público, não o servidor”. Entrevista com presidente do Sindilegis é destaque no jornal Correio Braziliense deste domingo (29)

Na edição impressa do Correio Braziliense deste domingo (29), o Sindilegis ganhou destaque com uma entrevista do presidente Alison Souza.

Entre outras coisas, Alison destacou a importância de proteger o serviço público das disputas políticas, a instalação da mesa permanente de negociação em cada órgão e o retrocesso que a PEC 32/20 representa.

Leia a íntegra da entrevista abaixo:

No dia 6 de outubro de 1988, um dia após a promulgação da Constituição Federal, foi fundado o Sindicato dos Servidores do Poder Legislativo Federal e TCU, o Sindilegis. A vida do servidor melhorou de lá para cá?

Em geral, sim. Acredito que muitas das melhorias ocorreram em razão do desejo dos constituintes de proteger o funcionamento do serviço público das disputas de poder, naturais na política. Os princípios que regem a Administração Pública, a estabilidade, o concurso público e outras normas legais dessa época são prova disso. A vida do servidor melhora quando os gestores são qualificados e compromissados com os objetivos das instituições que administram.

O sonho de muita gente que se prepara para passar em concurso é ingressar no Poder Legislativo, considerado um empregão. É isso mesmo?

Os órgãos do Poder Legislativo são ótimos lugares para se trabalhar. São instituições bicentenárias, com muita tradição e importância para o país. É gratificante trabalhar em órgãos que estão no centro dos acontecimentos mais significativos para a nossa população. O corpo de servidores é altamente qualificado e isso cria oportunidades para o contínuo desenvolvimento pessoal e profissional dos colegas. O convívio com as autoridades também é enriquecedor. Elas personificam as diversas visões de país que existem. E, claro, os salários ainda são bons.

Nesta data em que se comemora o Día do Servidor, qual é hoje a principal demanda do funcionalismo público?

Olha, são muitas pautas. Hoje, pra mim, a principal delas é a instalação da mesa permanente de negociação em cada órgão. Essa mesa está prevista na Convenção 151 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), da qual o Brasil é signatário. Como na iniciativa privada, os servidores também devem ter o direito de negociar com os administradores dos órgãos as questões trabalhistas. Isso trará transparência a essa relação e beneficiará a ambos os lados.

A PEC 32/20, proposta que ameaça a estabilidade dos servidores públicos, está parada na Câmara. Acredita que há espaço para avançar nesta legislatura?

Espero que não. A PEC 32/20 é desastrosa. Se os objetivos dela, conforme se anuncia para a população, são economia e eficiência, então temos um problema muito grave nessa PEC. Nenhuma das soluções previstas nela está embasada em estudos técnicos, que comprovem sua eficácia. O TCU solicitou ao então ministro da Economia, Paulo Guedes, os supostos estudos. Nada foi entregue até hoje. Mexer nas regras da Administração Pública para aumentar a ingerência da classe política no funcionamento do serviço público por meio de cargos temporários e terceirização não me parece uma boa ideia. Nem para a sociedade e nem para a própria classe política.

A estabilidade leva a uma acomodação dos servidores públicos?

O servidor público é como qualquer trabalhador da iniciativa privada. Existem os mais motivados e os menos. Creio que as condições de trabalho, vocações, valorização das pessoas, saúde mental e outros elementos afetam mais a motivação do que a questão da estabilidade. Como eu disse, a estabilidade foi criada pra proteger o serviço público, não o servidor. Imagina ter que dizer não a uma autoridade sem ter estabilidade? Mesmo o trabalhador da iniciativa privada é capaz de entender isso. Quantos deles, para preservar o emprego, tiveram que se calar diante de situações ruins? Só que no caso do serviço público, é o interesse geral e coletivo da população que está em risco, daí a estabilidade: para proteger o interesse público.

Ainda vale a pena fazer concurso público?

Olha, cada pessoa tem suas perspectivas pessoais. Vejo pessoas que estão no serviço público pelo bom salário oferecido neste ou naquele cargo, mas que não possuem vocação. Sofrem. Dinheiro é bom, mas não é tudo. No início é ótimo, mas com o tempo a desconexão entre o trabalho que se realiza e o propósito de vida fala mais alto e impõe sofrimento. Mas é claro que dizer isso a uma pessoa que ganha um salário mais baixo é um tanto complicado. Diria que ainda vale a pena fazer concurso se a pessoa tiver vocação ou muita vontade de se adaptar ao trabalho.

Veja a página da publicação, em pdf, aqui.

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Diretores do Sindilegis participam de debate que apontou caminhos para desenvolvimento e desempenho de pessoas no setor público

A diretoria do Sindilegis participou nesta terça-feira (19) do segundo encontro do ciclo de debates “Nova agenda para a Reforma Administrativa”. O evento, realizado em parceria entre a Frente Servir Brasil, o Fonacate e o Ministério da Gestão e Inovação, abordou o desenvolvimento e desempenho de pessoas no setor público federal. O presidente do Sindicato e diretor do Instituto Servir Brasil, Alison Souza, e os diretores Fátima Mosqueira, Magda Helena e Petrus Elesbão acompanharam a discussão, que abordou os desafios do processo de capacitação permanente dos servidores e apontou caminhos para a melhoria das entregas de bens e serviços à população.

O encontro foi transmitido ao vivo pelo YouTube. Assista abaixo:

https://www.youtube.com/watch?v=A-JgBUuDfTE

O primeiro-secretário do Senado Federal, senador Rogério Carvalho (PT-SE), abriu o seminário. “Os servidores públicos que querem uma Administração Pública e um Estado fortes precisam se envolver e participar desse debate para garantir que o serviço público esteja a serviço do interesse público e para que a gente possa ter carreiras de Estado bem definidas para o fortalecimento da democracia no nosso país”, afirmou.

Confira o vídeo:

O debate contou com palestras da professora da Universidade de Brasília (UnB), Elaine Neiva; da coordenadora-geral de Gestão e Desempenho de Pessoas do Ministério da Gestão e Inovação, Priscila de Figueiredo Aquino Cardoso; do coordenador-geral de Desenvolvimento de Pessoas da Secretaria de Gestão de Pessoas do MGI, Eduardo Almas; e do pesquisador do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) e coordenador-geral de Indicadores e Evidências no Ministério dos Direitos Humanos e Cidadania, Roberto Pires.

O próximo encontro será realizado dia 17 de outubro com o tema “Planejamento e Dimensionamento da Força de Trabalho”.

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“Temos que recolocar a discussão sobre o serviço público no Congresso Nacional”, afirma Alison Souza

A heterogeneidade, a complexidade e as desigualdades do sistema de carreiras da administração pública federal. Essa foi a tônica do debate realizado nessa quinta-feira (31) durante o seminário “Nova Agenda para a Reforma Administrativa”. Dezenas de entidades representativas dos servidores públicos federais participaram do evento, que discutiu propostas para um novo sistema de carreiras no setor público. O encontro, organizado pela Frente Parlamentar Servir Brasil e pelo Fonacate, foi realizado no B Hotel.

O seminário foi transmitido ao vivo pelo YouTube. Assista à integra aqui.

Diretor do Instituto Servir Brasil e presidente do Sindilegis, Alison Souza, destacou a importância da atuação das entidades dentro do Congresso Nacional para elaborar uma nova proposta de reforma administrativa em parceria com o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos. “Temos que desconstruir a PEC e construir uma nova proposta, a partir da qual a gente possa recolocar a discussão sobre o serviço público dentro do Congresso Nacional.”

O seminário debateu ideias que visem enfrentar os problemas do sistema de carreiras no setor público. No modelo atual, são mais de 2.000 cargos distintos, mais de 250 tabelas remuneratórias, 43 planos de cargos, e 117 carreiras. O secretário de Gestão de Pessoas do Ministério da Gestão e Inovação, José Celso Cardoso Júnior, disse que essa desigualdade no interior do serviço público, somada à complexidade do sistema brasileiro, exige uma visão sistêmica da gestão de pessoas como condição para a reforma administrativa. Ainda, ele explicou que uma das pretensões do ministério é criar um movimento de reestruturação do sistema de carreiras de forma gradativa e pactuada, além de implantar uma dinâmica adaptativa rumo a uma governança de carreiras.

O encontro contou também com os palestrantes Felipe Drumond, consultor em Gestão de Pessoas, e Maria Isabel Araújo Rodrigues, especialista em políticas públicas.

O seminário “Nova Agenda para a Reforma Administrativa” terá mais três encontros. O próximo será no dia 19 de setembro, com o tema “Desenvolvimento e desempenho de pessoas”.